SUMÁRIO

INTRODUÇÃO
JUSTIFICATIVA
OBJETIVOS
REFERENCIAL TEÓRICO
METODOLOGIA
Considerações
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICOS

INTRODUÇÃO

Em 2007 com as mortes sucessivas de cavalos atendidos na clínica Médica Veterinária da PMPA o Major Ignácio Campos Filho, veterinário da CMV, apesar de seus esforços tentando salvar os animais que apresentavam sinais e sintomas de cólica, apontava para o insucesso diante da síndrome que acometia como uma epidemia os animais por ele assistidos. Falava da falta que fazia um centro cirúrgico para eqüinos na Polícia Militar do Pará, que os casos desta doença em animais confinados em baias se tornavam comum, por causa do manejo e alimentos oferecidos.

Mesmo assim não desanimava, dizia: “Não está fácil, mas não se deve amedrontar frente a um eventual fracasso. Faça e aconteça”.

Ele se referia a um centro cirúrgico, que oferecesse um atendimento de qualidade e humanitário nas emergências e lhe possibilitasse evitar o sinistro, pois cirurgias de pequeno porte são realizadas na CMV, inclusive a nível de campo ou mesmo nas ruas onde o animal se encontra durante o policiamento , mas aquelas de média e alta complexidade necessitariam de um local mais adequado.

Esta realidade naquele ano não era novidade, na verdade a síndrome cólica já oferecia preocupação e aflição a outros oficiais veterinários da PMPA no passado, como aconteceu comigo, a partir do ano de 1988 quando ingressei na instituição como 1º tenente já encontrava problemas semelhantes ou mesmo com maior gravidade, pois naquela época o manejo era mais deficiente, a alimentação de qualidade inferior a fornecida atualmente e os medicamentos não eram tão desenvolvidos e disponíveis quanto os que encontramos hoje, mesmo utilizando todos os recursos existentes na época, padeciam animais e as perdas devido a esta enfermidade era bem acentuada, chegando este oficial a estremecer diante dos casos que apareciam com freqüência, sejam aqueles até de pequena gravidade. .

“Responsabilidade, acessibilidade e dedicação é a definição encontrada para o início de muitos pensamentos tomarem forma e se compor diante de uma situação”. (3º SARGENTO AUDENICE, 2008)

No ano de 1990 com o objetivo de tentar melhorar o atendimento e visando diminuir as perdas que aconteciam naquela época participei de um estágio na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Estadual Paulista na cidade de Botucatu no Estado de São Paulo, onde no setor de Clínica e Cirurgia de Eqüinos sob orientação do Professor Doutor Armen Tomassian, grande autoridade no assunto de cólica eqüina, inclusive com a publicação de livros sobre o assunto, pude verificar que se fazia necessário a construção de um centro cirúrgico na Formação Veterinária do antigo EPM da PMPA, para atender os animais acometidos de casos graves de cólica eqüina, emergências e cirurgias de eleição, porém não houve à época condições e apoio para desenvolvimento de uma proposta de implantação por diversos motivos, mais hoje com o crescimento da medicina veterinária em nossa corporação e contando com uma melhor estrutura e perspectiva do aumento de profissionais, através do concurso que deverá ser realizado, poderemos vislumbrar que este sonho se torne realidade, principalmente após a elaboração deste projeto que visa preencher esta lacuna na saúde animal, mesmo com um lapso temporal eqüidistante.

JUSTIFICATIVA

Os projetos ocupam um papel preponderante na sustentabilidade política, econômica e social das atividades em todas as instituições. Nas organizações militares com efetivo eqüino existente, os veterinários são responsáveis pelo manejo, diagnóstico e tratamento dos animais, muitas das vezes buscam soluções que viabilizem os problemas surgidos. Um dos grandes problemas no atendimento aos eqüinos é a intervenção médica cirúrgica de emergência, cirurgias eletivas e aquelas que são necessárias devido o aparecimento das cólicas nos animais.

As cólicas são as vilãs nas emergências, tornando-se as mais comuns entre os eqüinos, na frente até mesmo dos traumatismos e dos ferimentos graves. Apesar de ser relativamente comum, esses distúrbios ainda causa muitos prejuízos, principalmente devido ao custo do tratamento e o grande número de vítimas fatais. (Fonte: Revista Minas Faz Ciência).

Apesar dos avanços alcançados com relação às técnicas de emergências, a taxa de mortalidade eqüina permanece alta. Alguns casos de cólicas em cavalos exigem a intervenção cirúrgica para tentar salvar a vida do animal, um equino custa de acordo com a ultima licitação realizada pela PM de nosso estado em média 4.700,00 reais, estes são geralmente adquiridos nas regiões sul e sudeste, devido serem produzidos com um melhor porte e linhagem comparados aos de nossa região, o que somando o transporte e os impostos de certa forma encarece ainda mais as despesas com o custo do animal, levando-se em consideração as despesas com alimentação, treinamento e manejo diário, sua perda é um prejuízo considerável para os cofres públicos.

Os animais acometidos por cólicas na maioria das vezes, são tratados clinicamente e dependendo da gravidade pode ser solucionado com a ajuda de medicamentos. Existem aqueles em casos graves, porém, que requerem um atendimento cirurgico.

Segundo os dados do relatório veterinário, que evidencia os anos de 2007 e 2008, mostrou que os casos de cólicas são freqüentes na Clínica Médica Veterinária da Polícia Militar do Estado do Pará. 15 casos no RPMONT-Belém, 01 caso no PELMONT 5º BPM castanhal, 05 casos no PELMONT 3º BPM Santarém, totalizando 21 casos, sendo o custo de um cavalo no valor de 4.700,00 reais por unidade, o Estado perdeu 98.700,00 no total de óbitos devidamente registrados os quais relatam que nestes anos houve grandes baixas de animais.

O que vem comprovar a necessidade de providências imediatas e que demonstram uma preocupação maior na capital, em relação ao interior, devido ao manejo oferecido aos cavalos.

A multiplicidade de causas, a complexidade de casos e o alto índice de insucesso nos tratamentos, principalmente daqueles que demandam procedimentos cirúrgicos, preocupou e motivou a construção do projeto em tela.

Diante das novas demandas apresentadas, o serviço veterinário considera seu maior desafio o enfrentamento de um atendimento de qualidade aos animais com sintomas de cólica, testificando que a viabilização da construção de um centro cirúrgico é fator de extrema importância para um atendimento em situações de emergência eqüina.

Com isso, reafirmamos por meio deste projeto ação, que é possível acontecer à construção de um centro cirúrgico eqüino, com bases fundamentadas nas necessidades de técnicas cirúrgicas constituída pela descrição pormenorizada da situação real existente na Polícia Militar do Pará. Pode-se então contribuir, de modo empreendedor, na sobrevida do equino e no trabalho médico veterinário, com visão de melhorar a qualidade no atendimento. Um novo horizonte pode ser aberto e transformar tal realidade, que ora acomete o cavalo de modo fatal. Dedicando-lhe um olhar voltado para o seu bem estar obedecendo à legislação em vigor, o que será sumamente recompensado pela manutenção vida do animal.

OBJETIVO GERAL

Programar a construção e implantação de um centro cirúrgico na Polícia Militar do Pará visando adotar e melhorar o atendimento cirúrgico emergencial e eletivo em eqüinos, no plantel destes animais por todos os meios possíveis dentro de cada caso particular.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

• Dotar a Polícia Militar de um centro cirúrgico para atender seus animais 
• Oferecer subsídios para sobrevida animal
• Aprimorar a qualidade no atendimento clínico cirúrgico médico veterinário de pequena, média e grande complexidade.
• Melhorar o pronto atendimento clínico cirúrgico dos animais.
• Estimular a acessibilidade para docentes e discentes das universidades 
• Criar linhas de pesquisas e projetos no ambiente militar
• Estimular a publicação de trabalhos cientificos

REFERENCIAL TEÓRICO

As patologias do aparelho digestivo do cavalo apresentam uma alta morbidade e são uma das maiores causas de morte nestas espécies. A síndrome cólica ou o abdômen agudo é um quadro de início recente que se agrava em pouco tempo, comprometendo progressivamente o estado geral e podendo levar ao óbito (GOLOUBEFF, 1993).

Há uma ampla variedade de distúrbios digestivos com diferentes causas e fatores predisponentes e aproximadamente de 3 a 7% destes casos necessitam tratamento cirúrgico (AUSTIN, 2001)

A etimologia da palavra “Cavalo” (do latim caballus) significa que é um mamífero ungulado de grande porte. Possui uma cauda vertebral muito curta, mas prolongada por longos pêlos, suas orelhas curtas, eretas, e a crina pendente. Os incisivos longos caracterizam a dentição deste animal, cujo grau de desgaste indica a sua idade, e grandes molares. Um grande casco envolve totalmente a última falange do único dedo em que termina cada membro, esse casco chega a pesar até 500 g. Sua principal arma são os cascos, é veloz facilitando a fuga de confrontos. É herbívoro, granívoro e corredor. A gestação deste é de 11 meses e tem um filho (potro ou poldro) por gestação.

A evolução do cavalo foi marcada pelo aumento de tamanho, a redução e, depois, o desaparecimento dos dedos laterais, ao mesmo tempo em que ocorreu o crescimento do dedo médio, a molarização dos pré-molares e o desaparecimento dos caninos.

A domesticação dos cavalos foi muito importante para o desenvolvimento das civilizações asiáticas e européias. Isso ocorreu há Três mil anos atrás.

Na Europa Ocidental, até a Idade Média, a posse e o uso do cavalo eram exclusivos da casta aristocrática dos cavaleiros, que o empregava na guerra, no jogo e na ostentação social. Além de seu emprego militar (cavalaria), o cavalo foi usado como animal de carga e de sela, como animal de atrela mento (carroça, charrete, barco, trenó, máquina agrícola), para bater cereal ou para a movimentação de mecanismos destinados a moer (moinho de farinha, extrator de óleo, amassador de frutas), bater os grãos ou elevar a água (nora).

No séc. XIX, a modernização da agricultura, o desenvolvimento da mecanização e o melhoramento dos transportes provocaram uma procura crescente do cavalo. A criação se organizou para responder a essa procura. As grandes raças de prestígio começaram a individualizar-se sob a dupla tutela dos haras e das autoridades agrícolas.

Os cavalos aumentaram de peso e tamanho, mas conservaram em geral sua aptidão para o deslocamento rápido, pois muitos deviam puxar, em grande velocidade, cargas cada vez mais pesadas. O cavalo foi empregado em diversos trabalhos, nas mais diversas condições, às vezes, muito duras. Porém, com bom trato, o cavalo provou ter boa adaptabilidade ao trabalho.

No Brasil, o cavalo começou a substituir o boi na aração e nos transportes no séc. XVIII e vem sendo substituído pelos meios mecânicos.

As principais raças brasileiras são o comum, descendentes do berbere (Minas, Nordeste e Rio Grande do Sul); o Guarapuara ou Guarapuavano (Santa Catarina, Paraná e São Paulo); o Mangalarga paulista, o Mangalarga mineiro e Mangalarga Marchador (este em Minas); o Pantaneiro (fixado no Pantanal há três séculos); o Crioulo (Rio Grande do Sul); o Campeiro (Santa Catarina) e o Nordestino. O rebanho brasileiro é calculado em 5,4 milhões de cabeças (1984).

Desde a pré-história, a beleza do cavalo tem fascinado a humanidade. As pinturas paleolíticas nas cavernas da Europa mostram, quase sempre, o cavalo em ação. Todos os estudos sobre eqüinos indicam que o cavalo no reino animal, foi dotado de uma combinação única de atribuições funcional-velocidade, agilidade e resistência. Para tanto, todo manejo e tratamento veterinário tem que assegurar a saúde e o bem estar do animal. 

A domesticação do cavalo, o seu confinamento e o seu uso na rotina do homem provocaram uma série de alterações, especialmente em sua alimentação (BLOOD e RADOSTITS, 1991).

A cólica em cavalos é um distúrbio resultante de doenças que atacam o aparelho digestivo. Ela pode está relacionada a vários fatores, que vai desde a produção excessiva de gás no estômago, resultado da fermentação dos alimentos, até a obstrução ou torção do intestino, o que requer a intervenção cirúrgica. O diagnóstico rápido e preciso é fundamental, pois o lapso temporal entre a crise de cólica e o atendimento imediato cirúrgico, adequado a uma emergência desse porte, faz a diferença entre a vida e a morte do cavalo.

Devido ao comportamento peculiar, perceptível até mesmo para um leigo, é fácil reconhecer um animal com cólica: rolar e se jogar no chão sem maiores cuidados, suar em excesso, deitar e levantar constantemente ou ter dificuldades para caminhar, olhar para barriga, tentar mordê-la, são mudanças no comportamento do animal, que indicam sintomas e sinais de dor intensa.

A construção de um centro cirúrgico para animal de grande porte, abriria leques de acessibilidades para universidades e estimularia a formação de linhas de pesquisas específicas sobre eqüinos e suas doenças mais comuns, principalmente devido a sua importância econômica para o Estado.

Os conhecimentos suficientes para compreender os fenômenos vitais que são responsáveis pelo cavalo, sua conservação, sua produção e seu futuro no papel que ele deve desempenhar são inúteis, diante da necessidade cirúrgica, é difícil executar adequadamente, sem poder tratar a fundo esses fenômenos, os mesmos se aterão ao seu aspecto meramente prático e aos fatos essenciais considerados sob o prisma de suas aplicações mais imediatas, se tornando nulo este conhecimento. A informação e a constatação são imprescindíveis para a construção de uma boa idéia.

Portanto, a pesquisa traz perspectiva única e inovadora, no trato á vida, mostrando de modo salutar e incontestável a importância da execução deste projeto de intervenção como uma possibilidade de compreender e solucionar as emergências de cólicas, propondo entre outras ações a reflexão critica do processo de aquisição de um centro cirúrgico eqüino como instrumento de transformação social que busca valorizar a vida animal.

METODOLOGIA

Viabilização do centro cirúrgico

Descrição técnica:

1- Sala Cirúrgica com 78,53 m, em alvenaria, com cobertura em fibrocimento de 6 mm, com forro em PVC cor branca, paredes azulejada a uma altura de 1,80 m de altura, com acabamento e reboco interno e pintura com tinta epóxi branca. Piso lajotado antiderrapante e acabamento, com 06 janelas 1.20 m x 1.20 m em alumínio e 02 portas duplas com 1.20 m x 1.20 m em alumínio.

Instalações elétricas necessárias para ativar o comando hidráulico da talha elétrica, (02) focos cirúrgicos, (06) tomadas 2p+ T, 06 lâmpadas fluorescente dupla de 32 W, com quadro geral de força.

Instalações hidráulicas necessárias para caixa de captação de água com bancada e 02 pontos de água.

Valor do m R$ 800,00

Valor total ( 1): 62.824,00

2- Sala de pré-anestesia com 9,0 m, em alvenaria com cobertura em fibrocimento de 6 mm, com forro PVC cor branca, com paredes acolchoadas utilizando esponja de 30 cm forrado com curvin, altura de 1,80 m, piso emborrachado.

Instalações elétricas com 4 tomadas 2 P + T e 02 lâmpadas fluorescente dupla de 32 W, com quadro geral de força.

Instalações necessárias, caixa de captação de água com bancada e 01 ponto de água.

Valor do m R$ 1.200,00

Valor total (2): 10.800,00

3- Desembarcador com 4,0 m, construído em madeira de lei, com peças e réguas boleadas

Valor do m, R$ 600,00

Valor total (3): 2.400,00

4- Sala de apoio tecnico com 12,0 m , em alvenaria com cobertura em fibrocimento de 6 mm, com forro PVC cor branca, com paredes lisas pintadas com tinta acrílica e ´pe direito de 3 m, piso em cerâmica antiderrapante..

Instalações elétricas com 4 tomadas 2 P + T e 02 lâmpadas fluorescente dupla de 32 W, com quadro geral de força.

Instalações necessárias, instalação hidráulica com bancada e 01 ponto de água.

Valor do m R$ 1.200,00

Valor total (2): 14.400,00

5-nVestuário – com 9,0 m , em alvenaria com cobertura em fibrocimento de 6 mm, com forro PVC cor branca, com paredes lisas pintadas com tinta acrílica e pé direito de 3 m, piso em cerâmica antiderrapante..

Instalações elétricas com 4 tomadas 2 P + T e 02 lâmpadas fluorescente dupla de 32 W, com quadro geral de força.

Instalações necessárias, instalação hidráulica com bancada e 01 ponto de água.

Valor do m R$ 1.200,00

Valor total (2): 10.800,00

6- Sala de atendimento e avaliação de animais – com 12,0 m , em alvenaria com cobertura em fibrocimento de 6 mm, com forro PVC cor branca, com paredes lisas pintadas com tinta acrílica e pé direito de 3 m, piso em cerâmica antiderrapante..

Instalações elétricas com 4 tomadas 2 P + T e 02 lâmpadas fluorescente dupla de 32 W, com quadro geral de força.

Instalações necessárias, instalação hidráulica com bancada e 01 ponto de água.

Valor do m R$ 1.200,00

Valor total (2): 14.400,00

7- Banheiro – com 6,0 m , em alvenaria com cobertura em fibrocimento de 6 mm, com forro PVC cor branca, com paredes revestidas de azulejos até o teto, piso em cerâmica antiderrapante..

Instalações elétricas com 1 tomadas 1 P + T e 01 lâmpada fluorescente de 32 W.

Instalações necessárias, instalação hidráulica com chuveiro, vaso sanitário com descarga acoplada e pia com coluna para 01 ponto de água.

Valor do m R$ 1.200,00

Valor total (2): 7.200,00

TOTAL INFRA-ESTRUTURA

( 1 + 2 + 3 )

R$ 116.824,00

• Requisitos necessários para o atendimento

Os animais atendidos no centro cirúrgico da PMPA deverá estar acometido de uma patologia que requeira a intervenção cruenta e incruenta, mediante processo de anestesia geral que deverá ser volátil,também poderão ser atendidos àqueles animais que necessitarem de procedimentos eletivos marcados mediante agendamento no setor administrativo do centro mediante aprovação do médico veterinário da PMPA, valendo-se ressaltar que estes animais deverão pertencer a PMPA.

• Procedimentos realizados

Deverão ser realizados todos os tipos de procedimentos cirúrgicos relacionados aos eqüinos, pricipalmente as cirurgias de grande porte como laparotomias exploratórias recomendadas no caso de cólicas graves nos cavalos.

• Diagnósticos possíveis encontrados nos animais

Todo processo cirúrgico em um paciente animal é tratado como um caso isolado, diferenciado de qualquer outro existente, pois sempre deveremos encontrar particularidades que serão peculiares a situação, os principais patologias deverão ser as torções, intersucepções, enterólitos, compactações, inflamações, infecções, cistos parasitários, neoplasias e outros, sendo que cabe a equipe do centro cirúrgico o diagnóstico da patologia encontrada durante a cirurgia.

• Passo a passo do atendimento realizado

O atendimento cirúrgico só deverá ser recomendado após esgotados todos os recursos clínicos com o animal ou mesmo por indicação do veterinário da PMPA, onde a responsabilidade sobre o paciente animal passa a ser da equipe de cirurgiões pertencentes ao Centro cirúrgico da corporação. Após isto mediante a avaliação deverá ser verificado o risco cirúrgico do cavalo e mediante aprovação da equipe dar se inicio a cirurgia com a aplicação de medicação pré anestésica (MPA) na sala de atordoamento, tricotomia e higiene do paciente, após isto ocorre a anestesia geral, sendo então iniciada a cirurgia propriamente dita, sendo resolvido o problema e concluída a mesma, após isto o animal retorna a sala de atordoamento para recuperação da anestesia e então pode retornar aos cuidados do clínico que o atendeu anteriormente, que fará o planejamento para sua alta.

Conclusão

Na tentativa de reduzir os custos envolvidos na cadeia produtiva, aumentar o padrão genético e a qualidade do produto foi introduzido a inseminação artificial, A utilização da inseminação artificial promove uma série de vantagens quando comparada com a monta natural.

Dentre estas vantagens, os ganhos advindos da melhoria genética são os que têm maior importância. A pesquisa possibilitou identificar que as compras e vendas acontecem em sua maioria à vista, Ao analisarmos as perdas do poder de compra, notamos que administrar custos é fundamental para a polícia militar do Pará, administrar custos é essencial, e, para calcular a margem de lucro, a Polícia deve saber quanto gasta.

REFERÊNCIAIS

LEVAI L.F., Direito dos animais. Campos dos Jordão: Mantiqueira, 1998.

ROMBACH, N., Alimentação de eqüinos. Disponível em http://www.webcavalo.com. Acesso em: 29 nov.2008.

RANDALL, D., Fisiologia animal. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2000.

THOMASSIAN, A., Enfermidade dos cavalos. 2 ed. São Paulo: Varela, 1990.

KITT, T., Patologia general veterinaria, 1ª ed., Editorial Labor, S. A., Barcelona, 1942.

TORRES, A.D.P., Melhoramento dos rebanhos. 3 ed. São Paulo: Nobel, 1981.

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