Medidas e Volume

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I. Introdução

A técnica de medição do volume de uma amostra depende do estado físico da amostra e da sua forma. Os resultados obtidos podem ser expressos em unidades SI, metro cúbico (m³), ou em unidades submúltiplas deste, que é o caso mais frequente.Para medir volumes de líquidos usam-se diversos instrumentos, consoante o rigor a observar e o volume da amostra. Para medições rigorosas usam-se pipetas, buretas ou balões volumétricos. Para medições menos rigorosas utilizam-se as provetas. Qualquer um destes instrumentos tem inscritas algumas informações importantes, tais como: Volume máximo (capacidade); Graduação da sua escala, normalmente em mililitros; Tolerância (limite máximo do erro);Traço de referência, no caso de pipetas ou balões volumétricos; Temperatura de calibração (temperatura a que deve ser feita a medição e que é, normalmente, 20˚C).

II. Objetivo

A utilização desse recurso tem por objetivo ampliar os conhecimentos dos estudantes do curso de Farmácia do CEUNES, além de colocar em prática tudo o que foi assimilado na sala de aula. Também possibilita o aprendizado específico na área de medidas e volumes como, expressar corretamente as medidas de volume, utilizar algarismos significativos e definir os significado de precisão e exatidão.

III. Materiais e Reagentes

Para essa experimento foi utilizado um béquer de 50 mL, um béquer de 500 mL, uma bureta de 25 mL, um balão volumétrico de 50 mL, uma pipeta graduada de 25 mL, um pipeta volumétrica de 50 mL, uma proveta de 50 mL, um funil de 50 mL, um tubo de ensaio de 25 mL, e água destilada.

IV. Procedimento Experimental

Para a elaboração do procedimento foi solicitado que anotasse os desvios, e a capacidade de alguns aparelhos que foram citados no item III, foram eles, bureta, proveta e pipeta graduada. Após essa verificação foi realizado outro procedimento que solicitava que medisse a quantidade máxima de água de um tubo de ensaio usando a proveta e a bureta, e depois repetir esse procedimento por três vezes, posteriormente verificar se houve a coincidência da leitura dos volumes e dos resultados dos aparelhos utilizados.

Outro procedimento de baseava em adicionar a um béquer de 250 mL, os volumes de água correspondente a capacidade máxima que cada um dos seguintes aparelhos é capaz de medir: bureta, proveta, pipeta volumétrica e pipeta graduada. Após isso era necessário calcular e expressar corretamente a soma dos volumes adicionados.

V. Resultados Experimentais.

Resultados obtidos com a bureta: 9,750. 9,720. 9,800. Portanto não houve coincidência de volumes.

Resultados obtidos com a proveta: 10,1. 10,00. 10,00. Portanto nos experimentos 2 e 3 houve coincidência de resultados.

Não. Espera se coincidência, pois a mesma medida que se deu na proveta esperava-se no balão volumétrico. O volume transferido para o béquer foi de 49 mL, pois ele tem um precisão menos e um desvio maior.

Obs: para esse experimento foi utilizado uma proveta de 50 mL.

VI. Conclusão

A execução desse experimento atuou de forma surpreendente, pois tirou os estudantes do senso comum e os colocou bem informados sobre as medidas e os volumes, através deste se observou que há desvios nos recipientes e que alguns recipientes não têm uma exata precisão.

VII. Referências Bibliográficas.

http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/fisico_quimica/fisico_quimica_trabalhos/medicaovolumes.htm. Acessado em 17/04/2010 ás 10:20

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