Matemática Financeira

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SUMÁRIO

1 A origem da evolução do dinheiro 
2 Dinheiro no Brasil
3 Cifrão
4 A história do Cheques
5 A história do Cartão de crédito

Introdução

Com base na unidade I do livro de Matemática financeira e utilização de outras fontes de pesquisa (livro, revistas, sites.). Foi de grande importância o tema abordado, pois nele relata sobre a história dos meios de riqueza, como a história do dinheiro, a origem da evolução do dinheiro, cifrão, chegue e cartões de crédito, e com esse trabalho obtivemos melhores conhecimentos com relação aos meios financeiros, pois estão presentes em todos os dias em nosso cotidiano.

A origem da evolução do dinheiro

A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução, no início não havia moeda. Praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por mercadoria, sem equivalência de valor. Depois o homem descobriu o metal e logo passou a utilizá-lo para fabricar seus utensílios e armas anteriormente feitos de pedra. Como sua produção exigia, além do domínio das técnicas de fundição, o conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado, essa tarefa, naturalmente, não estava ao alcance de todos. Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego destes metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos.

A moeda em formato de objetos foi utilizada com o aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam como dinheiro. Na Idade Média, surgiu o costume de se guardarem os valores com um ourives, pessoa que negociava objetos de ouro e prata. Este, como garantia, entregava um recibo. Com o tempo, esses recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos, circulando de mão em mão e dando origem à moeda de papel.

Dinheiro no Brasil

O primeiro dinheiro do Brasil foi à moeda-mercadoria. Durante muito tempo, o comércio da terra foi feito por meio da troca de mercadorias, mesmo após a introdução da moeda de metal, mesmo após a introdução da moeda de metal. As primeiras moedas metálicas (de ouro, prata e cobre) chegaram com o início da colonização portuguesa.

As casas fabricantes de moedas foram aqui criadas à medida que os lugares iam desenvolvendo-se e necessitavam de dinheiro. A primeira foi à Casa da Moeda da Bahia, seguida pelas do Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais.

O estabelecimento de uma casa da moeda em Minas Gerais foi determinado em 1720, quando da proibição da circulação do ouro em pó dentro da capitania. Além de moedas iguais às cunhadas no Reino, no Rio de Janeiro e

E na Bahia, a nova casa da moeda deveria fabricar peças com valores nominais de 20.000 e 10.000 réis. Elas circularam com os valores efetivos de 24.000 e 12.000 réis. Instalada em Vila Rica, a casa da moeda de Minas funcionou no período de 1724 a 1734, a qual marcou uma grande importância para a história do dinheiro no nosso país.

Até o ano de 1810, a nossa moeda era, de fato, o ouro, e a prata fazia então o ofício de troca, afirmou Roberto C. Simonsen, autor de “História Econômica do Brasil.

Nesse período, os gastos extraordinários com a administração, a insuficiência da arrecadação de impostos, as guerras externas e as revoluções internas, os gastos da Corte e outros fatores causaram déficit no Tesouro. Passou-se a emitir dinheiro sem lastro metálico, desvalorizando-o e provocando inflação. A criação do Banco do Brasil, por meio de Alvará de 12 out. 1808, teve por principal objetivo dotar a Coroa de um instrumento para levantamento dos recursos necessários à manutenção da corte.

Cifrão

Com o passar dos anos as moedas começaram a ter uma representação gráfica, geralmente constituída por duas partes: uma sigla de designação abreviada para o padrão monetário, que varia de país para país, e o cifrão, símbolo universal do dinheiro e que se origina etimologicamente do árabe cifra, que em português também originou cifra.

O cifrão, cujo símbolo é ($), é o marcador de moeda de alguns países: Brasil (real), Estados Unidos da América (dólar),etc. O símbolo está fortemente associado ao contexto mona Segunda, em que, para alcançar a Europa, teria Tárique partido da Arábia e passado, sucessivamente, pelo Egito, desertos do Saara e da Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos; cruzando o estreito das Colunas de Hércules e chegado, por fim, à Península Ibérica teria mandado gravar, em moedas comemorativas do feito, uma linha sinuosa, em forma de “S”, representando o longo e tortuoso caminho percorrido para alcançar o continente europeu. Cortando essa linha sinuosa mandou colocar, no sentido vertical, duas colunas paralelas, representando as Colunas de Hércules, significando a força, poder e a perseverança da empreitada. O símbolo, assim gravado nas moedas, se difundiu e passou a ser reconhecido com o passar dos anos, em todo o mundo, como cifrão, representação gráfica do dinheiro. Etário/financeiro.

A história do cheque

Na Idade Média, era comum que os senhores depositassem seu ouro em um único lugar que tinha instalações de segurança apropriadas: a oficina do ourives. Com o tempo, os responsáveis pelo arquivamento do ouro começaram a emitir papéis que representavam uma quantidade específica do metal, dando direito ao seu dono, de resgatar a tal quantidade a qualquer momento.

No século XIV, com o surgimento da classe burguesa (burguesia) e o auge do comércio que mobilizou na Europa bens e valores em uma escala nunca antes imaginada, estes documentos com valores fixos muitas vezes eram insuficientes para as necessidades do capitalismo nascente, o que motivou outros novos documentos que podiam ser escritos pelo depositante com o valor desejado, sempre que estivesse coberto pelos seus depósitos.

Este costume estendeu-se às Ilhas Britânicas com a criação, em 1605, do Banco da Inglaterra, que assumiu a função de guardar o ouro do reino e emitir papéis que o representassem com seu valor equivalente expresso em libras esterlinas. Surgiram assim os primeiros cheques de banco emitidos por um Estado.

A história do cartão de crédito

O cartão de crédito surgiu na década de 1920, nos Estados Unidos. Inicialmente, os cartões de créditos eram dados somente aos clientes mais fiéis em que o dono do estabelecimento acreditava em que eles pagavam as suas compras em dia. Mas foi na década de 1950, quando Frank MacNamara estava com executivos financeiros em um restaurante na cidade de Nova York e percebeu que tinha esquecido seu dinheiro e seu talão de cheques para pagar a conta, que teve a idéia de criar um cartão em que contivesse o nome do dono, e que após um tempo, o dono do cartão pudesse pagar a conta.

Em 1958, foi à vez de a American Express criar o seu cartão, mas foi em 1966 que o BankAmerican Service Corporation, criou o cartão BankAmericard com um sucesso, já que era aceito em mais de 12 milhões de estabelecimentos e, pouco tempo depois, o cartão passou a se chamar a atual Visa. No mesmo ano, foi criado o Master Charge que originou a bandeira MasterCard. Em 1975, a Diners, lançou o “Corporate Card”, que se tratava do primeiro cartão de crédito corporativo do mundo, e em 1981 a Citicorp (atual Citibank) comprou a Diners Club da Continental Insurance Corporation. 

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