DICAS PARA ANALISAR, COMPREENDER, E INTERPRETAR TEXTOS

Definição de Imprensa

Imprensa é a designação coletiva dos veículos de comunicação que exercem o e outras funções de comunicação informativa — em contraste com a comunicação puramente propagandística ou de entretenimento.
O termo imprensa deriva da prensa móvel, processo gráfico aperfeiçoado por Johannes Guttenberg no e que, a partir do século XVIII, foi usado para imprimir jornais, então os únicos veículos jornalísticos existentes. De meados do século XX em diante, os jornais passaram a ser também radio difundidos e tele difundidos (radio jornal e telejornal) e, com o advento da , vieram também os jornais online, ou ciber jornais, ou web jornais. O termo “imprensa”, contudo, foi mantido.

Definição de Propaganda

Propaganda é um modo específico de se apresentar uma informação, com o objetivo de servir a uma agenda. Mesmo que a mensagem traga informação verdadeira, é possível que esta seja partidária, não apresentando um quadro completo e balanceado do objeto em questão. Seu uso primário advém de contexto político, referindo-se geralmente aos esforços patrocinados por governos e partidos políticos. Uma manipulação semelhante de informações é bem conhecida, a publicidade, mas normalmente não é chamada de propaganda, ao menos no sentido mencionado acima.
“De forma neutra, propaganda é definida como forma propositada e sistemática de persuasão que visa influenciar com fins ideológicos, políticos ou comerciais, as emoções, atitudes, opiniões e acções de públicos-alvo através da transmissão controlada de informação parcial (que pode ou não ser factual) através de canais diretos e de mídia.”
– Richard Alan Nelson, A Chronology and Glossary of Propaganda in the United States, 1996

A Imprensa no Brasil

A história da imprensa no Brasil tem seu início em 1808 com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, sendo até então proibida toda e qualquer atividade de imprensa — fossem a publicação de jornais, livros ou panfletos. Esta era uma peculiaridade da América Portuguesa, pois, nas demais colônias européias no continente, a imprensa se fazia presente desde o século XVI. A imprensa brasileira nasceu oficialmente no Rio de Janeiro em 13 de maio de 1808, com a criação da Impressão Régia, hoje Imprensa Nacional, pelo príncipe-regente dom João.
A informatização nos jornais do Brasil, iniciou na Folha de S. Paulo, na década de 80. A introdução de computadores na redação gerou a demissão de mais de 70 jornalistas revisores, cujo papel o computador já realizava em programas de auto-correção.
Os jornalistas mais velhos que não se adaptaram à informática também perderam seus empregos, cujas vagas foram ocupadas por jovens jornalistas provindos de faculdades e de remuneração mais baixa. Tais jovens não carregavam a visão política “panfletária” que os jornalistas mais tradicionais, de certo modo, apresentavam.
Virtualmente, a ditadura no Brasil terminou com a eleição de Tancredo Neves em 1985. Em 1989, o país voltou a eleger o seu presidente pelo voto direto, fato que não ocorria desde 1960, porém o processo de abertura e redemocratização não conseguiu democratizar as consciências e o acesso à informação de maneira profunda, pelo menos a curto prazo.
Segundo o geógrafo Milton Santos, “Não há uma real ‘democratização’ na América latina, os governos mantiveram o processo eleitoral, mas não o resto(…) Não é propriamente uma democracia porque a ampliação dos direitos efetivos não foi feitas” . Nos dias de hoje, através do celular e internet, todo mundo comunica, mas poucos analisam ou se conscientizam perante uma notícia.
O avanço da tecnologia nas redações criou uma linha industrial de produção dentro dos jornais. O tempo de uma redação é industrial, o que diminui o tempo de produção das matérias e sua apuração com a sociedade.

A Imprensa na Sociedade

Análise 1

“A cada momento, deste final de milênio, estamos sendo bombardeados por uma série de informações jornalísticas que nos levam a repensar qual seria, de fato, o papel da imprensa moderna e, até que ponto, ela conserva seu princípio ético de divulgar temas de interesse público ou se, alternativamente, ela vem explorando assuntos interessantes para o público.
Muito tem se falado na distinção existente entre a chamada grande imprensa caracterizada como séria, formadora de opinião e a pequena imprensa, que apela para aspectos popularescos, manipulando os leitores, divulgando informações sensacionalistas. Se o aspecto crítico é característica da primeira, parece correto afirmar que a função apelativa é atributo da segunda.
Se no primeiro caso o texto deve revelar sua referencialidade, fato que lhe confere valor documental, já no segundo, o texto, muitas vezes é enfraquecido, pois a palavra passa a ser mero instrumento, enquanto fotos consideradas extravagantes falam mais alto.
Conferimos assim, à imprensa genuína, a razão precípua de informar com exatidão, formando em seu leitor, o processo gerador de conhecimento consciente. Neste sentido, estamos diante do que Roland Barthes chama de “texto fetiche”, palavras que por sua elaboração textual, ganham vida e plasmam mensagens que conduzem ao texto envolvente. Ao levantarmos esta perspectiva, conferimos ao jornalista a possibilidade de engendrar matérias ” atraentes ” que o tornam um lapidador da palavra.
Em contrapartida, quando se trabalha exclusivamente com fatos bombásticos, o imediatismo faz-se presente e cria o que podemos chamar de jornalismo frívolo, que vive e se sustenta da desgraça e das banalidades que fazem parte do cotidiano.
O leitor é levado a vivenciar o processo catártico, no qual extravasa seu sucesso, ou sua tragédia pessoal. É como se a leitura lhe permitisse assumir um pacto romanesco, no qual ficção e realidade se mesclam, com a pluralidade do caleidoscópio.
Mas surge aqui um questionamento: entre a veiculação dos dois tipos de mensagem, qual a que atinge, realmente, o leitor, não só em termos quantitativos, mas também no que se refere à formação de sua essência sensível?
Não se trata aqui de um dilema entre qualidade x quantidade, mas algo muitíssimo mais amplo que se instaura na sociedade em que vivemos e que nos configura, com nitidez fotográfica, esta mesma sociedade, porque na verdade, é um símbolo de suas necessidades explícitas e também das mais recônditas…
Para analisarmos os aspectos mencionados, partiremos de um exemplo exaustivamente explorado pela mídia sensacionalista, ou não, ocorrido na primeira semana de setembro de 1997, ou melhor, na semana em que o mundo parou…
Todos os olhos se voltaram para a tragédia ocorrida em Paris na fatídica madrugada de 31 de agosto no Túnel de l’Alma. Como uma profecia fúnebre, morria em acidente automobilístico a princesa Diana de Gales e, talvez, de todo o mundo.
“Sua morte prematura provocada, quem sabe, pelo assédio dos “paparazzi” gerou o questionamento seguinte: em que medida o interesse pela aparência divulgado pela imprensa alternativa teria, em parte, responsabilidade pela exposição cruel a que “ mitos ” atuais estão sujeitos?
Segundo o historiador marxista inglês Eric Hobsbawn: “Não há dúvida de que a mídia conduziu Diana até sua morte”. Porém, cumpre olhar o reverso da moeda, visto que existem várias versões afirmando que a própria princesa teria interesse em cunhar uma imagem de embaixatriz humanitária e “rainha dos corações”, envolvendo a imprensa num jogo de sedução.
Considerações à parte, não se pode deixar de constatar que, se viva, a princesa motivava a mídia, morta, ela preencheu páginas, sem conta, nos periódicos mundiais.
No entanto, para ilustrar ainda melhor nosso questionamento inicial, outro fato, extremamente significativo, ocorreu num processo de simultaneidade ao acima descrito: a morte de madre Teresa de Calcutá.
A cobertura dada ao desaparecimento daquela que colocou toda sua vida a serviço dos empobrecidos, Prêmio Nobel da Paz em 79, não mereceu por parte da imprensa destaque comparável. Afinal, sua imagem despojada de “glamour” e voltada exclusivamente para causas humanitárias, não interessa ao leitor com a mesma intensidade… Ela não faz parte do sonho. É real, duramente real…
A linha divisória entre o interesse público e o interessante para o público é tênue e depende, em parte, do modo pelo qual é explorado sob o ponto de vista jornalístico. Neste sentido, exige grande capacidade de discernimento tanto de quem escreve, quanto de quem lê.
Concluindo, a tarefa jornalística exige a conscientização da extensão das mensagens veiculadas, balizando o alcance da intervenção da imprensa na sociedade. É desafiador conceituar processos de criação, principalmente se invocamos parâmetros fixos. Exemplificando, Mathew Parris, do “Times” de Londres, afirma : “Os jornais de prestígio só esperam os tablóides darem a primeira mordida para avançar sobre a carniça “.
Portanto, um dos grandes desafios da imprensa é buscar com precisão o direito à informação, divulgando assuntos, cujo enfoque particular, sejam significativos para a formação da opinião pública.”
Salerno, Fernando Mauro M.
(Diretor Geral de “O Vale Paraibano”
de São José dos Campos)

Análise 2
“São inúmeros os cientistas políticos, juristas, semiólogos e filósofos que se têm dedicado a analisar o papel da imprensa e a propor mecanismos destinados a evitar que esta coloque-se a serviço de grupos, contra os interesses da coletividade. Refiro-me à imprensa em sentido lato, o que inclui a televisão e o rádio. Karl Popper, por exemplo, era de opinião que o papel da imprensa – ou “quarto poder” – é o de controlar por meio das críticas outros três poderes tradicionais (executivo, legislativo e judiciário), além do poder informal, digamos assim, exercido pelos grupos econômicos e associações de classe de empresários. “Fala-se de censura”, dizia ele, a propósito da televisão, “mas são os produtores de TV que detêm o poder de censurar tudo a sua vontade, sem que se possa fazer nada” (in “Televisão: um Perigo para a Democracia”, Gradiva, Lisboa, 1.995).
Umberto Eco pergunta quem controla a imprensa. Ele mesmo responde que, num país livre, a imprensa só poderia ser controlada e criticada pela própria imprensa, e é nesse paradoxo que residem os problemas. (“Cinco Escritos Morais” Record, 1.998).
Num de seus escritos, Pierre Bourdieu mostra como a televisão, paradoxalmente, é capaz de ocultar mostrando, ou seja, mostrando uma coisa diferente do que seria honesto mostrar ou então mostrando o que é preciso mostrar, porém com uma ênfase que distorce a realidade (“Sur la télévision”, Liber Éditions, 1.997).
Noam Chomski, em palestra proferida no Rio de Janeiro há cerca de quatro anos, sob os auspícios da COPPE/UFRJ, declarou entre outras coisas que “devemos estar atentos para que a sociedade humana, integrada por seres que se comunicam entre sí, elevando lenta, porém progressivamente seus padrões de civilização e criando mecanismos cada vez mais eficientes para defender interesses individuais e coletivos, não seja transformada num agregado de células estanques, compostas, cada uma, por um indivíduo diante de sua “telinha” de computador ou de televisão, de onde recebe direta ou subliminarmente, maciças doses de propaganda (ou de instruções) que só interessam ao poder dominante, composto pelas grandes corporações, bancos, promotores de negócios, etc.”, e pelos políticos instalados no governo por tais grupos.
Creio não haver dúvida de que a democracia consiste em submeter os poderes político e econômico a um controle. É essa a característica essencial da democracia. Não deveria existir nenhum poder incontrolado, daí a importância da imprensa. Mas esta tornou-se um poder esmagador, talvez o mais forte de todos. E é assim porque toleramos seus abusos. Nenhuma democracia pode sobreviver se o poder da imprensa não for rigorosamente limitado e controlado pela sociedade.
O controle da sociedade sobre a imprensa deve começar pela elaboração de leis que proíbam, por exemplo, que grupos econômicos se associem a empresas jornalísticas ou a emissoras de rádio e televisão. E governantes inescrupulosos, como os que se atualmente estão no poder, devem ser legalmente impedidos de utilizar os meios de comunicação de massa, para fazer com que a população aceite passivamente alterações das leis vigentes, destinadas a adaptá-las a interesses pessoais, como ocorreu com a tristemente famosa emenda da re-eleição e com as imorais transgressões de dispositivos constitucionais e legais em que se basearam as privatizações de empresas importantes para a nossa autodeterminação, como a Vale do Rio Doce e as estatais do setor elétrico.
É indispensável, por outro lado, estabelecer mecanismos pelos quais a sociedade possa exercer controle sobre a qualidade de tudo o que é publicado ou transmitido, de forma a evitar que o enorme poder da imprensa escrita e eletrônica, seja empregado para fins “deseducativos”, desmoralizantes, violentos ou corruptores dos costumes. “
Carvalho, Joaquim Francisco de
(18 de abril de 2000)
Ánalise 3
Na minha opinião, a imprensa moderna, “brinca”, com as nossas emoções, pensamentos, e direitos. Ela de certa forma “programa” os nossos pensamentos e atitudes, através de fatos, propagandas, notícias, novelas, matérias, programas, filmes, e até mensagens subliminares. Se você não pensar só na imprensa, e pensar num globo, dos meios de comunicação, assim teremos aberturas, para por exemplo, o mundo da música, os filmes, logomarcas, e a internet. Voltando ao assunto das mensagens subliminares, em 1957, em algumas sessões de Férias de Amor, o publicitário americano Jim Vicary inseriu duas frases no filme:”Beba Coca-Cola” e “Coma Pipoca”, que apareciam numa velocidade de 3 mil quadros por segundo, devido a velocidade de exibição, as frases não eram percebidas pelos espectadores. Com elas, Vicary queria provar a eficácia de mensagens captadas inconscientemente pelas pessoas, as chamadas mensagens subliminares. O teste funcionou, nenhum espectador disse ter visto algo estranho na tela. Depois das sessões, a venda de Coca-Cola aumentou 58% e a de pipoca 18% no cinema em que o teste foi feito.
A imprensa de certa forma, trabalha a nossa mente, a treina, nos faz ter ideais, e opiniões, ou até mesmo, muda as nossas opiniões e ideais. Em um trecho da música Filtro Solar, o narrador diz “não leia revistas de beleza, elas só vão fazer você se sentir feio”, o que ele quer dizer com isso ? As revistas de beleza fazem uma apologia, a um só tipo de beleza, a beleza que se vê na televisão, passarelas, filmes, e na internet. As mulheres comuns na maioria, não são como esse tipo de mulher, não são como as atrizes modelos, cantoras, etc. Essas revistas fazem no geral, com que a mulher comum, se ache feia, faça tal dieta, compre tal produto, assim, ajudando o comércio, fazendo merchandising, e propaganda.
Você também, pode perder a conta, de quantas vezes, o programa Globo Repórter da rede globo de televisão, tem como tema, obesidade, controle de peso, dietas, em um ano. Não é errado, nos informar sobre isso, afinal, obesidade na maioria das vezes, e sinônimo de doenças do coração, diabetes, etc. Porém estar acima do peso, pode ser conveniente, para algumas pessoas, ou pode não ser, mas ao mesmo tempo ser uma dificuldade eliminar aqueles quilos a mais. A imprensa faz com que a sociedade crie um padrão de beleza, ou seja, beleza é sinônimo de magreza. O que é errado, pois ao longo dos anos com esse padrão de beleza, a sociedade foi desenvolvendo doenças, como bulimia e anorexia, para conseguir chegar a esse padrão de beleza que a sociedade exige.
Outro tipo de programação televisiva que trás conceitos, paradigmas, e apologias, totalmente erradas, são as novelas. Pode-se perceber, que o próprio Ministério Público, vem aumentando mais e mais ao longo dos anos as classificações etárias televisivas. O porquê disso, está nas próprias novelas, que mostram traição, assassinatos, trafico, mentira, maus tratos, entre outros assuntos.
É correto afirmar, que as novelas também tratam de assuntos do cotidiano que precisam ser demonstrados, como, maus tratos aos idosos em Mulheres Apaixonadas, seqüestro de crianças em Senhora do Destino, e deficiência física decorrida de acidente de trânsito em Viver a Vida, novelas todas da rede globo.
Porém há um grande apelo sexual, e para conceitos errados, é preciso mostrar expressamente, o que é certo ou errado. Porém o que é certo pra mim, pode ser errado pra você, e é por isso que o sistema acaba funcionando.
Sou assinante de uma revista, em que há uma sessão, chamada Debate, que eu gosto ! Nela, são discutidos, assuntos do dia a dia da sociedade, mostrando argumentos a favor e contra aquele determinado assunto.
Assuntos como, A publicidade deveria ser proibida para crianças ? ; Alimentos gordurosos deveriam ser proibidos nas escolas ? ; Deve haver toque de recolher para os jovens ? ; Baixar músicas e filmes de graça na internet é mesmo crime ? ; O Enem deve substituir o vestibular ? ; Meia-entrada para estudantes tem que ser controlada ? ; A idade mínima para dirigir deveria ser reduzida para 16 anos ? ; O cigarro deve ser proibido em lugares públicos ? ; O Brasil deve ter uma bomba atômica ? ; A idade mínima para beber deveria ser 16 anos ?
Mesmo que, você tenha uma opinião formada, em qualquer dos assuntos citados acima, lendo os argumentos, você quase sempre irá concordar com algo do argumento oposto, a imprensa gera uma controvérsia com aquilo que pensamos.
A imprensa também divulga muitas pessoas, que são tidas como artistas, ou astros, cantores, atores, modelos, e nós passamos a admirar essas pessoas, e muitas vezes imitá-las, idolatrá-las, sem quer que elas saibam que existimos, ou nosso nome, essa indústria da mídia, cria fãs, gera fãs clubes, e em algumas vezes essa admiração e idolatria, se torna algo possessivo, dominador, algo que não faz bem a pessoa e a sociedade, porque essa pessoa chega ao estremo de querer ser a pessoa, e de idolatrá-lo como se fosse um Deus, ou algo do gênero.
Melo, Júlia Marcelino
(28, de março de 2010)
Bibliografia
http://www.hottopos.com/mirand3/opapelda.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Propaganda
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imprensa
http://pt.wikipedia.org/wiki/Imprensa_no_Brasil
http://www.infoescola.com/jornalismo/imprensa-e-sociedade-brasileira/
http://www.varican.xpg.com.br/varican/Bsocial/papeldaimprensa.htm
SANTORO, André; VENTURA, Cristina. Mundo Estranho. Edição 82. Páginas 20 e 21. São Paulo, dezembro de 2008, editora Abril.

Música Corelata
Letra Original
Uprising – Muse
The paranoia is in bloom, the PR
The transmissions will resume
They’ll try to push drugs
Keep us all dumbed down and hope that
We will never see the truth around

(So come on)

Another promise, another scene, another
A package not to keep us trapped in greed
With all the green belts wrapped around our minds
And endless red tape to keep the truth confined

(So come on)

They will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious

(So come on)

Interchanging mind-control
come let the revolution take its toll if you could
Flick the switch and open your third eye, you’d see that
We should never be afraid to die

(So come on)

Rise up and take the power back, it’s time that
The fat cats had a heart attack, you know that
Their time is coming to an end, we have to
Unify and watch our flag ascend

(So come on)

They will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious

(So come on)

They will not force us
They will stop degrading us
They will not control us
We will be victorious

(So come on)

Tradução
Rebelião
A paranóia está florescendo, uma propaganda
As transmissões serão retomadas
Eles tentarão empurrar drogas
Manter-nos estúpidos e esperar que
Nós não vejamos a verdade ao redor

(Então vamos)

Outra promessa, outra cena, outra
Um pacote não para nos manter presos na ganância
Com todos os “cintos verdes” amarrados em torno de nossas mentes
E uma burocracia sem fim para manter a verdade confinada

(Então vamos)

Eles não vão nos forçar
Eles irão parar de nos humilhar
Eles não vão nos controlar
Nós seremos vitoriosos

(Então vamos)

Intercâmbio de controle da mente, vem deixar a
Revolução pagar seu pedágio, se você pudesse
Balançar o relógio e abrir seu terceiro olho, você veria que
Nunca deveríamos ter medo de morrer

(Então vamos)

Erga-se e tome o poder de volta, é hora de
Os gananciosos terem um infarto, você sabe que
O tempo deles está chegando ao fim, nós temos que
Unificar e assistir a Ascenção de Nossa Bandeira

(Então vamos)

Eles não vão nos forçar
Eles Irão parar de nos humilhar
Eles não vão nos controlar
Seremos vitoriosos

(Então vamos)

(Oi) x4
(Oi) x4
(Oi) x4

Eles não vão nos forçar
Eles Irão parar de nos humilhar
Eles não vão nos controlar
Seremos vitoriosos

(Oi) x4

Conclusão

A imprensa, nada mais é, do que um conjunto de meios de informação/comunicação, que tem como objetivo, informar e noticiar, fatos ocorridos, e que ocorrem no dia a dia da humanidade, por meio de vários veículos de informação como: jornais, revistas, transmissões de rádio, telejornais, e internet.
Vim por meio de este trabalho analisar, os efeitos da imprensa na sociedade, as conseqüências da má utilização desse conjunto de veículos de informação.

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