NEOPLASIA MALIGNA – CANCER

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DICAS PARA ANALISAR, COMPREENDER, E INTERPRETAR TEXTOS

INTRODUÇÃO

Designação genérica de qualquer tumor maligno, o câncer não é uma doença recente nem exclusiva do homem. Ataca todos os seres vivos e sua origem remonta às primeiras formas de vida na Terra.

Câncer é uma enfermidade que se caracteriza pelo crescimento autônomo e desordenado de células e tecidos por motivos ainda desconhecidos. Atinge indivíduos de qualquer idade, sendo, porém, mais comum em pessoas adultas. Muitas das hipóteses levantadas sobre as causas do câncer caíram no descrédito da ciência; outras são ainda discutidas. O certo é que, se a doença incipiente for cedo combatida, a sobrevida de um indivíduo canceroso poderá ser bem mais longa, e em certos casos poderá até levar à cura.

O mecanismo que leva uma célula sã a se transformar em cancerosa denomina-se carcinogênese. As células cancerosas, uma vez formadas, não se detêm em sua multiplicação. Invadem os tecidos adjacentes por via circulatória ou linfática, destruindo-os. O tecido neoplásico (canceroso) apresenta uma estrutura diferente da dos tecidos e órgãos de que se originou, com uma rápida e ilimitada capacidade de se reproduzir, perturbando o funcionamento normal dos órgãos. Daí serem essas formações neoplásicas chamadas de tumores malignos. Amiúde aparecem focos cancerosos secundários em pontos do corpo distantes do núcleo original: são as metástases.

Desde a formação da primeira célula cancerosa até a ocorrência de metástase, a evolução do quadro clínico costuma ser lenta. Dependendo da parte do corpo atingida, podem durar anos até sobrevir a morte. Sob todos os aspectos, os tumores malignos se contrapõem aos benignos: estes não são perigosos, crescem com mais lentidão do que aqueles e em geral não perturbam o bem-estar da pessoa nem acarretam a morte.

Certos tipos de câncer, como os gliomas do olho, neuroblastomas e adenossarcomas embrionários são mais freqüentes em crianças do que em qualquer outro grupo etário, embora seja reduzida a incidência de tumores malignos na faixa de idade que vai de 5 a 14 anos. O câncer do testículo aparece mais em adultos jovens, em geral abaixo dos trinta anos de idade. Os carcinomas (cânceres de estrutura epitelial) do útero e da mama incidem mais em mulheres entre 45 e 65 anos de idade. Os sarcomas (tumores de tecido conjuntivo) ocorrem com igual freqüência em todas as décadas da vida.

CÂNCER

Oncologia ou cancerologia é a parte da medicina que estuda o câncer, ou seja, as neoplasias malignas, do ponto de vista de sua origem, quadro clínico, evolução e cura. Não foi possível ainda determinar o fator inicial que leva ao crescimento anômalo de células aparentemente normais. Há diversos tipos de neoplasias e cada uma delas não apresenta necessariamente a mesma etiologia. Dentre os agentes descritos como cancerígenos, os mais importantes são os agentes físicos, os virais, os químicos, os hereditários, os imunológicos e as chamadas doenças pré-cancerosas.

Agentes físicos – na gênese de vários tipos de tumores existem agentes físicos importantes. Assim, por exemplo, no desencadeamento dos osteossarcomas (tumores ósseos), há fortes indícios quanto à influência direta de um fator físico, como é o trauma. É clássico surgir em atletas um osteossarcoma de membro inferior após uma fratura, como ocorre com jogadores de futebol.

São importantes ainda as radiações ionizantes (raios X, beta, alfa, gama) e ultravioletas. A ação cancerígena deve-se à liberação da energia, que atravessa os tecidos e altera a estrutura celular, provocando mutações nas células. Os tumores desencadeados por efeito da radiação solar guardam nítida relação com carcinomas de pele. Devido à presença de agentes carcinógenos, fatores ambientais também podem provocar diferentes tipos de câncer. Um agente cancerígeno importante é a poluição atmosférica, produzida pela combustão de hidrocarbonetos.

Agentes virais e hormonais – o avanço das técnicas de investigação biomédica permitiram descobrir a estreita relação entre certos vírus e alguns tipos de câncer em vários animais. Alguns vírus da família herpes, por exemplo, estão relacionados ao desenvolvimento de leucemias crônicas. Alguns tumores parecem guardar relação de causa e efeito com determinados vírus. O linfoma de Burkitt, muito comum na África, revelou nítida ligação com uma virose, sugerindo que o câncer poderia ser originário de um vírus.

Agentes químicos – o câncer de pulmão tem evidente relação com irritantes químicos derivados do alcatrão da hulha (contidos no cigarro), os quais são muito utilizados, em cancerologia experimental, na produção de câncer de pele. Seu papel cancerígeno está comprovado. O tabaco ou os produtos de combustão do cigarro tendem, entre outros efeitos graves, a paralisar o movimento dos cílios que forram a mucosa dos brônquios. Com o tempo, a mucosa brônquica perde esse mecanismo protetor e suas células ficam expostas a agressões diretas, sofrendo transformações que podem chegar ao câncer brônquico ou carcinoma broncogênico.

Outros agentes químicos já mostraram sua estreita relação com o desencadeamento de tumores, como certos medicamentos e substâncias químicas. Alguns sais biliares que existem no organismo humano, quando isolados, concentrados e aplicados em animais, mostram-se também cancerígenos.

É interessante observar que o câncer no colo do útero parece ter incidência bastante rara entre as mulheres judias. O fato é possivelmente reflexo da circuncisão do homem judeu, segundo pesquisa feita. Explica-se pela influência do esmegma (secreção peniana, das glândulas bálamo-prepuciais), normalmente presente nos indivíduos não circuncidados, que possui em sua composição um hidrocarboneto cancerígeno, o esaqualeno.

Ainda entre os fatores químicos cancerígenos, há a influência dos hormônios. Assim, o câncer de colo do útero incide com freqüência muito maior em mulheres com ciclo estrógeno-progesterônico presente, isto é, antes da menopausa. Já o de corpo de útero é mais comum após a menopausa. No homem, o câncer de próstata é favorecido pela presença de testosterona (hormônio sexual masculino), razão pela qual sua terapêutica deve incluir a remoção cirúrgica dos testículos ou o bloqueio medicamentoso da testosterona.

Fatores hereditários – ainda não foram cientificamente comprovados a hereditariedade como fator etiológico do câncer. Nas discussões em torno desse problema, predomina a corrente que defende a existência de um fator hereditário condicionando um fator predisponente, em indivíduos de determinada família. Há inúmeras famílias com maior incidência da doença que na população geral. Sabe-se, além disso, que o fator hereditário não predispõe ao desenvolvimento do câncer no mesmo órgão em todos os indivíduos da família. A importância da hereditariedade, porém, não justifica alarme quando surge um caso de câncer em um membro da família. O fator hereditário, ao que tudo indica, está ligado às condições imunológicas de cada organismo.

Fatores imunológicos – o organismo humano dispõe de um sistema imunológico capaz de reconhecer, através de um “código” molecular, tudo que faz parte do organismo e tudo que é estranho ao mesmo. Esse sistema tem por finalidade mobilizar as defesas do organismo, no sentido de eliminar os fatores estranhos, considerados agressores. Pelas células do sangue (glóbulos brancos) ou de elementos humorais (anticorpos), o organismo combate e neutraliza os agentes estranhos — vírus, bactérias, proteínas e células estranhas, não reconhecidas pelo sistema imunológico como constituintes normais do organismo. O câncer, porém, não é combatido por esse sistema.

Estudos relacionados principalmente com os transplantes de órgãos revelaram que talvez a implantação de um câncer num organismo pudesse estar relacionada a uma falha na codificação do sistema imunológico. Já se descreveram casos de indivíduos portadores de câncer desenvolvido por imunossupressores, que são medicamentos usados em pacientes com órgãos transplantados ou com doenças de auto-agressão.

Em outros casos descritos, em que doadores de órgãos tinham câncer, os receptores, na vigência do tratamento com imunossupressores, desenvolveram o mesmo câncer, só cessando o processo com a suspensão da droga, o que ocasionou também a rejeição do órgão transplantado. Tentou-se então relacionar o fator hereditário com uma herança de um defeito no sistema imunológico. Nada há, porém, de definitivamente provado nesse setor. Existe ainda referência à possibilidade de que outros agentes, como os vírus, modifiquem o código imunológico e permitam, com isso, o aparecimento de uma neoplasia maligna.

Doenças pré-cancerosas – entre os fatores etiológicos do câncer, citam-se, ainda, as doenças pré-cancerosas, como a gastrite atrófica, considerada precursora do câncer de estômago; a úlcera do estômago, passível de malignizar-se; a polipose gástrica e intestinal; e a pancreatite crônica, associada, com certa freqüência, a um câncer do pâncreas. Os tumores de fígado (hepatomas), por sua vez, incidem mais freqüentemente em indivíduos com cirrose do fígado.

Certos tumores benignos constituem também lesões pré-cancerosas em variados graus. Estão entre eles os adenomas benignos da tireóide, os papilomas da bexiga e os “sinais” pigmentados da pele. A dermatite de radiação (resultante da queimadura crônica por ação dos raios X) representa uma lesão pré-cancerosa, pois dela pode sobrevir um câncer até muitos anos depois. As verrugas que crescem na pele, sobretudo de pessoas idosas, podem degenerar em epiteliomas ou cânceres da pele. Muitas cicatrizes (o tecido cicatricial não tem elementos protetores contra a irritação crônica) podem degenerar em câncer.

CÂNCER DE MAMA

O câncer de mama propriamente dito é um tumor maligno. Isso quer dizer que o câncer de mama é originado por uma multiplicação exagerada e desordenada de células, que formam um tumor. O tumor é chamado de maligno quando suas células têm a capacidade de originar metástases, ou seja, invadir outras células sadias à sua volta. Se estas células chamadas malignas caírem na circulação sangüínea, podem chegar a outras partes do corpo, invadindo outras células sadias e originando novos tumores.

Já os tumores chamados benignos não possuem essa capacidade. Eles possuem um crescimento mais lento, não ultrapassando um certo tamanho, além de não se espalharem por outros órgãos. Também são comuns na região das mamas. Inclusive, a maioria dos nódulos que aparecem nessa região são tumores benignos, como os cistos e os fibroadenomas, por exemplo. Os cistos são nódulos dolorosos e aumentam antes da menstruação. Os fibroadenomas não se transformam em câncer, e, se necessário, podem ser facilmente retirados através de uma pequena cirurgia, geralmente feita com anestesia local. Os tumores benignos não se transformam em câncer.

A grande preocupação, portanto, é com os tumores malignos, como o câncer de mama, que crescem rapidamente e sem dor. Devem ser diagnosticados o mais rápido possível para evitar a perda da mama ou mesmo lesões maiores.

O melhor meio para se diagnosticar o câncer de mama é a mamografia, que é capaz de detectar o tumor antes mesmo que ele se torne palpável. Quando o diagnóstico é feito dessa forma, ainda no início da formação do tumor, as chances de cura se tornam muito maiores, descartando a necessidade de retirada da mama para o tratamento. Apesar de ser um método eficaz, a mamografia não descarta o auto-exame e o exame feito pelo ginecologista ou mastologista, já que alguns nódulos, apesar de palpáveis, não são detectados pela mamografia.

A mamografia é um exame simples, com aparelhos de raio X especialmente desenvolvidos para isso, onde a mulher coloca os seios entre duas placas de acrílico, que irão comprimir um pouco a mama. A compressão da mama é requisito essencial para o sucesso do exame, portanto, deve-se evitar o período anterior ao da menstruação, quando as mamas ficam um pouco doloridas, o que causará um certo incômodo na hora do exame. Recomenda-se que ele seja feito aproximadamente uma semana após o período menstrual. A título preventivo, esse exame deverá ser feito anualmente a partir dos 50 anos, ou, se houver casos na família, desde os 40 anos de idade. O exame não é prejudicial à saúde, sendo que a radiação recebida é pouco maior do que a de uma radiografia dos pulmões.

O auto-exame é um método de diagnóstico onde a própria mulher faz um exame visual e de palpação na mama em frente a um espelho. Este exame deve ser feito aproximadamente sete dias após cada menstruação ou, se a mulher não menstrua mais, pelo menos uma vez por mês em qualquer época.

A cada seis meses, a mulher deve se submeter a um exame de rotina com o genicologista, que se tiver alguma dúvida ou suspeita, deverá encaminhá-la ao mastologista, que é um médico especializado em doenças das mamas.

Qualquer suspeita deverá ser verificada. Se um dos exames anteriores for suspeito, será preciso efetuar uma biopsia para confirmação ou não o diagnóstico. Este exame consiste numa pequena cirurgia destinada a retirar um pedaço do nódulo suspeito, ou mesmo o nódulo inteiro, para que este seja analisado. Conforme o caso, isso pode ser feito através de agulhas. A cirurgia para o tratamento do câncer de mama pode ser conservadora ou radical. Será conservadora quando retira apenas uma parte da mama (quadrantectomia), e será radical quando retira toda a mama. O tipo de cirurgia varia de caso para caso. No caso da retirada parcial, a cirurgia deverá ser complementada pela radioterapia.

A radioterapia é um tratamento à base de aplicação de radiação direcionada ao tumor ou local deste e tem por objetivo, se antes da operação, reduzir o tamanho do tumor, e se após, evitar a volta da doença. A radiação bloqueia o crescimento das células, e deve ser utilizada apenas na área afetada, evitando atingir o tecido normal. As aplicações duram cerca de 15 minutos e deve ser feita diariamente, variando de 25 a 30 aplicações. O tratamento não apresenta complicações. O local das aplicações adquire uma coloração parecida com a de uma queimadura de sol.

Outro tratamento utilizado nos casos de câncer é a quimioterapia. A quimioterapia é o uso de medicamentos extremamente potentes no tratamento do câncer. Também é usado para completar a cirurgia, podendo começar antes ou após a operação. Ao contrário da cirurgia e da radioterapia que têm efeito local, a quimioterapia age em todo o corpo, visando evitar a volta do tumor e o aparecimento em outros órgãos. A quimioterapia age sobre as células em crescimento e multiplicação acelerados, como as do câncer. Acontece que existem outras células do corpo que possuem estas mesmas características, causando os famosos efeitos colaterais, tais como anemia e diminuição da resistência a infecções causadas pela ação nas células produtoras dos glóbulos sangüíneos vermelhos e brancos, queda de pêlos e cabelo devido à ação nas células do folículo piloso, náuseas, vômitos e diarréia, em decorrência da ação nas células do aparelho digestivo, além da dificuldade de engravidar a parada da menstruação, já que as células do sistema reprodutor também são afetadas. O tratamento normalmente é feito com soro pela via endovenosa. Na maioria das vezes, o tratamento dispensa a internação. Primeiramente, o paciente faz uma consulta médica de rotina e, se estiver tudo normal, recebe o soro durante algumas horas e está liberado para voltar para casa.

Em alguns casos, outro procedimento que pode ser útil é a hormonioterapia. Durante muitos anos acreditou-se que o surgimento do câncer de mama tivesse íntima relação com os hormônios femininos, em especial os estrogênios. Hoje se sabe que nem sempre isso ocorre. Por isso é feito um exame para averiguar a utilidade ou não desse tratamento. O exame consiste na medição na dosagem dos dois anos receptores de estrogênios das células do tumor. De acordo com o resultado avalia-se a necessidade ou não da hormonioterapia, que consiste na ingestão de um a dois comprimidos por dia.

CÂNCER DE OVÁRIOS

O câncer de ovário é o mais difícil de ser diagnosticado, tornando-se assim o mais perigoso: quando descoberto é letal em 70% dos casos. Embora não seja o que mais mata em termos relativos – o câncer genital com maior taxa de mortalidade é o do colo do útero – esta neoplasia também faz muitas vítimas.

As mulheres que apresentam diagnostico de câncer de mama ou intestino, ou tem parentes próximos com esses tipos de cânceres são propensas a desenvolver o câncer de ovário. A presença de cistos no ovário, bastante comum entre as mulheres, não deve ser motivo para pânico. O perigo só existe quando eles são maiores de 10 cm e possuem áreas sólidas e líquidas. Nesse caso, quando detectado o cisto, a cirurgia é o tratamento mais indicado.

A histerectomia (remoção cirúrgica do útero) é à base do tratamento das mulheres que apresentam este tipo de câncer. Quando o câncer não se disseminou além do útero, a histerectomia quase sempre cura a doença. Durante a cirurgia, o cirurgião geralmente realiza uma salpingoooforectomia (remoção das tubas uterinas e dos ovários) e remove os linfonodos próximos.

O patologista examina as peças retiradas para verificar se houve disseminação do câncer, a extensão da disseminação e se a paciente necessita de radioterapia além da cirurgia. Mesmo quando parece não ter ocorrido disseminação do câncer, o médico pode prescrever um tratamento medicamentoso (quimioterapia) após a cirurgia, para o caso de restar algumas células cancerosas não detectadas. Geralmente, são utilizados hormônios destinados a interromper o crescimento do câncer.

As progestinas (progesterona e drogas similares), são freqüentemente eficazes.

Quando o câncer disseminou-se além do útero doses mais elevados de uma progestina são necessários. Em até 40% das mulheres com câncer disseminado, a administração de uma progestina reduz o tamanho do câncer e controla a sua disseminação por 2 a 3 dias. O tratamento pode ser mantido indefinidamente quando ele parece funcionar bem.

Os efeitos colaterais das progestinas incluem o aumento do peso devido a retenção de água e a depressão ocasional. Quando a disseminação ou quando ele não responde a terapia hormonal, outras drogas quimioterápeuticas podem ser adicionadas, essas drogas são muito tóxicas que as progestinas e produzem muitos efeitos colaterais.

CÂNCER DE COLORRETAL (INTESTINO)

O câncer de colorretal está entre as doenças malignas mais letais. Uma predisposição hereditária contribui para mais da metade dos casos desse tipo de câncer.

O câncer colorretal abrange tumores que atingem o cólon (intestino grosso) e o reto. Tanto homens como mulheres são igualmente afetados, sendo uma doença tratável e freqüentemente curável quando localizada no intestino. No Brasil, é o quinto câncer mais comum em homens e o quarto mais comum em mulheres e o terceiro que causa mais comum de morte por câncer, no Brasil. Possui maior incidência na faixa etária entre 50 e 70 anos, mas as possibilidades de desenvolvimento já aumentaram a partir dos 40 anos.

Os principais fatores de risco são: dieta rica em gordura, carne e proteínas animais, baixo teor de cálcio; obesidade e sedentarismo; e bebidas alcoólicas, ao passo que as fibras alimentares, os retinóides, o cálcio e o selênio podem ser protetores. Os sinais e os sintomas de câncer de colorretal incluem diarréia, constipação, cólicas, dor abdominal e sangramento retal.

A tiragem para o câncer de colorretal envolve a testagem para sangue nas fezes, exame retal digital, sigmoidoscopia, colonoscopia e enema de bário.

CONCLUSÃO

Em relação à etiologia do câncer, tudo parece ocorrer como se houvesse um terreno predisponente, que se torna real de acordo com a presença dos fatores desencadeantes (agentes químicos, físicos e biológicos). Esse terreno predisponente poderia ser, segundo alguns, a herança do defeito imunitário, e, segundo outros, a herança de células cancerosas, que ficariam inativas até o momento em que os fatores desencadeantes agissem, quando então o processo eclodiria. Há ainda a possibilidade de que fatores exógenos condicionassem um defeito no sistema imunológico, e que células mutantes não fossem combatidas por esse sistema, o que levaria ao aparecimento do câncer.

BIBLIOGRAFIA

CORPO HUMANO, Gerard J. Tortora e Sandra Reynolds Grabowski – PÁG. 503 – Editora RIDEEL – 6ª EDIÇÃO, 2006.

GUIA DE SAÚDE DA FAMÍLIAR, Câncer – Editora THE BRITISH MEDICAL ASSOCIATION – 3ª EDIÇÃO, 2004.

Internet, site www. UFMG.com.br.

MEDICINA E SAÚDE, Enciclopédia Ilustrada – PÁG. 106 – Editora TRÊS – 4ª EDIÇÃO, 2005.

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