Arco e Flecha

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arco e flecha

Autoria: Marcelo Leite

A descoberta do Arco não tem data precisa, mas pinturas em cavernas e outros achados arqueológicos comprovam sua utilização desde o Período Paleolítico, Idade da Pedra Lascada.

Foi uma das descobertas mais importantes do homem, comparável a descoberta e utilização do fogo, da linguagem e da roda.

Os Assírios e Babilônios usaram com sucesso o Arco e Flecha em guerras de 3.000 a 539 A.C.

Os Egípcios também fizeram história com arqueiros em charretes.

Um Arco foi encontrado na tumba de Tutankhamon, assim como detalhes em ouro, mostrando o Arco e Flecha, nos seus pertences.

Os Mongóis, com seu líder e grande conquistador Genghis Khan, foram o terror de seu tempo. O segredo de seu sucesso era, além da grandiosa cavalaria, a habilidade com flechas incendiárias (com fogo).

Usado como arma de guerra, caça e pesca, com a descoberta da pólvora, grupos de arqueiros, nobres, reis e rainhas, unidos pela mesma paixão, passando a ter o Arco e Flecha como lazer e até culto religioso, faziam desafios de habilidades e acabaram transformando-o em esporte, que a partir de 1896 em Atenas, Grécia, passou a fazer parte dos Jogos Olímpicos.

Alguns países ainda mantém em suas forças armadas um grupo de arqueiros treinados.

Na Guerra do Vietnã, novamente o Arco foi utilizado. Como arma silenciosa, teve seu valor por dificultar a localização do atirador (arqueiro).

Esporte agregativo praticado por toda a família, sem limites de idade, com jovens dos 8 aos 80 anos.

Não requer muita força, não interferindo na feminilidade da mulher.

Trabalha a musculatura das costas, ajudando na postura.

No Japão, usado desde os guerreiros samurais, até hoje estudado como arte Zen para o desenvolvimento do ser humano (Kyudo). Citado também no livro “A Arte Cavalheiresca do Arqueiro Zen”. Além do milenar Yabusame, arqueiro a cavalo.

Concentração, Respiração, Postura e Relaxamento.

O Arco também inspira romance e poesia. Estórias ou história, quem nunca pensou ou ouviu falar do Cupido, de Robin Hood, Guilherme Tell e da força de um signo como o de Sagitário.

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