A Avaliação Escolar no Colégio Estadual José Alves

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Este trabalho trata-se de uma pesquisa realizada a fim de verificar as avaliações realizadas, e também criar formas inovadoras que possam mudar os métodos existentes nas escolas de modo geral. Também como e porque os professores avaliam seus alunos.

INTRODUÇÃO

Este artigo tem como objetivo diagnosticar os problemas existentes na avaliação escolar de um modo geral. Pesquisar problemas e preocupações existentes nas escolas em relação à mesma a fim de ajudar a solucionar problemas que há muito tempo vem assolando as escolas, e tirando o sono de professores e alunos que são na maioria os mais atacados por esses métodos.

Analisar opiniões de autores e professores além de alunos que estão cursando o ensino médio em busca de um vestibular para daqui alguns meses ou anos. Certamente nota-se a preocupação dos mesmos com a questão da avaliação que é realizada em suas salas de aula e que muitas vezes não se obtém bons resultados a cerca da mesma.

Muitas vezes a avaliação é realizada de forma errada, e, até mesmo levando os alunos a ficarem com raiva dos professores que os avalia.

Avaliação Escolar è um campo com muitos problemas. Muitas contradições entre discurso e a prática de alguns educadores, principalmente, a ação classificatória e autoritária, exercida pela maioria. (HOFFMANN, p.17, 2004)

Avaliação escolar è um grande desafio a ser estudado e pesquisado. Quando se fala em avaliação, logo vêm ao pensamento provas, trabalhos, exercícios avaliativos que, de certa forma, colocam em mediação o quanto este aluno aprendeu ou está aprendendo, mas isso não quer dizer que esta avaliação esteja confirmando o que o aluno aprendeu durante as aulas. Hoffmann diz que: “A avaliação è essencial à educação. Inerente e indissociável enquanto concebida como problematizarão, questionamento, reflexão sobre a ação.” (HOFFMANN, p.17, 2004).

DESENVOLVIMENTO

Ao aplicar uma avaliação classificatória, o professor deverá seguir princípios já descritos e que, há muito tempo, vem sendo seguidos. Esses métodos, sendo mudados, logo mudariam também a forma de avaliação que talvez não submetesse o aluno a tal pressão diante de uma prova que se trata de uma forma de avaliar. “Registros e resultados bimestrais, trimestrais ou semestrais estabelecem uma rotina de tarefas e provas periódicas desvinculadas de sua razão de ser no processo de construção do conhecimento” (HOFFMANN, p.17, 2004)¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬¬. ¬¬¬¬¬¬¬¬¬

“Avaliação está a serviço da ação, colocando o conhecimento obtido, pela observação ou investigação, a serviço da melhoria da situação avaliada”. (HOFFMANN, p.17, 2004), busca-se melhorar os aspectos contidos nas avaliações e analisar as problemáticas existentes dentro de um grupo escolar: A partir daí, observar cada aluno dentro de suas limitações e avaliar suas concepções sobre as formas avaliativas realizadas pelos professores, porque se deve também avaliar o professor quanto aos métodos utilizados a serviço da aprendizagem e, com eles comparar diferenças de pensamentos e formas de avaliação para que, depois possa ser resolvido, digo, parcialmente resolvido esse impasse.

“No que se refere à avaliação de um curso, da mesma forma, a coleta de informações não tem por sentido a análise do seu estado atual, rankings classificatórios, apresentação de gráficos estatísticos, mas a implementação de programas que resultem em benefícios a escola ou a instituição de ensino avaliada”. (HOFFMANN, p.17, 2004)

Esta pesquisa se centralizara na problemática da avaliação escolar. A mesma está sendo realizada com os alunos e professores do Colégio Estadual José Alves Toledo, em Uruana-Go, a fim de compreender seus problemas e acrescentar algo novo que possa ajudar tanto alunos quanto professores, bem como o desempenho e atuação dos mesmos em sala de aula durante testes, provas, exercícios avaliativos. É preciso levar em consideração os problemas que cada indivíduo possa ter fora do ambiente escolar e o quanto esses problemas podem influenciar seu desenvolvimento em sala de aula.

Com esta pesquisa, visa-se alcançar resultados positivos, de forma a avaliar todos sem que se sintam agredidos ou pressionados a serem os melhores, ou a atingirem ótimos resultados, de acordo com as propostas de avaliação escolar.

Esta pesquisa é realizada em busca de novas descobertas que possam levar os alunos e professores a mudarem suas formas de pensar e realizar avaliações dos alunos quanto às provas, para perder o medo e eliminar aquele mito de que avaliação é um “bicho de sete cabeças”, ter que ficar nervoso, secar a boca, e até mesmo preparar algumas “colinhas’’, porque alguns acham que vale tudo para tirar uma boa nota e não percebem sua aprendizagem realmente de forma a satisfazer os âmbitos avaliativos e os professores, para despertar o prazer em criar novos métodos de avaliação que possam medir o conhecimento de seus alunos sem que estes se sintam pressionados, como se fossem obrigados a acertar todas as questões da avaliação ou do teste.

Busca-se, então, resolver os problemas que grupos, sejam eles de professores ou de alunos, a entenderem as avaliações com tranqüilidade e calma, sem medo um do outro ou receio de que possa ser criticado. Claro que críticas surgem de ambos os lados. Os alunos enfrentam provas difíceis que seus professores elaboram, a fim de conseguir arrancar o último suspiro de conhecimento existente dentro de suas mentes com medo de que os alunos digam que suas avaliações são fáceis. Os alunos vão para o colégio no dia da avaliação com o pensamento voltado para professor, que vive fazendo ameaças e prometendo uma avaliação dura e difícil. Então, diante destas situações, ficam um de um lado e o outro de outro sem entrarem em comum acordo e resolver suas desavenças. Cada um avalia o outro da forma que quer e acaba ninguém chegando a lugar algum.

Tentaremos mudar este aspecto, considerando-se os métodos já existentes e sugerindo idéias inovadoras que auxiliem professores e alunos elaborar e realizar uma avaliação de forma afirmativa e que satisfaça os desejos de alunos, professores, pais, enfim, de todos os grupos envolvidos dentro de uma escola de modo geral.

Avaliar significa pesquisar e levar respostas a questões que podem surgir nos mais diferentes assuntos existentes, e que não devem ser deixados de lado, uma vez que um assunto sempre acaba completando o outro. Avaliar é um ato que envolve pensamento e evolução. Hoffmann diz: ”A concepção de avaliação que marca a trajetória de alunos e educadores, até então, é a que define essa ação como julgamento de valor dos resultados alcançados. Daí, a presença significativa dos elementos como prova nota, conceito, reprovação, registro, etc. Nas relações estabelecidas”. (HOFFMANN, p.14, 2004).

A avaliação também deve ser pensada para os alunos de classes sociais menos favorecidas, que não têm pais com uma formação acadêmica nem um diálogo culto com seus filhos ou em seus lares. No geral, a maioria dos alunos das escolas públicas é de classe média ou classe média baixa. Muitas vezes, esses alunos vão à escola com fome, com problemas terríveis em casa, o que acaba prejudicando seu aprendizado dentro da sala de aula. Em relação a alunos que têm acesso a uma boa formação familiar e pais com uma formação acadêmica mais avançada, as crianças logo terão uma linguagem, uma desenvoltura maior na sala de aula e melhores notas nas avaliações que os outros alunos.

Se for pensar em uma escola com grande nível de alunos bem instruídos na família e com certa formação, logo estaremos criando uma escola para alunos da classe média e excluindo os alunos da classe pobre, ou seja, a classe baixa da sociedade, que é maioria em nosso país. Em geral, busca-se atender a todos, sem exclusão de classe, mas, muitas vezes, acaba se deparando com um meio muito complexo, onde alguns acabam saindo prejudicados.

Uma melhoria da qualidade do ensino deve absorver os dois níveis de preocupação: escolaridade para todas as crianças e escolas que compreendam essas crianças a ponto de auxiliá-las a usufruir seu direito ao Ensino Fundamental no sentido de sua preocupação como cidadãos participantes nessa sociedade, ou seja, que se perceba a educação como direito da criança e que assuma por compromisso de tornar a própria criança consciente desse direito e capaz de reinvidicar uma escola de qualidade. (HOFFMANN, P14 e 15)

No Ensino Médio, a maioria dos alunos é responsável por aquilo que quer e sabe que cada aula é muito importante para si, é necessário assistir e prestar atenção no que está sendo explicado a ele com atenção e disciplina, o que muitas vezes não acontece. Amanhã só os melhores conseguirão alcançar realmente os sonhos que tanto se buscou através do ensino e das avaliações que tanto lhes deram dor de cabeça e lhes tiraram o sono. Os alunos que pensam em avaliação como algo simples e sem importância, logo ficarão para trás e não chegarão a lugar algum. Se formos exemplificar e fizer comparação seria mais ou menos assim: “Os alunos menos interressados se tornariam pedreiros, que realizariam as obras desenhadas e projetadas pelos alunos mais esforçados, que estudaram e deram mais valor nas avaliações, a fim de se tornarem grandes profissionais, enquanto os outros levaram a avaliação na brincadeira e não se esforçaram para aprender.

Só se tornariam pessoas para realizar obras dos outros, mas sempre tem que haver gente para trabalhar enquanto outros mandam. Pensando assim parece irônico, mas é a realidade vista em todas as salas de aula.

A escola precisa ajudar seus alunos a definirem seus objetivos, para, depois ajudá-los a alcançar. Dessa forma, tornar-se-ia mais fácil o trabalho até mesmo dos professores, que não sentiriam o peso da dúvida. Muitas vezes, por esse aluno não ter escolhido sua profissão, acaba abandonando as aulas e deixando seu futuro de lado. A escola nem os professores podem fazer nada, porque o aluno nunca mais aparece na sala de aula para dar uma satisfação aos seus professores, e também aos colegas que, de certa forma, fazem parte de sua vida escolar. Colegas esses que são divididos em estudos para vestibular e estudos para se tornarem cidadãos, formando assim, seu futuro como pessoa.

A avaliação, quando colocada em discussão, é bastante contraditória quanto aos meios utilizados pelos professores, mas, quando se trata de realidade, todos acabam fazendo o contrário e avaliando seus estudantes, como sempre foi feito desde o Ensino Fundamental. Uma vez estabelecidos os procedimentos de avaliação numa escola de Ensino Médio todos, os professores seguirão as mesmas linhas, ou seja, os mesmos métodos avaliativos realizados na escola. Ninguém se sente capaz de criar, inventar ou mudar os antigos métodos de avaliação que todos utilizam, por achar mais conveniente. Se for criado algo novo, gerando trabalho e até mesmo tendo que fazer testes entre os alunos para ver se funciona.

Há alguns professores que insistem em dizer que os alunos não aprendem porque não estudam a matéria e não prestam atenção nas aulas, mas será que não cabe também ao professor chamar a atenção do aluno para suas aulas? Alguns professores poderiam até ser capazes de dizer que é difícil criar novos métodos de avaliação, considerando o numero de alunos com que trabalha, ele deveria levar em consideração o campo extenso de pesquisa que teria, a fim de exercer seus conceitos avaliativos e mudar as formas de pensar dos colegas. Inventando e diversificando seus métodos avaliativos poderia assim incentivar seus colegas professores a também diversificar, criando dessa forma uma escola inovadora e futurista no que diz respeito à avaliação.

Nota-se um professor alienado de uma relação de aproximação com as idéias do aluno. Pensar assim faz com que o professor permaneça realizando uma prática avaliativa de observação e registro de dados já existente.

Alunos e professores com um dialogo bom ter-se-iam mais questões levantadas e resolvidas, talvez não em todos os âmbitos, mas em parte sim. Pode se julgar o aluno como parte integrante da sociedade escolar. Notaria a existência desse aluno e daria a oportunidade de participar das atividades da escola, criando um vínculo avaliativo entre escola e aluno, sala de aula e professor. Completando esse ciclo, a avaliação aconteceria de forma simples em que o aluno não perceberia que estaria sendo avaliado, não sofreria as pressões existentes em torno de uma avaliação. E as avaliações realizadas, também em relação aos professores, tornariam cada aluno um companheiro do mesmo, levando em consideração seus conhecimentos entre aluno e professor.

Avaliações na sala de aula. O professor deixaria de ser um vilão e passaria a ser um herói ou, quase isto, perante seus alunos que o tinham como ‘’monstro’’. Quando se convive junto, logo se tem uma visão diferente da pessoa e forma-se opinião a respeito de seus métodos e conhecimentos. Talvez avaliar seja tão difícil porque muitas vezes o aluno não se expõe e nem fala de suas dúvidas em sala de aula, conteúdos e até mesmo sobre conhecimentos gerais que muitas vezes surgem durante uma aula não se deve nunca deixar de responder ou pelo menos tentar participar com os alunos das discussões que muitas vezes torna professor aluno e aluno professor porque um sempre estará ensinando para o outro devido ao velho ditado que diz: ’’vivendo e aprendendo’’. Dessa maneira os conhecimentos acabam se completando dentro ou fora de uma sala de aula.

Dizer que professor se transforma em aluno e aluno em professor é um pouco complexo e engraçado, porque ao dizer isto, percebe-se que nem todo mundo é dono da verdade. A vida e o ensino são um constante aprendizado. Aluno aprende com o professor e o professor aprende com o aluno. Logo, um completa o outro dentro dos parâmetros de uma sala de aula do Ensino Médio. Muitas vezes, o professor, ao se deparar com alunos que não se interessam por nada, diz que deveria ter ido trabalhar com o pai ao invés de ir à aula atrapalhar quem quer aprender, mas se esquece de que a culpa pode ser dele e que o aluno talvez seja o mais inteligente da sala. Só depende de ele incentivar e dar apoio a este aluno, para que consiga deixar a preguiça de lado e prossiga estudando e trazendo idéias novas aos colegas, com o professor auxiliando o conhecimento de todos.

Se compreendida dessa forma, a sugestão do diálogo pode provocar um sentimento de impossibilidade aos professores dos graus mais adiantados. Pelo simples fato de que nem sempre é possível ter tempo para conversar com todos os alunos, de todas as turmas, sobre todas as questões pessoais. (HOFFMANN P.115)

Pensar assim desmistifica a velha richa existente entre quem sabe e alguém que não sabe, e sim entre pessoas e o próprio conteúdo que será ponto principal da discussão dentro da sala de aula. Fazer com que aluno se interesse pelo conteúdo não é tarefa fácil. Todo professor sabe disso, mas, conhecer o aluno, faz com que ele seja pego por seus pontos fracos e se crie um laço entre eles.Dessa forma, o aluno notaria sua importância e sua capacidade perante seu professor. Dar importância a um pequeno detalhe faz com que o aluno se torne e se sinta importante, levantando sua alto-estima. Entra no seu campo atingido do conhecimento que pode estar guardado e só precisa abrir uma porta para sair e desabrochar como um botão de flor que está preso por um espinho e, a partir do momento em que alguém tira o espinho, ele se transforma na mais linda flor.

Criar uma relação entre professor e aluno acontece todos os dias através de sua convivência e interesse de ambos. Quem sabe através do vínculo entre os dois, a avaliação de suas tarefas se torne mais fácil e o aluno passe a gostar de ser avaliado e cobre do professor uma forma diferente de avaliação. Como exemplo disso, tem os professores de artes que, na maioria, são muito queridos por seus alunos devido às formas de criar trabalhos, de explicarem conteúdos até mesmo chatos de formas engraçadas e divertidas, que levam o aluno a nunca esquecer o que foi dito em sala e até mesmo comentar com os colegas de outras salas.

Por que não ensinar Matemática de forma divertida? Por que não ensinar Português através de teatros e diálogos para ensinar Orações Subordinadas? Todos os alunos conseguindo entender de forma clara Matemática e Português ensinados de maneira diferente e divertida, sem esquecer as outras disciplinas lógico. Mas o professor de Matemática que na maioria das vezes, é carrasco e criador de normas dentro das salas de aula. O motivo, ninguém sabe, mas nota-se que a Matemática é odiada pela maioria dos estudantes, não só do Ensino Médio, mas também do Ensino Fundamental. Os pequenos já começam a vida escolar ouvindo os maiores dizerem que Matemática é difícil e que o professor é chato. Quem é capaz de mudar um mito existente a tanto tempo? Somente os próprios professores podem mudar isso, mudando seus conceitos sobre avaliação escolar.

CONCLUSÃO

Conclui-se através deste que tratar de avaliação é um ponto complexo e muito gostoso de ser pesquisado. Porque ao enfatizar os problemas da avaliação não está sendo esgotado o tema e sim levantando mais e mais questões que mexem com as cabeças dos professores e alunos. Ao analisar a problemática da avaliação no colégio CEJAT (Colégio Estadual José Alves Toledo),buscamos atender os anseios de todo sistema educacional a fim de que cada professor redefina seu projeto de ensino de forma a assegurar ao educando,a apropriação de uma consciência a favor de mudanças e inovações que atinjam não só aluno mas o meio educacional como um todo.

Segundo Costa e Rocha, acreditamos que o conhecimento dos sentimentos requer ações cognitivas, da mesma forma que tais ações pressupõem a presença de aspectos afetivos. Talvez falte em nossa linguagem cotidiana expressões como ‘’conhecimento sentido’’ ou ‘’ sentimento conhecido’’.(COSTA e ROCHA. P.42,43).Desta maneira observa-se que muitas vezes falta afeto do professor em relação aos seus alunos para que possam se sobressair nos estudos e nas avaliações.

Com esta observação pode se dizer que a pratica da avaliação é um método que não deve seguir um modelo social conservador e sim extrapolar os muros da escola participando ativamente da vida dos alunos em questão ,conquistar a confiança e levar muitas vezes carinho,amor e atenção que a maioria não tem em casa.Mudar e inventar,levar inovação e disposição aos professores e alunos é esta a intenção deste trabalho.



REFERENCIAS

ANTUNES, Celso. A avaliação da aprendizagem escolar. 7º edição. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

COSTA, Sebastião Moreira da; ROCHA, Érica Ramos da. Avaliação escolar, com a palavra o professor. São Paulo: All Print, 2006.

Dicionário Aurélio

FREITAS, Luiz Carlos de Ciclos. Seriação e Avaliação, confronto de lógicas. 1º edição. São Paulo: Moderna, 2003.

GAMA, Zacarias Jaegger. Avaliação na Escola de 2º Grau. São Paulo: Papirus, 1993.

HAYDT, Regina Cazaux. Avaliação do processo Ensino-Aprendizagem. 6º edição. São Paulo: Ática, 1997.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora, uma pratica em construção da pré-escola a universidade. 21º edição. Porto alegre: Mediação, 2003a.

______________________. Avaliação Mito e desafio, uma perspectiva construtivista. 33º edição. Porto Alegre: Mediação, 2003b.

LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez. 9º edição. São Paulo. 1999.

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