Adjetivos

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É uma palavra variável que expressa característica do substantivo, qualificando ou modificando-o.

Exemplos: menino estudioso, meninas estudiosas.

Adjetivo primitivo

Aquele que não deriva de outra palavra da língua.

Alguns exemplos: sal, branco, alegre.

Adjetivo derivado: É formado a partir de um verbo, de um substantivo ou de outro adjetivo.

Exemplos: escritor (escrever), pintor (pintar), formoso (formosura).

Adjetivo simples: É aquele formado por um único elemento.: É aquele formado por um único elemento.

Exemplos: feliz, triste, pobre, impertinente.

Adjetivo composto:É formado por dois elementos.

Exemplos: azul-marinho, luso-brasileira, anglo-brasileiro, superinteressante.

Adjetivo gentílico ou pátrio:indica lugar de origem ou nacionalidade.

Exemplos: espanhol, paulista.

Adjetivo restritivo:O que particulariza um substantivo, isto é, que lhe dá qualidades que não lhe são intrínsecas.

Exemplos: homem gentil, menino inteligente, pés grandes.

Adjetivo explicativo: É aquele que indica qualidade intrínseca (já pertencente) ao substantivo.

Exemplos: fogo quente, sorvete gelado, alma etérea.

Adjetivo uniforme: O que tem uma única forma para o masculino e o feminino. Em geral termina por a, e, l, m, r, s, z.

Exemplos: otimista, triste, interessante, fiel, fácil, jovem, comum, incolor, melhor, simples, feliz, capaz.

Exceções: espanhol, espanhola; bom, boa; andaluz, andaluza.

Adjetivo biforme: É O que tem formas distintas para os dois gêneros.

Exemplos: mimado, mimada; carinhoso, carinhosa; atencioso, atenciosa.

Formação do feminino

Adjetivos terminados em:

1. o: troca-se o o por a.

Exemplos: lindo, linda; belo, bela; briguento, briguenta.

2. ão

a. feminino em ã.

Exemplos: anão, anã; órfão, órfã; cristão, cristã; são, sã.

b. feminino em ona.

Exemplos: valentão, valentona; turrão, turrona.

3. eu: feminino em éia.

Exemplos: pigmeu, pigméia; ateu, atéia; europeu, européia; caldeu, caldéia; plebeu, plebéia.

Exceções: judeu, judia; sandeu, sandia.

4. éu: feminino em oa.

Exemplos: ilhéu, ilhoa; tabaréu, tabaroa.

Exceções: réu, ré.

5. ú, és, or: acrescenta-se a e corta-se o acento quando presente.

Exemplos: peiú (convencido, cheio de si), peiua; nu, nua; francês, francesa; gaulês, gaulesa; sedutor, sedutora; sofredor, sofredora.

Exceções: hindu, cortês, descortês, pedrês, montês, exterior, interior, incolor, bicolor, tricolor, multicor, menor, maior, melhor, pior, superior, inferior (todos invariáveis); motor, motriz; trabalhador, trabalhadeira.

6. Adjetivos compostos:

a. Regra Geral: Só o último elemento varia.

Exemplos: anglo-brasileiro, anglo-brasileira.

Exceção: surdo-mudo, surda-muda.

Plural dos adjetivos

Adjetivos terminados em:

1. a, e, o, u: recebem s no plural.

Exemplos: otimista, otimistas; leve, leves; esperto, espertos; hindu, hindus.

2. il:

a. os vocábulos oxítonos formam o plural em is.

Exemplos: gentil, gentis; anil, anis.

b. os vocábulos não oxítonos formam o plural em eis.

Exemplos: fácil, fáceis; útil, úteis; frágil, frágeis; difícil, difíceis.

3. al: formam o plural em ais.

Exemplos:leal, leais; irreal, irreais; manual, manuais; legal, legais; abdominal, abdominais; oral, orais; episcopal, episcopais; bucal, bucais; rural, rurais.

4. m: formam o plural em ns.

Exemplos: bom, bons; jovem, jovens.

5. r, ês, z: plural em es, sem acento.

Exemplos: incolor, incolores; inferior, inferiores; melhor, melhores; pior, piores; cortês, corteses; francês, franceses; andaluz, andaluzes; feliz, felizes; veloz, velozes; eficaz, eficazes.

6. ão: formam o plural em:

a. ões.

Exemplos: babão, babões; brincalhão, brincalhões; cinqüentão, cinqüentões; brigão, brigões; turrão, turrões; fanfarrão, fanfarrões.

b. ães.

Exemplos: alemão, alemães; alazão, alazães ou alazões.

c. ãos.

Exemplos: anão, anãos ou anões; temporão, temporãos; cristão, cristãos.

7. el:

a. os oxítonos formam o plural em éis.

Exemplos: cruel, cruéis; fiel, fiéis.

b. os vocábulos não oxítonos formam o plural em eis.

Exemplos: inflexível, inflexíveis; sensível, sensíveis; irreconhecível, irreconhecíveis; incrível, incríveis; visível, visíveis.

8. s: mantém a forma original no plural.

Exemplo: simples, simples.

9. ul: formam o plural em uis.

Exemplo: azul, azuis.

Plural dos adjetivos compostos

1. Regra geral: Só o último elemento varia.

Exemplos: rapazes anglo-germânicos, caminhos recém-abertos, armários rosa-claros.

2. Particularidades:

a. Surdo-mudo, surdos-mudos.

b. São invariáveis os adjetivos referentes a cores tendo como último elemento um substantivo.

Exemplos: olhos verde-garrafa, ternos verde-oliva, saias, branco-gelo, blusas vermelho-sangue, cabelos amarelo-palha, armários rosa-choque.

Nota: Mesmo que o substantivo venha sozinho, ele permanece invariável.

Exemplos: ternos oliva, saias gelo.

c. Azul-marinho é sempre invariável.

Exemplos: saias azul-marinho, sapatos azul-marinho, sapatos marinho.

Grau dos adjetivos

I. Comparativo:

Usa-se para comparar duas qualidades do mesmo ser ou de dois seres diferentes.

1. Comparativo de superioridade: mais… que; mais… do que

Exemplos: João é mais feliz (do) que Maria. Helena é mais trabalhadeira (do) que Ana.

2. Comparativo de inferioridade: menos… que; menos… do que

Exemplos: Maria é menos feliz (do) que João. Ana é menos trabalhadeira (do) que Helena.

3. Comparativo de igualdade: tão… quanto; como; tanto quanto (os dois pospostos ao verbo); que nem (na fala coloquial)

Exemplos: Pedro é tão inteligente quanto você. Márcia é feliz como Mariana. Marcelo é alegre tanto quanto Júlia. Marcelo é alegre que nem Júlia.

Obs.:

1. Quando o substantivo comum, singular, ao qual o adjetivo se refere é usado sem o artigo (o, a, os, as) o adjetivo fica sempre no masculino.

Exemplo: Carne é menos saboroso que peixe.

Quando no plural, mesmo sem artigo, flexiona normalmente.

Exemplo: Carnes são mais saborosas que peixes.

2. Comparativos irregulares (de superioridade):

bom – melhor; mau – pior; grande – maior; pequeno – menor (mais pequeno também é correto).

3. Mais grande; mais mau.

As duas formas estão corretas quando comparamos qualidades referentes a um mesmo ser (pessoa ou coisa).

Exemplos: José é mais grande do que gordo. Marta é mais má do que boa.

II. Superlativo

1. Superlativo absoluto: indica a qualidade de um ser, em seu grau mais intenso, sem nenhuma comparação com outro ser.

Exemplos:

Lúcia é belíssima. Lúcia é muito bela.

João é libérrimo. João é muito livre.

Pedro é fragílimo. Pedro é muito frágil.

Observação:

Belíssima, libérrimo e fragílimo estão no grau superlativo absoluto sintético. Muito bela, muito livre e muito frágil estão no grau superlativo absoluto analítico.

Formação do superlativo absoluto sintético:

a. Regra geral: Acrescenta-se o sufixo -íssimo(a) ao adjetivo masculino.

Exemplos: final, finalíssimo; normal, normalíssimo; popular, popularíssimo.

Regras especiais: adjetivos terminados em:

1) vogal: corta-se a vogal e acrescenta-se -íssimo (Veja item b5).

Exemplos: contente, contentíssimo; estranho, estranhíssimo, esperta, espertíssima.

2) -vel: troca-se esta terminação por -bilíssimo.

Exemplos: notável, notabilíssimo; agradável, agradabilíssimo; confiável, confiabilíssimo; razoável, razoabilíssimo.

3) -z: troca-se esta terminação por -císsimo.

Exemplos: audaz, audacíssimo; feliz, felicíssimo; veloz, velocíssimo.

4) -m: troca-se esta terminação por -níssimo.

Exemplos: bom, boníssimo; comum, comuníssimo.

Atenção: jovem, juviníssimo.

5) -ário(a), -ério(a), ório(a): corta-se a vogal o(a) e acrescenta-se íssimo(a).

Exemplos: libertário, libertariíssimo; séria, seriíssima; provisória, provisoriíssima.

Atenção: Há adjetivos que não seguem essas regras. (Veja Casos especiais).

2. Superlativo relativo: expressa a qualidade de um ser em comparação a outros, em seu grau mais intenso (superlativo relativo de superioridade) ou menos intenso (superlativo relativo de inferioridade).

a. De superioridade: o mais, a mais, os mais, as mais.

Exemplos: Hélio é o mais alto de todos. Maria é a mais linda de todas.

b. De inferioridade: o menos, a menos, os menos, as menos.

Exemplos: João é o menos bonito da classe. Eliana é a menos sensível de nós.

Casos especiais

Observe os superlativo sintético regular, sintético irregular e relativo, respectivamente:

bom – boníssimo, ótimo, o melhor; mau – malíssimo, péssimo, o pior; grande – grandíssimo, máximo, o maior; pequeno – pequeníssimo, mínimo, o menor; alto – altíssimo, supremo ou sumo, o mais alto; baixo – baixíssimo, ínfimo, o mais baixo.

Agora observe os seguintes superlativos sintéticos:

a. terminação -íssimo:

agudo – acutíssimo amargo – amaríssimo
amigo – amicíssimo antigo – antiqüíssimo
belicoso – belicíssimo benéfico – beneficentíssimo
benévolo – benevolentíssimo cristão – cristaníssimo
cru – cruíssimo cruel – crudelíssimo
doce – dulcíssimo fiel – fidelíssimo
frio – frigidíssimo geral – generalíssimo
honorífico – honorificentíssimo magnífico – magnificentíssimo
maléfico – maleficentíssimo malévolo – malevolentíssimo
miúdo – minutíssimo nobre – nobilíssimo
parco – parcíssimo pessoal – personalíssimo
pródigo – prodigalíssimo provável – probabilíssimo
sábio – sapientíssimo sagrado – sacratíssimo
são – santíssimo simples – simplicíssimo
soberbo – superbíssimo vão – vaníssimo

b. terminação -érrimo:

acre – acérrimo áspero – aspérrimo
célebre – celebérrimo célere – celérrimo
íntegro – integérrimo livre – libérrino
magro – macérrimo mísero – misérrimo
negro – nigérrimo pobre – paupérrimo
pulcro (belo, gentil) – pulquérrimo salubre – salubérrimo
tetro (estranho, sombrio) – tetérrimo úbere (fecundo) – ubérrimo

c. terminação -limo:

ágil – agílimo difícil – dificílimo
dócil – docílimo dúctil – ductílimo
fácil – facílimo frágil – fragílimo
grácil – gracílimo humilde – humílimo
semelhante – simílimo

Recursos especiais para se expressar o superlativo

1. Uso do adjetivo com repetição e entonação crescente.

Exemplo: Ela foi ficando bêbada, bêbada, bêbada…

2. Anteposição do artigo e entonação apropriada.

Exemplos: Ele se acha o inteligente! Eles se consideram os bons!

3. Uso de expressões como beça, incrivelmente, um senhor, pra valer, de morrer, às pampas.

Exemplos: Está alegre à beça! Ele é lindo de morrer! Paulo é um senhor chato!

4. Uso do aumentativo ou diminutivo.

Exemplos: Ele é lindão! E ela é lindinha!

5. Acrescentando-se prefixos com sentido superlativo: hiper, super, extra.

Exemplos: Ele é hiper-simpático. Vocês são superfelizes.

Navegadores GPS – Testamos 7

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Por Camila Rodrigues, da PC WORLD
09/04/2007

Equipados com GPS, os navegadores “falam” com o motorista para indicar caminhos, mas cometem erros. Confira os resultados

Perdido no trânsito? Com a ajuda dos equipamentos de GPS é possível localizar-se em algumas das cidades brasileiras. É só traçar a rota e seguir os comandos de voz oferecidos pelos aparelhos, como “vire à direta” ou “na bifurcação, mantenha-se à esquerda”.

Os primeiros navegadores de Sistema de Posicionamento Global, ou simplesmente GPS, foram lançados na Europa na década de 1990, mas só chegaram ao mercado brasileiro com mapas adaptados às nossas cidades no ano passado. Eles medem pouco mais de 10 centímetros de largura, 7,5 de altura e 2 cm de espessura. Tanto o layout do software quanto o do hardware ainda são um pouco grosseiros e, em um primeiro contato, são todos muito parecidos: alguns utilizam mapas dos mesmos fornecedores e até o formato é semelhante.

Mas dá para confiar totalmente nas dicas fornecidas por esses equipamentos? Para responder a essa pergunta e ajudá-lo a escolher as melhores opções, PC WORLD avaliou sete equipamentos, que cobrem regiões como as zonas metropolitanas de Minas Gerais, de São Paulo e do Rio de Janeiro: Nav200, da Delphi; Easyroad, da Magneti Marelli; Car Trip 100, da Stetsom; T920A, da Airis; A600, da Mobimax; T-Levo, da Elgin; e Quatro Rodas, da DigiWalker.

:: Clique aqui e confira a tabela comparativa

Feitos os vários testes, o título Best Buy ficou com o Quatro Rodas, da DigiWalker. O navegador foi o que menos demorou a receber sinais GPS, teve o segundo menor índice de contramão (atrás somente do A600, da Mobimax) e é aquele que apresenta o maior número de pontos de interesse (referências) – 14 mil. Fica devendo apenas uma caneta touch screen.

MOSTRE-ME O CAMINHO

Em primeiro lugar, saiba que para usar esses equipamentos você não pode estar atrasado. Não basta ligar o aparelho para que ele entre em ação. Todos levam algum tempo para encontrar o sinal dos satélites e, a partir daí, traçar a rota. Em casos extremos, podem levar vinte minutos (caso do aparelho T920A).

Nossos testes foram realizados na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo. O bairro é povoado por prédios comerciais, distribuídos em ruas estreitas. Por isso, os aparelhos testados demoraram a detectar o sinal e, mesmo assim, isso só foi possível na rua Funchal, via principal mais próxima. O que levou menos tempo para se conectar foi o Quatro Rodas (dois minutos).

A voz de comando, que torna o uso do aparelho mais seguro, pode confundir quando não está devidamente sincronizada com o mapa. O Car Trip 100 foi o que apresentou mais problemas neste quesito. A voz feminina tinha um sotaque lusitano que dificultava a compreensão e muitas vezes o caminho indicado na tela não era coerente, o que fez com que a repórter, guiada pelo taxista contrariado, se perdesse.

O T-Levo, da Elgin, errou o caminho em um primeiro teste. O sinal era interrompido e, em vez de encaminhar para o Morumbi, destino da rota traçada, ele orientou o motorista em direção contrária, para o Ibirapuera. O fabricante trocou a amostra e, finalmente, o percurso foi indicado corretamente.

Para que o trajeto não seja interrompido, leve sempre o carregador veicular. Isso porque a duração da bateria é de no máximo três horas, com exceção do T-Levo, que agüentou sete horas.

POR SUA CONTA

Assim que o usuário liga o equipamento, é disparado um aviso de que é o responsável pela direção e que o mapa serve somente como referência. Ou seja, é preciso muita atenção com a sinalização do trânsito, já que seis dos sete GPS indicaram ao menos uma rua contramão em um percurso de meia hora.

O único que passou ileso pelo nosso trajeto foi o A600, da Mobimax. Os taxistas que acompanharam a reportagem da PC WORLD durante nossos testes desconfiaram de alguns caminhos indicados. Explica-se: eles costumam saber onde há menos trânsito. O GPS não.

Em relação à resolução 190/06 (clique aqui para saber mais sobre a tecnologia), o Nav200 e o Easyroad, que utilizam mapas da Navtec, estão totalmente adequados. Quatro Rodas, Mobimax e T-Levo exibem símbolos sobrepostos ao mapa, que não se apagam.

Já o da Stetsom está fora dos padrões exigidos, mas a empresa afirma que deverá adequar-se ainda neste semestre. Um item importante na hora de escolher seu modelo é a área de cobertura. Com exceção do Car Trip 100, do TLevo, e do Quatro Rodas, todos os outros afirmam garantir cobertura de 70 cidades distribuídas pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O GPS da Stetsom diferencia-se por vir com dois SD Cards: um com o software para navegação nos centros urbanos e outro para estradas. Segundo a empresa, é oferecida a cobertura de 70% das rodovias nacionais. O Quatro Rodas, que também alcança algumas cidades na Paraíba e em Pernambuco, deve lançar em breve uma atualização para 152 cidades. Os updates são feitos somente via CD, DVD ou pela internet.

Para ajudar na localização, os pontos de interesse (POI) são importantes. Postos de gasolina, restaurantes, hotéis e outros lugares são indicados durante a navegação. O campeão neste quesito, em nossos testes, foi o Quatro Rodas, com 14 mil POI e informações detalhadas do guia de mesmo nome.

Outro destaque é o A600, da Mobimax, que utiliza o mesmo software que o Quatro Rodas, o DestinAtor Navigates. Em abril, Magneti Marelli e a Airis devem ampliar sua cobertura de cidades e chegar a 30 mil POIs. A maioria dos modelos de GPS disponíveis no mercado também dispõem de tocador de MP3, o que pode levar o usuário a abdicar de seu som automotivo.

Alguns contam também com MP4 player, exibidor de fotos e até calculadora. O Car Trip 100, da Stetsom, destaca-se pelo recurso de e-book. Arquivos .TXT podem ser inseridos pela porta USB e lidos pelos passageiros – boa pedida para quem não enfrenta problemas como enjôo durante as viagens de carro.

Saiba mais sobre GPS em www.pcworld.com.br/gps

CONSUMO DE ENERGIA

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É importante manter a energia elétrica que alimenta o seu computador controlada. A fonte de tensão chaveada presente nos gabinetes consegue manter a tensão dentro de uma faixa de 5% para cima ou para baixo, a partir do seu valor nominal. Sua função é transformar a corrente alternada da rede elétrica em corrente contínua para alimentar os circuitos eletrônicos.

Existem vários níveis de tensão internamente num computador. Como essas tensões são baixas, as correntes devem ser elevadas, para fornecer a potência necessária aos diversos componentes. A linha de 12V, por exemplo, deve ser capaz de fornecer no mínimo 17A em um Pentium 4. Infelizmente, o valor informado não é a potência real, mas sim a soma dos produtos das correntes e tensões impressas na lateral da fonte nos diversos níveis: 12V, 5V, 3.3V, -12V, -5V, 5Vsb. O fato é que uma fonte genérica não consegue manter todas as correntes máximas simultaneamente por um longo período de tempo. Por isso, o padrão ATX determina que seja fornecida a potência combinada das linhas de 5V e 3.3V. A potência de pico normalmente pode ser mantida apenas por cerca de 60 segundos. Assim, uma fonte genérica de 500W, dificilmente vai fornecer mais de 280W num regime permanente.

Nas nossas residências também não há um aterramento adequado. Isso faz com que não exista uma referência comum para todos os equipamentos, criando diferenças de potencial entre os vários terra e o neutro. Para esse caso, existe um módulo isolador estabilizado da Microsol, que possui um transformador isolador (primário separado do secundário). Isso permite criar uma referência local no circuito secundário do módulo. Os problemas são sua baixa potência (440VA) e a alta temperatura de funcionamento, que faz com que a vida útil do módulo seja muito pequena (da ordem de 2 anos). Ele também consome energia mesmo sem nenhum equipamento conectado. Segundo a Microsol a temperatura de funcionamento do módulo, que pesa 6.7Kg, é de 60 graus e o seu consumo sem carga é de 40 KW/mes (o equivalente a uma lâmpada de 55.55W ligada permanentemente). Esse módulo só deve ser instalado onde NÃO haja aterramento.

Lembre-se que todo equipamento com impedância não puramente resistiva possui um fator de potência menor do que 1. Assim nem toda energia que circula no seu estabilizador é transformada em trabalho útil. Computadores costumam possuir fator de potência estimado em 0.7, e o módulo, segundo dados do fabricante, fator de potência 1. Isto significa que dos 440VA, apenas 440×0.7=308W são realmente aproveitados.

O ideal é medir-se a carga consumida pelo equipamento. Diríamos que um computador “puxa” 1 A e um monitor 0.8 A. Assim, 2 A * 115V = 230W, seriam suficientes. Com um bom amperímetro alicate essa medida pode ser feita facilmente. De qualquer modo, existem medidas feitas utilizando-se amperímetros comuns, mas que nos dão uma boa idéia do consumo.

Estabilizadores só servem para uma coisa: ajustar a tensão de saída na eventualidade de pequenas oscilações, comuns em cidades do interior. Se estas oscilações forem frequentes, então ele deve ser empregado. Compre um de no mínimo 600VA. Já houve dias em que a tensão bateu 140V por cerca de 1h na minha casa.

Normalmente, estabilizadores possuem transformadores com quatro estágios, que adaptam a tensão no intervalo de 97 a 135V para uma saída nominal de 115V. Não ache que se houver um pico muito forte de tensão que ele vai segurar, porque não vai. Para pequenas variações de corrente, causadas por eletro-domésticos conectados ao mesmo circuto, um filtro de linha é o recomendado. No entanto, réguas compradas em camelôs não costumam ter nada dentro além de um T, para permitir a ligação de vários aparelhos.

Um outro tipo de solução é utilizar um “no-break” de boa qualidade, da própria Microsol, da SMS, da TS Shara, ou da APC. Estimamos que no-breaks de 1 ou 1.2 KVA, cujos fatores de potência costumam ser de apenas 0.5, ou seja, 600W reais, consigam alimentar um par de computadores e seus monitores. Esse tipo de equipamento também precisa de terra. A Microsol também produz um módulo para alimentar no-breaks. No-breaks são a melhor solução, porém a mais cara. As baterias (de motocicleta) costumam durar de dois a três anos, após o que devem ser substituídas, se não for mais barato comprar um novo.

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Super Dotado

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Superdotados ou Portadores de Altas Habilidades são aquelas pessoas que possuem um grau de habilidade significativamente maior do que a maioria da população. Os superdotados geralmente possuem grande facilidade e rapidez para aprender, possuem um elevado grau de criatividade, são muito curiosos, possuem grande capacidade para analisar e resolver problemas, além de possuírem um senso crítico bastante elevado.

Embora essas pessoas possuam grandes vantagens nos processos que abrangem o lado intelectual, como no desempenho em provas escolares, vestibulares e na capacidade criativa, os superdotados podem encontrar algumas dificuldades sociais e de convivência. Muitas crianças superdotadas procuram a companhia de pessoas mais velhas, na tentativa de encontrar parceiros com o mesmo nível intelectual. Além disso, podem ocorrer nestas pessoas, o desencadeamento do medo da não-aceitação social, sintomas de ansiedade, solidão e até mesmo de depressão.

O grau das habilidades de uma pessoa Portadora de Altas Habilidades (PAH), como os especialistas preferem dizer, é medido através de um teste de Q.I (Quociente de Inteligência). Esse teste consiste num conjunto de tarefas e problemas a serem resolvidos, onde os acertos são contabilizados como pontos. A média geral é em torno de 100 pontos, portanto as pessoas que ultrapassam esse patamar podem ser consideradas superdotadas.

Existem vários tipos de habilidades em que os Portadores de Altas Habilidades podem ser enquadrados. As habilidades podem estar relacionadas com a área acadêmica, onde o indivíduo tira notas muito boas e possui enorme facilidade em assimilar o conteúdo; com o área artística, tendo grande talento em expressar suas emoções através da música ou pintura, por exemplo; e na área psicomotora, com ótimos desempenhos em esportes e atividades que requeiram boa coordenação do corpo.

É importante que os pais que possuem filhos portadores de altas habilidades, discutam a questão com a criança ou adolescente, de forma clara e sincera. Aliado a essa posição, eles também devem incentivar e apoiar a convivência de seus filhos com outras pessoas, além de estabelecerem limites e fazer com que seus filhos entendam.

Por Tiago Dantas

Interruptores diferencias

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Interruptores diferenciais são dispositivos utilizados para proteção de pessoas e também do patrimônio contra incêndios. Seu uso é obrigatório pela NBR 5410 (Norma Brasileira de instalações elétricas de baixa tensão) desde 1997.
É um grande avanço na proteção de pessoas, principalmente de crianças e idosos. O choque elétrico em pessoas mais frágeis é extremamente perigoso, sendo a melhor prevenção atualmente a instalação de interruptores diferenciais.
Entre os problemas que um choque elétrico pode causar, destacamos:
# paralisia total ou parcial dos movimentos durante a ocorrência;
# queimaduras quase sempre graves;
# parada respiratória fatal caso o atendimento não seja feito com urgência;
# graves alterações do ritmo dos batimentos cardíacos podendo levar à morte;
# parada cardíaca
Fonte: Siemens
O dispositivo trabalha inspecionando a instalação elétrica, e na ocorrência de quaisquer fugas de corrente interrompe o fornecimento de energia imediatamente. Sua instalação é simples, e o preço também é bem acessível. Como podemos ver na foto acima, os interruptores diferencias são bem parecidos com um disjuntor, porém exercem função completamente diferente. O interruptor diferencial é instalado na entrada de energia juntamente com os disjuntores.

Saiba mais sobre os interruptores diferenciais, com alguns fabricantes:

Site da Siemens

Site da GE

Procedimentos de Segurança em Eletricidade

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A eletricidade está a nossa volta nas residências, em nosso trabalho, e estamos tão dependentes dela, que quando nos falta, parece que o mundo pára. Pois bem, por estarmos tão acostumados com a eletricidade, esquecemos frequentemente que ela é algo perigoso, e só deve ser manipulada por pessoal devidamente capacitado. Pessoas não capacitadas arriscam-se ao trabalhar com energia elétrica, e pior, colocam em risco a vida de outras pessoas.
Esta seção tem o objetivo de falar um pouco sobre segurança em eletricidade, equipamentos de proteção para a família, e cuidados que devemos no nosso cotidiano.

Instale interruptores diferencias

Interruptores diferenciais são obrigatórios nas instalações elétricas segundo a Norma regulamentadora NBR 5410, desde dezembro de 1997. Os interruptores diferenciais protegem as pessoas contra choques elétricos, desligando a energia quando uma fuga de corrente ou choque elétrico acontece. Eles são muito parecidos com um disjuntor, mas realizam uma função completamente diferente. Os interruptores diferenciais são o maior aliado, quando o assunto é segurança para pessoas, principalmente crianças e idosos.

Instale tampões nas tomadas baixas

Outra medida que deve ser tomada em parceria com a instalação de Interruptores diferencias, é a colocação de tampões nas tomadas baixas, a fim de proteger crianças contra um eventual contato com a eletricidade. Estes tampões podem ser encontrados em qualquer loja de material elétrico. Lembre-se: O uso de tampões de proteção não dispensa a instalação de interrutores diferenciais.

Só utilize material elétrico de confiança

Se até para brinquedos existe certificação técnica do Inmetro, imagine para equipamentos elétricos. Estes, além de certificação do Inmetro obrigatória, são fabricados segundo rígidas normas, criadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Assim, ao comprar material elétrico como tomadas, interruptores, cabos, disjuntores, procure as marcas de confiança, e sempre informe-se sobre a certificação técnica do produto. Lembre-se que em eletricidade, vale o ditado: “O barato sai caro”, e em algumas vezes, muito caro.
No site do Inmetro pode ser feita a verificação do certificado do produto e da empresa fabricante, preenchendo duas informações apenas. Clique aqui.
Qualquer equipamento elétrico provocando choque, chame um técnico imediatamente Pequenos choques em geladeiras, chuveiros, máquinas de lavar, ou qualquer outro aparelho elétrico deve ser motivo de alerta. Isso indica problema no aparelho elétrico, e também falha no aterramento. Chame um profissional de eletricidade imediatamente.

Não manipule eletrodomésticos com os pés descalços

Sempre ao manipular quaisquer equipamentos elétricos, bem como ligar e desligar tomadas, mantenha os pés calçados. Além disso, se estiver com o corpo molhado não manipule aparelhos elétricos.

Não troque a temperatura do chuveiro com ele em funcionamento

Caso queira trocar a temperatura do chuveiro, desligue-o e faça a troca. Em hipótese nenhuma troque a temperatura do chuveiro com ele em funciomento, podendo danificar o chuveiro, e ocasionar acidentes com queimaduras.

Se um disjuntor está desligando chame um técnico

Um disjuntor desligando, não é sinal de problema no disjuntor, muito pelo contrário, é sinal que ele está funcionando perfeitamente, pois este é o papel deste dispositivo. Este dispositivo protege a instalação contra curtos-circuitos e sobrecargas. O que acontece é que muitas vezes instalamos equipamentos sem verificar a capacidade da instalação elétrica, e então o disjuntor para proteger a instalação, passa a desligar a energia. Por isso recomenda-se que sempre que for instalar um novo aparelho como geladeiras, freezers, chuveiros, bebedouros, solicite a inspeção de um profissional qualificado.

Não abra mão de um bom aterramento

Como já falamos no texto sobre aterramento, este é peça fundamental de uma instalação segura. É o aterramento que vai garantir que qualquer fuga de corrente em um equipamento elétrico, escoe pela terra, evitando assim provocar choque elétrico em pessoas. Se o aterramento é executado por profissional competente, ele fará com que disjuntores e interruptores diferenciais atuem em caso de fuga de corrente, protegendo assim o sistema de forma completa.

Faça revisões periódicas nas instalações elétricas

Através de revisões, um profissional de eletricidade poderá identificar possíveis problemas que ponham em risco a segurança da instalação. Devemos ter em mente que fios, cabos, tomadas, entre outros dispositivos, sofrem desgaste com o tempo, e podem comprometer a segurança de pessoas. Desta forma, recomendamos que sejam efetuadas revisões anuais nas instalações elétricas, sejam de residências, condomínios ou empresas.

Só contrate profissionais qualificados para qualquer serviço em eletricidade

Esta é a condição principal para manter a segurança em qualquer instalação elétrica. Todos estes itens que falamos acima, podem ser identificados e revisados por um profissional de eletricidade. Somente um profisional qualificado pode executar competentemente qualquer serviço em eletricidade.

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Economizando Energia

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Economizar energia elétrica é um grande desafio, com tantos eletrodomésticos que nos rodeiam atualmente nas nossas residências. Mas enfim, não é missão impossível! Com o uso inteligente da energia elétrica, e com aparelhos mais econômicos, é possível reduzir em muito as contas de energia. Neste espaço, relacionamos algumas dicas importantes:

Chuveiro elétrico
Os chuveiros elétricos são os aparelhos consomem mais energia na maioria das residências. É necessário atenção especial neste ponto. Os chuveiros de maior potência são os que têm maior consumo de energia. A faixa de potência dos chuveiros elétricos atualmente varia entre 2500Watts à 7500Watts. Utilizar chuveiros de alta potência em regiões quentes como o nordeste, é nada mais nada menos que desperdiçar energia.
Na maioria dos casos é possível diminuir muito consumo de um chuveiro apenas com a troca da resistência, sem necessidade de trocar todo o aparelho. Nesses casos, com uma simples troca de resistência diminui-se o consumo do chuveiro em até três vezes. O preço de uma resistência de chuveiro elétrico é cerca de 10 vezes menor do que o preço do aparelho completo. Mas lembre-se, o chuveiro é um aparelho elétrico, e só deve ser manipulado por profissional qualificado!

Fios e cabos elétricos
Cabos com capacidade de corrrente baixa (muito finos) são grandes causadores de alto consumo. O cabo deve ser especificado de acordo com o equipamento que vai alimentar. Atenção especial com chuveiros, freezers, geladeiras, ferros de passar, pois são aparelhos que tem alto consumo de energia! O que acontece frequentemente, é que com o tempo se adiquire mais eletrodomésticos para a residência, e os cabos que antes eram adequados à instalação, já não são mais. Outro ponto de desperdício de energia são as emendas, e conexões de tomadas e interruptores. Emendas e conexões frouxas aquecem, e provocam alto consumo. Por isso tudo, recomenda-se revisar todas as instalações da residência anualmente, e quando da nova aquisição de um chuveiro, geladeira, freezer, solicitar a um profissional qualificado que inspecione às instalações para o novo equipamento.

Extensões e benjamins
Procure sempre evitar o uso destes acessórios. Como já dissemos, quanto mais conexões elétricas existirem, mais chances de desperdício existirão. Procure instalar o número de tomadas que vai precisar, evitando assim os benjamins. Caso utilize-os, use-os somente com aparelhos eletrônicos, e eletrodomésticos leves, jamais com ferros de passar, geladeiras, freezers, e semelhantes. No caso das extensões, utilize as de marcas certificadas pelo Inmetro, ou então solicite um profissional que faça uma com materiais adequados, de acordo com a potência do aparelho que será utilizado.
Iluminação
A iluminação pode ser uma fonte de alto consumo de energia. Faça a opção por lâmpadas fluorescentes econômicas, apesar de mais caras do que as incandescentes, elas têm garantia de no mínimo 01 ano, e consomem cerca de 8 vezes menos. O investimento inicial têm retorno certo nas contas de energia!
Para quem ainda prefere a tonalidade da luz incandescente, uma alternativa é o uso de Dimmers (reguladores de luminosidade), que economizam energia, e ainda proporcionam ajuste de luminosidade para diversas ocasiões.

Freezers, condicionadores de ar e geladeiras
Estes aparelhos tem uma regulagem chamada Termostato. O termostato é a chave para economizar mais nos aparelhos de refrigeração, portanto regule-o de acordo com a sua necessidade. Por exemplo: Se a geladeira está vazia, coloque o termostato a entre o mínimo e o médio.
Verificar as borrachas de vedação de geladeiras e freezers, e proceder limpeza no ar condicionado regularmente é também importante.

Sensores de presença
Em condomínios, nos locais de passagem constante de pessoas, sugere-se a instalação de sensores de presença. A economia é considerável, solicite-nos gratuitamente um estudo-simulação, onde mostramos a economia em Reais, antes e depois da instalação dos sensores. Na maioria dos casos, o consumo no ponto de iluminação diminui mais de 95%. Veja um exemplo, clique aqui.

Bombas d’água
Nas bombas d’água não existem muitas recursos para economizar energia. O que podemos fazer, e que realmente pode economizar energia, é verificar as conexões elétricas, painéis da bomba e os cabos alimentadores, a fim de evitar aquecimentos por má conexão e por alimentadores subdimensionados.
Outra ação importante é a regulagem da bóia, a fim de que a bomba seja acionada menos vezes, pois nos acionamentos a bomba solicita muita energia. Para estas ações contrate um profissional qualificado.

Iluminação externa
Em condomínios ou casas, precisamos geralmente manter luzes acesas durante toda a noite. Dependendo da área esta iluminação necessita ser de potência, com lâmpadas de alta pressão. Seja como for, um eletrotécnico através de um estudo de Luminotécnica pode indicar a iluminação mais adequada, com um custo-benefício mais satisfatório.

Revisão anual

A revisão anual é de suma importância para manter a instalação elétrica afinada com a economia. Nas revisões, todos estes itens descritos acima são vistoriados e postos em consultoria com nossos clientes. Nestas revisões inspecionam-se as conexões elétricas, tomadas, efetuando-se medições de temperatura em painés, bem como reaperto de todas as conexões de potência. É efetuada também revisão nos chuveiros elétricos.

Em condomínios e empresas, além de todas as revisões nas conexões elétricas descritas acimas, inspecionamos as instalações em busca de ligações clandestinas de energia, e ao fim dos serviços emitimos relatório técnico constando todo o serviço realizado, bem como as não-conformidades encontradas.

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FONTES DE ENERGIA RENOVAVÉIS: ALTERNATIVAS DO MEIO AMBIENTE

ENERGIA EÓLICA

ENERGIA DO FUTURO: CÉLULAS DE COMBUSTÍVEL

Energia Eletrica

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Choque elétrico

Quem já não tomou um choque elétrico?! É uma sensação pertubadora, não é?

Pois bem, o choque nada mais é do que a passagem da corrente elétrica pelo nosso corpo. Como se sabe, a corrente elétrica circula de um ponto com maior potencial de energia para um menor, buscando o equilíbrio. Quando colocamos o dedo em uma tomada, por exemplo, e estamos descalçados, a corrente circula da tomada (220Volts) em direção ao chão (0 Volts), através do nosso corpo. Em outras palavras, nosso corpo, nesse caso, serve de condutor para a corrente elétrica fazer seu percurso.

Apesar de muitos de nós já termos levado alguns choques, e ainda estarmos vivos para contarmos a história, não nos enganemos, um simples choque caseiro pode levar à morte. Isso depende da condição do organismo, da existência de água no local, e muitos outros fatores…
Atualmente existem equipamentos como o Interruptor Diferencial Residual que detectam choques elétricos ou fugas de corrente, e desligam a energia imediatamente. Os interruptores diferenciais são um grande avanço na proteção de pessoas, principalmente crianças e idosos, e são inclusive obrigatórios desde dezembro de 1997, de acordo com a NBR 5410, norma que regulamenta as instalações elétricas de baixa tensão. No caso de residências entregues após esta data, é direito do comprador exigir que a construtora instale o dispositivo.

Qual o pior choque: 110Volts ou 220Volts?

Muita gente diz que o choque elétrico de 110Volts é mais forte do que o de 220Volts, mas não é verdade.
Esclarecendo este assunto, vamos deixar claro que ambas as voltagens são tensões alternadas, utilizadas em vários estados brasileiros. Como já dissemos acima sobre choque elétrico, o choque acontece quando a corrrente corrente elétrica circula pelo nosso corpo. O nível desta corrente é diretamente proporcional ao nível da tensão aplicada no corpo da pessoa, ou seja, quanto maior a tensão maior a corrente, e consequentemente maior o choque.
Assim, está obvio que o choque elétrico em 220Volts é mais intenso do que em 110Volts.

Porque ao ligar o chuveiro a iluminação “baixa”?

Isso acontece basicamente quando a instalação elétrica foi mal projetada, ou está sobrecarregada.
Os cabos elétricos, dependendo da sua seção (mais grosso ou mais fino), suportam certo nível de corrente elétrica circulando por ele. Cabos com seção maior (mais grossos) suportam mais corrente. Assim, se um cabo foi mal dimensionado, e utiliza-se um equipamento de maior potência, podemos perceber visualmente na iluminação uma “baixa”, é o que chamamos queda de tensão elétrica.
Por outro lado, sua instalação pode ter sido bem projetada, porém com o tempo foi-se adquirindo mais equipamentos elétricos, e a instalação não suporta mais.
Nos dois casos sugerimos chamar um profissional de eletricidade, pois sua instalação está, no mínimo, com 02 problemas:
1 – Maior consumo de energia. Quando cabos elétricos estão sobrecarregados eles aquecem, quando aquecem desperdiçam energia.
2 – A segurança de sua instalação está ameaçada. Quando cabos elétricos aquecem, seu isolamento elétrico é prejudicado, levando a dois problemas: incêndios e acidentes.

Existe algum credenciamento obrigatório para os profissionais de eletricidade?

Segundo a norma regulamentadora dos serviços de eletricidade (NR-10), do Ministério do Trabalho, é considerado qualificado somente aquele que comprovar conclusão de curso específico na área elétrica, reconhecido pelo sistema oficial de ensino.

Os cursos de formação que habilitam os profissionais de eletricidade são as escolas técnicas, formando Eletrotécnicos, e o SENAI formando eletricistas.

É importante lembrar que as instalações elétricas se manipuladas por profissional não qualificado, podem oferecer até risco de morte para pessoas.

Assim, para todo serviço de eletricidade contrate um profissional qualificado e exija sua credencial.

Existem normas que regulamentam as instalações elétricas?

Todo serviço técnico é regido por normas regulamentadoras. No Brasil estas normas são organizadas pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, que é o orgão responsável por normatizar os serviços técnicos na sociedade brasileira.

Para o setor de eletricidade, a ABNT tem inúmeras normas que vão desde diretrizes para a fabricação de cabos elétricos, até a organização de serviços altamente especializados. Estas normas tem o obejtivo de organizar o serviço técnico de eletricidade para que seja executado de forma segura e competente.

Alguns exemplos de normas relacionadas com o serviço de eletricidade:
NBR NM 207 – Elevadores elétricos de passageiros
NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão
NBR NM-IEC 60335 – Segurança de aparelhos eletrodomésticos e similares
NBR 13570 – Instalações elétricas em locais de afluência de público

Dentre as citadas acima, podemos citar a NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão, como uma das mais importantes para instalações elétricas em residências, escolas, industrias, sendo indispensável para qualquer profissional de eletricidade.

Assim, exija de todo profissional de eletricidade o cumprimento das normas técnicas em vigor.

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FONTES DE ENERGIA RENOVAVÉIS: ALTERNATIVAS DO MEIO AMBIENTE

ENERGIA EÓLICA

ENERGIA DO FUTURO: CÉLULAS DE COMBUSTÍVEL

Instalações Eletricas em Condomínios

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A manutenção elétrica em condomínios engloba inúmeros sistemas e equipamentos, são eles: Grupos-geradores; casas de força em alta tensão; instalações elétricas de baixa tensão, sistemas de aterramento e de proteção de estruturas contra descargas atmosféricas, motores elétricos, e painéis de comando.

Um condomínio para ter uma instalação elétrica segura, econômica e confortável, precisa de uma gestão energética que busque soluções inteligentes, e com relação custo-benefício balanceada. Com este objetivo, revisões periódicas, instalação de equipamentos para maior economicidade, políticas educativas para funcionários e moradores, são ações imprescindíveis à administração condominial.

O trabalho de um profissional qualificado na área de eletrotécnica é crucial para uma manutenção e gestão energética competentes. O profissional em eletricidade deve, desta forma, respaldar todo e qualquer serviço nas normas técnicas vigentes, com vistas a realizar o trabalho com segurança e qualidade. São diversas normas técnicas imprescindíveis na manutenção elétrica condominial, dentre as quais destacamos:

NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão
NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas
NBR 5413 – Iluminância de interiores
NBR 14039 – Instalações elétricas de média tensão (condomínios com subestação abrigada)
NBR 10576 – Acompanhamento de óleo mineral em equipamentos elétricos (condomínios com subestação abrigada)

Em relação à economia de energia destacamos as políticas educativas para funcionários e moradores que visam a conscientização, e também a instalação de equipamentos como, por exemplo, sensores de presença. Confira na seção sensores de presença, um estudo mostrando o quanto se pode economizar com a instalação deste acessório. As revisões periódicas também contribuem bastante para a questão da economia. Vejamos abaixo um exemplo de revisão em condomínios:

# Revisão em quadros elétricos – reapertos, limpeza interna, identificação, inspeção nas conexões, medições de temperatura
# Inspeção em busca de ligações clandestinas
# Revisão em pára-raio e aterramento
# Revisão nos pontos de força – tomadas comuns e específicas; ligações de motores elétricos
# Inspeção em grupo-gerador
# Inspeção em casa de força
# Emissão de relatório técnico
As ligações clandestinas de energia são um problema que infelizmente ainda afetam diversos condomínios. Tais ligações são práticas irresponsáveis por parte de um ou mais moradores, que furtam energia do prórprio condomíno ou até mesmo de outros moradores, pondo em risco a segurança do sistema elétrico da edificação. Diferentemente das ligações clandestinas em residências, que tentam burlar os medidores da concessionária de energia, as ligações clandestinas de energia em condomínios aproveitam-se do fato das ligações elétricas comuns morador/condomínio ou morador/morador para furtar energia ou de outro condômino ou do próprio condomínio. Como estas ligações não afetam a concessionária de energia, pois ocorrem após a medição, dificilmente haverá alguma inspeção neste sentido. Neste caso o condomínio precisa contratar um profissional qualificado para a realização da inspeção.

Destacamos também o relatório técnico, pois é ferramenta importante para a administração condominal, no sentido de identificar problemas, apresentar resultados e formalizar o respaldo técnico sobre as condições das instalações elétricas.

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ENERGIA EÓLICA

ENERGIA DO FUTURO: CÉLULAS DE COMBUSTÍVEL

Instalações Elétricas em Clínicas e hospitais

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A manutenção elétrica em estabelecimentos de saúde segue os critérios da norma NBR 13534 (Instalações elétricas em estabelecimentos assitenciais de saúde), que tem o respaldo do Ministério da Saúde através da portaria 2662, de 22 de dezembro de 1995. Segundo a portaria ” a inobservância às prescrições da NBR 13.534, constitui infração à legislação sanitária federal.”

Por ser um tipo de instalação que abriga equipamentos específicos, e por dar suporte a pessoas que necessitam de cuidados especiais, a NBR 13534 dispensa redobrada atenção às questões de segurança e qualidade de energia.
Outra norma indispensável em instalações elétricas deste tipo é a NBR IEC 60601-1-1, que aplica-se à segurança de equipamentos eletromédicos, e descreve as prescrições de segurança necessárias para fornecer proteção ao paciente e ao operador destes sistemas.
Nas instalações elétricas de estabelecimentos de saúde, os sistemas de aterramento, proteção, sinalização, sistema de alimentação de emergência, seguem padrões específicos de projeto e manutenção. Por este motivo, a manutenção elétrica nestes estabelecimentos requer profissionais especializados e capacitados nas referidas normas técnicas, e ainda afinados com as novas tendências e tecnologias de comando e proteção elétrica.

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ENERGIA EÓLICA

ENERGIA DO FUTURO: CÉLULAS DE COMBUSTÍVEL