A arte do período, libertando-se da dominação da igreja e dos dogmas da fé, voltava-se agora para uma visão mais cientifica do ser humano implicitamente ou de forma explicita essa nova ordem de coisas.
O renascimento artístico distinguiu-se por ser uma explosão de vida e de confiança nas habilidades do ser humano. O homem, não mais Deus, passa a ser considerado como a medida de todas as coisas, senhor de um mundo a ser usufruído, liberto agora do medo que o oprimia durante a época medieval.

O antropocentrismo atinge a plenitude.

Poesia

Como já tinha existido na historia do homem uma sociedade de natureza essencialmente antropocêntrica o mundo greco-romano -, a arte renascentista voltou-se para o passado, redescobrindo a Antiguidade Clássica, daí o nome genérico do período renascimento e também o nome empregado para denominar o estilo da época Classicismo.

É a manifestação mais importante do Classicismo português, por isso, merece estudo mais detalhado.
Na poesia lírica sobressaem Sá de Miranda e Camões. Apesar da importância do primeiro, sua figura fica esmaecida diante da genialidade do maior escritor português do Classicismo: Luis Vaz de Camões.

Biografia

Luis Vaz de Camões
Descendente de uma família de fidalgos decadentes, Camões serviu como militar no norte da África. Ferido em combate, perdeu o olho direito. Freqüentou a corte lisboeta, tendo permanecido preso quase um ano por agressão a um oficial do rei.
Livre da prisão, Camões foi exilado para as colônias portuguesas da África e da Ásia, onde permaneceu por dezessete anos. Nesse período escreveu Os Lusíadas, publicado em1572, dois anos depois de ser regresso a Portugal. Infeliz também no amor, morreu na miséria, num hospital, e foi enterrado como indigente.

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