Composta em 1871 pelo consagrado italiano Giuseppe Verdi, AIDA foi escrita a pedido do vice-rei egípcio Ismail Pashá, para comemorar a inauguração do Canal de Suez. Atualmente, a ópera recebeu uma versão arrojada, com efeitos pirotécnicos e grandeza extraordinária em seu cenário e figurino. Com roupas da época, e interpretada por Artistas “Cantores de Óperas” a peça-ópera é um espetáculo ímpar. Apresentada em São Paulo, a temporada começou em 25 de outubro e terminou em 04 de novembro.

Dirigida por Joseph Rochilitz, norte americano que participou de outras montagens como “Il Juramento” e “Thérèse Raquin”, que participaram de importantes festivais na Europa e Israel. A ele se junta o italiano Pier’Alli, responsável pelos cenários, figurinos e efeitos audiovisuais, e o alemão Walter Haupt que rege a Orquestra Sinfônica Nacional da Ucrânia. Para completar o espetáculo, 240 artistas encenam a grandiosa AIDA – Monumental Opera.

AIDA conta a história de um comandante egípcio chamado Radamés, que comandou a guerra contra a Etiópia. Ao voltar da guerra como herói, o faraó oferece a mão de sua filha, Amneris, em casamento. Contudo, Radamés prefere se casar com Aida, criada de Amneris. De herói ele passa a ser traidor e é condenado à morte. Mas Aida decide compartilhar com ele seus últimos momentos, e a trama se complica.

Radamés é condenado a morrer numa das catacumbas do Egito e Aida consegue se enfiltrar na mesma catacumba e decide sua sorte, morrer com Radamés.

Para Amneris restou o pranto pela perda do homem amado que ela preferiu ver morrer a deixá-lo ser feliz com Aida.

COMENTÁRIOS

Dentro de um cenário espetacular No Credicard Hall a ópera não apresenta defeitos. Inclusive as Estrelas da peça são senhoras Gordas, no padrão de beleza do século XIX.

Resenha elaborada por THEODORO WILSON WILMAN.

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