Gravidez na Adolescência

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A sociedade atual enfrenta inúmeros problemas de ordem política, econômica, social, cultural, ética e acima de tudo, assuntos como a droga, álcool, violência, transcendem o dia a dia de inúmeras famílias em nosso Brasil. Um dos grandes problemas da atualidade é a realidade da gravidez na adolescência, onde famílias vivem num verdadeiro caos diante desta problemática. Diante da grande incidência da gravidez presente no período da adolescência, o presente estudo almeja apresentar dados, números diante do conhecimento por parte de um grupo de alunos, na faixa etária de 16 a 23 anos, de uma escola estadual, na região metropolitana de Curitiba. Levar informações que possibilitem que os mesmos não caiam neste erro social, foi o objetivo principal deste estudo. O presente trabalho foi aplicado no Colégio Estadual Timbú Velho, no município de Campina Grande do Sul, Paraná, Brasil. Para que este objetivo fosse alcançado foi ministrada uma aula expositiva através de vídeos para os alunos do 2º ano do ensino médio.

Procurou-se com essa aula conscientizar os adolescentes em relação ao sexo seguro, a gravidez indesejada e as doenças sexualmente transmissíveis. Adotou-se a metodologia de análise de dados através da aplicação de questionário, a 18 entrevistados: 39% meninos e 61% meninas. Observou-se que os adolescentes estão iniciando sua vida sexual cada vez mais cedo, deixando de lado a fase mais importante da vida que é a adolescência sem malicias. Nesse estudo ficou evidente que o apoio familiar é fundamental na educação sexual dos filhos e para a maioria dos alunos a escola tem tido participação razoável quando se tratam do assunto sexo e gravidez. Sendo assim, conclui que poucos desses adolescentes usam métodos contraceptivos contra uma gravidez precoce e contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), e verificou-se também que somente alguns adolescentes falam sobre sexo e gravidez com os pais.

SUMÁRIO

RESUMO 
1. INTRODUÇÃO 
2. REFERENCIAL TEÓRICO 
3. OBJETIVO GERAL 
3.1 – Objetivos específicos 
4. MATERIAL E METODOS 
4.1 – Local de estudo 
4.2 – Coleta e análise de dados
5. DISCUSSÃO
6. CONCLUSÃO
7. REFERENCIAL BIBLIOGRAFICO

1. INTRODUÇÃO

No transcorrer dos anos, décadas, a sociedade convive com inúmeros problemas, crises de valores no âmbito social, político, educacional, econômico, cultural. Valores como família, escola, respeito à dignidade da vida estão sendo deixadas de lado, por uma grande parcela da população atual. Quantas vezes ouvimos dizer: “o que vai ser o dia de amanhã?” Mazelas que deterioram qualquer instituição que prima por valores verdadeiros e salutares.

Hoje, a gravidez na adolescência é um problema atualíssimo, de inúmeros questionamentos, presente em todas as camadas da sociedade. Realidade que instiga educadores, políticos a buscarem respostas compreensivas, para que possa diminuir a grande porcentagem que assola toda sociedade atual, diante da realidade da gravidez na adolescência. Problema que deve ser levado muito a serio e que não deve ser subestimado nem por adolescentes, nem por educadores.

A gravidez na adolescência é uma das ocorrências mais preocupantes relacionadas à sexualidade, pois trazem sérias conseqüências para a vida dos adolescentes envolvidos, para seus pais e seus filhos que nascerão. Essas adolescentes se põem em situações de risco, não só pela gravidez, mas também pelas doenças sexualmente transmissíveis.

Contudo, um número alarmante, mostra muitas adolescentes que acabam em outro rumo e engravidam, iniciando um cerceamento de suas atividades no campo do desenvolvimento profissional e escolar, sem generalizar, porém, grande parcela delas, acaba restrita ao contato com o lar onde reside.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

A adolescência é um período confuso, de contradições, de conflitos dolorosos, caracterizado muitas vezes por atritos de família, na escola, com amigos enfim no ambiente onde ele vive.

A legislação brasileira, que precisa ser amplamente analisada, compreendida e difundida entre os educadores e entre seus beneficiários, crianças e adolescentes, representa um considerável avanço com relação aos instrumentos internacionais, quando estabelece a distinção entre criança e adolescente, reconhecendo serem duas etapas distintas de desenvolvimento que merecem atenção diferenciada (FREITAS, 2003, p.9).

A adolescência é a fase da vida em que o menino ou menina continuam sendo crianças nos seus jogos e brincadeiras, mas são adultos com relação ao seu corpo com seus sentimentos e as suas expectativas de futuro, principalmente com relação ao sexo.

Vivemos hoje numa sociedade onde alguns valores estão invertidos, por esse motivo mesmo que os adolescentes não estejam preparados para assumir uma vida adulta, eles acabam assumindo só por vergonha de seus amigos e até mesmo da sociedade.

A família e o sistema educativo sempre nega informações que os adolescentes precisam saber para poder decidir de forma responsável sobre sua vida sexual. Devido a essas informações facilitam a ocorrência da gravidez indesejada. Além disso as escolas são espaços propícios para o auto-conhecimento e a descoberta de outras formas de relacionamentos afetivos que não as relações sexuais. A gravidez precoce é um problema que envolve meninos e meninas, portanto podem ser tratados em todos os seus aspectos morais e sociais. O medo da gravidez faz com que muitas adolescentes venham à procurar uma solução através do aborto clandestino que é muito perigoso para a grávida que acaba implicando em sérias preocupações de ordem física, psíquica e até mesmo moral.

De acordo com PEIXOTO, et. all, (2004), a gravidez na adolescência, é sempre inoportuna, mas raramente indesejada, pois os anticoncepcionais que eram desconhecidos nos anos de 1980, hoje são do conhecimento de todos. Com o surgimento da AIDS, o uso do preservativo passou a ser uma necessidade. A divulgação dos métodos anticoncepcionais são divulgados através de revistas para adolescentes e as escolas também passaram a se preocupar em informar sobre anticoncepção, a família esta mais atenta para o risco de uma gravidez na adolescência.

Segundo FALCÃO, T. (1995), as relações sexuais quando acontecem, não são premeditadas pela maioria dos adolescentes, pois eles acreditam que estão protegidos contra uma eventual gravidez.

A gestação na adolescência acarreta muitos problemas, pois é tida como de alto risco pela maioria dos pesquisadores, por apresentar complicações obstétricas, as quais influenciam nas taxas de mortalidade. Além disso, a gravidez na adolescência constitui de grave ameaça ao desenvolvimento psíquico, social e econômico dos adolescentes (LOPEZ, G. et. al., 1992). Pode apresentar mais complicações como: desnutrição e maior freqüência de doenças infecciosas, as quais podem provocar retardos no desenvolvimento de uma criança (HENRIQUES, 1993).

Segundo FÁVERO & MELLO (1997), revisando a literatura sobre a escolaridade e a gravidez na adolescência, ressaltam que a gravidez tem sido analisada não só como causa da interrupção dos estudos, mas também como subseqüente a um baixo rendimento escolar, poucas aspirações educacionais, e poucas perspectivas de sucesso.

Da mesma maneira, a iniciação sexual também tem ocorrido cada vez mais cedo no Brasil, entre os adolescentes, apresentando diferenças de gênero e variações entre as diferentes regiões, assim como entre áreas urbanas e rurais (FERRAZ e FERREIRA, 1998).

Na maioria das vezes pode ter efeito devastador para as mães, pois perdem a autonomia que julgavam possuir ao precisarem solicitar eventual ajuda aos pais ou a outros familiares. Hoje em dia poucas famílias expulsam a filha grávida de casa, ela ainda tem que enfrentar sérias rejeições por parte da sociedade, principalmente por parte de amigos e parentes (VITÓRIA, 1994).

Segundo PEIXOTO et. all. (2004), as adolescentes que iniciam a vida sexual precocemente ou engravidam neste período, geralmente isso ocorre, cujas mães também iniciaram sua vida sexual precocemente ou engravidaram durante a adolescência.

De acordo com GUIMARÃES (2001), a família principalmente a figura dos pais poderia discutir e orientar seus filhos com relação às dúvidas, angustias, tabus e preconceitos que os adolescentes enfrentam nessa etapa da vida. A maioria das adolescentes relata que seus pais têm dificuldades de discutir esse tipo de assunto em casa. Às vezes a situação financeira da família não propicia que os pais fiquem muito tempo com os filhos, o que pode levar ao distanciamento nessas relações desde a infância. Outro fato que dificulta a convivência familiar é o processo de modernização das sociedades urbanas. Hoje os adolescentes incorporam mais rapidamente as mudanças da sociedade, as novas tecnologias, os novos valores sociais e culturais, diferente dos valores dos pais (SANTOS JUNIOR, 1999).

Cerca de 1.1 milhão adolescentes engravidam por ano no Brasil e esse número continua crescendo. Hoje 65% das mulheres grávidas tem menos de 20 anos. A ocorrência da gravidez precoce é considerada um problema sério de saúde pública no Brasil, sendo que desde o ano de 1970 vem aumentando o número de gravidez e diminuindo a idade das adolescentes grávidas (BRASIL,1999).

Em 10 anos o Paraná conseguiu reduzir em 35% o número de adolescentes grávidas referente ao ano de 2008. Segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A relação sexual entre os jovens varia muito de um estado para o outro de acordo com influências culturais e sociais. Em geral os homens tem sua primeira relação sexual mais cedo que as mulheres Pesquisa realizada entre jovens de 15 à 24 anos, observou-se que a idade média para a primeira relação sexual das mulheres do Rio de Janeiro e Recife foi de 16 anos e em Curitiba 17 anos, por sua vez entre os homens foi de 15 anos no Rio de Janeiro e Recife e Curitiba (BEMFAM, 1989 – 1990).

Segundo DRÁUZIO VARELA (2009), atualmente estamos enfrentando uma epidemia de gravidez entre adolescentes, em 2000 o número de grávidas praticamente dobrou com idade entre os 12 e os 19 anos. A gravidez na adolescência não é novidade, desde muitos de nossos antepassados já havia adolescentes grávidas que não recebiam nem mesmo assistência médica regular. A sociedade se modernizou, mas isso não impediu que apesar da divulgação de métodos contraceptivos, a cada ano mais jovens engravidam numa idade em que outras ainda dormem abraçadas com ursinhos de pelúcia.

A adolescente que engravida e não tem proteção da família, dos amigos nem da sociedade, tem grande possibilidade de abandonar a escola, tornar-se uma pessoa amarga, tornando-se difícil o retorno a escola. A partir desse momento a gravidez na adolescência passa a ser considerada um “problema social”, sustentada por um discurso médico que a caracterizou como quadro de gravidez de risco (PANTOJA, 2003).

Segundo Organização Mundial da Saúde – OMS (2008) o medo da gravidez leva muitas adolescentes à solução do aborto clandestino. São 4 milhões de abortos praticados no Brasil por ano, 1 milhão ocorrem entre adolescentes, muitas delas ficam estéreis e cerca de 20% morreram em decorrência do aborto.

A vida sexual dos adolescentes é geralmente eventual, justificando a falta de uso rotineiro de anticoncepcionais. A maioria das adolescentes não assume diante da família a sua sexualidade, nem mesmo o uso do anticoncepcional que denúncia uma vida sexual ativa. Sendo assim, além da falta ou má utilização dos anticoncepcionais, a gravidez e o risco de engravidar na adolescência podem estar associados a auto-estima, a um funcionamento familiar inadequado. Para os pesquisadores, as facilidades de acesso à informação sexual não tem garantido maior proteção aos adolescentes contra doenças sexualmente transmissíveis e nem mesmo contra uma gravidez indesejada (VITALLE et. al., 2008).

A adolescente no inicio da gravidez, se afasta dos amigos pois toda sua atenção esta voltada para o namorado e para os seus pais diante da noticia da gravidez, ela acaba se afastando do grupo de amigos por vergonha e por ter que assumir um outro tipo de responsabilidade (PEIXOTO et. all, 2004).

Para PEIXOTO et. all. (2004), com o surgimento da AIDS, o uso do preservativo deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade. Revistas dirigidas a adolescentes, as escolas a família estão mais atentos para o risco da gravidez na adolescência. Mas mesmo assim a incidência da gestação na adolescência não apresentou o declínio esperado.

Deve-se enxergar uma adolescente grávida como um indivíduo único com várias sensações e sentimentos diferentes. Podemos crer que a adolescente ao mesmo tempo que se considera adulta para ter uma vida sexual é uma criança (BARRETO, 2008).

3. OBJETIVO GERAL

Contribuir para melhorar as informações sobre sexualidade e contribuir para o percentual de gravidez precoce na adolescência.

3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Com os objetivos específicos pretende-se

1 Promover no adolescente um comportamento responsável no que se refere ao sexo seguro;
2 Orientar os adolescentes sobre a gravidez e as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST);
3 Mostrar as conseqüências de uma gravidez na adolescência;
4 Destacar alternativas que possam contribuir para informação e prevenção da gravidez na adolescência.

4. MATERIAL E MÉTODOS

4.1 LOCAL DE ESTUDO

Este trabalho foi realizado no Colégio Estadual Timbu Velho, localizado na Av. Lindolfo Henrique Ferreira nº 458, na cidade de Campina Grande do Sul, Paraná, Brasil.

Os alunos deste colégio são de classe média baixa, a maioria reside no próprio bairro ou em bairros próximos ao colégio. O colégio possui ensino fundamental a partir da 5ª série e ensino médio que é realizado no período da manhã. Possui laboratório de informática, laboratório de ciências, física e química, biblioteca e quadra de esportes.

Participaram deste trabalho 18 alunos do 2º ano do ensino médio, que possuí faixa etária entre 16 à 23 anos.

4.2 COLETA E ANÁLISE DE DADOS

No dia 19 de novembro de 2009, foi ministrada uma aula expositiva sobre o tema Gravidez na Adolescência. Foi usado como recurso vídeos com documentários contendo entrevistas com adolescentes de ambos os sexos.

Nesta entrevista contém relatos de meninas e meninos entre 15 a 18 anos falando sobre os problemas acarretados pela falta de informação na iniciação de sua vida sexual. São jovens que relatam as dificuldades encontradas numa gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis, falta de apoio dos familiares e amigos.

A metodologia aplicada foi através de um questionário com 8 questões sobre o assunto abordado. As informações adquiridas foram analisadas e incluídas em gráficos

5. DISCUSSÃO

Através do estudo realizado sobre gravidez na adolescência pôde-se constatar que ela significa um problema, além do fato de representar uma gestação de risco graças a imaturidade biológica da adolescente, associado ainda ao fato de desencadear muitas vezes desagregação familiar e social, principalmente quando indesejada. O desdobramento desta gravidez se dá muitas vezes com o isolamento social, a interrupção dos estudos de forma temporária ou definitiva e a instabilidade emocional da gestante.

Tem sido tarefa difícil explicar a causa de existir tantas adolescentes grávidas e seu crescente número a cada ano. De um lado, alguns profissionais apontam para a falta de informação e de outro a questão centra-se numa busca pela identidade por parte dos adolescentes.

Para COSTA (1995), na adolescência, o indivíduo ainda não possui a capacidade de racionalizar as conseqüências futuras decorrentes do comportamento sexual, deparando-se freqüentemente com situações de risco, como a gravidez não planejada ou indesejada.

A adolescência é a fase em que meninos e meninas estão conhecendo e fazendo descobertas sobre seu corpo, por isso necessitam de uma boa orientação por parte dos pais e da escola (educadores), para que possam formar uma personalidade forte e seu perfil adulto.

Segundo KALINA (1999), define que na adolescência ocorre uma profunda desestruturação da personalidade e que com o passar dos anos vai acontecendo um processo de reestruturação da personalidade do adolescente, é possível entender que esta reestruturação tem em seu eixo o processo de elaboração dos lutos, a cada etapa deixada sucessivamente. A questão familiar e social funciona como co-determinante no que resulta enquanto cresce, especialmente à conquista de uma nova identidade.

Segundo a pesquisa realizada, os alunos acreditam que tanto pais quanto a escola tem um papel muito importante na formação dos adolescentes, pois pais que delegam confiança, autonomia, responsabilidade e independência sem libertinagem resulta na formação da personalidade desses jovens.

Para COATS et all., (1993), as razões pelas quais as adolescentes engravidam cada vez mais e em idade mais precoce são múltiplas. A primeira relação sexual ocorre cada vez mais cedo e a atividade sexual entre adolescentes está cada vez mais freqüente.

Cabe então a escola e aos pais oportunizar apoio emocional e social para que esses jovens sintam-se preparados para as mudanças que ocorrerão no seu corpo, e que saibam lidar com essas questões sexuais criando valores que possam levar durante toda a sua vida.

6. CONCLUSÃO

Ao final deste trabalho, podê-se concluir que, o contexto familiar pode ter relação direta com a ocorrência da gravidez, visto que a família exerce uma influência muito forte no processo de amadurecimento da sexualidade dos adolescentes, porém, pôde-se constatar a ausência de diálogo nas famílias e isso decorrente, muitas vezes, da vergonha que os pais sentem em tratar com seus filhos a respeito de assuntos relacionados à sexualidade. Por sua vez, os adolescentes também evitam de falar com seus pais a respeito do assunto, pois tem dificuldades em assumir a sua vida sexual, ficando cada vez mais expostas a uma gravidez indesejada.

Torna-se necessário ressaltar que apenas dar informações técnicas aos adolescentes não é o suficiente, pois como se verificou a maioria conhecem os métodos contraceptivos, porém, não os usam. Dessa forma, é importante destacar que os jovens sejam orientados na escola e em casa pela família, onde possam se sentir à vontade para fazer questionamentos e expor suas dúvidas e desejos.

Esse canal de comunicação entre pais e filhos precisa se criado e mantido, tanto em relação as meninas quanto em relação aos meninos. Os pais precisam se esforçar e deixar de lado o medo de estar invadindo a vida pessoal de seus filhos, conversando e orientando-os, não apenas sobre reprodução e sexualidade, mas também sobre valores, como amizade, afeto, amor e respeito ao corpo e a vida, isso irá lhes permitir que se sintam mais preparados para assumir as responsabilidades inerentes à vida sexual.

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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