19.2 C
Sorocaba
quinta-feira, agosto 5, 2021

A PRESERVAÇÃO DA FAUNA

A preservação da vida selvagem é de grande importância, porque estamos indirectamente a preservação da biodiversidade da flora, uma vez que parte das espécies vegetais é transmitida por zoocoria. A perda da biodiversidade da fauna é atribuída à devastação dos habitats naturais e agravado por práticas como a caça eo comércio de espécies selvagens. Este estudo visa destacar a importância da educação ambiental e sensibilização para a conservação da fauna e da sua contribuição para o meio ambiente como um todo.
Palavras-chave: fauna, educação ambiental, preservação da biodiversidade

1.INTRODUÇÃO

A perda da biodiversidade da fauna é atribuído principalmente a dois fatores: a destruição dos habitats ea caça ou captura de animais. A exploração desordenada do território brasileiro é uma das principais causas de extinção de espécies. O desmatamento ea degradação dos ambientes naturais, a expansão da agricultura, a caça de subsistência ea caça ilegal, a venda de animais e produtos animais provenientes de caça, apanha ou captura ilegais (tráfico) na natureza e de espécies exóticas em território nacional são fatores envolvidos efetivamente no processo de extinção.

Além da importância imediata da preservação da vida selvagem, podemos atribuir-lhe muitas outras contribuições ao meio ambiente, tais como a disseminação de sementes, quebra de sua dormência, a manutenção ea estabilidade das populações de insetos, entre outros. Este estudo visa destacar a importância das práticas de educação ambiental na formação de agentes agindo conscientemente e conservacionista, preocupada com questões ambientais e alertar para a reprodutibilidade dos ecossistemas ao longo do tempo.

2.DISCUSSÃO

O hábito de caçar e capturar animais silvestres como animais de estimação no Brasil é bastante antigo, datando da época da descoberta, onde os europeus se reuniram em nossas matas araras, papagaios e macacos, pois a manutenção de cativo representava a nobreza, riqueza e poder. Os nativos aqui também o actual mantidos como animais de estimação, mas eles estavam em seu habitat natural e desfrutando de sua comida a partir de praticamente de origem.

Estes constrangimentos históricos, combinados com o hábito alimentar, a caça e captura de animais de um costume comum entre a população do nosso país, o que pode resultar, além da extinção de espécies, perda de biodiversidade de nossos ecossistemas, pois cada espécie, seja de plantas ou animal, têm importância fundamental para a estabilidade. Assim, a preservação da fauna serão indiretamente também garantindo a sobrevivência de espécies da flora, pois, segundo Galetti & Guimarães (2004) citado em Veiga (2009), aproximadamente 80% das espécies de plantas em florestas tropicais e cerca de 50% da floresta estão espalhadas toda a fauna subtropical, um fenômeno conhecido como zoocoria.

Além da caça, o tráfico de animais é a grande responsável pelo extermínio de animais da nossa fauna. Todos os anos, milhões de animais são retirados dos seus habitats, e cruelmente “preparado” para o comércio ilegal, tráfico de animais silvestres escolher a terceira atividade ilegal mais rentável do planeta. Essa crueldade, que de dez animais tirados da natureza, nove morreram antes de atingir os compradores finais. De notar, sem interesse dos compradores, que, neste caso, a condição, são cúmplices, os traficantes não existiria e, portanto, o tráfego.

Ao abordar a importância da conservação dos animais selvagens, temos de olhar não só para a preservação de indivíduos isolados. Devemos entender que um representante de uma espécie é susceptível de se reproduzir, ou pode ser responsável por dirigir um grupo durante a atividade migratórios para reprodução, entre outros. Portanto, devemos estar conscientes de que cada cópia da nossa fauna desempenha um papel na manutenção e confiabilidade de seu tipo, e, consequentemente, a estabilidade dos ecossistemas.

Além da preocupação com a sustentabilidade ambiental, a transmissão de doenças graves também é motivo para não aprisionado animais silvestres, uma vez que são portadores de cerca de 150 zoonoses que podem ser transmitidas aos seres humanos, entre eles, ornitose, leishmaniose, leptospirose e raiva, que causa a morte em cerca 100% dos casos.

Portanto, a educação ambiental é uma ferramenta muito importante para o combate ao tráfico de animais silvestres e também a transmissão de zoonoses. O papel dos educadores ambientais, para dar ao público a preservação vital de diversas formas de vida na Terra. Mas para tal função, eles devem estar cientes da relação entre o ambiente eo homem, bem como os fatores sociais e econômicos que estão intimamente relacionados aos processos de degradação e preservação.

3.CONCLUSÃO

Assim, formamos a educadores ambientais, é preciso antes de tudo, tornar as pessoas conscientes, responsáveis e comprometidos com a preservação do meio ambiente como um todo, a qualquer momento, sem esquecer que nós, seres humanos, pertencemos a ele e dependem, para sua estabilidade absolutamente todas as nossas actividades económicas. Este deve ser o norte e o princípio básico da educação ambiental no nosso país, porque só depois de acordar essa consciência ecológica, que pode então espalhar as práticas de conservação.

Cabe então ao educador ambiental, despertar a consciência ecológica e divulgar as práticas de conservação de modo a adaptá-las à realidade do local de trabalho, escolhendo a tática de difusão do conhecimento que melhor se adapta a comunidade socioeconômica e cultural em questão. Além disso, para garantir a reprodutibilidade do seu trabalho, o educador ambiental deve sempre treinar novos professores e divulgadores dessa consciência.

BIBLIOGRAFIA

LAUREL, Frederick B., Azaziel, Marcus e FRANCA, Nahyda. Educação ambiental e gestão participativa em áreas protegidas. Rio de Janeiro. IBASE: IBAMA, 2003.

MOURA, G. Sandovaldo de, PESSOA, Fabiano B. Liberdade e Saúde: animais silvestres livres, pessoas saudáveis. Brasília: IBAMA, 2007. 18p

VEIGA, Nabor, et al. O papel dos centros de triagem de animais silvestres (CETAS) na conservação da biodiversidade. Ampliado http://www.amigosdanatureza.org.br/noticias/396/trabalhos/668.viviane_biodiversidade.doc resumo disponível, acessado em janeiro de 2009.

Outros trabalhos relacionados

Células tronco

Autoria: Fernanda Porciuncula O que são células-tronco? As células-tronco são células indiferenciadas, que podem se multiplicar e regenerar tecidos lesionados porque têm a capacidade de se...

DROGAS QUE ATUAM NO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

Autor: Nóris Cristina O Sistema Nervoso Autônomo controla a musculatura lisa (visceral e vascular); as secreções exócrinas (e algumas endócrinas); a freqüência e força cardíaca;...

VIRUS E BACTÉRIAS

VIRUS E BACTÉRIAS Vírus Por existirem muitas divergências sobre se os vírus se enquadram ou não entre os seres vivos, estes "organismos" não estão inseridos em...

Células Procarioticas

Autoria: Vinícius Garcia O modelo de célula procariótica é o que nos é apresentado pelos organismos mais primitivos, como as bactérias, por exemplo. Foi esse...