Você está grávida?

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VOCE ESTA GRÁVIDA? PARABÉNS FUTURA MAMÃE!!
O que você deve saber sobre sua gestação

O seu teste de gravidez foi positivo? Hora de Iniciar os exames pré-natal.
Os exames iniciais são:
Grupo sangüíneo e fator RH.( fator RH negativo, com RH positivo do marido, ter os devidos cuidados) Glicemia, VDRL, Citologia vaginal, Sumario de Urina, Hemograma, Hepatite B, Toxoplasmose, Citomegalovirus. HIV(conversar previamente com a paciente, e se for rotina do serviço informar sobre o exame).Ultrasonografia.

A rotina manda que até o sétimo mês de gravidez as consultas são mensais.
Do sétimo ao nono mês são quinzenais.
No nono mês são semanais
Em media faz-se 3 ultrasonografia.
Os exames subsequentes somente o seu medico(a) saberá a indicação precisa.
No primeiro mês de gestação inicia-se a formação dos sistemas que formam o organismo.
O tamanho do novo ser é aproximadamente de um grão de arroz.
No segundo mês de gestação, o feto tem um comprimento de 3 centímetros pesando cerca de 0,9 gramas. Há distinção de braços e pernas. A cabeça é o primeiro orgão a se desenvolver.
No terceiro mês o feto possui aproximadamente 8 cm e pesa em media 30 gramas. No caso se for do sexo masculino a próstata começa a aparecer. No caso de menina o Ovario desce do abdomem para a pelve.
16 semana, a criança praticamente esta formada.
No quarto mês, com 18 cm em media pesando cerca de 112 gramas. Há movimentação da criança, percebido pela mãe, são os famosos chutes e cotoveladas, informadas pela mãe nas consultas subsequentes.
No quinto mês o feto com 25 centímetros em media e cerca de 500 gramas.
No sexto mês o feto pesa em media 700 gramas, com 36 centímetros
Sétimo mês, 43 centímetros com 1440 gramas
Oitavo mês já com 46 centímetros em media, 2300 gramas. Nesta fase o feto pode ouvir sons.
Nono mês de gestação, o feto pesando em media 3600 ou ate mais com 48 a 51 centímetros em media . E o momento de preparação para o parto.
Previamente o medico(a). lhe informara sobre o que inicio de trabalho de parto, ruptura de membranas, liquido aminiotico, contrações etc.
Os tipos de parto, suas indicações etc. Sempre preservando o bem estar do binômio mãe-feto.
Lembrando que o parto normal é o mais indicado, pois sua recuperação é mais rápida.
O parto cesariana, tem suas indicações, quando há uma desproporção feto-pelvica, não progressão de trabalho de parto e outras intecorrencias que somente com o decorrer do trabalho de parto é que a a equipe medica decide.
Quanto ao ato anestésico se for um parto cirúrgico o colega profissional anestesiologista, lhe o procedimento, e o tipo( raque, peridural, geral).

Sintomas comuns na gravidez
Aumento de vontade de urinar, devido a compressão sobre a bexiga.
Dor lombar- decorrente da modificação da coluna.
Os Cabelos, sofrem forte influencia hormonal , pode ocorrer queda de cabelos, ou modificação na consistência.
Para o lado da pele, surgimento da máscara ou cloasma gravidica.
Edema dos membros inferiores, e bom verificar se não estão alterados ou níveis de pressão ou se foi decorrente do peso da gravidez.
O coração bate mais acelerado.
Sensibilidade mamaria é presente.
Aumento do apetite ou anorexia, vômitos. Deve-se evitar chás, café refrigerantes excesso de doces e álcool.
Algumas Dicas de nutrientes.

A alimentação da gestante deve ser equilibrada, e se possível acompanhada por nutricionista.
Ferro, acido fólico, vitaminas, proteínas devem fazer parte do cardápio de toda gestante pois são importantes na formação e desenvolvimento do novo ser.

Exercícios físicos

Podem ser praticados apos o terceiro mês de gestação, salvo se não tiver nenhuma complicação no inicio da gravidez, perda de liquido etc, somente o seu medico(a) poderá indicar e deve ser acompanhada pelo profissional da Educação Física.
Recomenda-se hidroginastica, caminhada, natação.

Sexo na gravidez.
Depende como esta se desenvolvendo a gravidez, ameaça de abortamento? Descolamento de placenta? desconforto pélvico somente o profissional medico, poderá orientar.

Sexo após o parto
Recomenda-se um periodo de abstinência, devido ao desconforto referido por algumas mulheres, diminuição da libido o que é normal nesta fase, admite-se devido a queda de estrogenos, fator emocional medo de sangramentos etc, risco de infecções.
Há necessidade de uma conversa franca entre o casal, de preferencia em uma consulta com o profissional assistente para os devidos esclarecimentos e tirar as dúvidas

Involução do utero apos o parto.

A amamentação, ajuda na involução uterina com mais rapidez. A tabela abaixo indica o tamanho e altura da involução uterina apos o parto.

Dias Altura(cm) Largura(cm)

1 10,91 11.0
2 13,55 12,27
3 11.16 10,93
4 10,21 10,27
5 9,29 9.66
6 8,22 8,96
7 7,61 8,19

Aumento normal de peso durante a gravidez na 40 semana em media ………….24,10%
Perda de peso antes do parto…………………………………………………………………………..1,58%
Perda de peso durante o parto……………………………………………………………………….7,74%
Perda de peso nos primeiros 10 dias do parto…………………………………………………1,58%
Perda de peso durante as 5 ultimas semanas do puerperio………………………………1,1%

Depressão pós-parto.

A mulher passa por tranformações desde o periodo da gravidez até o puerperio.
E muitas vezes é acometida por depressão.
A depressão pode aparecer até 12 meses pos-parto.
Fatores como: estresse, emoção, falta de apoio no ambiente familiar(esposo, familia), situações como gravidez não planejada, problemas financeiros, fatores hormonais, dificuldades conjugais, antecedentes de depressão fora da gravidez, antecedentes familiares de depressão Tc .
Ocorre mais freqüentemente nos 10 primeiros dias do parto.
Sintomas como: desanimo, insônia, apatia anorexia, não tomar banho diminuição dos níveis de interesse, rejeição etc..
Conduta apoio familiar, orientação psicológica e medica.
Admite-se que patologias da tireóide e cirurgia cesariana aumenta o índice de depressão. Em media de 15%.

Bibliografia:

Obstetrícia- Resende
Obstetrícia- Delosmar Mendonça
Manual da gestante- Eurofarma
Guia Doctor Box 2003 – Febrasgo.

Dicas de Nutrição para uma gestação saudável

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O ganho de peso durante a gestação é fato, e inevitável. Mas como administrar este ganho, de forma saudável para a mãe e o bebê?

Devemos sempre levar em consideração o peso em que a mulher se encontra, antes ou quando ficou sabendo da gravidez, este dado irá determinar quanto ela deverá aumentar em kg, durante as 40 semanas, sem que haja prejuízo para a mãe e o bebê.

É importante lembrar, que o pouco ganho de peso, é tão prejudicial quanto o seu aumento excessivo, cada mulher é um indivíduo “único”, portanto não generalize, as suas necessidades são diferentes de outras grávidas.

Para manter o ganho dentro do padrão ideal, nada melhor do que seu acompanhamento freqüente, e em caso de ganho inadequado, só uma boa orientação poderá determinar, onde está o erro e como corrigi-lo. Pré-natal, alimentação e atividade física quando indicados de forma correta, levam a resultados excelentes para a gestante e seu nenê. O ideal é não esperar que as coisas se agravem, para daí procurar um profissional qualificado.

O médico irá fazer as indicações de acordo com sua necessidade, mas se a intenção é por exemplo, praticar hidroginástica, assim que for liberada, procure um local habilitado e que esteja habituado a trabalhar com gestantes, para então iniciar a atividade física. Da mesma forma, a alimentação deverá ser orientada por um Nutricionista, pelo menos a cada trimestre. Os alimentos e sua quantidade deverão ser consumidos de acordo com sua idade gestacional (afinal as necessidades do feto até bebê serão diferentes em cada fase), composição física e rotina diária, não faça dietas restritivas, não coma por dois, e não exclua alimentos sem orientação. Mas principalmente, confie nos profissionais que a acompanham nesta fase especial da sua vida.

Ana Claudia M T Pagliuso – Nutricionista CENUT

DOENÇA HEMOLÍTICA POR INCOMPATIBILIDADE RH

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Dra. Vanessa Valério Borges da Fonsêca
Pediatra – Neonatologista – CRM 4850

A doença hemolítica por incompatibilidade Rh é causada por uma incompatibilidade sangüínea materno-fetal referente ao sistema Rh. O sistema Rh é constituído de 48 antígenos (proteínas presentes nas membranas das hemáceas), sendo o mais importante, o antígeno D. A presença, ou ausência, do antígeno D denota positividade, ou negatividade, para o fator Rh, respectivamente, ou seja, presença do antígeno D é igual a grupo sangüíneo Rh +, enquanto, ausência do antígeno D, igual a grupo sangüíneo Rh -.

Geneticamente, os indivíduos D positivo (Rh +) podem ser homozigotos para o antígeno D, ou heterozigotos. Homens D positivo (Rh +) homozigotos casados com mulheres D negativas (Rh -) só poderão gerar filhos D positivos (Rh +), enquanto que, homens D positivo (Rh +) heterozigotos casados com mulheres D negativo (Rh -) poderão gerar filhos D positivos (Rh +) ou D negativos (Rh -).

Os fetos Rh + (D positivos) podem causar imunização nas gestantes Rh – (D negativo), ou seja, podem estimular a produção de anticorpos maternos anti-D contra as hemáceas D negativas (Rh -) fetais. A imunização (produção de anticorpos anti-D pela gestante) deve-se a passagem de hemáceas fetais para a circulação sangüínea materna, que ocorre em 3% das gestantes no primeiro trimestre, em 12% no segundo trimestre, em 45% no 3º trimestre, e, em 64% dos casos, imediatamente após o parto. Além disso, algumas condições, também, aumentam a presença de hemáceas fetais, na circulação sangüínea materna, tais como aborto espontâneo ou terapêutico, gravidez ectópica, realização de procedimentos durante a gestação, como amniocentese, cordocentese e amostra de vilo coriônico.

Qualquer que seja a causa da imunização, na gravidez seguinte os anticorpos maternos anti-D atravessam a placenta, a partir de 12 semanas de gestação, e destroem as hemáceas fetais D positivas (Rh +), a esse fenômeno de destruição das hemáceas chamamos de hemólise. Muito raramente a hemólise poderá ocorrer na primeira gestação, no entanto, o mais freqüente é ocorrer a imunização na primeira gestação e a hemólise nas gestações posteriores.

A hemólise causa anemia fetal em vários graus, e isso trará conseqüências negativas para o feto e recém-nascido. A hemólise provoca, também, o aumento da produção de bilirrubina indireta, substância que, após o nascimento, poderá empregnar-se em estruturas cerebrais causando sérios problemas ao recém-nascido. Daí a necessidade de um acompanhamento pré-natal bem feito em gestantes Rh -. O principal exame a ser realizado, durante o atendimento pré-natal, é a pesquisa de anticorpos anti-D na gestante, a esse exame chamamos de coombs indireto. Esta pesquisa é realizada mensalmente até o dia do parto, com a finalidade de dectar o aparecimento de anticorpos, durante a gestação. Se o coombs indireto é positivo a titulação dos anticorpos será realizada, até que se detectem títulos superiores a 1:8, pois estes indicam um maior risco de hemólise para o feto. Deverá, então, ser realizados, durante a gestação, outros exames, tais como:

Ultra sonografia para visualização do feto e detecção de alterações conseqüentes a anemia secundária a hemólise.
Amniocentese para determinar a quantidade de bilirrubina, no líquido amniótico, produzida a partir da hemólise
Cordocentese para avaliar o grau de anemia fetal

A redução da gravidade da doença hemolítica por incompatibilidade Rh depende da atuação precisa dos obstetras, durante a gravidez e o parto, assim como, da intervenção cuidadosa dos pediatras, desde a recepção do recém-nascido, até os primeiros meses de vida.

A prevenção é a conduta mais importante em relação a doença hemolítica por incompatibilidade Rh! Ela consiste na administração de imunoglobulina anti-D (Rhogam, Mathergam) em mulheres Rh – e com exame coombs indireto negativo (isto é ausência do anticorpo anti-D na circulação sangüínea). A imunoglobulina anti-D “neutraliza” o antígeno D presente nas hemáceas fetais Rh +, que passaram para circulação sangüínea da gestante, impedindo, assim, a produção de anticorpos anti-D pela mesma. Logo, a imunoglobulina anti-D deverá ser feita nas seguintes situações:

Pós aborto espontâneo ou terapêutico.
Pós gravidez ectópico.
Pós procedimentos (Amniocentese, cordocentese, amostra de vilo coriônico) realizados durante a gestação.
Durante o pré-natal na 28ª/29ª semana de gestação.
Até 72h após o parto, se o recém-nascido for Rh +. Caso o recém-nascido seja Rh -, semelhante a mãe, não haverá necessidade de administrar a imunoglobolina anti-D, uma vez que não se caracterizou a incompatibilidade sangüínea materno-fetal.

Dra. Vanessa Valério Borges da Fonsêca
Pediatra – Neonatologista
CRM 4850

ALTERAÇÃO DO CICLO MENSTRUAL

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Severino Rodrigues de Figueiredo

AMENORRÉIA

As alterações do ciclo menstrual, começam na menarca e acompanha a mulher, passando pela menacme até a menopausa..Partindo desta premissa passaremos a desenvolver algumas informações para que possamos entender estes mecanismo.

A menstruação é uma perda sanguinea da origem uterina que tem caráter cíclico com intervalo de 28 a 30 dias(Isto para um ciclo considerado normal). A quantidade de sangue varia de 60 a 80ml.
A duração de 3 a 5 dias. Embora alguns estudiosos considerem até 8 dias.
Para que a menstruação ocorra normalmente deve haver uma completo sinergismo entre o eixo hipotálam podemos afirmar que ela apresenta um quadro de amenoreia rpimária.o-hipófise- ovariano.
A cada mês o endométrio se prepara para receber o produto da fecundação, quando isto não ocorre, acontece o fenômeno da menstruação.(este endométrio que é formado pelas camadas basal, esponjosa e compacta. com a menstruação as 2 ultimas se depredem , se regeneram e voltam a desprender-se no ciclo seguinte). O ciclo da mulher esta dividido em fase proliferativa(la fase).fase folicular.
Fase secretora 2a fase, ou fase lútea. As alterações do ciclo menstrual são mais comuns na menarca( primeira menstruação) e na perimenopausa.
Na menarca por falta de amadurecimento do eixo hipotalmo-hipofise ovariano.
E na perimenopausa por deficencia hormonal .
Amenorréia é a falta de menstruação. Pode ser devido a uma causa primária ou secundária.
Quando a mulher não menstruou até aos 16 anos.,e não apresenta caracteristas sexuais secundárias. podemos afirmar que ela apresenta um quadro de amenorréia primária.
A amenorréia é denominada de secundária quando falta por 2 a 3 ciclos consecutivos. Consideramos ainda a amenorréia fisiológica, ou normal que acontece:

Na gravidez
Na período de lactação
Após o período da ultima menstruação.

Existem ainda os casos de amenorréia decorrentes de fatores ambientais, emocionais, estress, amenorréias das atletas, amenorréia,amenorréia por fatores dietéticos como perda de peso exagerada, comprometendo a nutrição.
Afora estes fatores temos que pesquisar as causas da Amenorréia de origem:

Hipotalâmicas

Hipofisárias

Ovarianas.

Como causas hipotalamicas temos:
Síndrome de Kallmann
Amenorréia psicogênica
Anorexia nervosa.

Como causas hipofisárias temos:
Tumores da hipófise
Traumatismos
Síndrome de Sheehan
Síndrome da sela vazia
Adenomas
Hiperprolactemia
Prolactinomas

E finalmente as causas ovarianas:
Tumores ovários
Síndrome dos ovários resistentes

Falência Ovariana Prematura ou Menopausa Prematura devido a :
Anomalias cromossômicas
Doenças Auto-imunes

Outras causas:

Síndrome de Asherman(decorrente de curetagens)
Agenesia ovariana, uterina
Distúrbios da tireóide
Tuberculose genital
Ooforectomia.

Medicamentos como: ansiolíticos, antidepressivos metoclopamida e fármacos contendo esteroides.

CONDUTA DIANTE DE UMA PACIENTE COM AMENORRÉIA.

A conduta na amenorréia vai depender de uma investigação bastante acurada:

Historia clinica da paciente( afastar a suspeita de gravidez, pesquisar as causas de amenorréias fisiológicas).
Hábitos de vida(atletas, alimentação)
Ambiente familiar
Uso de medicação.
Caracteres sexuais secundários.
Historia de cirurgias.
Síndrome de Turner, pesquisar tireodopatias, supra renais.

Exame Ginecológico: afastar as causas de criptomenorreia etc.

Dosagens Hormonais de acordo com a suspeita clinica
Ultrasonografia
Histerosalpingografia
Histeroscopia
Rx tomografia e ressonância do crânio.

TRATAMENTO

Para o tratamento temos que levar em consideração os fatores que levaram a amenorréia.

CONCEITOS IMPORTANTES:

Amenorréia E a ausência de menstruação.
Oligomenorréia- Quando a mulher apresenta ciclos longos menstrua com 45 a 60 dias.
Metrorragia-Quando a mulher apresenta sangramentos fora do seu período menstrual,
Hipermenoreia- A mulher que passa em media 8 dias menstruada, presença de coágulos devemos pesquisar miomas ou outras patologias.
Polimenorréia- E aquela paciente que menstrua com intervalos curtos menos de 21 a 25 dias.
Sangramento Pre´-menstrual – É o sangramento tipo borra de café, que aparece antes da data esperada da menstruação

BIBLIOGRAFIA

Reprodução Humana- José Aristodemo Pinotti
Ginecologia Endócrina e da Reprodução-Mario Gáspare Giordano
Endocrinologia Ginecoogica- Lucas Vianna Machado

CISTOS DE OVÁRIO

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Severino Rodrigues de Figueiredo

Comumente as mulheres quando se submetem a exame ultrasongrafico, o laudo aparece cisto folicular, a maioria das pacientes procuram o serviço pensando que estão com um cisto no ovário e depois em outra ultranografia o cisto desapareceu.
Como isto acontece?
Os ovários órgão que estão localizados na pelve feminina tem como função produzir óvulos e hormônios.

Medem em média 4x2x2 cm. Estão divididos em 2 porções: cortical e medular.
Na região cortical estão localizados os folículos de Graaf em media 300.000 que diminuem a medida que a mulher vai entrando na fase de menacme.
No período menstrual há o amadurecimento do folículo e liberação do óvulo, em torno do 14 dia= ovulação
No período ovulatório, ocorre os chamados cistos funcionais muitas vezes causando desconforto pélvico as pacientes.
Os cistos funcionais, não são detectados na mulher no período de menopausa, nem na infância- os 2 parâmetros básicos.
Daí os cuidados de pesquiza nestes dois extremos da vida,
Os tipos mais encontrados de cistos de ovários são:

Cistos foliculares comumente encontrados num exame ultrasongrafico, correpondente a rotura do folículo.
Cisto de corpo lúteo
Cisto dermoides em cujo interior encontramos, fios de cabelos, ossos etc
Endometriomas
Cistoadenomas. serosos

Os cistos funcionais não necessitam tratamento, as vezes faz-se medicação anticoncepcional.
Os cistos serosos não regridem tendem a aumentar. representa 30% dos cistos ovarianos atingem grandes volumes.

Quadro clinico:

Dor pélvica Irregularidade menstrual Dismenorréia. Sangramentos

Diagnostico Diferencial.

Apendicite Piosanpinge Aderências pélvicas cistos inflamatórios

Avaliação: atraves de ultrasonografia, verificar consistencia sólida ou liquida, levar em consideração a idade da paciente. estado nutricional, descartar ascite, solicitar rx de tórax.
Sabendo-se que a ultrasonografia não distingue o aspecto maligno ou benigno somente o exame histopatologico é que dá o diagnostico.

Bibliografia:

Ginecologia da infância e adolescência-Tourinho, Bastos Moreira
Segredos em GO- Helen M. Fredrickson.

HPV – PAPILOMA VÍRUS HUMANO

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Severino Rodrigues de Figueiredo

É uma infecção que acomete a população sexualmente ativa, atingindo a faixa dos 20 a 25 anos e atualmente incide faixa dos 60 anos devido aos medicamentos que melhoram a atividade sexual.e consequentemente maior risco de contaminação.
Atualmente existem mais de 100 tipos de vírus HPV identificados.
A cervix uterina é o órgão mais acometido

As verrugas aparecem com a seguinte distribuição:

Intróito Vaginal
Pequenos lábios
clitóris
cervix
região anal e perianal.

Segundo a literatura este vírus tem um período de incubação que varia de 2 semanas a 8 meses, admite-se a influencia imunológica nesta patologia., e a carga viral daí, ocorre aumento de incidência durante a gravidez, imunodeprimidos.

A transmissão do HPV são:

Sexual
não sexual
materno fetal.

A via sexual representa a maioria dos casos.
Mulheres e crianças sem atividade sexual poderão desenvolver a infecção.

A infecção pelo HPV pode ser:

clinica
subclinica
latente.

As lesões clinicas são são os condilomas clássicos que encontramos no exame clinico.
Já as formas subclinicas são detectadas através de exames mais especializados.É a forma mais freqüente de infecção pelo HPV no colo uterino geralmente encontramos as formas 6 e 11.
Na vagina a infecção e geralmente subclinica.
Infectividade:de alta infectividade , as estimativas indicam que basta um contato sexual

Complicações:

HPV tipo 6 11 16 18 pode ser encontrado no orofaringe e genitália dos recém nascidos.

Laboratório:

exame citológico
colposcopia
imunohistoquiimica
captura híbrida.

Relação com oncogenicidade:

Tipo 1 e 4 tem baixa oncogenicidade, são as verrugas palmares e plantares,baixa oncogenese
Tipo 2 são as verrugas comuns., baixa oncogenese.
Tipo 3 e 10 verrugas que encontramos nas mãos e face, tem baixa oncogenicidade
Tipo 6 e 11 são os condilomas acuminados,¨¨ cristas de galo ¨¨ encontrados na região anal e urogenital,tem baixa oncogenicidade.
Quanto ao potencial oncogenico em infecções urogenitais, os tipos 6, 11, 42, 43, 44 tem oncogenicidade baixa. Os tipos 16, 18, 45 tem alta oncogenicidade. Na cavidade oral, temos os tipos 13, 32 tem baixa oncogenicidade. Já os tipos 30 e 40 tem alta oncogenicidade, encontramos na laringe.
O tipo 16 representa 50% de todas as infecções anogenitais

Importância da Citologia:

Em exames citológicos com ASCUS
AGUS deve ser rastreado através de colposcopia.

Transmissão materna:

causa lesõess anogenitais orais
laríngeas no recém nascido, no momento de passagem no parto vaginal.

Verrugas na infância.

Pesquisar causas de abuso sexual

Verrugas na adolescência.

pesquisar atividade sexual

Condiloma na cavidade oral:

pesquisar habito sexual oral

Conduta:
a critério do medico assistente

No parceiro sexual importante realizar a PENISCOPIA.O HPV é encontrado na região escrotal, na glande no prepúcio e no corpo, região uretral.

Nota:
Bibliografia:
Tratado de Ginecologia- Halbe
I Concenso Brasileiro de HPV- BG Cultural
DST e AIDS- Paulo Naud- Artes Medicas.

GRAVIDEZ INDESEJADA

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Severino R Figueiredo

A liberdade sexual, a falta de uma orientação no ambiente familiar, o desejo sexual, conduzem a maior parte da juventude a prática sexual, sem nenhum conhecimento das repercussões, que pode causar em suas vidas, no momento em que engravidam, ou adquiriram uma DST.

E quando tomam conhecimento que estão gravidas, a maioria é rejeitada no ambiente familiar e recorrem aos métodos abortivos. Acarretando com esta prática o numero de abortos que vem crescendo entre os adolescentes. Para prevenir tais conseqüências se faz necessário alguns comentários sobre os métodos anticonceptivos mais utilizados:
O condon é um dos métodos mais utilizados e difundidos entre os adolescentes principalmente pela facilidade de aquisição.
A pílula a mais utilizada é a de baixa dosagem,pois há menores efeitos colaterais.
O coito interrompido apesar de ser praticado entre os adolescentes, corre grande risco de uma gravidez indesejada, transmitir DST, a adolescente pode se encontrar em seu periodo fértil e engravidar.
Embora não seja um método anticoncepcional a ¨anticoncepçao de emergencia¨ é utilizada quando se tem uma relação sexual desprotegida ou quando não se usa nenhum tipo de contraceptivo. Corre o risco de uma gravidez indesejada e adquirir uma DST.
Pelo exposto se faz necessário, todos adolescentes, manter uma bom relacionamento no ambiente familiar, procurar a orientação dos pais,e na ausência destas informações no ambiente familiar se informar com profissional médico, sobre os métodos anticoncepcionais, as contra-indicações seus efeitos a repercussão que causa no organismo.
Fonte de pesquisa. Saude da Adolescente- Manual de Orientação Febrasgo 2001

MIOMA UTERINO

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Severino R. de Figueiredo

O mioma uterino é uma patologia benigna que acomete as mulheres no período reprodutivo.Pode ser um achado num exame ginecológico de rotina, ou num exame onde a paciente procura o médico por estar apresentando sangramento acima do padrão normal do seu ciclo menstrual.

Sinonimia: fibroma,leiomioma.

Localização:

Mais frequente no corpo uterino. Em media 5% se localize no colo uterino Anatomicamente o útero está dividido em 2 partes:
a)corpo uterino
b)colo uterino.

Para efeito didático classifica-se os miomas uterinos em:

Intramurais
Subserosos
Submucosos.

Os que causam mais sangramento são os miomas submucosos.
Os submucosos e os intramurais, tem relação com a infertilidade.

Sintomas:

Pode ser assintomático, um achado num exame ginecologico,de rotina, detectando uma formação nodular. Mas dependendo do tamanho, da localização, a paciente refere os seguintes sintomas:

sangramento genital aumentado , com presença de coágulos
dor pelvica.+ cólicas no periodo menstrual e pré-menstrual
peso no baixo ventre
constipação por compressão do intestino(porção retal)..
dor no ato sexual.
massa palpável no abdomem,quando em decúbito
compressão da bexiga.

Complicação.

Como o fluxo esta aumentado , a paciente apresenta um quadro de Anemia Pode levar a abortamentos, deformidade anatômica uterina prematuridade, descolamento de placenta

Relação com a menopausa:

Tendem a diminuir de tamanho. Relação com a gravidez. Aumentam com a gravidez.

TRATAMENTO.

Clinico Cirúrgico:

Miomectomia(extirpação do mioma)
Histerectomia subtotal(retirada com útero com preservação do colo)
Histerectomia total(retirada do útero)
Embolização(preservação do útero). técnica recente. para tratamento.

A conduta quanto ao tratamento clínico ou cirúrgico, a técnica utilizada, depende do profissional médico.

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

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Severino Rodrigues de Figueiredo

As doenças sexualmente transmissíveis(DST) ocupam um lugar de destaque emtre as doenças que acometem a população sexualmente ativa, e os meios de contaminação e propagação atingem até os que não iniciram a vida sexual,pagam por este tributo com é o casos dos recem nascidos que são acometidos intra utero, ou no momento do parto por via baixa. Tambem é uma das indicações de parto cesareo quando o canal do parto e a vulva estão acometidos. Fatores com meios de comunicação, turismo sexual, facilidade de locomoção,condutas morais, promiscuidade sexual,fantasias sexuais, aumentam a incidencia das DST, relação com multiplos parceiros, o não uso de preservativos ,etc

As doenças sexualmente transmissiveis pode acarretar na mulher, os casos de abortamento, infertilidade, partos prematuros, infecções intrautero, cervicite, crecimento intra uterino retardado, gravidez ectópica e morte do feto. O tratamento se torna complicado principalmenter se a mulher estiver em periodo gestacional.

SIFILIS

Transmitida pelo Treponema pallidum(espiroqueta)atraves de contato sexual.A forma de transmissão não sexual é rara e se da atraves de contatos acidentais. Tem um periodo de incubação de 1 a 3 semanas.
Classifica-se em primária, secundária e terciária, de acordo com o periodo de evolução clínica.
O diagnóstico pode ser clinico, complementado pelo laboratório. Clinicamente aprecimento de um cancro indolor na região perianal e genital, indolor que desapaarece apos ums 8 dias O contagio extragenital encontrado nos labios(lesões).
O exame laboratorial: VDRL e FTA-ABS(imunofluorescencia)
O FTA-ABS é importante para confirmação e não para acompanhamento. Tratamento a base de Penicilina ou Eritromicina para as pesoas que apresentam reações alergicas a penicilina. A recomendação é que as gestantes tratadas devem fazer acompanhamento para controle de cura.
O filho de uma mãe com sifilis, pode apresentar cegueira,retardo mental etc.

GONORRÉIA

Sinonímia: blenorragia, gota matinal
Doença sexualmente transmissivel, pelo diplococo gram negativo, Neisseria gonorrhoeae.A incidencias da gonorréia no mundo é estimada em 60 milhões de casos/ano.E nos paises dio terceiro mundo está entre as cinco primeira causas de procura nos serviços de saude, segundo a OMS(Ison et. al,1998 Brasil Ministerio da
Saude 1997). Tem um periodo de incubação que varia de 2 a 5 dias.
Tem maior incidência dos 15 aos 40 anos A transmissão ocorre por contato aexual anal, vaginal, oral
Na mulher se manifesta com um corrimento de aspecto leitoso e manifestações de disúria, geralmente confundido com infecção urinária Muitas vezes oligoassintomático9 70% assintomaticas).
A endocervix é o local preferido da infecção, levando a paciente a um quadro de dispaurenia.
Laboratorio: secreção uretral, exames de cultivo metodo Thayer-Martim modificado.
Quando a mulher não trata a gonorréia a infecção atinge as trompas ovarios, leva a infertilidade, obstrução das trompas as doenças inflamatória pélvica.
O tratamento é a base de antibióticos.

CANDIDIASE

sinominia: moniliase, Agente etiologico: Candida Albicans(fungo)
Quadro clinico: corrimento branco, de aspecto leitoso, prurido vaginal intenso,disúria. Faz parte da flora vaginal(saprofita).Quando há um desequlibrio da flora vaginal se exarceba, dando a sintomatologia
Meios de trasmissão: contato sexual, ou secreções da boca, pele e dejetos de portadores ou doentes.
Fatores predisponentes para aparecimento de candidiase:

gravidez
antibioticos
imunosupressores
diabetes
vestimentes apertadas, tecidos sintéticos, substancias irritativas etc.

Conduta: citologia vaginal para avaliação. Recomenda-se o tratamento do casal.

TRICOMONIASE

Agente etiológico:Trichomonas vaginalis
Doença sexualmente trasmissivel, pelo Trichomonas vaginalis.(protozoário) sintomas clinicos: corrimento esverdeado de odor fétido+ prudido vaginal, disuria e dispaurenia. A sintomatologia tende a piorar apos a relação sexual e apos a menstruação

Diagnostico: pela sintomatologia clinica, acima relacionada e complementação citologia vaginal.
Tratamento: a base de metronidazol tinidazol, secnidazol. Deve ser tratado o parceiro sexual para evitar recidivas. O metronidazol interfere com o alcool. Dai deve ser evitado, durante o tratamento.
Na mulher tratamento oral e creme vaginal.
Abstinencia sexual.
Recomenda-se não usar a medicação nos 3 primeiros meses de gravidez. É discuivel sua transmissão por contato não sexual.

CONDILOMA ACUMINADO

Também denominado verugas genitais,vulgarmente conhecido como ¨crista de galo¨.
Infecção trasmitida pelo virus HPV. Os virus HPV existem mais de 70 especies. Onde encontramos os de Baixa oncogenicidade e os de alta oncogenidade.
Os de alta oncogenidade estão relacionados com o cancer de colo de utero. São lesões que dependendo da imunidade da pessoa atingidade eles atingem grandes proporções semelhante a um couve-flor.
É por demais importante o exame atraves da colposcopia para detectar as lesões subclinicas.
A trasmissão se da por contato sexual.oral, e anal.

HERPES GENITAL.

Provocado pelo Herpesvirus hominis tipo 2. São lesões vesiculares agrupadas em forma de bolhas, de aspecto avermelhado com dor local, as vezes febre. que aparecem na região genital.

CLAMIDIA

Também é denominada uretrite não gonocócica.
Tem como agente etiólogico a Chlamidia trachomatis.
A paciente apresenta um corrimento vaginal com aspecto purulento e ardor vaginal.
Não tratada pode evoluir para Bartholinite, DIP e infertilidade.

GARDNERELLA OU VAGINOSE BACTERIANA

Agente etiólogico: Gardnerella vaginalis.
A paciente apresenta um corrimento de odor de peixe, ou fétido
Com aspecto cremoso ou acinzentado. Mais exaecebado no periodo pos- menstrual e depois da relação sexual.
O dagnóstico laboratorial: presença de clue-cell no esfregaço vaginal.
Teste das aminas positivo: quandose coloca KOH a 10%.
Tratamento: a critério do profissional.

Bibliografia:

Manual de DST- Ministério da Saude
Obstetricia – Delosmar Mendonça-3 Edição.
Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis vol.12/2000
DST de Paulo Naud – Artes Médicas 1993

CORRIMENTO VAGINAL

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Severino Rodrigues de Figueiredo

É comum em clinicas privadas ou em serviços públicos a queixa de corrimento vaginal. .esta é a queixa mais freqüente, ocorre em 80% das paciente que procuram um atendimento em ginecologia.. A paciente procura o serviço médico referindo um prurido intenso, acompanhado de corrimento Esta paciente é virgem?, teve contato sexual? Informando que o corrimento de odor fétido ficou mais intenso e arduo logo após a relação sexual, surgindo tambem, o prurido.

Os fatores desencadeastes que estão diretamente relacionados abrangem :: desde os hábitos de higiene até os germes, bactérias, processos neoplasicos, roupas sintéticas, desodorantes íntimos, papeis higiênicos ,principalmente os perfumados , as DST. masturbação, absorventes intravaginais ( UM EXCELENTE MEIO DE CULTURA PARA PROLIFERAÇÃO DE GERMES) corpos estranhos, areia de praias, onde o corpo fica em contato intimo com a areia, onde são depositados detritos orgânicos que entram em decomposição. estes em contato com as partes intimas, mucosa provoca o prurido, secreção etc.. Existe uma gama de causas que devem ser pesquisadas. Outro aspecto: esta gravida a paciente? esta em uso de antibióticos? de imunossupressores?È diabética ?esta usando corticoides? emfim ,tudo deve ser pesquisado. Ou é aquela mãe que chega aflita com sua filha e nos informa que ela esta apresentando corrimento? Ou ainda a recém nata onde a mãe nos informa que a criancinha já nasceu com corrimento?. Ou aquela senhora já com a prole formada , nos procura pois notou suas vestes intimas manchadas de sangue, ou secreção?. Mais ainda, aquela jovem tímida, que nunca se submeteu a uma avaliação ginecológica Todos estes aspectos devem ser considerados numa avaliação de corrimento vaginal. A moniliase aumenta durante a gravidez, devido os fatores hormonais proprios da gestação O uso de antibióticos por muito tempo pode desencadear um desequilíbrio na flora vaginal levando a paciente a apresentar corrimento. A paciente diabética pode apresenta um quadro de moniliase., as que usam corticoides e imunodepressores tambem estão propensos a apresentar o mesmo quadro clinico .Enfim, é vasto o campo de pesquisa para os fatores predisponentes e o ginecologista tem dever de diagnosticar e tratar a paciente juntamente com seu parceiro caso tenha vida sexual ativa.. logo após o resultado da citologia. oncótica. Na criança devemos pesquisar os corpos estranhos , parasitoses mãos contaminadas por secreções nasais,infecções da pele, higiene da região perineal etc. Quando a paciente é idosa, devemos pesquisar as causas neoplásicas, diabetes etc. Na criança é importante pesquisar os hábitos de higiene tanto no ambiente familiar, quanto escolar, o papel higiênico se é do tipo perfumado ou se neutro. Outro germe que causa corrimento Tricomonas vaginalis adquirido através de relação sexual,mas em crianças a contaminação se faz através de roupas,tolhas contaminadas Por fim ,devemos também citar os corrimentos que a RN apresenta devido a influencia dos hormônios da placenta.Os corrimentos da puberdade devido a estimulação estrogenica própria da adoloescencia, tambem as secreções do periodo ovulatório, que antecede a menstruação As recidivas são frequentes , é aquela paciente que retorna ao serviço médico informando que logo após ter relação sexual começou a apresentar os mesmos sintomas. E onde entra o parceiro sexual, Este deve ser avaliado dependendo do tipo de patologia que a parceira apresentar este deve ser tratado conjuntamente. Se assim não proceder ,ela ficará escrava dos medicamentos antifungicos. Muitas vezes por falta de conhecimento do parceiro sexual. que na maioria das vezes, não faz o tratamento estes referem que não sente nada, não tem secreção, querem ter relações sexuais com a esposa, esta estando em tratamento .. Daí a importancia do cônjuge acompanhar sua esposa ou parceira sexual numa avaliação ginecológica .
Fonte:Ginecologia da Infância e Adoloescencia BIK 2 edição.