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segunda-feira, maio 16, 2022

Verdadeiras Armas

Nesta Páscoa, mais de 1,4 mil pessoas ficaram feridas em 2.355 acidentes. Em relação a 2009, o número de acidentes aumentou 26%. Foram registradas, em 2009, 1.873 ocorrências. Fonte Globo.com.
Foram 114 mortes, mais um feriado negro nas estradas desse Brasil. As estradas têm sim sua grande parcela de culpa nesses acidentes, em péssimas condições com buracos capazes de furar pneus, arrebentar amortecedores ou até mesmo engolir veículos acaba levando motoristas ao erro que pode ser fatal.
Inocentes perdem suas vidas, famílias são rompidas, sonhos são destruídos, agora por quê? Pressa? Imprudência? Potência? Difícil dar uma só razão.
A verdade é que hoje tudo é tempo, chegar cedo, aproveitar, sair cedo para descansar, e assim o relógio anda e nós cada vez mais no apressamos contra o mesmo.
A questão que gostaria de comentar é porque carros que andam a mais de 200km/h se têm limite máximo de 120 nas estradas, ou mesmo que pudéssemos andar a 300 km/h pra que produzir tanta potência, tanta velocidade se as estatísticas mostram que o trânsito mata mais que as guerras!
Bater de frente com os grandes? Concessionárias que fazem esse país crescer, evoluir, exportar! Os que andam mais vendem mais afinal…É parecido com a história do cigarro que avisa que o mesmo pode matar mesmo quando se anuncia para vender. Engraçado isso…
A lei seca esta aí, poucos estão dando bola, mas creio que a atitude foi tomada se esta faltando consciência dos motoristas já é outra história. Que se tomem providências quanto as leis que mal prendem bêbados na contra mão que destroem famílias e seguem vivos, que a consciência pese, pese bastante, mas que envelheça atrás das grades, ou repense suas atitudes lá. Que seja fabricado carros com menos potência para que os que brinquem de pilotos não matem inocentes.
Não digo isso pelos bêbados, tão pouco pelos aprendizes de fórmula 1 nas estradas, e sim pelos inocentes que perdem suas vidas dia após dia, nada paga e tão pouco será esquecido aquele ente querido que partiu injustamente. A palavra já diz, “acidente”, uma fatalidade que às vezes acontece, não confundamos com imprudência!
Uma dica: Seja paciente no trânsito, para não ser paciente no hospital!

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