Alquimia

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É derivante da palavra árabe al-khimia que significa química, ou seja, era a química praticada na Idade Média. Os alquimistas acreditavam que todos os metais evoluem até se tornar ouro, devido a este pensamento os alquimistas buscavam acelerar este processo em laboratório por meio de experimentos com os quatro elementos (água, fogo, terra e ar).

Além da transmutação dos metais inferiores em ouro e da obtenção do elixir da longa vida, os alquimistas estavam empenhados na descoberta da pedra filosofal, a qual iria desencadear as demais buscas. Os alquimistas eram considerados pessoas de hábitos estranhos.

Apesar de inúmeros esforços os alquimistas nunca conseguiram produzir ouro. Porém através das experiências descobriram substancias e também inventaram instrumentos que foram muito úteis para a ciência. Atualmente a antroposofia (ciência espiritual), faz analogia entre os princípios alquímicos e as forças básicas atuantes na alma humana.

Alotropia

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É a propriedade que tem um mesmo elemento químico de formar duas ou mais substâncias simples diferentes.
Exemplos:

a) 02 (gás oxigênio) e 03 (ozônio).

O gás oxigênio e ozônio diferem um do outro na atomicidade, isto é, no número de átomos que forma a molécula.
Dizemos que o gás oxigênio e o ozônio são as FORMAS ALOTRÓPICAS do elemento químico oxigênio.
O oxigênio existe no ar atmosférico, sendo um gás indispensável à nossa respiração. O ozônio é um gás que envolve a atmosfera terrestre, protegendo-nos dos raios ultravioleta do sol.
Devido às suas propriedades germicidas, o ozônio é utilizado como purificador da água potável.

b) Diamante e grafite: São duas substâncias simples bem diferentes uma da outra, sendo entretanto formadas pelo mesmo elemento químico, o carbono.

Diamante e grafite são, pois, as formas alotrópicas do elemento químico carbono. Estas substâncias diferem entre si pela estrutura cristalina, isto é, pela forma de seus cristais. A maneira dos átomos de carbono se unirem é diferente, na grafite e no diamante.

Existem outros elementos químicos que possuem formas alotrópicas, como, por exemplo, enxofre rômbico e enxofre monoclínico, que diferem um do outro pela estrutura cristalina.

O fósforo vermelho e o fósforo branco são alótropos do elemento químico fósforo, que diferem entre si pela atomicidade.

As formas alotrópicas de um elemento químico podem, pois, diferir uma da outra pela atomicidade ou então pela estrutura cristalina.

É importante que não se esqueça do seguinte detalhe, ALOTROPIA refere-se somente a SUBSTÂNCIAS SIMPLES.
FENÔMENOS FÍSICOS E QUÍMICOS:

Fenômeno é toda e qualquer transformação que ocorre com a matéria,
podendo basicamente ser classificado em físico ou químico.

FENÔMENO FÍSICO

É todo fenômeno que ocorre sem que haja a formação de novas substâncias.
São fenômenos físicos: a queda de um corpo, a reflexão da luz em um
espelho, a dilatação dos corpos, a evaporação do álcool, a fusão do gelo, etc.
As mudanças de estado físico sofridas pelas substâncias são fenômenos
físicos.

MUDANÇAS DE ESTADO FÍSICO:

Além da densidade absoluta, são propriedades físicas da matéria. os pontos de fusão e ebulição. Essas propriedades são específicas de cada substância, caracterizando as mesmas.
Ponto de Fusão: é a temperatura na qual a substância passa do estado sólido para o líquido, sob determinada pressão.
Ponto de Ebulição: é a temperatura na qual a substância passa do estado líquido para o gasoso, sob determinada pressão.
Sob pressão normal, isto é, ao nível do mar, a água apresenta as seguintes características:
Ponto de fusão: OoC; Ponto de ebulição: 100oC.
A densidade da água é igual a 1 g/cm3 na temperatura de 4 oC .
De modo semelhante, sob determinada pressão, cada substância possui um valor fixo dos pontos de fusão e ebulição, como também da densidade.
É bom saber que, para cada substância, tem-se:

PONTO DE FUSÃO PONTO DE SOLIDIFICAÇÃO

PONTO DE EBULIÇÃO = PONTO DE LIQUEFAÇÃO

Isto significa dizer que se o gelo se funde a O0C, a água solidifica nesta
mesma temperatura.
Se a água líquida vaporiza a l000C, seus vapores se condensam também a l000C.
Para ocorrer fusão ou vaporização, deve haver aquecimento da substância, enquanto que na condensação ou solidificação a substância deve ser resfriada.
Devido ao calor solar, a água contida em um recipiente evapora. Se este mesmo recipiente com água for aquecido em um fogão, a água entrará em ebulição. Portanto, a ebulição é rápida em relação à evaporação. Tanto a ebulição quanto a evaporação são diferentes tipos de vaporização.
Certas substâncias passam do estado sólido diretamente para o gasoso quando recebem calor. O oposto também pode ocorrer. Este fenômeno é a
sublimação. Tal fenômeno ocorre com a naftalina e o todo sólido.
Durante qualquer mudança de estado físico de uma substância pura, sua temperatura permanece constante.

FENÔMENO QUIÍMICO

É todo fenômeno que ocorre com a formação de novas substâncias.
São fenômenos químicos: a combustão do álcool, o enferrujamento do ferro, a respiração dos seres vivos, a fotossíntese realizada pêlos vegetais clorofilados, etc.
Os fenômenos químicos são também denominados REAÇÕES QUÍMICAS. As reações químicas são representadas graficamente por meio de EQUAÇÕES QUÍMICAS.

OBSERVE O QUADRO SEGUINTE:

Representação

Do átomo de
Um elemento químico
Da Molécula de
uma substância química
De uma
Reação Química

SÍMBOLO
FÓRMULA
EQUAÇÃO QUÍMICA

Toda equação química possui dois membros separados por uma seta.
No primeiro membro encontram-se as substâncias REAGENTES e no segundo membro, os PRODUTOS DA REAÇÃO.

Exemplos:
a) Combustão do etanol ou álcool comum:

Nesta reação química, representada pela equação acima, uma molécula de etanol (C2 H5 OH) reage com três moléculas de gás oxigênio do ar atmosférico (02), produzindo duas moléculas de gás carbônico (C02) e três moléculas de água.
Naturalmente, se a queima do álcool ocorreu em um recipiente aberto, o gás carbônico e o vapor d’água formados foram liberados para o ar atmosférico.
Em qualquer reação química, o número de átomos de cada elemento
no 1º e 2º membros da equação deve ser o mesmo. Por isto, para cada substância, o número de moléculas que reagem e são produzidas nem sempre é o mesmo.
Os números que aparecem à esquerda de cada fórmula são os coeficientes da equação, que indicam o número de moléculas que reagem e são produzidas. Neste exemplo, os coeficientes são: 1, 3, 2 e 3.

b) Fotossíntese:

Quando um vegetal clorofilado realiza fotossíntese, para cada 6 moléculas de gás carbônico que reagem, são necessárias 6 moléculas de água para produzirem 1 molécula de glicose e 6 de oxigênio.
Naturalmente, o número de moléculas que reagem e são produzidas durante a fotossíntese é bem maior do que esse, mas corresponde a valores múltiplos desses coeficientes.
Se um dos coeficientes da equação for multiplicado por um número, todos os coeficientes desta equação deverão ser multiplicados pelo mesmo número.
Verifique o número de átomos, de cada elemento no 1º e 2º membros da equação acima:

C: 6 átomos no 1º membro e 6 átomos no 2º membro.
O: 18 átomos no 1º membro e 18 átomos no 2º membro.
H: 12 átomos no 1º membro e 12 átomos no 2º membro.

Isto significa que a equação acima está corretamente balanceada, ou
seja, os seus coeficientes estão ajustados.

Para contar o número de átomos de cada elemento, deve-se multiplicar o coeficiente pelo correspondente índice (número que fica abaixo e à direita do símbolo).

Se o elemento aparece em mais de uma substância do mesmo membro, seus átomos devem em seguida ser somados.
Verifique se a equação de combustão do etanol, exemplo a, está corretamente balanceada. Conte e escreva o número de átomos de cada elemento no 1º e 2º membros.

Segundo o cientista francês, Antolne Laurent de Lavoisier, em uma reação química: “A soma das massas das substâncias reagentes é igual à soma das massas dos produtos da reação.”
Este enunciado é conhecido como Lei de Lavolsier ou Lei da Conservação das Massas. Para que uma reação química esteja de acordo com a Lei de Lavolsier, os números de átomos dos elementos devem ser iguais nos dois membros da equação, ou seja, a equação deve estar corretamente balanceada.

Água Régia

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É uma mistura de ácido clorídrico e ácido nítrico concentrado numa proporção de 3:1. É altamente corrosiva podendo dissolver ouro e platina.

Nenhum dos seus ácidos podem atacá-los isoladamente, pois cada um possui sua função isoladamente.

O ácido clorídrico libera íons cloretos que retiram o ouro da dissolução e o ácido nítrico é oxidante capaz de dissolver qualquer quantidade de ouro formando íons.

Deve ser utilizada logo que se mistura por perder sua força rapidamente.

Adrenalina

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É uma substância produzida por pequenos órgãos que ficam sobre os rins (Glândulas supra-renais). A liberação dela no sangue se dá, através de um sinal, no qual pode ser o de baixo nível de glicose. Seu efeito é oposto ao da insulina, ela também inibi a liberação de insulina. Ela também pode atuar, como um neurotransmissor, e tem efeito sobre o sistema nervoso simpático.

Este neurotransmissor é liberado em resposta ao grande stress mental ou físico, e liga-se a receptores adrenérgeticos (um grupo especial de proteínas), preparando o organismo para um grande esforço físico: suor, vasoconstricção, aumento dos batimentos cardíacos, dilatação das pupilas e brônquios, eleva o nível de açúcar no sangue, entre outros.

Para se atingir o orgasmo, o sistema nervoso envia ordens ao coração para que os batimentos cardíacos se acelerem. Então a adrenalina é jogada no sangue e dilata as artérias, aumentando o fluxo sanguíneo nos músculos envolvidos nas atividades sexuais. Para que ocorra uma melhor oxigenação do sangue, os pulmões aumentam o seu trabalho, e a respiração se torna curta e rápida. O suor aumenta, provavelmente para dissipar o calor acumulado do corpo.

À adrenalina, provoca um grande aumento nos batimentos cardíacos e eleva as artérias, fazendo com que o sangue chegue mais rapidamente aos órgãos mais importantes como o cérebro e o coração, para isso ocorrer os vasos se contraem ficando mais finos, e se alguma artéria que leva sangue ao coração estiver um pouco entupida, fará com que o sangue não chegue ao órgão e poderá assim ocorrer à morte de um conjunto células por falta de oxigênio (infarto).

AÇO

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Aço é um metal formado por ferro e carbono por meio de forja, laminação e extrusão. O aço pode incorporar outros componentes tipo sucata, mineral ou combustível como o enxofre e o fósforo.

Ainda pode incorporar componentes para melhorar sua resistência, ductibilidade e dureza como o níquel, cromo, molibdênio e outros.

O aço é facilmente corrosivo por ação química ou eletroquímica do próprio meio ambiente. O oxigênio do ar, por exemplo, quando entra em contato com o ferro contido no aço forma o óxido de ferro causando alterações naturais, porém, indesejáveis.

No aço comum o teor de impurezas (elementos além do ferro e do carbono) estará sempre abaixo dos 2%. Acima dos 2 até 5% de outros elementos já pode considerado aço de baixa-liga, acima de 5% é considerado de alta-liga. O enxofre e o fósforo são elementos prejudicais ao aço pois acabam por intervir nas suas propriedades físicas, deixando-o quebradiço. Dependendo das exigências cobradas, o controle sobre as impurezas pode ser menos rigoroso ou então podem pedir o uso de um antissulfurante como o magnésio e outros elementos de liga benéficos. Existe uma classe de aços carbono, conhecida como aços de fácil usinabilidade, que contém teores mínimos de fósforo e enxofre. Estes dois elementos proporcionam um melhor corte das ferramentas de usinagem, promovendo a quebra do cavaco e evitando a aderência do mesmo na ferramenta. estes aços são utilizados quando as propriedades de usinabilidade são prioritárias, em relação as propriedades mecânicas e microestruturais, (peças de baixa responsabilidade).

O aço inoxidável é um aço de alta-liga com teores de cromo e de níquel em altas doses (que ultrapassam 20%). Os aços inoxidáveis podem ser divididos em três categorias principais: aços inoxidáveis austeníticos, os quais contém elevados teores de cromo e níquel, os aços inoxidáveis martensíticos, que contém elevado teor de cromo, com baixo teor de níquel e teor de carbono suficiente para se alcançar durezas médias ou altas no tratamento térmico de têmpera, e os aços inoxidáveis ferríticos, que contém elevado teor de cromo e baixos teores de níquel e carbono. Este último e o tipo austenítico não podem ser temperados.

O aço é atualmente a mais importante liga metálica, sendo empregue de forma intensiva em numerosas aplicações tais como máquinas, ferramentas, em construção, etc. Entretanto, a sua utilização está condicionada a determinadas aplicações devido a vantagens técnicas que oferecem outros materiais como o alumínio no transporte por sua maior leveza e na construção por sua maior resistência a corrosão, o cimento (mesmo combinado com o aço) pela sua maior resistência ao fogo e a cerâmica em aplicações que necessitem de elevadas temperaturas.

Ainda assim, atualmente emprega-se o aço devido a sua nítida superioridade frente às demais ligas considerando-se o seu preço. Já que:

Existem numerosas jazidas de minerais de ferro suficientemente ricas, puras e fáceis de explorar, além da possibilidade de reciclar a sucata.
Os procedimentos de fabricação são relativamente simples e económicos, e são chamados de aciaria. Os aços podem ser fabricados por processo de aciaria eléctrica, onde se utiliza eléctrodos e processo de aciaria LD, onde se utiliza sopro de oxigénio no metal líquido por meio de uma lança.
Apresentam uma interessante combinação de propriedades mecânicas que podem ser modificados dentro de uma ampla faixa variando-se os componentes da liga e as suas quantidades, mediante a aplicação de tratamentos.
A sua plasticidade permite obter peças de formas geométricas complexas com relativa facilidade.
A experiência acumulada na sua utilização permite realizar previsões de seu comportamento, reduzindo custos de projetos e prazos de colocação no mercado.
Tal é a importância industrial deste material que a sua metalurgia recebe a denominação especial de siderurgia, e a sua influência no desenvolvimento humano foi tão importante que uma parte da história da humanidade foi denominada Idade do Ferro, que se iniciou em 3500 a.C., e que, de certa forma, ainda perdura.

Aço

HISTÓRIA

A fabricação de ferro teve início na Anatólia, cerca de 2000 a.C. tendo sido a Idade do Ferro plenamente estabelecida por volta de 1000 a.C.. Neste período a tecnologia da fabricação do ferro espalhou-se pelo mundo. Em, aproximadamente, 500 a.C., chegou às fronteiras orientais da Europa e por volta de 400 a.C. chegou à China. Os minérios de ferro eram encontrados em abundância na natureza, assim como o carvão. Atualmente a maior quantidade de matéria prima para produção de aço é a sucata proveniente dos resíduos de fabricação industrial.

A forma de produção era em pequenos fornos na forma de torrões ou pedaços sólidos, denominados tarugos. Estes, em seguida, eram forjados a quente na forma de barras de ferro trabalhando, possuindo maleabilidade, contendo, entretanto pedaços de escória e carvão. O teor de carbono dos primeiros aços fabricados variava de 0,07% até 0,8% sendo este último considerado um aço de verdade. Os egípcios por volta de 900 a.C. já dominavam processos relativos a tratamentos térmicos nos aços para fabricação de espadas e facas. Como quando o teor de carbono supera 0,3% o material torna-se muito duro e quebradiço caso seja temperado (resfriado bruscamente em água) de uma temperatura acima de 850 °C a 900 °C, eles utilizavam o tratamento denominado revenido que consiste em diminuir a fragilidade minimizando-a por reaquecimento do aço a uma temperatura entre 350 °C e 500 °C.

NORMAS BRASILEIRAS

NBR 5889 – Aço fundido e ferro fundido – Coleta de amostras – Método de ensaio
NBR 6152 – Materiais metálicos – Determinação das propriedades mecânicas a tração – Método de ensaio
NBR 6157 – Materiais metálicos – Determinação de resistência ao impacto em corpo-de-prova entalhados simplesmente apoiados – Método de ensaio
NBR 6215 – Produtos siderúrgicos – Terminologia
NBR 6444 – Ensaio não destrutivo – Terminologia
NBR 6645 – Peça bruta de aço fundido – Afastamento dimensionais – Padronização
NBR 8653 – Metalografia e tratamentos térmicos e termoquímicos das ligas ferro carbono –terminologia
NBR 4589 – Origem

Referências:

ABNT Catalogo ABNT. Visitado em 17 de janeiro de 2012.
WILLIAM D. CALLISTER, JR., Ciência e Engenharia de Materiais, Uma Introdução, Quinta Edição 2002, Editora LTC

Ácidos mais comuns na química do cotidiano

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Ácido clorídrico (HCl)

O ácido impuro (técnico) é vendido no comércio com o nome de ácido muriático.

É encontrado no suco gástrico.

É um reagente muito usado na indústria e no laboratório.

É usado na limpeza de edifícios após a sua caiação, para remover os respingos de cal.

É usado na limpeza de superfícies metálicas antes da soldagem dos respectivos metais.

Ácido sulfúrico (H2SO4)

É o ácido mais importante na indústria e no laboratório. O poder econômico de um país pode ser avaliado pela quantidade de ácido sulfúrico que ele fabrica e consome.

O maior consumo de ácido sulfúrico é na fabricação de fertilizantes, como os superfosfatos e o sulfato de amônio.
É o ácido dos acumuladores de chumbo (baterias) usados nos automóveis.

É consumido em enormes quantidades em inúmeros processos industriais, como processos da indústria petroquímica, fabricação de papel, corantes, etc.

O ácido sulfúrico concentrado é um dos desidratantes mais enérgicos. Assim, ele carboniza os hidratos de carbono como os açúcares, amido e celulose; a carbonização é devido à desidratação desses materiais.

O ácido sulfúrico “destrói” o papel, o tecido de algodão, a madeira, o açúcar e outros materiais devido à sua enérgica ação desidratante.

O ácido sulfúrico concentrado tem ação corrosiva sobre os tecidos dos organismos vivos também devido à sua ação desidratante. Produz sérias queimaduras na pele. Por isso, é necessário extremo cuidado ao manusear esse ácido.

As chuvas ácidas em ambiente poluídos com dióxido de enxofre contêm H2SO4 e causam grande impacto ambiental.

Ácido nítrico (HNO3)

Depois do sulfúrico, é o ácido mais fabricado e mais consumido na indústria. Seu maior consumo é na fabricação de explosivos, como nitroglicerina (dinamite), trinitrotolueno (TNT), trinitrocelulose (algodão pólvora) e ácido pícrico e picrato de amônio.

É usado na fabricação do salitre (NaNO3, KNO3) e da pólvora negra (salitre + carvão + enxofre).
As chuvas ácidas em ambientes poluídos com óxidos do nitrogênio contém HNO3 e causam sério impacto ambiental. Em ambientes não poluídos, mas na presença de raios e relâmpagos, a chuva também contém HNO3, mas em proporção mínima.

O ácido nítrico concentrado é um líquido muito volátil; seus vapores são muito tóxicos. É um ácido muito corrosivo e, assim como o ácido sulfúrico, é necessário muito cuidado para manuseá- lo.

Ácido fosfórico (H3PO4)
Os seus sais (fosfatos) têm grande aplicação como fertilizantes na agricultura.
É usado como aditivo em alguns refrigerantes.

Ácido acético (CH3 – COOH)
É o ácido de vinagre, produto indispensável na cozinha (preparo de saladas e maioneses).

Ácido fluorídrico (HF)
Tem a particularidade de corroer o vidro, devendo ser guardado em frascos de polietileno. É usado para gravar sobre vidro.

Ácido carbônico (H2CO3)
É o ácido das águas minerais gaseificadas e dos refrigerantes. Forma-se na reação do gás carbônico com a água:
CO2 + H2O ® H2CO3

CLASSIFICAÇÃO DOS ÁCIDOS

Quanto a presença de oxigênio:
1- Hidrácidos – não possuem oxigênio.
Ex: HI, HCN, H4 [Fe(CN)6]

2- Oxiácidos – possuem oxigênio
Ex: HNO2, H3PO4, H4P2O7

Quanto a volatidade:
• Voláteis – apresentam grande tendência a evaporação.
Ex: HNO2, HNO3 e Hidrácidos

• Fixos: Apresentam pequena tendência à evaporação.
Ex: Os Oxiácidos

Quanto ao número de hidrogênios ionizáveis:
• Monoácidos: possuem 1 “H” ionizável.
Ex: HCl, HNO3, HClO4

• Diácidos: possuem 2 “H” ionizáveis.
Ex: H2S, H2CrO4, H2CO3

• Triácidos: possuem 3 “H” ionizáveis.
Ex: H3AsO4, H3SbO4, H3[Fe(CN)]

• Tetrácidos: possuem 4 “H” ionizáveis.
Ex: H4SiO4, H4P2O7

4) Quanto a força ou grau de organização.

X = nº de moléculas ionizadas .100
nº de moléculas dissolvidas
x menor ou igual a 50% é Ácido forte
x maior ou igual a 5% e x menor ou igual a 50% é Ácido moderado
x menor que 5% é Ácido fraco
Força dos hidrácidos
Fortes: HCl, HBr, HI
Moderado: HF
Fraco: os demais.
Força dos oxiáxidos
Regra de Pauling:
(nº de oxigênio) –( nº de “H” ionizavel) = x
x = 3 e 2 = Fortes
x = 1 = Moderados
x = 0 = Fraco

NOMENCLATURA DOS HIDRÁCIDOS

Ácido+ [nome do elemento]+ ídrico

NOX DO ELEMENTO CENTRAL

Para se calcular o nox do elemento central basta multiplicar o número de oxigênio por -2 e somar ao número de hidrogênio. Depois, ingnora-se o sinal de menos.
H3P+5 o4

• Ácidos fortes, quando a ionização ocorre em grande extensão.
Exemplos: HCl, HBr, HI . Ácidos HxEOy, nos quais (y – x) ³ 2, como HClO4, HNO3 e H2SO4.

• Ácidos fracos, quando a ionização ocorre em pequena extensão.
Exemplos: H2S e ácidos HxEOy, nos quais (y – x) = 0, como HClO, H3BO3.

• Ácidos semifortes, quando a ionização ocorre em extensão intermediária.
Exemplos: HF e ácidos HxEOy, nos quais (y – x) = 1, como H3PO4, HNO2, H2SO3.
Exceção: H2CO3 é fraco, embora (y – x) = 1.

Ácidos – Características e os Principais Ácidos

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Características

Quando em solução aquosa, os ácidos se ionizam, isto é, dão origem a íons, produzindo como cátion H+ .
Em solução aquosa, os ácidos conduzem eletricidade. Isso ocorre porque os ácidos se desdobram em íons.
Os ácidos têm sabor azedo. O limão, o vinagre, o tamarindo contêm ácidos; é por isso que eles são azedos.
Os ácidos alteram a cor de certas substâncias chamadas indicadores. Os indicadores têm a propriedade de mudar a cor conforme o caráter ácido ou básico das soluções. O tornassol e a fenolftaleína são indicadores de ácidos e bases. A solução de fenolftaleína vermelha fica incolor em presença de um ácido. Já o papel de tornassol azul fica vermelho.
Os ácidos reagem com as bases, formando sais e água. Essa reação se chama reação de neutralização.
Principais ácidos

Ácido Clorídrico (HCl)–> O HCl impuro é comercializado com o nome de ácido muriático e é utilizado principalmente na limpeza de pisos ou de superfíceis metálicas antes da soldagem. O HCl é um componente do suco gástrico, conferindo a ele um pH adequado para a ação das enzimas digestivas gástricas.
Ácido Fluorídrico (HF) –> O HF tem a propriedade de corroer o vidro; por isso, é usado para fazer gravações em vidros e cristais.
Ácidos Sulfúrico (H2SO4) –> É utilizado nas baterias de automóvel, na fabricação de corantes, tintas, explosivos e papel; é tambem usado na indústria de fertilizantes agrícolas, permitindo a fabricação de produtos como o sulfato de amônio.
Ácido Nítrico (HNO3) –> É usado na fabricação de explosivos como o trinitrotolueno (TNT) e a nitroglicerina (dinamite); é muito útil para a indústria de fertilizantes agrícolas, permitindo a obtenção do salitre.
Ácido Cianídrico (HCN) –> Ácido utilizado em indústrias diversas, como nas de plásticos, acrílicos e corantes, entre outras. Mas ele tem também um destino sinistro: nos Estados Unidos, é usado nas “câmaras de gás” para executar pessoas condenadas à morte.

Acidente do Césio 137

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Foi um acidente radioativo ocorrido no dia 13 de setembro de 1987, em Goiânia, Goiás. No desastre foram contaminadas centenas de pessoas acidentalmente através de radiações emitidas por uma cápsula que continha césio-137. Foi o maior acidente radioativo do Brasil e o maior do mundo ocorrido fora das usinas nucleares. Tudo teve inicio com a curiosidade de dois catadores de lixo, que vasculhavam as antigas instalações do Instituto Goiano de Radioterapia (também conhecido como Santa Casa de Misericórdia), no centro de Goiânia.

No local eles acabaram encontrando um aparelho de radioterapia, eles removeram a maquina com a ajuda de um carrinho de mão e levaram o equipamento até a casa de um deles. Eles estavam interessados no que podiam ganhar vendendo as partes de metal e chumbo do aparelho em ferros-velho da cidade, ignoravam de todas as formas o que era aquela maquina e o que continha realmente em seu interior.

No período da desmontagem da maquina, eles foram expostos ao ambiente 19,26 g de cloreto de césio-137 (CsCl), tal substância um pó branco parecido com o sal de cozinha, porém no escuro ele brilha com uma coloração azul. Após cinco dias, a peça foi vendida a um proprietário de um ferro-velho, o qual se encantou com o brilho azul emitido pela substância. Crendo estar diante de algo sobrenatural, o dono do ferro-velho passou 4 dias recebendo amigos e curiosos interessados em conhecer o pó brilhante. Muitos levaram para suas casas pedrinhas da substância, parte do equipamento de radioterapia também foi para outro ferro-velho, de forma que gerou uma enorme contaminação com o material radioativo.

Os primeiros sintomas da contaminação (vômitos, náuseas, diarréia e tonturas) surgiram algumas horas após o contato com a substância, o que levou um grande número de pessoas a procura hospitais e farmácias, sendo medicadas apenas como pessoas portadoras de uma doença contagiosa. Mas tarde descobriu-se de que se tratava na verdade de sintomas de uma Síndrome Aguda de Radiação. Somente no dia 29 de setembro de 1987 é que os sintomas foram qualificados como contaminação radioativa, e isso só foi possível devido à esposa do dono do ferro-velho ter levado parte da maquina de radioterapia até a sede da Vigilância Sanitária.

Os médicos que receberam o equipamento solicitaram a presença de um físico, pois tinham a suspeita de que se tratava de material radioativo. Então o físico nuclear Valter Mendes, de Goiânia, constatou que havia índices de radiação na Rua 57, do St. Aeroporto, bem como nas suas imediações também. Por suspeitar ser gravíssimo o acidente, ele acionou a então Comissão Nacional Nuclear (CNEN).

O então chefe do Departamento de Instalações Nucleares José Júlio Rosenthal, dirigiu-se no mesmo dia para Goiânia. Ao se deparar com um quadro preocupante, ele chamou o médico Alexandre Rodrigues de Oliveira, da Nuclebrás (atualmente, Indústrias Nucleares do Brasil) e também o médico Carlos Brandão da CNEN. Chegaram no dia seguinte, quando a secretaria de saúde do estado já fazia a triagem num estádio de futebol dos acidentados.

Uma das primeiras medidas foi separar toda a roupas das pessoas expostas ao material radioativo, lavá-las com água e sabão para a descontaminação externa. Após esta medida, as pessoas tomaram um quelante (substancia que elimina os efeitos da radiação, denominado de “azul da Prússia”). Com ele, as partículas de césio saem do organismo através da urina e das fezes.

Cerca de um mês após o acidente quatro pessoas vieram a óbito, a menina Leide das Neves, Maria Gabriela e dois funcionários do ferro-velho e cerca de 400 pessoas ficaram contaminadas. O trabalho de descontaminação dos locais atingidos geraram cerca de 13,4 toneladas de lixo (roupas, utensílios, materiais de construção, etc.) contaminado com o césio-137. Esse lixo encontra-se armazenado em cerca de 1.200 caixas, 2.900 tambores e 14 contêineres em um depósito construído na cidade de Abadia de Goiás, onde deve ficar por aproximadamente 180 anos.

Fonte: Internet

Expressões Idiomáticas

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Expressões idiomáticas ou idiomatismo são expressões que caracterizam por não identificar seu significado através de suas palavras individuais ou no sentido literal. Não é possível traduzi-las em outra língua e se originam de gírias e culturas de cada região.

Nas diversas regiões do país há várias expressões idiomáticas que são chamados dialetos. Não há um motivo lingüístico para que se considerem essas formas superiores ou inferiores às outras. Cada região valoriza e pesquisa nos últimos tempos o que pode ser feito para diminuir preconceitos lingüísticos. No modo cultural, as expressões usadas por uma pessoa que têm acesso à escola e aos meios de instrução formal são bastante diferentes das expressões usadas pelas pessoas privadas das escolas. Essas pessoas privadas das escolas desenvolvem expressões para que o determinado grupo social as compreenda e as usem. Assim origina as gírias.

Veja algumas expressões idiomáticas e seus significados abaixo:

Amarrar a cara: Fechar a cara e ficar zangado;
Bafo de onça: Mau hálito;
Chorar de barriga cheia: Reclamar sem motivo;
Dar com a língua nos dentes: Contar um segredo;
Estômago de avestruz: aquele que come qualquer coisa;
Ficar de olho: Vigiar;
Lavar as mãos: Não dar mais opinião;
Molhar o biscoito: Transar
Pé na jaca: Cometer excessos;
Quebrar o galho: Improvisar;
Trocar as bolas: Confundir-se;
Uó: Pessoa, coisa ou lugar desagradável;

Por Gabriela Cabral

Figuras de Linguagem

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São recursos que tornam mais expressivas as mensagens. Subdividem-se em figuras de som, figuras de construção, figuras de pensamento e figuras de palavras.

Figuras de som

a) aliteração: consiste na repetição ordenada de mesmos sons consonantais.
“Esperando, parada, pregada na pedra do porto.”

b) assonância: consiste na repetição ordenada de sons vocálicos idênticos.
“Sou um mulato nato no sentido lato
mulato democrático do litoral.”

c) paronomásia: consiste na aproximação de palavras de sons parecidos, mas de significados distintos.
“Eu que passo, penso e peço.”

Figuras de construção

a) elipse: consiste na omissão de um termo facilmente identificável pelo contexto.
“Na sala, apenas quatro ou cinco convidados.” (omissão de havia)

b) zeugma: consiste na elipse de um termo que já apareceu antes.
Ele prefere cinema; eu, teatro. (omissão de prefiro)

c) polissíndeto: consiste na repetição de conectivos ligando termos da oração ou elementos do período.
“ E sob as ondas ritmadas
e sob as nuvens e os ventos
e sob as pontes e sob o sarcasmo
e sob a gosma e sob o vômito (…)”

d) inversão: consiste na mudança da ordem natural dos termos na frase.
“De tudo ficou um pouco.
Do meu medo. Do teu asco.”

e) silepse: consiste na concordância não com o que vem expresso, mas com o que se sebentende, com o que está implícito. A silepse pode ser:

• De gênero
Vossa Excelência está preocupado.

• De número
Os lusíadas glorificou nossa literatura.

• De pessoa
“O que me parece inexplicável é que os brasileiros persistamos em comer essa coisinha verde e mole que se derrete na boca.”

f) anacoluto: consiste em deixar um termo solto na frase. Normalmente, isso ocorre porque se inicia uma determinada construção sintática e depois se opta por outra.
A vida, não sei realmente se ela vale alguma coisa.

g) pleonasmo: consiste numa redundância cuja finalidade é reforçar a mensagem.
“E rir meu riso e derramar meu pranto.”

h) anáfora: consiste na repetição de uma mesma palavra no início de versos ou frases.
“ Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer”

Figuras de pensamento

a) antítese: consiste na aproximação de termos contrários, de palavras que se opõem pelo sentido.
“Os jardins têm vida e morte.”

b) ironia: é a figura que apresenta um termo em sentido oposto ao usual, obtendo-se, com isso, efeito crítico ou humorístico.
“A excelente Dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças.”

c) eufemismo: consiste em substituir uma expressão por outra menos brusca; em síntese, procura-se suavizar alguma afirmação desagradável.
Ele enriqueceu por meios ilícitos. (em vez de ele roubou)

d) hipérbole: trata-se de exagerar uma idéia com finalidade enfática.
Estou morrendo de sede. (em vez de estou com muita sede)

e) prosopopéia ou personificação: consiste em atribuir a seres inanimados predicativos que são próprios de seres animados.
O jardim olhava as crianças sem dizer nada.

f) gradação ou clímax: é a apresentação de idéias em progressão ascendente (clímax) ou descendente (anticlímax)
“Um coração chagado de desejos
Latejando, batendo, restrugindo.”

g) apóstrofe: consiste na interpelação enfática a alguém (ou alguma coisa personificada).
“Senhor Deus dos desgraçados!
Dizei-me vós, Senhor Deus!”

Figuras de palavras

a) metáfora: consiste em empregar um termo com significado diferente do habitual, com base numa relação de similaridade entre o sentido próprio e o sentido figurado. A metáfora implica, pois, uma comparação em que o conectivo comparativo fica subentendido.
“Meu pensamento é um rio subterrâneo.”

b) metonímia: como a metáfora, consiste numa transposição de significado, ou seja, uma palavra que usualmente significa uma coisa passa a ser usada com outro significado. Todavia, a transposição de significados não é mais feita com base em traços de semelhança, como na metáfora. A metonímia explora sempre alguma relação lógica entre os termos. Observe:
Não tinha teto em que se abrigasse. (teto em lugar de casa)

c) catacrese: ocorre quando, por falta de um termo específico para designar um conceito, torna-se outro por empréstimo. Entretanto, devido ao uso contínuo, não mais se percebe que ele está sendo empregado em sentido figurado.
O pé da mesa estava quebrado.

d) antonomásia ou perífrase: consiste em substituir um nome por uma expressão que o identifique com facilidade:
…os quatro rapazes de Liverpool (em vez de os Beatles)

e) sinestesia: trata-se de mesclar, numa expressão, sensações percebidas por diferentes órgãos do sentido.
A luz crua da madrugada invadia meu quarto.

Vícios de linguagem

A gramática é um conjunto de regras que estabelecem um determinado uso da língua, denominado norma culta ou língua padrão. Acontece que as normas estabelecidas pela gramática normativa nem sempre são obedecidas pelo falante.
Quando o falante se desvia do padrão para alcançar uma maior expressividade, ocorrem as figuras de linguagem. Quando o desvio se dá pelo não-conhecimento da norma culta, temos os chamados vícios de linguagem.

a) barbarismo: consiste em gravar ou pronunciar uma palavra em desacordo com a norma culta.
pesquiza (em vez de pesquisa)
prototipo (em vez de protótipo)

b) solecismo: consiste em desviar-se da norma culta na construção sintática.
Fazem dois meses que ele não aparece. (em vez de faz ; desvio na sintaxe de concordância)

c) ambigüidade ou anfibologia: trata-se de construir a frase de um modo tal que ela apresente mais de um sentido.
O guarda deteve o suspeito em sua casa. (na casa de quem: do guarda ou do suspeito?)

d) cacófato: consiste no mau som produzido pela junção de palavras.
Paguei cinco mil reais por cada.

e) pleonasmo: consiste na repetição desnecessária de uma idéia.
A brisa matinal da manhã deixava-o satisfeito.

f) neologismo: é a criação desnecessária de palavras novas.
Segundo Mário Prata, se adolescente é aquele que está entre a infância e a idade adulta, envelhescente é aquele que está entre a idade adulta e a velhice.

g) arcaísmo: consiste na utilização de palavras que já caíram em desuso.
Vossa Mercê me permite falar? (em vez de você)

h) eco: trata-se da repetição de palavras terminadas pelo mesmo som.
O menino repetente mente alegremente.