PRIMEIRAS INICIATIVAS DE SERVIÇO SOCIAL



SUMÁRIO

Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
Bibliografia



INTRODUÇAO

No desenvolvimento desse trabalho, procuramos retratar as várias etapas do processo de organização das sociedades e a melhor forma de tratar os problemas sociais de diferentes épocas e períodos da humanidade.

Na pirâmide desse processo, temos forças inspiradoras latentes que influenciam o desenvolvimento de cada grupo de pessoas de maneira diferente, considerando como elementos chave, fatores econômicos, sociais e políticos que moldam as sociedades e passam a exigir maior aprofundamento dos estudos no sentido de poder oferecer soluções diagnosticadas a partir de fatos que vão acabar por estimular as iniciativas de cunho eminentemente sociais.

A evolução das economias, as formas de trabalho e as revoluções sociais, trouxeram diferentes correntes de seguidores e estudiosos do comportamento humano que, ao longo de séculos foram constituindo diferentes formas de mensurar as ocorrências, culminando por se dar origem à sociologia, com o objetivo de estudar as relações sociais e as formas de associações que levam a reflexões sobre a vida social.

O que se percebe de forma clara, é que na medida em que a sociedade vai se tornando mais complexa, os problemas se multiplicam, surgindo de forma mais intensa a necessidade de buscar na sociologia, formas de estudo que contribuam para se encontrar alternativas.

O desenvolvimento do trabalho, vai nos mostrar a seqüência de fatos, acontecimentos e ocorrências através da história contemporânea, que influenciaram povos de diferentes classes sociais, diferentes religiões, diferentes correntes políticas que deram origem e impulsionaram as primeiras iniciativas de Serviço Social.



DESENVOLVIMENTO

As primeiras iniciativas no sentido de compreender o comportamento da história humana, surgiram da necessidade de melhorar a forma de lidar com os problemas sociais. A partir daí, foram surgindo conceitos básicos e métodos de diagnósticos que passaram a permitir a elaboração de planos e projetos voltados para o atendimento das necessidades básicas do homem diante de seu convívio, seu trabalho e suas relações.

Concebida por Auguste Comte em 1839, surge à palavra “Sociologia”, nova ciência que pretende dinamizar e dar amplitude maior à “FISICA SOCIAL”. Este porém, passou a rejeitar o nome a partir do instante em que o belga Adolphe Quéstelet, utilizava estudos estatísticos complexos da sociedade, caracterizando-os como trabalho de “FÍSICA SOCIAL”. Sociologia, portanto, nada mais é que o estudo da sociedade em nível generalizado ou abstrato. Ela não surgiu de repente nem foi resultado de idéias exclusivistas de algum autor, mas é resultado de toda uma gama de conhecimentos, pensar e racionalizar procedimentos. Tem no século XV, seu desenvolvimento inicial, com o surgimento de transformações expressivas que desmontaram a sociedade feudal e foram moldando a sociedade capitalista. Estas transformações estão todas vinculadas entre si e não se admite entende-las de forma isolada.

As transformações surgidas a partir do século XV, tiveram origem na expansão das Fronteiras Marítimas, nas Reformas Protestantes, na Formação dos Estados Nacionais, nas Grandes Navegações e no Comércio Ultramarino e, no Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Todos esses fatores, levaram a profundas transformações no comportamento e nas formas até então vivenciadas pelas sociedades que, diante de uma ampliação do conhecimento de novos povos, novas culturas, novos modos de explicar e compreender as coisas, implicitamente, propunham uma reflexão e uma reformulação de diversos conceitos até então experimentados, alterando modos tradicionais de ver, pensar e entender a sociedade como um todo.

Esses acontecimentos tiveram influência em maior ou menor grau nas transformações que se sucederam, acelerando o desenvolvimento da economia monetária e provocando o acúmulo de capital por parte da burguesia sendo que, mais tarde, vai influenciar de forma marcante o processo de industrialização da Europa no século XVIII. Neste período assistiu-se ao desaparecimento da sociedade feudal, com importância destacada nesse processo: a Revolução Industrial e a Revolução Francesa. O somatório de todos esses processos resultantes das mudanças estruturais, cumulados às mudanças de cunho cultural e intelectual do século XVII, vão se refletir no século XVIII de forma mais intensa.

Se no século XVII a Revolução Inglesa teve o poder de determinar novas formas de organização política, no século XVIII, o que não se discute é a influência, tanto da Revolução Americana quanto a Francesa que alteraram todo o quadro político mundial e serviram de parâmetro e exemplo para as revoluções posteriores.

O ano de 1789 foi marcado pelo início da Revolução Francesa. Considerada uma revolução política, marcou o fim do absolutismo e da consolidação da hegemonia da burguesia no mundo ocidental. Tornou-se tão significativa, do ponto de vista dos historiadores, que a consideram “marco divisor da história” como o ponto de passagem da Idade Moderna, para a Idade Contemporânea. Com essa revolução, tinha-se o objetivo de mudar não apenas a estrutura do Estado, mas eliminar radicalmente a antiga forma de sociedade e via de regra, suas instituições, seus hábitos, costumes, etc, implantando inovações profundas na política e na vida cultural das pessoas.

Em meados do século XVIII, inicia-se na Inglaterra a Revolução Industrial que provoca profundas transformações na sociedade européia e impõe mudanças na ordem tecnológica, no modo de produção, e na mão-de-obra. A concentração de capitais leva ao surgimento de grandes empresas e à acumulação de riquezas, provocando alterações na ordem econômica. A intensificação do êxodo rural com o conseqüente processo de urbanização, interfere na ordem social, provocando a desintegração de instituições e costumes, surgimento de novas formas de organização da vida social, principalmente a formação do proletariado de massas, com a específica consciência de classe. Surge daí, a partir do progresso na forma de pensar, das novas maneiras de produzir e viver e, da crescente racionalização da vida social, um clima totalmente propício à construção de um estudo científico da sociedade.

O fim do século XVIII, foi época conturbada e marcou profundas alterações nas sociedades. O triunfo da indústria capitalista consolida o surgimento da sociedade burguesa liberal, que procura construir um Estado que assegure a autonomia burguesa em face da Igreja. A proteção e o incentivo à empresa capitalista, tiveram como meta, não só mudar a estrutura do Estado, mas abolir por completo a antiga forma de sociedade.
As transformações econômicas, políticas e culturais do século XVIII, surgiram a partir de inúmeros problemas. Neste período, diversos pensadores franceses da época, deixaram escapar em seus trabalhos expressões como: “anarquia”, “perturbação”, “desordem”, para mostrar a realidade advinda da revolução. Como forma de entender esses problemas e explica-los, surge no século XIX a Sociologia.

A organização do ser humano já vinha de períodos remotos e surgia naturalmente, sem imposições de ordem comportamental, em um primeiro momento, diante das necessidades de convivência de seres da mesma espécie e tinha como princípio, objetivos comuns como: a busca por alimento, a necessidade de defesa contra inimigos, a procriação, etc.

Com a ampliação dos movimentos sociais, originados essencialmente em cima da classe trabalhadora, seguimentos esses mais organizados da sociedade em qualquer situação e em qualquer tempo, começaram a despontar os primeiros estudos comportamentais do ser humano.

Surgem os pensadores e a sociologia passa a estudar os diversos seguimentos comportamentais, sendo a primeira corrente a se consolidar, conhecida por POSITIVISMO. Essa teoria tinha uma perspectiva essencialmente otimista quanto ao desenvolvimento das sociedades e considerava como fundamentos da dinâmica social, as mudanças para estágios superiores em busca da ordem e progresso. Considerava a sociedade como um organismo constituído de partes integradas e harmônicas. Augusto Comte foi defensor e precursor do positivismo, sendo levado até mesmo a chamar a Sociologia de “FISICA SOCIAL”. Esse positivismo defendido por ele, exerceu forte influência para o desenvolvimento do pensamento sociológico defendido mais tarde na França por Émile Durkheim.

Filósofo e matemático francês, Comte é considerado o pai da Sociologia. Rompe com a tradição familiar de monarquista e católico e se torna um republicano com idéias liberais, quando passa a desenvolver uma atividade política e literária, com propostas para resolver problemas da sociedade de sua época. Se preocupou em organizar a nova sociedade que se encontrava em caos total. Comte alarmou-se, como muitos outros filósofos da época, diante dos efeitos danosos da Revolução Francesa, quando grupos sociais intermediários entre a família e o Estado, tiveram destruição violenta diante da desordem que se instalou.

Qualquer discussão que se inicia a respeito da Sociologia e dos fatos sociais tem, obrigatoriamente, que levar em consideração as idéias de Émile Durkheim e Karl Marx.

Durkheim foi um dos fundadores da sociologia moderna e como tal, tem participação marcante nos estudos sociológicos e contribuição indispensável aos desenvolvimentos comportamentais do ser humano, o estudo sobre as instituições que socializam os indivíduos, o que os leva a assumir as regras e normas comportamentais necessárias à vida em comum. É rico em detalhes, quando descreve fatos da realidade social e o porquê da existência das divisões sociais do trabalho. Dá ênfase a fatos sociais que orientam a vida do indivíduo, condicionando-o de forma a controlar suas ações individuais através de normas e regras exteriores coercitivas.

Adotou em seus estudos o método positivista, onde alguns analistas identificam essas idéias como sendo de tendências conservadoras do pensamento político e social da época. Utilizava em seus conceitos a combinação da pesquisa empírica com a teoria sociológica. É reconhecido amplamente como um dos melhores teóricos do conceito da coerção social, que nada mais é que, uma força externa ao indivíduo exercida por um grupo, instituição, autoridade, etc., com o objetivo de impor um comportamento a pessoas de forma individual ou a grupos. Partindo da afirmação de que "os fatos sociais devem ser tratados como coisas", forneceu uma definição do normal e do patológico aplicada a cada sociedade.

Já Karl Marx foi um intelectual alemão considerado um dos fundadores da Sociologia. Sua influência também pode ser encontrada em várias outras áreas tais como: filosofia, economia e história, já que o conhecimento humano, em sua época, não estava fragmentado em diversas especialidades, da forma como se verifica em nossos dias. Sua participação como intelectual e como revolucionário no movimento operário, possibilitou que absorvesse influencias desse grupo, ao tempo em que também, teve muita influência neles. Nenhum estudo da sociedade humana em nossos dias, deixa de ser analisada em maior ou menor grau de profundidade e intensidade, sem os conceitos deixados por Marx, mesmo que a pessoa não seja simpática à ideologia construída em torno de seu pensamento intelectual, particularmente em relação aos seus conceitos econômicos.

Com suas teorias não se restringiu á descrição da realidade social. Ele tinha como objetivo, entender o que o capitalismo propunha através de suas obras sobre a transformação política, econômica e social, utilizando o método do materialismo histórico, onde enxergava a sociedade através de uma base material, sobre a qual todas as coisas funcionam. As suas teorias baseavam-se sobre a economia, a sociedade e a tomada do poder pelos proletariados, teorias estas que, na realidade, nunca foram colocadas em prática.

Nas relações sociais do sistema capitalista, o trabalho humano se encontra na base de toda a vida social. Os homens, impulsionados pelas necessidades vitais, apropria-se da natureza e produz os bens necessários a sua manutenção, que lhes dá condições de existir, de se reproduzir e de “fazer história”. Satisfeitas as primeiras necessidades, surgem outras, exigindo novas soluções, que direcionam o homem no sentido de outros homens e criam entre eles, determinadas relações, que se fundem e surgem, a partir daí, diferentes tipos de sociedade e das sociedades, diferentes tipos de comportamento, que impulsionam a produção e modelam portanto, a estrutura social e a repartição da sociedade em classes. Quando as condições materiais de produção mudam, também se alteram as relações entre os homens que ocupam a mesma posição na sociedade de classes.

As contradições entre as forças produtivas e as relações de produção acabam levando ao colapso um determinado modo de produção e a sua substituição por outro, dando assim lugar ao que Marx denomina de “épocas”, progressivas de formação econômica e social. As concepções acima sobre modo de produção e sua transformação históricas, são necessárias para se compreender como funcionam as forças da vida social.

Não se desconhece que as condições econômicas têm sido, historicamente, as forças mais fortes e decisivas, mas não se podem negar a existência de inúmeras outras forças, que também exercem a sua influência. Os elementos políticos, jurídicos, filosóficos, religiosos, literários, artísticos e outros repercutem uns sobre os outros, sobre a estrutura econômica e sobre o curso da história.

A questão social na sociedade capitalista, revela que a ação recíproca entre os homens, embora tenha gerado o progresso econômico-social e toda uma cultura humana, produziu também a alienação e a dominação de homens sobre os outros homens deixando evidentes as desigualdades sociais. Essas desigualdades sociais se tornaram cruciais nas sociedades em processo de industrialização.

A maioria das obras de Marx, se constituiu numa tentativa de mostrar ao movimento operário como o modo de produção capitalista desvirtua a vida e as relações sociais humanas, sob múltiplas formas, com o intuito de satisfazer as exigências da reprodução do capital. A consciência crescente da exploração e o agravamento dos problemas sociais, ligados à acumulação capitalista, levaram os trabalhadores a se organizar em movimentos e lutas por melhores condições de vida e de trabalho.

Para um aprofundamento da relação entre questão social e Serviço Social no Brasil, estudou-se o processo de industrialização no país após a Revolução de 1930. O acirramento das relações sociais próprias do sistema capitalista, contribuíram para o agravamento das questões sociais.

Nesse contexto nasceu o Serviço Social e se desenvolveram os primeiros campos de trabalho dessa nova profissão. Estudamos, as origens históricas da profissão e o contexto histórico, social, político e econômico da sociedade brasileira, em que o Serviço Social sempre esteve inserido.

Da ênfase à análise das várias configurações da questão social no Brasil, a partir de sua implantação, quando o Serviço Social se tornou elemento indispensável, buscou-se o enfrentamento dos problemas a eles relacionados, através da estruturação de políticas sociais, que nem sempre agregam resultados positivos e ficam a mercê de avanços e recuos, que nem sempre é benéfico como se espera e nem sempre é dinâmico o suficiente para adaptar-se com a necessária eficiência e rapidez que o processo exige.



CONCLUSÃO

As condições sociais, econômicas e financeiras da sociedade contemporânea e atual, sempre inspiraram iniciativas de Serviço Social.

Para a sua consolidação, muito foi estudado, conceitos foram reformulados e aprimorados e muito ainda é discutido e revisto, já que os processos de formação das sociedades são altamente mutáveis, além de essencialmente dinâmicos.

Como parte desses processos, diversos pensadores deram sua parcela de contribuição no pressuposto de tentar mapear os rumos em que a humanidade caminha. Nesse caminhar, percebe-se alternância de rumos e alguns acontecimentos influenciaram de forma marcante nesses realinhamentos. Guerras, revoluções, formas de governo, correntes de religiosidade, mudanças tecnológicas, e outras tantas ocorrências, impuseram ao seguimento social, necessidades de adaptação e mudanças de rumo.

Pelas características essenciais do ser humano, que o conduzem inexoravelmente á necessidade de produzir para ter o que comer, o que vestir, o que consumir de um modo geral, o trabalho sempre foi à base de todos os estudos e análises comportamentais ao longo de séculos.

Esses estudos e análises do comportamento das sociedades, levaram a diversas correntes de pensamento e assim foram surgindo em cada fase, classificações que foram se consolidando e dando origem a fundamentos históricos, teóricos e metodológicos do serviço social.



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