Alimentos

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DICAS PARA ANALISAR, COMPREENDER, E INTERPRETAR TEXTOS

Autoria: Rebeca Silveira

Podemos considerar a produção de alimentos como necessidade básica pára a nossa sobrevivência. De fato, quem é que pode viver sem alimentar-se? É um problema que cada se torna mais difícil e exige soluções de maior envergadura. Em sua maior parte, esse problema é gerado pela tendência das pessoas se concentrarem em densos agrupamentos as grandes cidades cujos dois maiores objetivos são as atividades industrial e comercial. Estes grandes centros necessitam importar das zonas agropecuárias todos os alimentos de que precisam, e isso em quantidades fantásticas.

As zonas de produção agropecuária, para atender o grande consumo urbano e obter maior índice de lucro, passam a industrializar sua produção, empregando enormes quantidades de fertilizantes químicos e inseticidas. Tal prática é extremamente nociva em dois sentidos: prejudica sensivelmente o equilíbrio ecológico e expõe o consumidor a taxas elevadas de toxicidade. Já se constatou a presença de inseticidas, como o DDT em pessoas e no leite de vaca. Isto quer dizer que as populações vão sendo envenenadas lentamente, através da absorção de produtos químicos de que os alimentos estão impregnados.

A solução estaria na prática natural da agricultura, porém em bases científicas para manter a produção em níveis compatíveis com as exigências do consumo. Os fertilizantes seriam somente naturais, tecnicamente balanceados conforme as necessidades do solo. O combate às pragas seria por meio de insetos e pássaros predadores dos parasitas que atacam os vegetais.

Seria voltar aos métodos da Natureza, mas com técnicas visando à alta produção agrícola.

Até onde o solo útil já foi prejudicado pelo tratamento químico? E os seres humanos? O que nos reserva o futuro quanto à produção de alimentos? Para que não faltem alimentos, é preciso conservar o solo.

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