DICAS PARA ANALISAR, COMPREENDER, E INTERPRETAR TEXTOS

Infra-Estrutura

Sempre que possível, a trajetória dos cabos deverá seguir a estrutura lógica das edificações assim todas as transposições por paredes devem estar protegidas por tubulação;
Todas as manobras dos dutos deverão ser feitas em ângulos de 90B;
A taxa de ocupação dos tubos ou dutos deve estar na faixa de 30~40% em área;
Respeite os raios mínimos de curvatura dos cabos;
Não utilizar duto de diâmetro menor que ¾” de bitola comercial;
Instale as tomadas a um mínimo de 30 cm de altura com relação ao contrapiso;
Se possível, aterre a infra-estrutura da rede elétrica no caso desta ser metálica;
Para casos onde se tenha que desviar o caminho de um duto devido a existência de colunas, por exemplo, não fazê-lo por meio de curvas tipo “S” no duto mas sim utilizando caixas de passagem ou conduletes do mesmo material da infra-estrutura – preferencialmente metálica. Evite ter mais de duas curvas entre duas caixas de passagem.

Onde:

A…………….: neutro

B ……………: fase

C…………….: terra

Considerando-se 127 V.

Cabeação elétrica

Utilize um aterramento adequado (max.:5 ohms);
No caso de haver variações de tensão superior a 5% da nominal, utilize um estabilizador de fabricante idôneo, que mantenha o esquema de Fase-Neutro-Terra da figura acima e que preferencialmente seja do tipo isolador para melhor proteção;
No caso de necessidade do uso de no-break, certifique-se que além das recomendações do item 2 acima, o mesmo forneça uma forma de onda senoidal e preferencialmente seja do tipo on-line. Verifique se as baterias são do tipo seladas para evitar acúmulo de gases no local e corroção de placas e componentes eletrônicos.
Para locais sujeitos a média e alta incidência de raios ou descargas elétricas, utilizar um filtro de linha apropriado (profissional) aumentará a confiabilidade da rede e protegerá o estabilizador e no-break se for o caso;
Para os circuitos dos equipamentos da rede, procure dividi-los de modo que a carga máxima de cada circuito independente seja de no máximo 2kva;
Identifique e padronize as cores dos cabos de alimentação conforme o uso – Neutro, Fase ou Terra.
Procure não utilizar tomadas do tipo 2P+T universal, utilize somente 2P (chato)+T(redondo) para inibir o uso destas para outros aparelhos.
A tensão Neutro-Terra não deve ultrapassar 1% (um por cento) da tensão nominal da rede (no caso de 127 V, o máximo é de 1,27 V e para 220 V, o máximo de 2,2 V);
Nunca inverter as posições Neutro e Fase (seguir sempre o esquema acima);
Nunca misturar tensões na rede. Padronize uma tensão, seja 127 v ou 220 v e use-a para todos os equipamentos que compõe a rede como microcomputadores, servidores, hubs, monitores, impressoras, servidores de terminais, terminais, modens, etc.
O terra deve ser único para toda a rede (Se houver várias hastes ou vários blocos de aterramento, estes devem estar interligados de modo a fornecer um valor único para todos os equipamentos da rede).
Utilize circuitos de alimentação independentes para os equipamentos da rede e outros equipamentos tais como ventiladores, rádios, máquinas de escrever, de calcular, retro-projetores, etc.

Proteção:

Os equipamentos deverão estar protegidos por disjuntor com valor adequado de corrente.
O disjuntor deverá estar instalado em quadro elétrico ou caixa apropriada, que deverá ser firmemente fixado à parede ou divisória (existem caixas que possuem espaço próprio para 1 disjuntor e 1 tomada tripolar).

Tomadas:

É recomendado o uso de tomadas do tipo tripolar (2 Pólos/chato + Terra/redondo). É vedado qualquer tipo de adaptação para tomadas que não possuam pino terra.
As tomadas deverão, sempre, estar instaladas em caixas apropriadas que não permitam que os seus pólos (da tomada) fiquem expostos.
As caixas poderão ser do tipo sobreposta ou de embutir, sendo que as caixas sobrepostas deverão estar firmemente fixadas à parede, piso ou divisória.

Fiação:

A fiação deverá ser de, no mínimo, bitola 1,5mm2.
Toda a fiação deverá ser conduzida por canaletas ou eletrodutos firmemente fixados às paredes, divisórias ou piso.

Aterramento:

Todas as tomadas deverão estar conectadas ao aterramento.
O valor da resistência de aterramento, obtido com o uso do “Terrômetro”, deverá ser menor ou igual a 5 ohms.
É totalmente inaceitável a utilização do fio neutro curto-circuitado ao fio terra.

Vale lembrar:
o aterramento tem como função prioritária a proteção do usuário contra choques no equipamento;
proteger as instalações contra incêndios de origem elétrica;
permitir a continuidade da alimentação;
limitar as sobretensões;
e limitar as perturbações eletromagnéticas.
Além disso, a inexistência do aterramento incorre em perdas parciais da garantia do equipamento (ver termo de garantia).

Aterramento:
Importância

Um dos itens mais importantes de um sistema de energia elétrica, é o aterramento; e que muitas vezes por falta de conhecimento, só se é dada a devida importância, depois que algum disturbio elétrico danificou aparelhos eletro/eletrônicos ou causou algum acidente fatal.

O aterramento contribui para melhorar a operação e continuidade dos serviços e aumentar a segurança das pessoas.

Com relação à segurança, devem ser aterradas todas as partes metálicas que possam ter contato com partes energizadas. Assim, se houver um contato da parte energizada com a carcaça de algum equipamento ou aparelho, e caso alguem encoste nessa carcaça, a corrente não irá circular por ele, e sim pelo aterramento. Neste caso, atua a proteção do aterramento, que dependendo do problema, pode até desligar o disjuntor.

Sistema de aterramento

É o conjunto de condutores, hastes e conectores interligados, circundados por elementos que dissipem para a terra as correntes impostas nesse sistema.
Há diversos tipos de sistemas e a aplicação de um ou de outro vai depender da importancia do sistema de energia envolvido, da região e do custo.

Os pricipais tipos são:

Apenas uma haste cravada no solo.
Hastes dispostas triangularmente.
Hastes em quadrado.
Hastes alinhadas.
Placas metálicas enterradas no solo
Fios ou cabos enterrados no solo, formando várias configurações:
em quadrado formando uma malha de terra;
em cruz
estendido em vala comum
em estrela.
Projetando o sistema de aterramento

O projeto deve ser desenvolvido de acordo com as normas vigentes da ABNT.
Algumas etapas devem ser seguidas no projeto de um sistema de aterramento para que seja executado adequadamente:
1- Localizar e definir o local do aterramento.
2- Fazer várias medições no local.
3- Fazer a extratificação do solo.
4- Escolher o tipo de sistema de aterramento.
5- Dimensionar o sistema de aterramento, observando a sensibilidade dos equipamentos de proteção e os limites de segurança das pessoas.

Cuidados

É muito importante ressaltar o cuidado com a manutenção nas instalações de aterramento; pois estão sujeitos à oxidação e à corrosão e com o passar dos anos, não desempenharão mais sua função. Principalmente as instalações de pára-raios poderão não proteger pessoas e equipamentos.

O projeto deve ser executado por profissionais competentes e especializados na área, pois o que está em questão é a segurança de pessoas e equipamentos

Normatização para aterramento:

-o aterramento deve seguir a normatização da nbr 5410/97 sistema TT.

-para conjunto de equipamentos é aconselhável uma rede elétrica dedicada.

.
A norma NBR 5410/97 classifica os sistemas de aterramento das instalações elétricas de baixa tensão (BT) usando a seguinte simbologia :

1) a 1ª letra informa a situação da alimentação em relação à terra ;
T = um ponto diretamente aterrado;
I = isolação de todas as partes vivas em relação à terra ou aterramento através de uma impedância.

2) a 2ª letra informa a situação das massas da instalação em relação à terra:
T = massas diretamente aterradas, independentemente do aterramento eventual de um ponto de alimentação.
N = massas ligadas diretamente ao ponto de alimentação aterrado ( em corrente alternada-CA geralmente o Neutro).

3) outras letras (eventuais) : nos informam sobre a disposição do condutor neutro e do condutor de proteção:

S = neutro e proteção assegurados por condutores distintos.
C = neutro e proteção em um único condutor (PEN).

Aterramento para equipamentos de informática:

Para que um microcomputador funcione a contento e com segurança para o operador, deverá estar conectado a uma instalação elétrica conveniente, ou seja 127V ou 220V estável, que possua ainda o condutor de aterramento com baixa impedância ( 5 ohms no máximo ) e a tomada de alimentação deverá ter a polaridade observada como abaixo:

Aterramentos dos Equipamentos Elétricos Sensíveis

Os sistemas de aterramento devem executar várias funções simultâneas: como proporcionar segurança pessoal e para o equipamento. Podemos resumidamente listar as funções básicas dos sistemas de aterramento em:

a) Proporcionar segurança pessoal ao operador;
b) Proporcionar um percurso de baixa impedância de retorno para o terra, que proporcionará o desligamento automático pelos dispositivos de proteção de maneira rápida e segura, quando devidamente projetado;
c) Fornecer controle das tensões desenvolvidas no solo quando o curto fase-terra retorna pelo terra para uma fonte próxima ou mesmo distante;
d) Transitórios – o sistema de aterramento estabiliza a tensão durante transitórios no sistema elétrico provocados por faltas para a terra;
e) O aterramento deve escoar cargas estáticas acumuladas em estruturas, suportes e carcaças dos equipamentos em geral;
f) O aterramento deve fornecer um sistema para que os equipamentos eletrônicos possam operar satisfatoriamente tanto em alta como em baixas freqüências.

Fonte: Unicamp

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Marcelo é um profissional de Informática interessado em Internet, Programação PHP, Banco de Dados SQL Server e MySQL, Bootstrap, Wordpress. Nos tempos livres escreve nos sites trabalhosescolares.net sobre biografias, trabalhos escolares, provas para concursos e trabalhos escolares em geral.

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