SUMÁRIO

Introdução
Moda de Macho
Os Sambas e as Roupas
Anos 60-70: Contracultura e Androginia
Considerações Finais: Algo Mudou?
Referências Bibliográficas

INTRODUÇÃO

O texto, Onde você comprou essa roupa tem para homem?, de José Luiz Dutra, forneceu-me as informações iniciais para melhor compreender a relação entre a masculinidade e a moda. E para o desenvolvimento deste estudo, consultei autores clássicos como Gilberto Freyre, estudiosos do fenômeno da moda, como Anne Hollander e Alison Lurie e artigos extraídos da Internet. Além disso, foram escolhidos trechos de letras de músicas que marcaram época e que falam sobre o comportamento do homem e sobre sua roupa, tais letras estão acompanhadas de um sucinto comentário.

O trabalho foi dividido em quatro capítulos: Moda de Macho, cujas questões são: existe uma moda de macho e como seria; Os Sambas e as Roupas, uma breve análise de trechos de sambas antigos que falam sobre uma roupa masculina; Anos 60-70: contracultura e androginia; trata de algumas modificações nos padrões de comportamento e na moda masculina. Encerrando o artigo estão as Considerações Finais – Algo mudou?

MODA DE MACHO

Invenções ocorrem. Mas muito afetadas pelo que pode ser apresentado como condicionamentos, em conseqüência de modificações ou de modernizações gerais de ritmos de vida e de novas relações gerais entre seres humanos, conforme sexos, gerações, condições socioeconômicas. (…) exigindo vestidos, sapatos, penteados, adorno de mulher e de homem adaptados a essas novas condições gerais (FREYRE, 23: 1997).

O ritmo de vida é moderno: tecnologia, rapidez, diversidade, mas e as relações humanas… Vê-se aqui e ali, a emersão de novas atitudes e questionamentos sobre assuntos tabus: sexualidade, preconceitos, ecologia, trabalho escravo, cidadania…

Poderíamos afirmar que essas modificações fizeram surgir um novo homem ocidental ou novas tribos constituídas por alguns novos homens?

Parte-se do pressuposto que essa mudança poderia ser refletida nas roupas masculinas e na atitude do homem frente à moda, quer dizer, que a moda deixasse de ser uma coisa de mulher para tornar-se sistema de ambos os sexos.

Desde o nascimento, o bebê é apresentado à distinção de sexos segundo cores, brinquedos, formas e desenhos. Segundo Alison Lurie, o rosa, cor de menina, significa o sentimento, já a cor do menino, o azul, simboliza o serviço (227: 1997). Nota-se assim um controle das sensações e das emoções que a cada um dos sexos é permitido sentir. As modelagens das roupas dos bebês também diferem em relação ao sexo apesar da pouca diferença entre seus corpos: as roupas dos garotos são mais largas nos ombros e das meninas, nos quadris, antecipando seus corpos quando adultos (LURIE, 227: 1997).

Essas diferenciações acompanham-nos ao longo da vida: o vestuário masculino é mais sóbrio, feito com tecidos pesados, cortes retos, camisas e calças fecham à direita; ao passo que o feminino possui cores variadas, estampas e tecidos diversos, babados, laços, rendas e fecha à esquerda, só para citar algumas características.

Editam-se diversos guias de moda masculina. Revistas voltadas ao gênero ensinam o homem a se vestir, procurando facilitar as escolhas nesse assunto que lhe é pouco familiar:

Embora as mudanças de estilo no mundo da moda masculina não sejam tão dramáticas, nem tão freqüentes (…), a escolha da roupa adequada para o homem pode ser um assunto confuso. Se um homem preocupa-se com sua aparência, e deve ter tal preocupação, ele pode se ver pego por uma assustadora combinação de cores, padrões, estilos, designs, tecidos e cortes (PLAYBOY, n 2: 39. Apud: Conekin, 89: 2002).

Ao universo feminino ocidental estão associados a preocupação com cabelos, cremes e roupas, podendo até ser repreendida a mulher que não é interessada nesses aspectos, rotulada como desleixada ou esquisita. Já para o homem, gozar da sua condição de macho pode significar o desapego à moda, quando o faz deve se policiar. Assim ele deve tomar cuidado com cores, formas e estampas, seus acessórios são de homem – fortes, robustos, de aspectos pesados e, por vezes, fálicos – e os cremes, atualmente permitidos, são para homem, como ressalta Marko Monteiro ao estudar revistas masculinas: (…) o leitor da VIP pode e deve se preocupar com a aparência, mas (…) usar cremes “de macho” e perfumes “de macho”. Isso porque toda a preocupação, (…), é tornar o homem mais atraente para as mulheres (s.n., 05/09/2000).

Estar ciente dos valores e dos limites da moda é fundamental também para o homem, que não deverá procurar imitar a mulher na procura de frivolidades (…), mas que deverá procurar adaptar o seu vestuário àquilo que é o seu caráter, a sua condição social, a sua profissão (DORFLES, 28: 1984).

Qualquer descuido há possibilidade de resultar em perigo, um simples zíper mais delicado ou cor de rosa, ou mesmo um botão com estampa florida colocarão a sua masculinidade em dúvida (para a sociedade). Piadas não tardarão a surgir.

O tradicional uniforme de trabalho do homem é o terno, preferindo-se cores escuras e sóbrias como preto, cinza, marrom e marinho. Esse traje é símbolo de seriedade, confiança, masculinidade, diplomacia, compromisso, civilidade e autocontrole físico (…). Ele esconde a superfície do corpo de modo completo, e usualmente exibe seu conjunto de linhas, cores e formas com discrição (HOLLANDER, 145: 1996).

O universo masculino rejeita cores vibrantes, gestos afetados ou acessórios delicados, isto é, nada que enfraqueça a figura do homem. Esta visão estereotipada do homem é corroborada pelas mulheres. Há mulheres que fazem distinção em relação a barbas, camisetas e posição dos brincos: existem barbas de gays (?), camisas mais acinturadas e ajustadas também são roupas de bichinhas e o brinco de macho é usado em um dos lados (não sei ao certo essa lei do lado esquerdo ou direito). Errou o furo da orelha! Então é fruta!

Lembro-me nos anos 80, século XX, quando a regata masculina cavada foi lançada, alguns grupos masculinos rejeitaram-na, consideravam-na uma camiseta de viado. Tal fato ficou mais acentuado ao ser usada pelo Ney Matogrosso. Para os machistas não restavam dúvidas: roupa de gay. Porém, devido à praticidade e adequação ao clima, essa peça acabou sendo incorporada ao guarda-roupa do homem.

Uma observação comum presente em vários autores é que algumas modificações ocorridas no universo masculino foram conseqüências dos movimentos feministas e homossexuais iniciados nos anos 60. A sociedade e a educação patriarcais, a desigualdade entre os sexos eram postos em dúvida pelas feministas, enquanto o direito ao amor entre iguais, não como uma anomalia ou descaramento, fazia parte da bandeira homossexual. O homem, pressionado e questionado, passou por uma autoavaliação e, nesse momento, entrou em crise e vem tentando modificar-se e/ou encontrar-se nesse mundo de transformações, buscando uma reconciliação com seu lado sensível (CALDAS, 116: s.d) . A partir desses movimentos o modelo tradicional de homem, e seu estatuto universal e genérico, é cada vez mais questionado (SANT’ANNA, s.n.d).

OS SAMBAS E AS ROUPAS

Ao prestar atenção em antigos sambas que falam dos trajes é possível detectar a preocupação e a relação do homem com a roupa. Aliás, apesar do Carnaval ser uma festa que dá liberdade para macho brincar, fantasiar-se de mulher; as letras das músicas enfatizam sua masculinidade e/ou debocham do homem de fama duvidosa, como em Cabeleira do Zezé.

Em Camisa Amarela, de Ary Barroso, 1939, a mulher-narradora refere-se ao seu amor como pedaço (na gíria, homem bonito) de camisa amarela. Logo na primeira estrofe deixa clara a infidelidade do homem como um comportamento aceitável:

Encontrei o meu pedaço na avenida de camisa amarela
Cantando a Florisbela, oi, a Florisbela
Convidei-o a voltar pra casa em minha companhia
Exibiu-me um sorriso de ironia

Ao longo da música ela vai descrevendo as atitudes, pode-se dizer masculinas, para no final deixar clara a sua submissão:

O meu pedaço me domina
Me fascina, ele é o tal
Por isso não levo a mal
Gosto dele assim

A camisa vem associada ao comportamento machista, reforçando a idéia de uma camisa de homem e não qualquer camisa.

Ary Barroso e Kid Pepe, no samba, de 1935, intitulado Mulatinho Bamba, para valorizar a personagem opõem costumes sociais que caracterizam homens socialmente depreciados, coisas de malandro, bandido, à um gesticular fino e alinhado, ao comportamento que deve-se esperar de uma Excelência: firme, justo e másculo.

Não anda armado de navalha
Nem lenço no pescoço
Nem chapéu de palha
Mulato fino e alinhado
Tem atitudes e gestos
De um deputado.

Há ainda músicas que não deixam dúvidas quanto uma roupa exclusivamente masculina, de macho. No trecho a seguir, o narrador, o antigo amor da noiva, relata de maneira petulante e corajosa o medo do noivo em relação ao passado da futura esposa, da sua condição de traído. Na letra Eu Não Fui Convidado, Nei Lopes e Zé Luiz brincam com esse universo machista e popular.

Eu não sou culpado meu bem, que seu novo amor tem pavor do passado
Comprei camisa de seda, terno de linho importado
Dei molho no bom cabelo, fiz um pisante invocado
Mas você se casou e eu não fui convidado

Brilhantina no cabelo era voga entre os homens, o sapato (pisante, gíria usada pelos espertos) recebe o adjetivo invocado, sugerindo um sapato moderno, elegante e masculino.

Noel Rosa e Vadico, atentos às modas da época compuseram Tarzan, o filho do alfaiate, em 1936. Uma ironia ao famoso Francisco Alves, o Rei da Voz, que cantava de peito estufado e barriga encolhida para parecer forte e formoso, e à moda dos paletós com ombreiras, de corte acentuando peitos largos e acinturado.

Quem foi que disse que eu era forte?
Nunca pratiquei esporte, nem conheço futebol…
(…)
A minha força bruta reside
Em um clássico cabide já cansado de sofrer
Minha armadura é de casimira dura
Que me dá musculatura, mas me pesa e faz doer.

Esse capítulo terminará com a análise de uma das letras mais célebres de Assis Valente, Camisa Listrada, de 1937.

Vestiu uma camisa listrada e saiu por aí
Em vez de tomar chá com torrada ele bebeu parati
Levava um canivete no cinto e um pandeiro na mão
E sorria quando o povo dizia: sossega leão, sossega leão
Tirou o anel de doutor para não dar o que falar
E saiu dizendo eu quero mamar
(…)
Rompeu minha cortina de veludo para fazer uma saia
Abriu o guarda-roupa e arrancou minha combinação
E até do cabo de vassoura ele fez um estandarte
Para seu cordão
Agora a batucada já vai começando não deixo e não consinto
O meu querido debochar de mim
Porque ele pega as minhas coisas vai dar o que falar
Se fantasia de Antonieta e vai dançar no Bola Preta
Até o sol raiar.

A letra descreve um homem que vai brincar o Carnaval. Assim para não dar o que falar o homem fantasiado de Maria Antonieta veste uma armadura masculina composta pela parati matinal, o canivete e o pandeiro. Mas o leão, que despido dos pudores, assume um comportamento não usual ao seu status de doutor (Tirou o seu anel de doutor para não dar o que falar), encontra repreensões pelo caminho (sossega leão) e irrita a mulher (não deixo e não consinto / O meu querido debochar de mim). Assim ao homem e doutor são proibidas transgressões comportamentais.

ANOS 60-70: Contracultura e Androginia

Época de efervescência cultural e de rupturas, com movimentos encabeçados pelos jovens propondo refletir e colocar o status quo vigente em xeque. É justo nesse período que serão visíveis algumas transformações na moda e no comportamento.

A questão masculina passa a ser discutida. Os hippies trazem uma moda solta, leve e ambígua: homens com cabelos compridos, calçando sandálias, com calças bocas-de-sino e batas. Estampas psicodélicas, brincos e colares. É proibido proibir.

É o início de uma mudança, entenda-se que qualquer ruptura é morosa, podendo mesmo sofrer um golpe e, portanto, inverter seu curso. E mais, somente determinados setores da sociedade, sobretudo jovens, irão adotar as novidades.

O homem macho, de herança hegemônica, machista e falocrática, cercado num padrão vestimentário, se mostrará cada vez mais sem sentido (SALAMANOVICH, s.n.d.). Começa a surgir uma multiplicidade, masculino e feminino são (…) confirmados de maneira (…) mais plural, variada e livre, na escolha e manipulação das categorias de gênero (SANT’ANNA, s.n.d), há espaço para vários homens e masculinidades, o homem passa a reivindicar a demonstração de emoções como característica também masculina.

Nos grupos abertos às mudanças entra em voga um estilo andrógino, logo adotado pelos artistas de música como Mick Jagger, David Bowie e Caetano Veloso. Impacto maior causado, no Brasil, no início da década de 70, pelos Secos & Molhados: roupas, maquiagens e cores dúbias. A coreografia exótica e sensual de Ney Matogrosso era simplesmente desconcertante (MACIEL, s.n: 1999), com sua voz feminina e aguda acompanhada pela sonoridade inusitada: na musicalidade exuberante (…), nos arranjos modernos mas sutis (…) (Idem, 1999).

Em meio a essas mudanças masculinas Gilberto Gil compõe Cultura e Civilização (1971), um espelho dos anseios daquele momento. O autor critica a classificação hierárquica e mostra que cada homem é resultado da interação do saber erudito com o saber que é reflexo do seu cotidiano. Como ele apreende e usa essa união é que o individualiza. O homem deve buscar as idiossincrasias, como um ser capaz de tomar sua vida nas mãos e não se deixar levar por ondas de modismos (MARQUES, 15/08/1995).

A cultura e a civilização
elas que se danem,, ou não
(…)
Somente me interessam
contanto que deixem
meu cabelo belo
como a juba de um leão.

CONSIDERAÇÕES FINAIS: Algo Mudou?

Parece verdade que os homens ainda se policiam quanto a certos assuntos e, sobretudo, quanto à moda, fenômeno ligado à vaidade, um campo ainda um tanto proibido para a maioria. Curiosamente, ele não pode ser vaidoso, tal futilidade apenas é consentida povoar o universo feminino ou homossexual.

Também não devemos ser totalmente pessimistas, pois já é possível observar pequenas modificações, por exemplo, a inserção de cores femininas no vestuário, como tênis laranja ou camisas floridas. Isso ocorre, geralmente, em determinadas áreas, ou seja, homens ligados a algumas ciências humanas e artes (esta última um campo feminino, já que lida com emoções) são mais sensíveis às mudanças, enquanto os das ciências exatas ou de profissões tradicionais costumam ser mais conservadores.

Regulando, freiando as transformações sociais, fortalece-se o conservadorismo. Se há a AIDS, pratiquemos abstinência sexual. Sexo só no casamento, e de preferência para a procriação aconselham-nos religiões e alguns governantes, cresce o sentimento homofóbico (skinheads) e há rejeição política e social à união civil entre os gays que devem ser curados. A mais poderosa potência mundial, ferida de morte em seu coração econômico, para se proteger, contagia-se com um sentimento xenófobo – aliens go home! Nesse mesmo país esse movimento de retração convive com outro de impulso: gays ganharam direito ao casamento civil, no estado de Massachusetts.

No Brasil também ocorre esse pensamento antagônico: rompe-se os papéis sociais – homens do lar, mulheres trabalhadoras, a legalização do aborto com certas condicionantes, criminalização do assédio sexual e do preconceito, a questão homossexual é empacada por católicos e evangélicos, são avanços e recuos de uma sociedade moderna.

É necessário enfatizar que a adoção e/ou inovação de novo trajar deve vir vinculado a um novo padrão de comportamento, deve haver uma interação entre a nova moda e as questões sociais e as novas necessidades do homem. Caso contrário seu significado como elemento transgressor esvazia-se. Transforma-se em modismo, alienado e passageiro.

Não há como deter a evolução social, ainda que haja fases de lentidão, ela segue, e a moda que sofre e interage com novos costumes sociais, transformar-se, reinventa-se apesar das divisões fundamentais perdurarem, especialmente entre homem e mulher, entre homossexual e heterossexual (MONTEIRO, s.n: 05/09/2000).

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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CALDAS, Dario. Universo da moda. s.n.d.

DORFLES, Gillo. A moda da moda. Martins Fontes. São Paulo, 1984.

DUTRA, José Luiz. “Onde você comprou essa roupa tem para homem?”: a construção de masculinidades nos mercados alternativos de moda. In: GOLDENBERG, Miriam. Nu & vestido. Record. Rio de Janeiro, 2002.

FREYRE, Gilberto. Modos de homem & modas de mulher. Record. Rio de Janeiro, 1997.

GIL, Gilberto. Cultura e civilização. In: Já & Gal. Tarso de Castro p. j> Lado 1, faixa 3. 1971.

HOLLANDER, Anne. O sexo e as roupas. A evolução do traje moderno. Rocco. Rio de Janeiro, 1996.

LOPES, Nei & LUIZ, Zé. Eu não fui convidado. In: MPB4. Sambas da minha terra. Som Livre. Lado 2, faixa 4. Rio de Janeiro, 1991.

LURIE, Alison. A linguagem das roupas. Rocco. Rio de Janeiro, 1997.

MACIEL, Luiz Carlos. Secos & molhados. In: Secos & molhados. Edição de aniversário: 25 anos. Série Dois Momentos. Continental. 1999.

MARQUES, Alessandra. Cultura e civilização: comentário. Trabalho de graduação da UNI-RIO, da disciplina Introdução à cultura brasileira. 15 ago. 1995.

MONTEIRO, Marko. Corpo, moda e masculinidade. mudanças na masculinidade a partir dos anos 60. ANPUH – Unip. São Paulo, 05/09/2000. Encontrado na Internet: <http://www.unip.br/serviços/aluno/suporte/nidem/artigos/> Acessado em: 10 mai. 2005.

ROSA, Noel & VADICO. Tarzan, o filho do alfaiate. In: Songbook – Noel. Lumiar. Faixa 2. Rio de Janeiro.

SALAMANOVICH, David-Elliot. Las distintas caras de Narciso. La representación de la masculinidad y sus estrategias vestimentarias. Instituto da Moda. São Paulo, s.n.d. Encontrado na Internet: <http://www.institutodamoda.com.br> Acessado em: 10 mai. 2005.

SANT’ANNA, Patrícia. Revistas de moda: masculinidade e ambigüidade nos anos 90. Universidade Paulista. São Paulo, s.n.d. Encontrado na Internet: <http://www.unip.br/serviços/aluno/suporte/nidem/artigos/> Acessado em: 10 mai. 2005.

VALENTE, Assis. Camisa listrada. Encontrado na Internet: <http://www.mpbnet.com.br/músicos/Assis.valente> Acessado em: 06 mai. 2005.

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