INTRODUÇÃO

O trabalho seguinte tem como objetivo abordar os modelos assumidos pela Terapia Ocupacional a partir do novo direcionamento dado à Saúde pela atual Constituição Brasileira.

Será relatado antes de forma breve o surgimento da psiquiatria.

O desenvolvimento do trabalho explicará de forma precisa os três principais discursos contemporâneos da Saúde Mental.

HISTÓRICO DA PSIQUIATRIA

O surgimento da psiquiatria no Brasil se deu com a criação, em 1852, do Hospício de Pedro II, tendo em vista observar os fatores implicados na fundação do Instituto de Psiquiatria da Universidade do Brasil (Ipub). O Ipub vem expressar no campo psiquiátrico uma nova correlação de forças entre a prestação de uma assistência pública e a produção de uma ciência psiquiátrica brasileira.

A Psiquiatria, como especialidade médica, tomando Philippe Pinel (1745-1826) como seu marco inicial, estaria completando duzentos anos. A psiquiatria nasceu dentro dos asilos e da necessidade de abrigar, proteger, cuidar, investigar, diagnosticar e tratar os indivíduos que da loucura fossem acometidos. Fica bastante claro que os loucos existiam antes do que os psiquiatras, e que a loucura representa um tremendo desafio para todos interessados em estudá-la. A loucura é um desafio que muitas outras áreas do conhecimento se associam neste processo de investigação dos seus segredos: filósofos, sociólogos, antropólogos, neuroscientistas, psicofarmacologistas.

Alguns nomes se destacaram na história da psiquiatria:

Nise da Silveira em 1946 fundou a Seção de Terapêutica Ocupacional no antigo Centro Psiquiátrico Nacional, fundou o Museu de Imagens do Inconsciente e fundou a Casa das Palmeiras com a ajuda de amigos em 1956 entre outras instituições que tiveram grande importância na história da psiquiatria. Em 1961 Nise foi chamada pelo Presidente Jânio Quadros para a apresentação de um plano de desenvolvimento da terapêutica ocupacional nos hospitais psiquiátricos federais, mas este plano não chegou a ser executado. Ela foi aposentada pela Divisão Nacional da Saúde Mental com a carreira de Médica Psiquiátrica.

Herman Simon nascido na Alemanha fez uso das ocupações dando maior ênfase a praticada nos hospitais psiquiátricos, traçava seu tratamento objetivando recursos curativos. Em 1905 Simon desenvolveu um esquema de Terapia Ocupacional e a aplicou em todo o hospital, devido a este fato ficou conhecido nos hospitais de toda Europa.

E Ulisses Pernambuco em 1931 com a criação da Assistência a Psicopatas ele introduziu a ocupação terapêutica no Nordeste do Brasil. Sua proposta era de uma ação intra e extra hospitalar visando aspecto de prevenção, cura e reabilitação, ele tinha como base teórica uma das obras de Simon.

CONTEXTO ATUAL DA SAÚDE MENTAL E A TERAPIA OCUPACIONAL

Atualmente falar de saúde mental não se baseia apenas nos manicômios e sim nos Movimentos Sociais que os denunciaram proporcionando frutíferas experiências.

A Reforma Sanitária atual define saúde como um efeito real de um conjunto de condições coletivas de existência, como direitos de cidadania, direito ao trabalho, salário justo e política. Essa nova proposição implica num novo paradigma que encaminha-se na perspectiva de uma atenção a pessoa, considerada sujeito de sua própria cura.

A medicina hoje não encontra respostas para assistência ao doente mental que fragmenta o indivíduo. A Terapia Ocupacional pode indicar uma tecnologia diferenciada e mais coerente com as questões levantadas de modo mais integralizado.

Com relação às políticas de saúde do Brasil, observamos que ela tem sido marcada pela dicotomia entre saúde pública e previdenciária, pela política do privilegiamento dos serviços privados e pela prática regida pelo mercado.

A consolidação dos modelos que respondam mais eficazmente as necessidades de saúde da população tem enfrentado problemas desencadeados pelas intercorrentes mudanças políticas e nos programas existentes.

ATUAÇÃO SOCIAL DA TERAPIA OCUPACIONAL

No serviço público, as atuações da Terapia Ocupacional não pode ser entendida como ação isolada e sim ligada pela história do atendimento público à saúde, como em serviços educacionais, sociais e de saúde, oficial ou particular, na área mental ou especialidades médicas, ambulatórios ou hospitais, escolas, asilos…

A atuação tem sido bastante diversificada quanto as técnicas e teorias adotadas, em função das finalidades dos programas e serviços que a requisitam.

O instrumental da Terapia Ocupacional se mostra condizente com as proposições de transformação assistencial atuais, uma vez que o doente mental é encarado como cidadão que se realiza e restabelece sua saúde através de sua inserção social, feita na relação com as atividades que lhe proporcionem uma melhor qualidade de vida.

A Terapia Ocupacional procura respaldar suas técnicas e métodos em fundamentos em cima de um problema já instalado no sujeito naquela doença, à semelhança dos procedimentos específicos das especialidades clinicas e psicoterápicas do momento, em ações extensivas a grandes grupos populacionais, consolidando a perspectiva da medicalização do social. O que difere das demais profissões da saúde é o fato de ter como seu objeto e instrumento de trabalho as atividades humanas.

A percepção de que as atividades podem ser reduzidas a “recurso terapêutico”, leva-nos a questionar outras tantas reduções e dicotomias em relação aos conceitos assumidos e vivenciados na clínica, tais como: doença/saúde, mente/corpo, louco/são, normal/patológico, deficiente/produtivo, individuo/sujeito, ações individuais/ações coletivas, etc.

O TERAPEUTA OCUPACIONAL: PROFISSIONAL SUJEITO OU SUJEITADO?

O profissional assume modelos teórico-práticos resultantes de uma escolha por determinados pressupostos conceituais, filosóficos e científicos acerca de seu objetivo de intervenção, o que lhe indicarão as maneiras de aplicação das atividades como recurso terapêutico.

Existe um trabalho voltado prioritariamente à adaptação social do indivíduo à sua doença, à instituição, à sua condição de vida, conformando-o e submetendo-o as possibilidades e regras externas a ele. De outro modo, vivenciamos também experiências onde se tentavam estabelecer outros tipos de relações, trabalhando-se na perspectiva de desenvolver as possibilidades do indivíduo enquanto sujeitos da sua própria história, capaz de mudar o rumo das coisas e de interferir na qualidade de sua vida através do seu fazer.

Ressaltando os pressupostos ideológicos e conceituais que fundamentam os modelos assistenciais predominantes em cada contexto histórico e social, verificamos que os principais modelos encontrados na terapia têm se orientado para:

Privilegiar a racionalidade humana e a ordem social.
Privilegiar o corpo anátomo-fisiológico e a dicotomia corpo/mente.
Privilegiar o inconsciente e o simbólico.
Privilegiar o crescimento e evolução biológicos.
Privilegiar a função e a produção sociais.
Privilegiar o sujeito histórico.
Cada um dos modelos implica uma dada função na produção e reprodução de valores, ideologias e relações sociais.

DISCURSOS CONTEMPORÂNEOS DA SAÚDE MENTAL

Os discursos da Saúde Mental tiveram em sua modernidade uma tríplice estratégia discursiva e prática que tem muito pouco a ver com as necessidades das pessoas que nós atendemos e muito a ver com interesses de grupos; com interesses corporativos dos diversos tipos de profissionais que trabalham na área.

Na perspectiva de entendermos a relação que a terapia ocupacional estabelece hoje com a área da Saúde Mental e fazermos um paralelo entre elas, valemo-nos da categorização feita por Costa (1987), dos discursos contemporâneos desta área como um dos parâmetros para entendermos tais relações.

DISCURSO ORGANICISTA

O organicismo, primeiro dos discursos modernos, ganhou louros que poderia dividir muito bem com inúmeras outras doutrinas psiquiátricas. aparentemente, surge como o mais conservador, o mais reacionário, o mais massacrante.

Se estrutura no modelo médico buscando as explicações para as doenças mentais na perspectiva do corpo-cadáver ou fisiopatológico.

Fazendo um paralelo à Terapia Ocupacional, neste tipo de discurso poderíamos encaixar os modelos desta área que também correspondem a esta mesma lógica, ou seja, a lógica positivista e mecânica de concepção e de intervenção no real.

O discurso organicista tem como local de sua produção o asilo, procura seguir a regra ou pelo menos a tradição científica do pensamento médico, e tem como objetivo o corpo sem vida, o cadáver. Fazem-se dissecações, abrem-se cérebros para ver exatamente o que se passa lá dentro.

Os modelos deste conhecimento, todos sabem, é o velho sonho da medicina mental de encontrar na clínica, elementos fisiopatológicos como da afasia. Esse discurso continua hoje no abuso e na impunidade com que se despejam toneladas de antipsicóticos que ajudam a manter a ordem do espaço de segregação asilar.

A Terapia Ocupacional usa atividades dirigidas contra o sintoma. Estas são classificadas como estruturadas (com regras bem definidas) e livres. As sessões são planejadas, cuidando dos aspectos físicos para que não haja interferência externa. Os materiais deverão estar em ordem de uso e o paciente necessita de instrução e esta deve ser dita de modo claro e objetivo pelo Terapeuta.

As atividades também são classificadas e agrupadas conforme a característica física dos materiais empregados, a maneira predominante de realizá-la e a função psicológica preponderantemente requisitada naquela ação.

Os atendimentos geralmente são individuais ou em pequenos grupos, e os registros e as avaliações seguem roteiro criterioso e previamente elaborado, utilizados como instrumentos para a análise quantitativa posterior da qual se estabelecerá a direção das próximas sessões.

DISCURSO PREVENTIVISTA

Neste discurso as explicações das doenças mentais se localizam na massa social. Em última instância é dirigido ao aparelho do Estado a fim de obter seu reconhecimento sobre a importância social da psiquiatria.

O preventivista focalizava pessoas que acometidas pelo estresse e cansaço do dia a dia passavam a apresentar comportamentos não habituais se tornando muitas vezes impacientes e agressivas e por esse motivo eram tratadas como loucas, então se usava o método de prevenção de uma possível doença mental com o uso de tratamento medicamentoso e até o isolamento do individuo, pois se considerava que essas pessoas constituíam um perigo a sociedade.

A terapia ocupacional utilizava as atividades como forma de desviar pensamentos mórbidos ou perniciosos da mente dos desocupados. A teoria e a prática que davam conta deste problema era a prevenção. A palavra prevenção assume a dimensão de “prevenir-se contra, de quem se evitar”.

As atividades eram voltadas para o social do indivíduo, para que ele desviasse seus pensamentos negativos fazendo com que o a Terapia Ocupacional fosse empregada somente para “ocupar” o indivíduo sempre que considerados como uma ameaça a sociedade.

A atenção individualizada neste caso, não é privilegiada, uma vez que as ações terapêuticas se dirigem para o social.

DISCURSO PSICOTERÁPICO

Este discurso está associado aos discursos da fase de industrialização do Ocidente, quando a valorização do sujeito individual se sobrepõe aos demais valores sociais de épocas precedentes. O local privilegiado de sai produção são os consultórios particulares.

O psicoterápico visa atingir a família, a classe média e a definição de seu perfil social, reproduzindo assim uma normalização e uma moralização das camadas urbanas em seus setores mais abastados. Aos pobres, a prevenção; aos ricos ou remediados, a psicoterapia. Nos manuais psicoterápicos da época, o que se vê é um misto de vagos princípios cristãos postos a serviço do individualismo burguês mais descarado.

São vários os modelos da terapia ocupacional que se encaixam nesta perspectiva. Encontramos modelos que se fundamentam na perspectiva funcionalista e sistêmica, na psicanálise, na psicodinâmica, no psicodrama, na terapia centrada na pessoa, no gestalt, no comportamentalismo, numa mistura disso tudo, em abordagens ora mais holísticas, ora mais mecanicista.

O modelo de abordagem holística é baseado na inter-relação dos fenômenos, onde tudo tem a ver com tudo, não só no ser humano, mas em todo universo, num entrelaçamento que une tudo a tudo. O foco deste modelos é a pessoa, a finalidade é a prevenção, recuperação e amenização de patologias agudas ou crônicas, havendo possibilidade de internações breves para alcance de uma melhor qualidade de vida pessoal, familiar e social.

Há também a abordagem mecanicista, composta de várias partes menores que se unem e se entrelaçam. Para entender o funcionamento da máquina, é preciso desmontá-la ou dividi-la em suas partes. Isto é, fragmentar para conhecer. A influência deste paradigma foi e tem sido constante em praticamente todas as ciências do mundo moderno e, em medicina, favoreceu o conhecimento do corpo humano pelo estudo sistemático de seus componentes e de sua fisiologia, o que possibilitou um avanço significativo no desvendamento da fisiopatologia e, conseqüentemente, na prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças.

Neste discurso o uso de atividades como medida psicoterápica requer o conhecimento dos fenômenos do inconsciente, da natureza e do significado dos símbolos e da psicodinâmica individual e a capacidade de integrar tal conhecimento na experiência terapêutica para um paciente.

CONCLUSÃO

É certo que os discursos contemporâneos da saúde mental tiveram grande importância para a psiquiatria, embora cada um deles tivesse uma abordagem diferente todos foram de grande utilidade na época. Ficou claro que os discursos nem sempre foram aplicados de forma correta visando a saúde e bem estar do indíviduo, motivo pelo qual a psiquiatria enfrentou e até hoje enfrenta sérios problemas e ainda carrega as marcas dos erros passados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MEDEIROS, Maria Heloisa da Rocha. Saúde Mental e a Terapia Ocupacional: Contexto Atual. Cad. Ter. Ocup. UFSCar, v.5,n.1, Campinas, 1994.

Histórico da Psiquiatria. Disponível em: www.psiquiatriageral.com.br

Discursos contemporâneos da Saúde Mental. Disponível em: www.discursoscontemporaneos.com.br

O discurso organicista tem como local de suaprodução o asilo, procura seguir a regra ou pelomenos a tradição científica do pensamentomédico, e tem como objetivo o corpo sem vida, ocadáver. Fazem-se dissecações, abrem-secérebros para ver exatamente o que se passa ládentro.

Os modelos deste conhecimento, todos sabem, é ovelho sonho da medicina mental de encontrar na clínica,elementos fisiopatológicos como da afasia. Esse discursocontinua hoje no abuso e na impunidade com que se despejamtoneladas de antipsicóticos que ajudam a manter a ordem doespaço de segregação asilar.

A Terapia Ocupacional usa atividades dirigidas contra osintoma. Estas são classificadas como estruturadas (comregras bem definidas) e livres. As sessões sãoplanejadas, cuidando dos aspectos físicos para quenão haja interferência externa. Os materiaisdeverão estar em ordem de uso e o paciente necessita deinstrução e esta deve ser dita de modo claro eobjetivo pelo Terapeuta.

As atividades também são classificadas eagrupadas conforme a característica física dosmateriais empregados, a maneira predominante de realizá-la ea função psicológica preponderantementerequisitada naquela ação.

Os atendimentos geralmente são individuais ou empequenos grupos, e os registros e as avaliaçõesseguem roteiro criterioso e previamente elaborado, utilizados comoinstrumentos para a análise quantitativa posterior da qualse estabelecerá a direção das próximassessões.

DISCURSO PREVENTIVISTA

Neste discurso as explicações das doençasmentais se localizam na massa social. Em últimainstância é dirigido ao aparelho do Estado a fim deobter seu reconhecimento sobre a importância social dapsiquiatria.

O preventivista focalizava pessoas que acometidas peloestresse e cansaço do dia a dia passavam a apresentarcomportamentos não habituais se tornando muitas vezesimpacientes e agressivas e por esse motivo eram tratadas comoloucas, então se usava o método deprevenção de uma possível doença mentalcom o uso de tratamento medicamentoso e até o isolamento doindividuo, pois se considerava que essas pessoas constituíamum perigo a sociedade.

A terapia ocupacional utilizava as atividades comoforma de desviar pensamentos mórbidos ou perniciosos damente dos desocupados. A teoria e a prática que davam contadeste problema era a prevenção. A palavraprevenção assume a dimensão de “prevenir-secontra, de quem se evitar”.

As atividades eram voltadas para o social doindivíduo, para que ele desviasse seus pensamentos negativosfazendo com que o a Terapia Ocupacional fosse empregada somentepara “ocupar” o indivíduo sempre que considerados como umaameaça a sociedade.

A atenção individualizada neste caso,não é privilegiada, uma vez que asações terapêuticas se dirigem para osocial.

DISCURSO PSICOTERÁPICO

Este discurso está associado aos discursos dafase de industrialização do Ocidente, quando avalorização do sujeito individual se sobrepõeaos demais valores sociais de épocas precedentes. O localprivilegiado de sai produção são osconsultórios particulares.

O psicoterápico visa atingir a família, aclasse média e a definição de seu perfilsocial, reproduzindo assim uma normalização e umamoralização das camadas urbanas em seus setores maisabastados. Aos pobres, a prevenção; aos ricos ouremediados, a psicoterapia. Nos manuais psicoterápicos daépoca, o que se vê é um misto de vagosprincípios cristãos postos a serviço doindividualismo burguês mais descarado.

São vários os modelos da terapiaocupacional que se encaixam nesta perspectiva. Encontramos modelosque se fundamentam na perspectiva funcionalista e sistêmica,na psicanálise, na psicodinâmica, no psicodrama, naterapia centrada na pessoa, no gestalt, no comportamentalismo, numamistura disso tudo, em abordagens ora mais holísticas, oramais mecanicista.

O modelo de abordagem holística é baseadona inter-relação dos fenômenos, onde tudo tem aver com tudo, não só no ser humano, mas em todouniverso, num entrelaçamento que une tudo a tudo. O focodeste modelos é a pessoa, a finalidade é aprevenção, recuperação eamenização de patologias agudas ou crônicas,havendo possibilidade de internações breves paraalcance de uma melhor qualidade de vida pessoal, familiar esocial.

Há também a abordagem mecanicista,composta de várias partes menores que se unem e seentrelaçam. Para entender o funcionamento da máquina,é preciso desmontá-la ou dividi-la em suas partes.Isto é, fragmentar para conhecer. A influência desteparadigma foi e tem sido constante em praticamente todas asciências do mundo moderno e, em medicina, favoreceu oconhecimento do corpo humano pelo estudo sistemático de seuscomponentes e de sua fisiologia, o que possibilitou umavanço significativo no desvendamento da fisiopatologia e,conseqüentemente, na prevenção,diagnóstico e tratamento das doenças.

Neste discurso o uso de atividades como medidapsicoterápica requer o conhecimento dos fenômenos doinconsciente, da natureza e do significado dos símbolos e dapsicodinâmica individual e a capacidade de integrar talconhecimento na experiência terapêutica para umpaciente.

CONCLUSÃO

É certo que os discursos contemporâneos dasaúde mental tiveram grande importância para apsiquiatria, embora cada um deles tivesse uma abordagem diferentetodos foram de grande utilidade na época. Ficou claro que osdiscursos nem sempre foram aplicados de forma correta visando asaúde e bem estar do indíviduo, motivo pelo qual apsiquiatria enfrentou e até hoje enfrenta sériosproblemas e ainda carrega as marcas dos erros passados.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MEDEIROS, Maria Heloisa da Rocha. SaúdeMental e a Terapia Ocupacional: Contexto Atual. Cad. Ter.Ocup. UFSCar, v.5,n.1, Campinas, 1994.

Histórico da Psiquiatria.Disponível em: www.psiquiatriageral.com.br

Discursos contemporâneos da SaúdeMental. Disponível em:www.discursoscontemporaneos.com.br

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