DINÂMICA DE COLABORAÇÃO EM EQUIPE

0

Material:
Gravador. CD com músicas bem animadas.
Duas argolas com fitas de elástico de 60 cm cada.
Um alvo.
Objetivo:
Integração. Promover maior descontração. Exercitar a colaboração e o trabalho em equipe.

Desenvolvimento:
1- O facilitador divide os participantes em duas equipes.
2- Cada participante deverá passar dentro da argola de elástico, dirigir-se até o alvo, retornar à equipe e encostar a mão no próximo jogador.
3- O objetivo é que todos os integrantes de cada equipe passem pela argola no menor tempo possível. Cada equipe deverá providenciar para que isso seja possível.
4- Plenária: Cada um expressa o que achou da dinâmica: Gostou?
Sentiu alguma dificuldade, por que? Qual foi o objetivo da dinâmica?
Outra opção: Deixar o grupo todo como uma grande equipe, cujo objetivo é todos passarem pela argola no menor tempo possível.

PRINCIPAIS FALHAS DA DINÂMICA EM PROCESSOS DE SELEÇÃO

0

PRINCIPAIS FALHAS DA DINÂMICA EM PROCESSOS DE SELEÇÃO

A dinâmica de grupo é, sem sombra de dúvida, uma ferramenta de enorme importância para o processo de seleção de pessoal. Porém, o que me preocupa é como essa importante ferramenta vem sendo utilizada por alguns profissionais de forma incorreta.

Um profissional que utiliza de forma equivocada, uma ferramenta da grandeza que é a dinâmica de grupo, não está simplesmente anulando um processo da seleção de pessoal, mas sim utilizando uma ferramenta que em vez de ajudá-lo, prejudicará o resultado. Uma ferramenta, má utilizada, servindo de apoio para tomada de decisões, tornará o resultado da decisão consideravelmente insatisfatório.

Em uma pesquisa realizada com dez profissionais da área de Seleção de Pessoal, foi constatado que todos utilizam a dinâmica de grupo em seus processos de seleção. Porém, não se mostrou uma preocupação, por parte desses profissionais, com o tipo de cargo para o qual a vaga está aberta, ou com o material de apoio para a aplicação dessa dinâmica.

Outro problema identificado na aplicação da dinâmica de grupo foi quanto à quantidade de participantes, onde quase metade dos entrevistados foi submetida a uma única dinâmica. Isso dificulta, certamente, a avaliação da mesma ou até mesmo atrapalha a aplicação, pois quanto maior o número de participantes, mais difícil o esclarecimento dos objetivos em relação àquela atividade.

A pesquisa também constatou que alguns profissionais nunca participaram de grande parte das dinâmicas de grupo que eles próprios aplicaram. Esse fato também dificulta a avaliação, pois o administrador nunca terá, ele próprio, experimentado as situações que submeteu os candidatos.

Dois outros fatores importantes identificados foram que boa parte dos profissionais entrevistados, nunca participou de qualquer curso ou treinamento sobre a aplicação da dinâmica de grupo em seleção de pessoal. Isso pode ser um fator de justificativa para os problemas citados anteriormente, pois como poderia um profissional utilizar uma ferramenta da qual ele não conhece?

O outro fator é que mais da metade da amostra entrevistada possui menos de cinco anos de experiência, o que deve ter alguma relação com a utilização em massa da dinâmica de grupo.

Fica, então, como sugestão para os profissionais atuantes na área de seleção de pessoal que utilizem sim a dinâmica de grupo. Porém, com critérios bem determinados e nunca como a única ferramenta do processo, nem mesmo como a mais importante, até porque, não existe recurso mais ou menos importante, o que há é a mais conveniente para determinado momento.

É muito relevante que os profissionais busquem cursos para se aperfeiçoarem nas técnicas de aplicação da dinâmica, que revejam o material de apoio utilizado e que, principalmente, não utilizem a dinâmica de grupo apenas para se enquadrar à maioria, pois com isso estariam utilizando a “técnica pela técnica”.

Respondendo à problemática desse artigo: “Em que momento a dinâmica de grupo pode passar a ser ineficiente para um processo de seleção de pessoal?”. Através desse trabalho, conclui-se que, a dinâmica de grupo será ineficiente quando utilizada de forma “irracional”, ou seja, sem observar as técnicas e as regras de aplicação da mesma.

Concluindo, mais uma vez, é importante lembrar que a dinâmica de grupo é sim uma ferramenta de imensa importância para a seleção de pessoal. Porém, cabe ao profissional responsável pela seleção utilizá-la da melhor forma possível para complementar as demais ferramentas existentes, mas nunca como única e exclusiva fonte de informações para a seleção de pessoal.

TEORIA DE CAMPO DE KURT LEWIN

0

Em 1935, Kurt Lewin já se referia em suas pesquisas sobre comportamento social, ao importante papel da motivação.

Para melhor explicar a motivação do comportamento, elaborou a teoria de campo, que se baseia em duas suposições fundamentais.

a) o comportamento humano é derivado da totalidade de fatos coexistentes;

b) esses fatos coexistentes têm o caráter de um campo dinâmico, no qual cada parte do campo depende de uma inter-relação com as demais outras partes.

O comportamento humano não depende somente do passado, ou do futuro, mas do campo dinâmico atual e presente.

Esse campo dinâmico é “o espaço de vida que contém a pessoa e o seu ambiente psicológico”.

Lewin propõe a seguinte equação , para explicar o comportamento humano:

C = f (P,M)

onde o comportamento (C) é função (f) ou resultado da

interação entre a pessoa (P) e o meio ambiente (M) que a

rodeia.

O ambiente psicológico (ou ambiente comportamental) é o ambiente tal como é percebido e interpretado pela pessoa.

Mais do que isso, é o ambiente relacionado com as atuais necessidades do indivíduo.

Alguns objetos, pessoas ou situações podem adquirir valência no ambiente psicológico,

determinando um campo dinâmico de forças psicológicas.

Os objetos, pessoas ou situações adquirem para o indivíduo uma valência positiva (quando podem ou prometem satisfazer necessidades presentes do individuo) ou valência negativa (quando podem ou prometem ocasionar algum prejuízo).

Os objetos, pessoas ou situações de valência positiva atraem o indivíduo e os de valência negativa o repelem. A atração é a força ou vetor dirigido para o objeto, pessoa ou situação; a repulsa é a força ou vetor que o leva a se afastar

do objeto, pessoa ou situação, tentando escapar.

Um vetor tende sempre a produzir locomoção em uma certa direção. Quando dois ou mais vetores atuam sobre uma pessoa ao mesmo tempo, a locomoção é uma espécie de resultante de forças.

Lewin utilizou uma combinação de análise topológica (para mapear o espaço vital) e vetorial (para indicar a força dos motivos no comportamento), desenvolveu uma série de experimentos sobre a motivação, a satisfação e a frustração e os efeitos da liderança autocrática e democrática em grupos de trabalho, etc.

Lewin foi um profundo inspirador dos autores da Escola das Relações Humanas e das demais outras teorias desenvolvidas a partir desta.

Ciclo Motivacional

A partir da Teoria das Relações Humanas, todo o acervo de teorias psicológicas acerca da motivação humana passou a ser aplicado dentro da empresa. Verificou-se que todo comportamento humano é motivado.

Que a motivação, no sentido psicológico, é a tensão persistente que leva o individuo a alguma forma de comportamento visando à satisfação de uma ou mais determinadas necessidades.

O organismo humano permanece em estado de equilíbrio psicológico (equilíbrio de forças psicológicas, segundo Lewin), até que um estímulo o rompa e crie uma necessidade.

Essa necessidade provoca um estado de tensão em substituição ao anterior estado de equilíbrio.

A tensão conduz a um comportamento ou ação capazes de atingir alguma forma de satisfação daquela necessidade.

Quando satisfeita a necessidade, o organismo retoma ao seu estado de equilíbrio inicial, até que outro estímulo sobrevenha.

Toda satisfação é basicamente uma liberação de tensão, uma descarga tensional que permite o retorno ao equilíbrio anterior.

Ciclo Motivacional I

Nem sempre a satisfação das necessidades é obtida. Pode existir alguma barreira ou obstáculo ao alcance da satisfação de alguma necessidade. Toda vez que alguma satisfação é bloqueada por alguma barreira, ocorre frustração.

Havendo frustração a tensão existente não é liberada através da descarga provocada pela satisfação. Essa tensão acumulada no organismo mantém o estado de desequilíbrio.

Por outro lado, o ciclo motivacional pode ter outra solução além da satisfação da necessidade ou da sua frustração: a compensação ou transferência. Ocorre a compensação (ou transferência) quando o indivíduo tenta satisfazer alguma necessidade impossível de ser satisfeita, através da satisfação de outra necessidade complementar ou substitutiva.

Assim, a satisfação de outra necessidade aplaca a necessidade mais importante e reduz ou evita a frustração. Desta forma toda necessidade humana pode ser satisfeita, frustrada ou compensada.

Ciclo Motivacional II

O homem frustrado pode se tornar agressivo. A liberação da tensão acumulada pode acontecer a agressividade física, verbal , simbólica, etc…

Tensão retida pela não-satisfação da necessidade pode provocar formas de reação, como ansiedade, aflição, estados de intenso nervosismo ou ainda outras formas de conseqüência, como insônia, distúrbios circulatórios, digestivos etc;

Estilos de Comportamento Motivacional

Participar: é o organizador do comportamento motivacional das pessoas que se preocupam especialmente com o próprio desenvolvimento pessoal para poder fazer jus às responsabilidades que Ihes foram colocadas sobre os ombros.

Elas têm uma atitude de grande cooperação e são reconhecidas como formadoras de talentos. Facilmente se põem em ação quando ouvem a frase: “Preciso da sua ajuda”.

Agir: este estilo de comportamento motivacional se guia pela importância que dá aos desafios. Cheias de energia pessoal, essas pessoas agitam-se mais e são mais rápidas que a média das pessoas com as quais trabalha. No geral, esperam que sejam solicitadas a entrar em ação por meio da frase que lhe faz mais sentido: “Sei que você é capaz.”

Manter: é o organizador comportamental daqueles que se motivam especialmente por desempenhar atividades que demandem análise, lógica, organização. Trata-se de alguém que tem os pés no chão e a cabeça acima dos ombros. Sensibiliza-se quando é solicitado a desenvolver cuidadosamente um trabalho.

Conciliar: caracteriza aquele que tem grande habilidade de interação pessoal, sendo otimista e encorajando os demais a verem lados diferentes do problema que estão vivendo, sendo diplomatas e valorizando, sobretudo a harmonia no convívio, sente-se especialmente motivado em situação nas quais é solicitado a vender uma idéia.

Conclusão:

A compreensão mais ampla daquilo que foi definido como motivação não será conseguida senão dentro da medida em que se esteja atento com relação à dimensão de ordem interior ou intrínseca, devendo ser, por isso, um fenômeno comportamental qualitativamente diferente das ações condicionadas por estímulos externos.

Esse entendimento vai influenciar necessariamente o caráter típico da filosofia administrativa que se assume com relação ao elemento humano dentro das organizações.

A única coisa que se pode fazer para manter pessoas motivadas é conhecer suas necessidades e oferecer fatores de satisfação de tais necessidades.

O desconhecimento desse aspecto irá fazer com que paradoxalmente se consiga desmotivar as pessoas.

Portanto, a grande preocupação não reside em adotar estratégias que motivem as pessoas, mas principalmente criar um ambiente de trabalho no qual o trabalhador mantenha o tônus motivacional que tinha em seu primeiro dia de trabalho.

Referências Bibliográficas:

ARCHER, E. R. The myth “of motivation. The Personnel Administrator, EUA, Oec. 1978.
BENNIS, W. A formação do líder. São Paulo: Atlas, 1996.
BERGAMINI, C. Motivação no trabalho. São Paulo: Atlas, 1996.
DRUCKER, P. Fator humano e desempenho. São Paulo: Pioneira, 1977.
FAYOL, H. Administração industrial. São Paulo: Atlas, 1994.
FROMM, E. A análise do homem. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.
GOLEMAN, O. A inteligência emocional: a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.

DINÂMICA – ESTOURANDO BALÕES

0

Objetivo

Essa é uma atividade vitalizadora. Serve para energizar, despertar e descontrair o grupo. É um exercício de competição, vencerá aquele que conseguir manter-se, até o final, com os balões cheios, presos à cintura (ou pelo menos um).

Material

02 balões para cada participante

01 rolo de barbante

01 tesoura

Procedimentos

Distribuir dois balões e um pedaço de barbante para cada participante. O barbante deve ser suficientemente grande para permitir que o participante amarre os balões na altura da cintura – um de cada lado.

Encher os balões e prendê-los ao barbante, um de cada lado da cintura.

Cada pessoa deve tentar estourar os balões da outra, protegendo, ao mesmo tempo, os seus balões.

Deve utilizar apenas as mãos para estourar os balões, evitando palitos, alfinetes, até as unhas, que podem provocar acidentes.

DINÂMICA DO REPOLHO – A BATATA QUENTE

0

Objetivo

Esta é uma forma criativa de mensurar o conhecimento das pessoas, em relação a determinado assunto.

Material

Papel A4 com perguntas pré-elaboradas, pelo facilitador ou pelo grupo.

Procedimento

Elaborar previamente, questionamentos em folhas de papel para as pessoas responderem. Cada pergunta é colocada em folhas diferentes – uma em cada folha.

Enrolar cada folha, uma após a outra, de modo que todas fiquem como que envolvendo uma a outra, formando uma bola, assemelhada a um repolho.

Levar o repolho para a sala e passar para alguém específico ou solicitar um voluntário. Colocar uma música bem ritmada e ficar de costas para o grupo. O grupo vai passando o repolho enquanto a música toca. O facilitador deve parar a música subitamente e quem estiver com o repolho deverá retirar a primeira folha, ler o que está escrito e responder.

Se não souber a resposta passa para o próximo.

E assim sucessivamente até que a última folha seja respondida.

Variação:

Pode-se utilizar uma caixa tampada com as perguntas em seu interior.

DINÂMICA – PINTURA DOS QUADRADOS

0

Tenho boas e más notícias.

A má é que estamos perdidos.

A boa é que estamos indo a uma velocidade incrível.

Objetivo: Desenvolver planejamento, trabalho em equipe, flexibilidade, criatividade, trabalho em equipe, organização, liderança.

Material:

• 04 caixas de lápis de cor

• 02 apontadores

• 03 réguas

• 01 estilete

• 02 tesouras

• 02 caixas de giz de cera

Desenvolvimento:

Algum tempo antes de começar esta atividade (~ 30 minutos), o facilitador deve deixar uma pasta de plástico aberta sobre a mesa, contendo materiais soltos, como lápis de cor, régua, tesoura, estilete, apontador, dentre outros materiais.

1ª etapa:

• Dividir os componentes em grandes equipes, contendo aproximadamente dez integrantes cada (geralmente 4 grupos).

• Sem nenhuma explicação, pedir que cada equipe envie até à frente da sala um representante que julgue bastante ágil.

• Entregar a cada um deles a folha dos quadradinhos (já devidamente numerada com o número da equipe) com uma caixa de lápis de cor e pedir que pintem o mais rapidamente possível todos os quadradinhos com as cores correspondentes conforme está escrito no interior dos quadrados. Para isso terão 2 minutos. O facilitador entrega a folha e cronometra o tempo.

• Se alguma pergunta for feita ao facilitador, este deve responder normalmente, sem reter nenhuma informação.

• Após dois minutos, o facilitador recolhe as folhas. O facilitador diz que o trabalho desenvolvido demonstra uma atividade desenvolvida sem objetivo, explicação e por isso não está de acordo com os seus interesses. “Para quem não sabe aonde vai não há ventos favoráveis” é a idéia. O facilitador quer que os quadrados sejam bem pintados, sem permanecerem com regiões brancas em seu interior e sem terem riscos de lápis saindo ou entrando neles. Os quadrados que tiverem riscos ou áreas por pintar serão desconsiderados.

2ª etapa:

• Fala do facilitador: “Tudo que não tem um objetivo claro acaba se tornando confuso. Portanto, todas as equipes terão 3 minutos para desenvolver uma estratégia que lhes possibilite pintar da melhor forma no menor espaço de tempo possível”.

• Devolver a folha já pintada, para que a partir dela os membros da equipe explorem outras possibilidades, dizendo-lhes que serão dadas outras folhas limpas a seguir. O facilitador deve ser rigoroso com o tempo. Ao final de 3 minutos recomeçar a segunda etapa da atividade. Rapidamente, chamar os representantes e entregar a outra folha devidamente identificada com o número das equipes, tendo o cuidado de dar as folhas certas para cada equipe.

• Ao final de 2 minutos tornar a recolhê-las, fixando o que foi entregue no quadro de isopor ou colando-as na parede.

Processamento:

Explorar quais outros recursos poderiam ter sido usados para otimizar a atividade e que estratégias alternativas poderiam ter sido usadas. Deixar que o grupo por si só descubra tais possibilidades. O facilitador é apenas alguém que provoca tais percepções.

Ao final, fazer uma analogia da atividade com a forma como normalmente as pessoas buscam recursos para implementar os negócios, priorizando sempre as formas mais convencionais e esquecendo de ousar, de ir além daquilo que têm em mãos.

Geralmente acham que se não foram disponibilizados outros recursos é porque não poderiam ter sido usados. São as pessoas que não percebem da existência de tais recursos. Muitos estão atrelados a uma forma convencional e rígida de posicionamento!

Lembre que a palavra-chave para o sucesso no mundo dos negócios é percepção.

DINÂMICA – TORRE DE BABEL

0

Objetivo

Levar os participantes a vivenciarem a importância da criatividade na resolução de problemas e perceberem fatores que estimulam e bloqueiam o processo criativo.

Material

50 palitos de churrasco

fita crepe

barbante

cola

tesoura

fita métrica

Procedimento

O facilitador comunica aos participantes que deverão construir uma estrutura com os palitos de madeira, a mais alta possível . A equipe que construir a estrutura mais alta será a vencedora. Ao final do exercício as estruturas serão medidas, da base ao topo.

Os participantes terão à sua disposição o material necessário, distribuído em algumas mesas. Podem também utilizar qualquer material da sala ou das proximidades. Entretanto, o facilitador não deve dizer isto ao grupo. A iniciativa deve vir dos participantes.

Exploração

Procure explorar questões relativas aos seguintes aspectos:

– funcionamento grupal

– criatividade, enxergar por trás da consigna. O grupo construiu uma torre induzidos pelo nome da dinâmica, ou se deram conta de que uma estrutura pode ser vários canudinhos emendados um no outro?

– Utilização dos recursos disponíveis.

VITALIZADOR – DANÇA DO JORNAL

0

O facilitador divide o grupo em pares e entrega a cada um uma folha de jornal.

Dá as ordens dizendo que colocará uma música e os pares devem dançar dentro do limite do jornal e não podem colocar o pé para fora.

Quando a música é interrompida, os pares devem dobrar a folha de jornal em dois e o facilitador retorna com a música reforçando que eles devem dançar sem que saiam do limite do papel.

E assim sucessivamente, dobrando em quatro, oito, etc., até que somente em último par consiga ficar em cima do espaço da folha dobrada.

Observação:

Deve-se tomar cuidado com este vitalizador, pois para atingir o objetivo as pessoas deve, às vezes pular no colo de umas as outras, o que ser perigoso para pessoas de mais idades ou constrangedor para outras.

VITALIZADOR – O FEITIÇO CAIU EM MIM

0

Objetivo

Esta dinâmica pode ser considerada um exercício de integração, no entanto, é mais adequada para grupos que já se conhecem, objetivando o lazer e a descontração.

Material

Papeletas para cada participante

Procedimentos

Orientar para que todos fiquem sentados em círculo.

Distribuir papeletas e lápis para cada participante.

“Cada participante escreverá na sua papeleta alguma coisa que gostaria que o vizinho da direita realizasse. Pode ser qualquer coisa: imitar alguém, cantar uma música, imitar um animal, etc.”.

“Você deve assinar seu nome”.

Recolher todas as papeletas. Após, recolher, dar o mote:

“Aquilo que você não quiser para si, não deve desejar para os outros… portanto, o que você escreveu na sua papeleta, quem vai executar é você!”.

Redistribuir as papeletas a outras pessoas para que cada participante leia em voz o que está escrito e o nome do participante a realizar a tarefa.

VITALIZADOR – PING PONG DE PALMAS

0

Objetivo:

Essa é uma atividade vitalizadora. Serve para energizar, despertar e descontrair o grupo. É um exercício de atenção.

Procedimento:

• Todo o grupo deve ficar em círculo.

• O coordenador avisa que o exercício consiste em jogar palmas para outro colega do grupo, como se estivesse jogando uma bola de ping pongue.

• O colega que recebeu a palma, repassa para outro, sem deixa-la cair no chão.

• Se o grupo perde-la de vista, algum participante recomeça.

• Pede-se para que o grupo jogue cada vez mais rápido.