TRÁS OU TRAZ?

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“Trás”, com “s” e acento, é advérbio de lugar e vem sempre introduzido por preposição: “Ele saiu de trás do carro”; “Ele andou para trás”; “O ônibus passa por trás da prefeitura”.

“Traz”, com “z” e sem acento, é a terceira pessoa do presente do indicativo do verbo “trazer”: “Ele traz sempre uma mensagem de otimismo”.

DICAS DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

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DICAS DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

Não só os alunos afirmam gratuitamente que a interpretação depende de cada um. Na realidade,
isto é para fugir a um problema que não é de difícil solução por meio de sofisma
(= argumento aparentemente válido, mas, na realidade, não conclusivo, e – que supõe má fé por parte de quem o apresenta).

Podemos, tranqüilamente, ser bem-sucedidos numa interpretação de um texto

Para isso, devemos observar o seguinte:

1. Ler todo o texto, procurando ter uma visão geral do assunto.

2.Se encontrar palavras desconhecidas, não interrompa a leitura, vá até o fim, ininterruptamente.

3.Ler, ler bem, ler profundamente, ou seja, ler o texto pelo menos umas três vezes ou mais.

4.Voltar ao texto tantas quantas vezes precisar.

5.Esclarecer o vocabulário.

6.Entender o vocabulário.

7.Viver a história.

8.Não permitir que prevaleçam suas idéias sobre as do autor.

9.Interpretar o que o autor escreveu e não o que você pensa.

10.Partir o texto em pedaços (parágrafos, partes) do texto correspondente.

11. Centralizar cada questão ao pedaço (parágrafos, partes) do texto correspondente.

12.Ative sua leitura.

13.Verificar, com atenção e cuidado, o enunciado de cada questão.

14.Ver, perceber, sentir, apalpar o que se pergunta e o que se pede.

15.Cuidado com os vocábulos: destoa (= diferente de…) , não, correta, incorreta, certa, errada, falsa, verdadeira, exceto,
e outras… palavras que aparecem nas perguntas e que às vezes, dificultam a entender o que se perguntou e o que se pediu.

16.Quando duas alternativas lhe parecem corretas ou certas, procurar a mais exata ou a mais completa .

17.Ler com perspicácia, sutileza, malícia nas entrelinhas.

18.Quando o autor apenas sugerir idéia, procurar um fundamento de lógica objetiva.

19.Não se deve preocupar com a arrumação das letras nas alternativas.

20.As perguntas são fáceis, dependendo de quem lê o texto ou como o leu.

21.Cuidado com as opiniões pessoais, elas não existem.

22.Sentir, perceber a mensagem do autor.

23.Cuidado com a exatidão das questões em relação ao texto.

24.Cuidado com as questões voltadas para dados superficiais.

25.Não se deve procurar a verdade exata dentro da resposta, mas a opção que melhor enquadre no sentido do texto.

26.Às vezes, a etimologia ou a semelhança das palavras denuncia a resposta .

27.Descobrir o assunto e procurar pensar sobre ele.

28.Procurar estabelecer quais foram as opiniões expostas pelo autor, definindo o tema e a mensagem.

29.O autor defende idéias e você deve percebê-las.

30.Os adjuntos adverbiais e os predicativos do sujeito são importantíssimos na interpretação do texto.

Exemplo:

Ele morreu de fome.
de fome: adjunto adverbial de causa, determina a causa na realização do fato (= a causa da morte dele)

Ele morreu faminto
Faminto : predicativo do sujeito, é o estado em que “ele” se encontrava quando morreu.

31.Todos os termos da análise sintática, cada termo tem seu valor, sua importância.

32.As orações coordenadas não têm oração principal, apenas as idéias estão coordenadas entre si.

33.Todas as orações subordinadas têm oração principal e as idéias se completam.

34.Os adjetivos ligados a um substantivo vão dar a ele maior clareza de expressão, aumentando-lhe ou determinando-lhe o significado

"A" X "HÁ": A NOÇÃO DE TEMPO

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“A” X “HÁ”: A NOÇÃO DE TEMPO

Um dos empregos do verbo haver é aquele que aponta para a noção de tempo decorrido. Quando expressa esse sentido, o verbo haver torna-se um verbo impessoal.

É importante anotar a grafia correta do verbo haver na construção de orações com as quais se pretenda expressar essa noção de tempo decorrido. Não raro, confunde-se a grafia da forma verbal HÁ com a preposição ou artigo A. Emprega-se a preposição “a”, em oposição a “há”, quando quer-se expressar a noção de tempo futuro. Dessa forma, o “a” anuncia um acontecimento vindouro, ao passo que “há” remete a um acontecimento passado.

Exemplos:

O mensageiro procurava por seu endereço a meses. [Inadequado]
O mensageiro procurava por seu endereço há meses. [Adequado]

Posto de serviços há vinte minutos. [Inadequado]
Posto de serviços a vinte minutos. [Adequado]

MEIO X MEIA

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MEIO X MEIA

Uma regra prática para empregar corretamente o advérbio meio ou o adjetivo meia é tentar substituir esses termos pelas palavras mais ou menos e metade, respectivamente. Onde couber a palavra mais ou menos, emprega-se o termo meio (advérbio); onde couber a palavra metade, emprega-se o termo meia (adjetivo).

Exemplos:

Eles acrescentaram meia porção de frios ao pedido original. [Adjetivo]
…[meia porção = metade de uma porção]

Elas estavam meio preocupadas hoje. [Advérbio]
…[meio preocupadas = mais ou menos preocupadas]

Freqüentemente se confunde o emprego correto da palavra meio em sentenças indicativas de período de tempo. Vejamos, então, os exemplos:

São exatamente meio-dia e meio. [Inadequado]

São exatamente meio-dia e meia. [Adequado]
Nesse caso a palavra meio é empregada como adjetivo nos dois momentos: no primeiro caso está qualificando a palavra dia (metade de um dia; dia = substantivo masculino); no segundo caso está qualificando a palavra hora, (metade de uma hora = meia hora; hora = substantivo feminino).

FUNÇÕES SINTÁTICAS DO PRONOME RELATIVO

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FUNÇÕES SINTÁTICAS DO PRONOME RELATIVO

Os pronomes relativos desempenham função sintática, na oração adjetiva. Para analisá-los, o melhor procedimento é montar a oração adjetiva substituindo o pronome relativo pelo seu antecedente. O próximo passo é verificar a função sintática que o antecedente do pronome relativo exerce na oração adjetiva. A função sintática que ele exerce na oração adjetiva será a mesma exercida pelo pronome relativo:

a.sujeito:
Fortaleza, [que é a capital do Ceará], é uma linda cidade.

(que substitui Fortaleza – Fortaleza é a capital do Ceará – Fortaleza – sujeito)

b.objeto direto:
Os trabalhos [que faço] me dão prazer.

(que substitui os trabalhos – faço os trabalhos – os trabalhos: objeto direto)

c.objeto indireto:
As pessoas [de quem gostamos] compareceram à festa.

(quem substitui as pessoas – gostamos das pessoas – das pessoas: objeto indireto)

d.predicativo do sujeito:
O atleta saudável, [que ele sempre foi,] hoje está fora das pistas por causa de um acidente.

(que substitui o atleta saudável – ele sempre foi o atleta saudável – o atleta saudável: predicativo do sujeito)

e.predicativo do objeto:
Ele não é mais o jogador ágil [que todos o julgavam até o ano passado].

(que substitui o jogador ágil – todos o julgavam o jogador ágil – o jogador: objeto direto e ágil: predicativo do objeto)

f.complemento nominal:
O filme [a que fizeram referência] foi premiado.

(que substitui o filme – fizeram referência ao filme – ao filme: complemento nominal)

g.adjunto adnominal:
O menino [cujo pai é médico] deverá seguir a carreira do pai.

(cujo substitui o menino – o pai do menino é médico – do menino: adjunto adnominal)

h.agente da passiva:
O jornalista [por quem fui entrevistado] deixou-me bem à vontade.

(quem substitui o jornalista – fui entrevistado pelo jornalista – pelo jornalista: agente da passiva)

i.adjunto adverbial:
A cidade [em que moro] é bastante tranqüila.

(que substitui a cidade – moro na cidade – na cidade: adjunto adverbial)

CLASSE DE PALAVRA X FUNÇÃO SINTÁTICA

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CLASSE DE PALAVRA X FUNÇÃO SINTÁTICA

Como princípio, cabe marcar a diferença entre a classe de uma palavra e a sua função em uma oração. Para fazer isso, apresentar-se-á, inicialmente uma lista de classes, contraposta a uma lista de funções.

Nota-se, com essa divisão, que o que uma categoria é bem diferente da outra. De fato, cada uma é utilizada com fins distintos dos da outra. Vamos tentar captar essa diferença por meio de exemplos: a palavra mesa, apresentada dessa maneira, já pode ser classificada
em uma das classes, mas não em uma das funções. Dentro do primeiro grupo, ela pode ser classificada sem maiores problemas como um substantivo.

No segundo grupo, no entanto, não se pode dizer que ela seja, por exemplo, sujeito. Ela o seria, de fato, na oração a mesa é grande, mas faria parte de um adjunto adverbial na oração sentei na mesa. Depreende-se, daí, que a classe de uma palavra é determinável sem ela estar em uma oração (contanto que ela tenha um significado determinado). Já a função sintática só é determinável no contexto de uma oração.

NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO – ACENTO DIFERENCIAL

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NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO – ACENTO DIFERENCIAL

Perdem o acento gráfico as palavras paroxítonas que, tendo vogal tônica aberta ou fechada, são homógrafas, ou seja, têm a mesma grafia.
Importante: perde o acento gráfico o verbo parar quando entra num composto separado por hífen: para-balas, para-brisa(s), para-choque(s), para-lama(s) e outras. Também não é acentuada nem recebe apóstrofo a forma monossílaba pra, redução de para.

Obs. Apenas duas palavras permanecem acentuadas para se distinguir pelo acento gráfico: pôr (verbo) para diferenciar de por (preposição) e pôde (verbo na 3ª pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo) para diferenciar de pode (3ª pessoa do singular do presente do indicativo).

Assim, deixam de se distinguir pelo acento gráfico as seguintes palavras:

INFINITO – CONCORDÂNCIA

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INFINITO – CONCORDÂNCIA

Conceitos: Antes de entender de uma vez por todas o emprego do infinitivo, urge saber que a eufonia (som agradável) deve imperar no seu emprego.

As regras trazidas pelas gramáticas não são sólidas e estão, segundo os próprios livros, submetidas ao princípio da agradabilidade sonora. Isso quer dizer que, em alguns casos, é possível renunciar às poucas regras enunciadas, em virtude de uma sonoridade mais natural e agradável. Para entendermos as regras, vamos compreender alguns conceitos:

1) infinitivo – é o verbo em seu estado natural, terminando em ar, er ou ir (e or, no caso do verbo pôr). Exemplos: cantar, estudar, vender, soer, partir, etc.;

2) infinitivo pessoal – é aquele que, como o próprio nome diz, se refere às pessoas do discurso. Exemplos: para eu amar, para tu amares, para ele amar, para nós amarmos, para vós amardes, para eles amarem. Veja que em tu, nós, vós e eles há uma terminação especial no verbo, que indica que ele é flexionado (mos, por exemplo, mostra que o verbo se refere à pessoa nós);

3) infinitivo impessoal – é o infinitivo que não se flexiona de acordo com as pessoas do discurso. Fica sempre do mesmo jeito: chorar, amar, sofrer, resistir, etc.

1) Tomemos como exemplo a frase A professora ensinou os alunos a estudarem. A Gramática padrão reza que o infinitivo deve ser flexionado: A professora ensinou os alunos a estudarem. Por quê? É que essa frase tem dois verbos (ensinar e estudar), cada um com seu sujeito, o qual é encontrado perguntando-se Quem? ao verbo. Quem ensinou? A professora é sujeito; Quem estudar? Os alunos é o sujeito. Viu só? Essa é uma das principais regras do infinitivo. É notório que, se os dois verbos possuírem o mesmo sujeito, o infinitivo será impessoal: Elas devem repor as energias (quem deve? Elas; quem repor? Elas). Ficaria bastante ruim Elas devem “reporem”.

Detalhe importante: se o verbo introduzido por preposição (principalmente a, sem, com, em, de) estiver no início da frase, preferir-se-á o infinitivo flexionado, mesmo que tenha o mesmo sujeito do outro verbo da frase: Sem comerem, ficarão desnutridos. Por eufonia, no entanto, pode-se manter o infinitivo não-flexionado, principalmente quando o verbo vier depois do sujeito: Ficarão desesperados ao encontrar o pai.

2) A professora mandou os alunos estudar ou estudarem? Tanto faz. Pode usar o infinitivo pessoal ou o impessoal (ver Deixa eu, deixa-me). Atente nos verbos mandar, fazer, sentir, deixar, ouvir, ver, etc., quando seguidos de sujeito de um verbo no infinitivo. Nesses casos, o infinitivo pode flexionar-se ou não. Veja só: Você já deixou AS MENINAS brincarem (ou brincar)? Verbo deixar + sujeito (as meninas) + verbo no infinitivo (brincar ou brincarem). Outros exemplos: Todos os deputados ouviram AQUELAS CRIANÇAS gritarem (ou gritar); Veja OS BOIS morrerem (ou morrer); etc. Observação: se o sujeito do verbo no infinitivo for um pronome oblíquo (o, a, os, as, me, te, se, nos, vos), o infinitivo obrigatoriamente será impessoal (não-flexionado).

Exemplos: Eu OS vi morrer (quem morrer? Os – que substitui os bois – é o sujeito; Você já AS deixou brincar?; “E não NOS deixeis cair em tentação”; etc. Aconselha-se, no entanto, que o infinitivo seja flexionado quando a ação for reflexiva (sai do sujeito e volta a ele), recíproca (troca de ações entre seres) ou passiva (o sujeito sofre
uma ação): Vi-os ajoelharem-se perante mim (a ação de ajoelhar residiu no próprio sujeito); Deixamos os garotos se olharem (um olhou o outro – troca de ações); Deixamos as moedas se gastarem (… as moedas serem gastas – veja que as moedas sofrem a ação de serem gastas). Aliás, sempre que estiver na voz passiva, o infinitivo será flexionado se o sujeito for plural: Os trabalhos a serem feitos estão na mesa; O trabalho a ser feito…

3) Quando se quiser enfatizar que o sujeito da ação é indeterminado (não se sabe quem é ou não se quer revelar), o infinitivo é flexionado. Exemplo: Ouvi falarem mal de você.

4) É bastante freqüente também a construção de locuções (locução, em Gramática, é o mesmo que duas ou mais palavras desempenhando o papel de uma) com os verbos continuar, estar, começar, acabar, tornar, etc. + preposição a ou de + verbo no infinitivo.

Exemplos: Elas começaram a chorar; Nossos primos acabaram de chegar; Vocês continuarão a nos provocar?; etc. Como se pode observar, o infinitivo não é flexionado nesse caso. Na verdade, ele já foi discutido, pois trata-se de verbos que possuem o mesmo sujeito.

5) Quando o infinitivo complementar adjetivos (fácil, difícil, bom, disposto, cansado, etc.), também não será flexionado.

Exemplos: Que exercícios difíceis de resolver; Os soldados estão dispostos a morrer pela pátria?; etc.

SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS

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SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS

Saiba tudo sobre a significação das palavras: Sinônimos, Antônimos, Homônimos, Homônimos Perfeitos, Homônimos Homófonos, Homônimos Homófragos, Parônimos e a lista completa de parônimos.
Sinônimos

São palavras que apresentam, entre si, o mesmo significado.

triste = melancólico.
resgatar = recuperar
maciço = compacto
ratificar = confirmar
digno = decente, honesto
reminiscências = lembranças
insipiente = ignorante.

Antônimos

São palavras que apresentam, entre si, sentidos opostos, contrários. bom x mau bem x mal condenar x absolver simplificar x complicar

Homônimos

São palavras iguais na forma e diferentes na significação. Há três tipos de homônimos:

Homônimos Perfeitos

Têm a mesma grafia e o mesmo som. cedo (advérbio) e cedo (verbo ceder); meio (numeral), meio (adjetivo) e meio (substantivo).

Homônimos Homófonos

Têm o mesmo som e grafias diferentes.

sessão (reunião), seção (repartição) e cessão (ato de ceder); concerto (harmonia) e conserto (remendo).

Homônimos Homófagros

Têm a mesma grafia e sons diferentes.

almoço (refeição) e almoço (verbo almoçar); sede (vontade de beber) e sede (residência).

Parônimos

São palavras de significação diferente, mas de forma parecida, semelhante.

retificar e ratificar; emergir e imergir.

Lista de Parônimos
acender = atear fogo
ascender = subir
acerca de = a respeito de, sobre
cerca de = aproximadamente
há cerca de = faz aproximadamente, existe
aproximadamente, acontece aproximadamente
afim = semelhante, com afinidade
a fim de = com a finalidade de
amoral = indiferente à moral
imoral = contra a moral, libertino, devasso
apreçar = marcar o preço
apressar = acelerar
arrear = pôr arreios
arriar = abaixar
bucho = estômago de ruminantes
buxo = arbusto ornamental
caçar = abater a caça
cassar = anular
cela = aposento
sela = arreio
censo = recenseamento
senso = juízo
cessão = ato de doar
seção ou secção = corte, divisão
sessão = reunião
chá = bebida
xá = título de soberano no Oriente
chalé = casa campestre
xale = cobertura para os ombros
cheque = ordem de pagamento
xeque = lance do jogo de xadrez, contratempo
comprimento = extensão
cumprimento = saudação
concertar = harmonizar, combinar
consertar = remendar, reparar
conjetura = suposição, hipótese
conjuntura = situação, circunstância
coser = costurar
cozer = cozinhar
deferir = conceder
diferir = adiar
descrição = representação
discrição = ato de ser discreto
descriminar = inocentar
discriminar = diferençar, distinguir
despensa = compartimento
dispensa = desobrigação
despercebido = sem atenção, desatento
desapercebido = desprevenido
discente = relativo a alunos
docente = relativo a professores
emergir = vir à tona
imergir = mergulhar
emigrante = o que sai
imigrante = o que entra
eminente = nobre, alto, excelente
iminente = prestes a acontecer
esperto = ativo, inteligente, vivo
experto = perito, entendido
espiar = olhar sorrateiramente
expiar = sofrer pena ou castigo
estada = permanência de pessoa
estadia = permanência de veículo
flagrante = evidente
fragrante = aromático
fúsil = que se pode fundir
fuzil = carabina
fusível = resistência de fusibilidade calibrada
incerto = duvidoso
inserto = inserido, incluso
incipiente = iniciante
insipiente = ignorante
indefesso = incansável
indefeso = sem defesa
infringir = transgredir, violar, desrespeitar
intemerato = puro, íntegro, incorrupto
intimorato = destemido, valente, corajoso
intercessão = súplica, rogo
interse(c)ção = ponto de encontro de duas
linhas
laço = laçada
lasso = cansado, frouxo
ratificar = confirmar
retificar = corrigir
soar = produzir som
suar = transpirar
sortir = abastecer
surtir = originar
sustar = suspender
suster = sustentar
tacha = brocha, pequeno prego
taxa = tributo
tachar = censurar, notar defeito em
taxar = estabelecer o preço
vultoso = volumoso
vultuoso = atacado de vultuosidade (congestão na face)

TRANSLINEAÇÃO

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O que você faz quando está escrevendo um texto e precisa “quebrar” uma palavra e colocá-la em outra linha? Você pode não saber, mas toda vez que você faz isso você está fazendo uma translineação. Translineação é a mudança, na escrita, de uma linha para outra, ficando parte da palavra no final da linha superior e parte no início da linha inferior.

Regras para a translineação:

a) Não se deve deixar apenas uma letra pertencente a uma palavra no início ou no final de linha.
Por exemplo: em translineações são inadequadas as separações: “pesso-a”, “a-í”, samambai-a”, “a-meixa”, “e-tíope”, “ortografi-a”.

b) Não se deve, em final ou início de linha, quando a separação for efetuada, deixar formar-se palavra estranha ao contexto.
Por exemplo: em translineações são inadequadas as separações: “presi-dente” “samam-baia”, “quero-sene”, “fa-lavam”, “para-guaia”.

c) Na translineação de palavras com hífen, se a partição coincide com o fim de um dos elementos, não se deve repetir o hífen na linha seguinte.
Por exemplo: pombocorreio e não pombo-correio.

Veja todas as regras de translineação: