CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 9: ENCADERNAÇÃO E CDROOM

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 9: ENCADERNAÇÃO, LOMBADA E CD-ROM

Você terminou seu trabalho, ele foi analisado e aprovado pelo seu orientador e você está pronto para depositar sua monografia. Agora você só precisa encadernar e, em alguns casos, gravar um CD-ROM com o material.

Parece simples? De fato é, mas fatos inesperados acontecem de forma que não é bom deixar para a última hora. Já imaginou se seu nome é gravado errado na capa? O se o título do seu trabalho de graduação em Letras vem com um erro crasso de ortografia? Ou se algumas páginas são encadernadas fora de ordem?

Pessimista, eu? De jeito nenhum, sou realista. Corrigir um erro desse tipo demanda algum tempo, e se você estiver com pressa e desesperado ainda corre o risco de cobrarem mais caro em razão da urgência. Por isso não é conveniente deixar esse tipo de coisa para a última hora, como se faz com compras de natal e dia das mães.
Desnecessário dizer que é opcional levar as folhas impressas por você para a gráfica ou pedir que imprimam no local. Entretanto, caso vá levar para imprimir é importante que seu trabalho esteja em formato PDF, para evitar que ele sofra alteração de formatação de um computador para outro. Por exemplo: alguns arquivos gravados no open-office se desconfiguram quando abertos no WORD da Microsoft e vice-versa, aliás, arquivos de WORD mais antigos desconfiguram quando abertos em formatos mais novos. Cuidado!

Para quem tem o open-office basta abrir o arquivo com o trabalho pronto clicar no ícone PDF (aquele vermelhinho) que fica na barra de tarefas e salvar uma cópia nesse formato.

IMPORTANTE: grave uma cópia, pois o trabalho em PDF não pode ser alterado, e se houver algum erro você corrige no formato ‘.doc’ e salva outra cópia.

Para quem tem o WORD a vida não é tão fácil. Minha versão do Office 2007, por exemplo, não salva documentos em PDF, de forma que é necessário a instalação de um software para que ele converta WORD em PDF. Esse software/aplicativo é gratuito e pode ser obtido em sites como o baixaki ou superdowloads. O software é da própria Microsoft e tem duas versões, uma que serve para Windows até o XP e outra que serve para os Windows Vista e 7. Muito práticos, são arquivos pequenos e muito simples. Depois de instalados quando se clica na guia ‘salvar como’ dentre as opções passa a aparecer a opção PDF.

O arquivo que será gravado no CD-ROM também deve ser em formato PDF para garantir que mesmo quem tenha com pacote Office mais antigo consiga acessar o conteúdo, e evitar alterações do material. Acho que chovi no molhado aqui, mas depois que vi uma monografia em que o autor encadernou uma folha com o modelo da ‘lombada’ dentro dela, imagino que informação nunca seja demais.

Aliás… falando em lombada, essa é parte de fora da encadernação que fica exposta na estante, é importante que ela venha com os seguintes dados: vista de cima para baixo, ou da direita para a esquerda, se preferir:

Sim, esse é o exemplo da lombada. Como ela será vista verticalmente , a cidade e o ano vêm na parte de baixo, no meio o título da monografia em letras maiúsculas, e distante dele o nome do autor, somente com as iniciais em maiúsculas. Na parte de cima a sigla da universidade. Cada um desses elementos é separado por uma ou duas barras verticais.

Se o título do trabalho for muito extenso ele pode ser dividido em duas linhas e ficar separado do nome do autor da forma acima exemplificada, ou então ocupar a linha superior inteira e na de baixo ser inserido o nome do autor.

Dependendo da extensão do nome do autor ou do título, e da quantidade de folhas que fornecerá as medidas da largura da lombada, as letras podem ficar espremidas.

A cor da encadernação: particularmente eu indico a cor do curso, com letras em cor prata ou dourado, contudo, nada impede que um estudante de Direito (cuja cor do curso é o vermelho) escolha encadernar sua monografia em cor azul. Contudo, novamente fica aqui o conselho, verifique se sua instituição possui alguma determinação nesse sentido.

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 1: O TEMA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 2 – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 3: DOUTRINA E METODOLOGIA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 4: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 5: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 6: CITAÇÕES E RODAPÉ

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 7: EXPRESSÃO, ABREVIATURA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 8: ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 8: ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 8: ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

A referência bibliográfica é o primeiro dos elementos pós-textuais, e sua formatação obedece a uma série de detalhes:

Formatação:
Fonte: (aquela escolhida para o resto do trabalho – Arial/ Times new Roman)
Tamanho: 12
Espaçamento: simples (“antes 6pt”)
Alinhamento: esquerda
Recuo de primeira linha: não (todo o texto deve vir rente a margem esquerda).
Numeração de capítulo: Não
Título: Negrito, em letras maiúsculas, alinhado rente a margem esquerda.

Elementos mais importantes:
a) Nome do autor
b) Título da obra
c) Edição (a partir da segunda)
d) Cidade de publicação
e) Editora
f) Ano da publicação

Outros elementos podem vir a integrar a referência bibliográfica, entretanto, os acima expostos são obrigatórios e devem vir apresentados nessa ordem.

Os elementos da referência são separados uns dos outros por sinais de pontuação seguidos de 2 (dois) espaços vazios.

Nome do autor:

A referência inicia-se pelo sobrenome do autor, em letras maiúsculas e separa-se do primeiro nome por vírgula (,) e dos demais elementos por ponto final (.).

Caso o autor (nacional ou estrangeiro) tenha um sobrenome composto, designativo de parentesco, consagrado pela literatura, portador de partículas, ou que seja conhecido pela composição de dois sobrenomes, essa composição é que dará início a referência.

Exemplos:

MEIRELLES, Hely Lopes. (sobrenome)

BANDEIRA DE MELLO, Celso Antônio (sobrenome composto e pelo qual é conhecido no meio acadêmico)

DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. (sobrenome com partícula)

REALE JUNIOR, Miguel. (designativo de parentesco)

MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. (consagração literária)

Não se traduz o sobrenome de autor estrangeiro, há menos que o autor seja conhecido por termo aportuguesado, como por exemplo: MAQUIAVEL ao invés de MACHIAVELLI.

Obras de vários autores.

Até três autores cita-se o nome de todos, na ordem em que aparecem na capa da publicação, separados uns dos outros por ponto e vírgula (;) na forma acima.

Exemplo:

GRINOVER, Ada Pellegrini; GOMES FILHO, Antonio Magalhães; FERNANDES, Antonio Scarance.

Caso tenha mais do que três autores, identifica-se o primeiro e em seguida a expressão et al.

Exemplo:
DELMANTO, Celso. et al. (assim mesmo, com letra minúscula após o ponto final).

Obras coletivas organizadas/coordenadas por um deles.

Indica-se o nome do organizador/coordenador, da mesma forma que a indicação do autor, ou de até três autores:

Exemplo:

MACHADO, Fábio Cardoso; MACHADO, Rafael Bicca (Org./Coord.).

Obras de entidades coletivas (institutos, associações, etc)

Indica-se o nome da entidade coletiva, em letras maiúsculas e em ordem normal.

Obras de entidades ligadas a órgãos públicos (federais, estaduais e municipais):

Identifica-se a esfera administrativa (país, estado ou município), seguido de ponto final (.), e o nome do órgão público a que se vincula.

Exemplo:

Brasil. Ministério da Educação.

São Paulo. Secretaria Estadual da Educação.

São Paulo. Secretaria Municipal de Educação.

O título dos documentos.

Após o ponto final (.) que indica o fim da menção do nome do autor inicia-se a indicação do título do documento após dois espaços em branco.

Salvo a primeira palavra, todas as demais são escritas em letras minúsculas (exceto nomes próprios).

O título deve vir em destaque gráfico (negrito, itálico ou sublinhado) e uma vez escolhido deve ser aplicado a todo o documento.

Havendo subtítulo, este deve ser separado do título por dois pontos e não recebe destaque gráfico.

Encerra-se a referência com ponto final (.)

Exemplos:

SOBRENOME, Nome. Súmula vinculante e divergência jurisprudencial.

SOBRENOME, Nome. Súmula vinculante: um estudo sobre o poder normativo dos tribunais.

Se o título não tiver autor, como por exemplo leis, inicia-se a referência pelo próprio documento.

Exemplo:

Lei 11.417 de 19 de dezembro de 2006.

Edição do documento:

Indica-se somente a partir da segunda, logo após o título do documento.

Caso uma mesma edição seja alterada, indica-se as alterações de forma abreviada:

a) ed. = edição
b) rev. = revista
c) atual. = atualizada
d) ampl. = ampliada

Exemplo:

SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo. 3ª ed. rev. atual. ampl.

A cidade de publicação e a editora

Após os dados da edição segue-se ponto final (.), e dois espaços vazios para, então, apresentar-se a cidade de publicação e a editora. Esses dois elementos separam-se por dois pontos e espaço simples após a pontuação (:), e encerra-se com vírgula após a editora (,).

Exemplo:

SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo. 3ª ed. rev. atual. ampl. Cidade: Editora,

SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo. 3ª ed. rev. atual. ampl. s.l.: Editora (para casos que não se identifica a cidade, onde s.l. = sem local)

A data do documento:

Indica-se apenas o ano da publicação utilizada em seguida ao elemento ‘editora’. A menção do ano pode terminar a entrada da referência bibliográfica, caso que encerra-se com ponto final (.), ou pode ainda, haver menção das páginas do documento pesquisado, ocasião em que separa-se de tal indicação por vírgula (,) seguida da abreviação ‘p.’

SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo. 3ª ed. rev. atual. ampl. Cidade: Editora, ano.

SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo. 3ª ed. rev. atual. ampl. Cidade: Editora, ano, p.

Os números das páginas, quando isolados separam-se por vírgulas, quando indicam intervalo ligam-se por hífen:

Exemplos:

p. 122, 156, 209.

p. 122-156, ou seja, 122 até 156.

Note os sinais de pontuação de uma referência completa:

SOBRENOME(,) Nome(.) Título(:) subtítulo(.) 3ª ed. rev. atual. ampl. Cidade(:) Editora(,) ano(,) p. 122(-)156(,) 220(.)

NOTA: TODOS os sinais de pontuação são seguidos de dois espaços vazios a exceção daqueles localizados nas abreviaturas (pois são pontos de abreviação e não de pontuação) e o hífen.

Referências de fontes eletrônicas de pesquisa:

Em caso de artigos, mencionar autor e título do documento na forma da referência bibliográfica, e acrescentar: Disponível em: . Acesso em 21 jan. 2010, às 19:35h.

Exemplo:

SOBRENOME, Nome. Título: subtítulo. Disponível em: . Acesso em 21 jan. 2010, às 19:35h.

Nota: o melhor método de se informar o site é colar diretamente da barra de endereços no documento e depois clicar com o botão direito para remover o hiperlink, pois toda a referência bibliográfica deve ser escrita em preto, e os links normalmente aparecem em azul ou em vermelho se foram acessados. Isso estraga qualquer referência.

Em seguida a referência bibliográfica vem as tabelas, anexos e apêndices. Esses itens não tem uma formatação específica pois podem abarcar diversos conteúdos, como fotos, gráficos, glossários, legislações, índices alfabéticos remissivos etc.

O importante é que os elementos pós textuais diversos da referência bibliográfica tenham indicação em sumário próprio caso sejam muitos e extensos.

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 1: O TEMA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 2 – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 3: DOUTRINA E METODOLOGIA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 4: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 5: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 6: CITAÇÕES E RODAPÉ

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 7: EXPRESSÃO, ABREVIATURA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 9: ENCADERNAÇÃO E CDROOM

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 7: EXPRESSÃO, ABREVIATURA

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 7: EXPRESSÕES E ABREVIATURAS

Na parte 6 do “CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 6: CITAÇÕES E RODAPÉ
foi falado sobre citações onde foi explicado a diferença entre as citações curtas, que são as feitas no corpo do texto com, no máximo três linhas; e as citações longas, que são feitas em parágrafo especial.
Foi explicado também que usamos as aspas simples para indicar uma citação de um autor ‘B’ dentro da obra de um autor ‘A’.

Nesse parte 7 explicaremos sobre o uso de algumas expressões e indicarei as abreviações utilizadas em trabalhos científicos.

NOTA INICIAL: Todas as expressões devem ser escritas em itálico, pois são derivadas do latim.

Apud.

É a citação da citação. Embora pareça que já tratei disso no tópico anterior sobre as formas de citação e chamadas em monografias, a expressão apud tem um uso diferenciado.

Quando faz-se uma citação que se inicia com aspas duplas (“xxx”) o trecho que contém obra de outro autor vem entre aspas simples “xxxx ‘aaa’ xxxx”. Isso indica que o autor que citamos faz referência a outro doutrinador.

O uso do apud é diferenciado. É utilizado quando copiamos um trecho inteiro de um autor ‘B’ que encontramos transcrito na obra de um autor ‘A’, ao invés de consultar a obra de ‘B’ diretamente.

Entretanto, o uso desse recurso deve, preferencialmente, restringir-se à citação de obras originais estrangeiras, raras ou de difícil acesso, ou seja, obras que não se pode consultar em qualquer livraria, biblioteca ou sebos. Não faz sentido utilizar a expressão apud, para citar Celso Antônio Bandeira de Melo, em trecho mencionado no livro de Maria Sylvia Zanella Di Pietro, isso porque a obra de Celso Antônio pode ser encontrada em qualquer biblioteca ou livraria. Contudo, caso pretenda-se citar um trecho da obra original de Rousseau ou outra obra não lançada no Brasil, o uso é válido.

Havendo possibilidade de consultar a obra original o uso do apud deve ser evitado.

A citação da citação aqui explicada é feita da seguinte forma: faz-se a indicação de autoria: primeiro mencionando os dados do autor citado na forma explicada anteriormente (autor data/numérico), em seguida a expressão apud, e em segundo lugar o nome do autor que citou.

Exemplo: (BANDEIRA DE MELLO, 2007, p. 752, apud, DI PIETRO, 2009, p. 345). Isso significa dizer que Di Pietro citou Bandeira de Mello.

(Sic!)

O (sic!), escrito entre parênteses e em itálico, é utilizado em citações, quando o trecho transcrito contenha algo que se julgue deva ser corrigido, ou que cause estranheza, como por exemplo erros em relação a datas, erros de ortografia/concordância etc.
Pode ocorrer de o autor original ter escrito daquela forma intencionalmente, como nos casos de movimentos literários, de forma que NUNCA se deve corrigir o texto citado. Ao invés de fazer a correção, acrescenta-se a expressão (sic!) logo em seguida ao erro/incorreção e faz-se uma nota de rodapé sobre o que seria o correto, ou esclarecendo o momento histórico/artístico/literário que abarcava aquele uso da língua.

Exemplos:

“A Constituição Brasileira de 1989 (sic!), também conhecida como constituição cidadã (…)”.

Acresce-se o (sic!) porque a constituição brasileira vigente data do ano de 1988, de forma que essa correção deve ser mencionada no rodapé.

“Vivia deitado mas si (sic!) punha os olhos em dinheiro, Macunaíma dandava pra ganhar vintém. (…) Nos machos guspia (sic!) na cara.”

‘Si’, deveria ser substituído por ‘se’; ‘guspia’ deveria ser ‘cuspia’. Entretanto esses ‘erros’ eram cometidos propositalmente pelo autor Mário de Andrade, em razão do movimento literário do Modernismo, escrevendo tal e qual o povo fala.

Outras expressões e abreviaturas:

Idem:

Utilizado para indicar que um autor mencionado anteriormente em nota de rodapé imediatamente anterior.

Exemplo:

1 – DI PIETRO, 2009, p. 200
2 – Idem, 2007, p. 132.

Ibidem:

Utilizado para indicar que autor e obra já foram mencionados em referência anterior.

Exemplo:

1 – DI PIETRO, 2009, p 200
2 – Ibidem, p. 250.

op. cit. (abreviatura de opus citatum = na obra citada):

Serve para informar que a obra do autor, a qual se refere foi a última citada. Por exemplo, se duas páginas atrás, no mesmo capítulo do trabalho foi citada a obra X, aqui, após a identificação do nome do autor acresce-se a expressão op. cit. Para informar que o trecho mencionado na referência/rodapé pertence ao mesmo trabalho mencionado duas páginas atrás. O uso é limitado e causa bastante problemas de identificação, especialmente quando se trabalha com mais de uma obra do mesmo autor. Evite usar.

Exemplo:

1 – DI PIETRO, op. cit., p. 200.

Passim (aqui e ali):

Indica que o mesmo assunto foi abordado em diversas passagens de um texto, sem que haja necessidade de mencionar as páginas. Esse recurso, contudo, deve ser utilizado somente em casos em que o objeto receba várias menções ao longo da obra, de modo que numerar as páginas geraria mais de 5 menções em intervalos curtos.

Exemplo:

1 – DI PIETRO. Direito Administrativo, p. 20, 30, 34, 37, 45, 200, 204, 207, 250, 278, 285. Pode-se substituir por: 1 – DI PETRO. Direito Administrativo, passim.

Página = p. (não se escreve em itálico)

A abreviação de página é SEMPRE feita pela letra ‘p’ (minúscula), seguida de ponto final (p.).

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 2 – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 3: DOUTRINA E METODOLOGIA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 4: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 5: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 6: CITAÇÕES E RODAPÉ

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 8: ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 9: ENCADERNAÇÃO E CDROOM

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 6: CITAÇÕES E RODAPÉ

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 6: CITAÇÕES, SISTEMAS DE CHAMADAS E NOTAS DE RODAPÉ

Nessa parte trataremos a formatação das citações (curtas e longas), os sistemas de identificação das chamadas (citações), bem como das notas de rodapé. É uma parte que exige atenção no início, mas que com a prática termina por se tornar um ato mecânico.

Na parte anterior foi explicado que todo o texto do trabalho deve ser escrito em fonte tamanho 12, com espaçamento 1,5 e recuo de parágrafo 1,25 cm, à exceção das citações e notas de rodapé. Adiante explicarei o que são e como são formatados esses dois elementos:

CITAÇÕES: No geral consistem na menção das teorias de outro autor seja para confirmar o posicionamento assumido no trabalho em curso, seja demonstrar posicionamento diverso, para apresentar uma definição ou teoria que não se deseja transcrever com as próprias palavras, copiar o trecho de uma lei etc. O que importa é que o conteúdo da citação pertença a terceiro.

Subdividem-se quanto a forma podendo ser indireta ou direta. Esta última se subdivide em citação direta curta e longa.

Regra geral: Quando iniciamos a citação do texto do autor desde o início da sentença precedemos a citação de dois pontos (:).

Exemplo: Assim explica Fulano de Tal: “Blá, blá, blá”.

Quando a citação apresenta somente parte de um texto indicamos que há partes omitidas através de elipses (reticências) entre parênteses ou colchetes, ou seja, (…) ou […]. Essa indicação deve se localizar sempre nas partes onde o texto original foi omitido por qualquer que seja a razão: no início (para indicar que havia texto prévio na mesma frase), meio (para indicar que o texto entre dois pontos importantes foi suprimido) ou fim da citação (para indicar que aquele pensamento continuava, mas era desnecessário), podendo ser utilizada várias vezes num mesmo trecho.

Caso a citação seja incluída como uma forma de complemento do pensamento do autor do trabalho em curso, pode-se dispensar os dois pontos (:) nas citações curtas, mas não as aspas.

Exemplo de citação curta copiando a sentença desde o início:
Assim ensina Fulano de Tal: “Transcrição do texto desse autor”.

Exemplo de citação curta inserindo a citação como complemento do pensamento:
A definição de citação curta é “a transcrição do texto do autor”.

Exemplo de citação curta com omissões:
Assim, conforme ensina Fulano de Tal: “(…) a forma correta de se transcrever um trecho (…) deve observar regras de espaçamento e recuo, dando destaque para o parágrafo da citação que contenha mais de 4 linhas (…), que ao final será acompanhando dos dados do autor citado (…)”.

CITAÇÃO INDIRETA: Consiste em transcrever a idéia do autor consultado através de suas próprias palavras.

CITAÇÃO DIRETA: Trata-se da transcrição do texto original, copiar no trabalho em curso as palavras tais e quais proferidas pelo autor da obra consultada.

CITAÇÕES DIRETAS CURTAS: São aquelas realizadas no corpo do texto, que contém no máximo 3 linhas. À elas se aplica a regra geral de formatação descrita no início desse tópico, entretanto ela deve vir entre aspas duplas ou seja “xxx”, diz-se isso porque também temos as aspas simples, ‘xxx’, e essas servem para identificar uma citação dentro da citação, ou seja, caso o autor que estamos citando faça uma citação na obra original devemos destacar essa também.

CITAÇÕES DIRETAS LONGAS: São as que contêm mais de 3 linhas de texto, e no máximo 15 (salvo raras exceções, dependendo do conteúdo, por exemplo, uma jurisprudência). Devem ser feitas em parágrafo apartado do texto:

Formatação:
O parágrafo que introduz a citação é finalizado com dois pontos (:).
Linhas recuadas para 4 cm da margem
Sem recuo de parágrafo
Espaçamento simples (1,0)
Fonte tamanho 10
Sem aspas

Obs.: caso haja omissão de textos, aplica-se a regra das elipses entre parênteses ou colchetes anteriormente mencionada.

DESTAQUE EM CITAÇÃO

Caso desejemos destacar alguma parte que entendemos importante na citação (frases ou palavras) e que não contenha destaque na obra original consultada devemos colocar o texto em negrito ou itálico e, após mencionarmos a autoria, devemos acrescentar, também entre parênteses, a expressão ‘grifo nosso’. Ex.: (AUTORIA) (grifo nosso).

Faço aqui uma observação de cunho pessoal quanto ao uso do itálico: Prefiro destacar os textos através do negrito ou sublinhado e deixar o uso do itálico para palavras de origem estrangeira empregadas ao longo do texto.

NOTA SOBRE A CITAÇÃO JURÍDICA: Quando se menciona apenas uma frase da legislação essa pode ser citada no corpo do texto (citação curta), entretanto, se houver necessidade de copiar o trecho de parágrafos, incisos ou alíneas diferentes a citação deve ser feita em parágrafo especial (citação longa). Ementas jurisprudenciais também devem ser feitas em parágrafo apartado.

INDICAÇÃO DE AUTORIA:

Ao final de qualquer tipo de citação deve ser mencionada a autoria, seja pelo sistema AUTOR DATA, seja pelo sistema NUMÉRICO (que está caindo em desuso).

O SISTEMA AUTOR DATA:

A indicação é feita entre parênteses ao final do trecho copiado, indicando o sobrenome do autor citado com letras maiúsculas, o ano da obra e a página. Ex: (DI PIETRO, 2009, p. 200). Ainda que a citação tenha sido introduzida com a menção do nome completo do autor não se dispensa a menção posterior junto a referência de ano e página.

Exemplo: Aqui ensinei: “Após a transcrição da citação é necessário informar os dados do autor do texto citado”. (SOBRENOME, 2000, p. 001).

O SISTEMA NUMÉRICO:

Muito mais complexo que o anterior, obedece uma série de formalidades, quais sejam:

Formatação:
Deve ser feito no rodapé da página
Separado do texto por uma linha horizontal de 3 cm.
Em ordem crescente de numeração
Fonte tamanho 9
Espaçamento simples
O texto deve vir sempre alinhado na forma justificada e embaixo da primeira letra da referência, e não abaixo do número indicador.
Oferecer dados completos como se fosse a referência bibliográfica Ex.: (DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito Administrativo. 22ª edição, São Paulo: Atlas, 2009, p. 300).

Obs.: O uso desse sistema não significa que se dispensa a referência bibliográfica ao final.

O sistema numérico não é muito prático e seu uso obriga que o autor escreva outras observações (que seriam melhores como nota de rodapé) no texto principal. Por essa razão, muitas instituições preferem o uso do sistema autor-data.

Nota pessoal: Espero eu que o sistema numérico seja extinto!

OBSERVAÇÕES:

1: O número da página SEMPRE será indicado pela abreviação ‘p.’.
2: Uma vez escolhido o sistema de chamadas, esse deve ser aplicado a todo o documento, de forma que é absolutamente incorreto misturar os dois. Caso escolha o sistema ‘numérico’, as notas de rodapé devem ser utilizadas exclusivamente para identificar citações, devendo ser as notas sobre o texto incorporadas ao corpo principal. Caso utilize o sistema ‘autor-data’, as notas de rodapé servirão para explicações gerais diversas.

NOTAS DE RODAPÉ.

Se optar por utilizar o sistema ‘numérico’ de identificação de citação as notas de rodapé devem se restringir exclusivamente a guardar informações sobre as obras citadas, nos termos do tópico supra.

Caso opte pelo uso do sistema ‘autor-data’ as notas de rodapé servirão para abrigar comentários e reflexões do autor sobre determinada passagem do texto principal, eventuais transcrições de textos em outros idiomas ou outros objetos que, embora mantenham correlação de pertinência com o tema do trabalho abordado, não necessitem ficar no texto principal e/ou não sejam grandes o bastante para constituir um anexo.

Formatação:
Separadas do texto principal por uma linha horizontal de 3 cm;
Fonte tamanho 9
Espaçamento simples (1,0)
Devem ser digitadas dentro da margem de texto, ou seja, devem sempre ficar acima da margem inferior de 2 cm, nunca abaixo desse limite.
O texto deve vir sempre alinhado na forma justificada e embaixo da primeira letra da referência, e não abaixo do número indicador.

ATENÇÃO: O padrão do WORD 2007 separa as notas de rodapé por um filete de 5 cm, mas o correto é um filete de 3 cm. Assim, corrija o separador da nota de rodapé da seguinte forma:

1 – após inserir a nota de rodapé, clique na opção ‘rascunho’ (localizada no canto inferior direito da janela do WORD) – abrirá uma sub tela.

2 – na guia referências, escolha a opção ‘mostrar notas’.

3 – na sub tela, na caixa de diálogo, escolha a opção ‘separador de nota de rodapé’. Aparecerá a linha de 5 cm. Delete essa linha.

4 – Pressione shift + underline 15 vezes (que equivale a 3 cm) onde estava a linha que foi apagada.

Pronto! O separador de rodapé está com o tamanho correto agora. feche a sub tela e volte ao modo ‘layout de impressão’ (localizado no canto inferior direito da janela do WORD)

IMPORTANTE: não esqueça de selecionar a mesma fonte do corpo de texto para o rodapé, o padrão do Word usa a letra Times New Roman, portanto quem escolher a fonte Arial deve modificar tanto o rodapé quanto o cabeçalho. Ok?

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 3: DOUTRINA E METODOLOGIA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 4: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 5: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 7: EXPRESSÃO, ABREVIATURA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 8: ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 9: ENCADERNAÇÃO E CDROOM

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 5: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA – PARTE 5: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

DESENVOLVIMENTO EM CAPÍTULOS

Chegamos ao ponto crucial do nosso trabalho. Aqui, o ideal é que já tenhamos realizado nossa pesquisa, tenhamos ciência dos tópicos a serem desenvolvidos, uma breve idéia de como se dividirão os capítulos, etc. Então, vamos direto para a formatação dos itens que compõem essa parte do trabalho.

Notas gerais: Todo o texto será escrito em fonte tamanho 12, espaçamento 1,5, parágrafo iniciado em 1,25 (salvo citações longas e notas de rodapé).

O TÍTULO DO CAPÍTULO.

Cada novo capítulo deve se iniciar em uma nova página, ou seja, não importa se o capítulo anterior ocupou somente quatro linhas ou meia lauda, o novo capítulo terá início em nova folha. O título deve ser:

1 – numerado (1, 2, 3 etc.);

2 – escrito em negrito e letras maiúsculas;

3 – posicionado a esquerda;

4 – separado do texto abaixo por dois espaços de 1,5 (‘enter’).

O SUBTÍTULO DO CAPÍTULO.

O subtítulo pode iniciar-se na folha corrente, ou seja, não se inicia em nova folha ainda que ele venha a se localizar no final da página. Entretanto, nesse caso recomendo que o autor tente resumir ou desmembrar um parágrafo muito grande em prol de acomodar a primeira linha do subtítulo na página corrente, ou então, fazer com que eo subtítulo seja lançado para a próxima página.
Entretanto, NUNCA, altere os espaçamentos para esse fim.

O subtítulo deve ser:

1 – numerado (1.1, 2.1, 2.2 etc);

2 – escrito em negrito e letras maiúsculas;

3 – posicionado a esquerda;

4 – separado do texto imediatamente superior e inferior a ele por dois espaços de 1,5 (‘enter’).

O SUB-SUBTÍTULO DO CAPÍTULO.

Da mesma forma que o subtítulo ele se inicia na folha corrente e deve ser:

1 – numerado (1.1.1, 2.3.4 etc.);

2 – em negrito, somente com a primeira letra em maiúscula;

3 – alinhado a esquerda;

4 – separado do texto imediatamente superior e inferior a ele por dois espaços de 1,5 (‘enter’).

Para todos os itens que possuírem mais de três algarismos de identificação (ex. 1.1.1.2; 4.4.3.2.1 etc.) aplica-se as mesmas regras dos sub-subtítulos.

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TRABALHOS ACADÊMICOS: NORMAS DA ABNT – 2011

MODELO NORMAS DA ABNT 2011

NBR 14724 NORMAS ABNT NOVAS REGRAS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 1: O TEMA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 2 – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 3: DOUTRINA E METODOLOGIA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 4: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 6: CITAÇÕES E RODAPÉ

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 7: EXPRESSÃO, ABREVIATURA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 8: ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 9: ENCADERNAÇÃO E CDROOM

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 4: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA – PARTE 4: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Os elementos textuais são apenas três:

a) Introdução;

b) Desenvolvimento em capítulos

c) Conclusão

Uma série de requisitos são aqui postos e isso faz com que esse seja o tema mais extenso de todos, especialmente no que se refere a parte do desenvolvimento, pois é onde itens como citação longa, citação curta, notas de rodapé, notas de glossário, numeração, titulação, espaçamentos, recuos, alterações de tamanho de fonte e de espaçamento e etc. se inserem.

Essa é, geralmente, a parte que mais causa pânico nos alunos, especialmente na pós graduação em que a formatação normalmente tem peso 4 na nota final. Mas muita calma. Basta ter atenção que tudo dará certo no final.

Como disse antes, a parte do desenvolvimento em capítulos é aquela que mais exige do autor porque nela se inserem uma série de elementos que a Introdução e a Conclusão não têm. Por essa razão, vamos iniciar essa parte por esses dois últimos elementos, e na próxima parte falaremos sobre a parte do ‘desenvolvimento’.

INTRODUÇÃO:

Primeiramente, Introdução não é a mesma coisa que ‘Resumo’. O Resumo é aquele que foi falado na parte 2 sobre elementos pré-textuais, que tem no máximo 250 palavras, que não possui recuo de parágrafo e apresenta a proposta do trabalho, o método desenvolvido e, inclusive, as conclusões do autor sobre o tema de forma sucinta e em frases objetivas, com escopo de informar ao leitor sobre a necessidade de ler ou não o conteúdo completo do trabalho ao dar dados gerais sobre o assunto.

A Introdução, por sua vez, tem por objetivo apresentar de forma sucinta e interessante, mas não tão objetiva quanto um Resumo, o problema abordado no trabalho, a fase histórica atual do tema, os métodos e objetos analisados, posicionamentos críticos e pontos obscuros, a relevância da pesquisa, o objetivo a ser alcançado e dar ao leitor uma visão concisa, um panorama geral do trabalho que será desenvolvido a seguir.

Diferentemente do Resumo a Introdução não menciona as conclusões.

Na Introdução também não são aceitas transcrições de citações, tampouco notas de rodapé. A Introdução é um texto próprio do autor, em que se busca expor o quanto mencionado acima, nada mais.

Formatação:

Além da formatação geral (margens e tipo da fonte que já foi escolhido) temos:

Tamanho da fonte: 12.

Espaçamento 1,5.

Parágrafo: 1,25 cm (ou seja, especial na 1ª linha).

O título INTRODUÇÃO deve vir em negrito, centralizado e em letras maiúsculas, seguido de 2 espaçamentos (‘enter’) de 1,5 para separá-lo do texto.

Não recebe numeração de capítulo porque a introdução não é um capítulo, e sim, uma apresentação geral do trabalho.

Quantidade de laudas: Variável mas, no mínimo, 1 (uma) lauda – dependendo do número total de folhas até a conclusão pode ter mais. Um trabalho de 30 páginas não faz jus a uma introdução de 4 laudas. Use o bom senso.

Numeração de página: SIM.

NOTAS SOBRE A NUMERAÇÃO: Os números de páginas devem ser inseridos no canto superior direito a 2cm da margem. A primeira página da Introdução não mostra número de página, somente da segunda em diante.

TODAS as folhas anteriores a introdução são computadas para fins de numeração assim, um trabalho que contenha: capa, página de rosto, folha de aprovação, dedicatória, agradecimento, epígrafe, resumo em português, resumo em língua estrangeira, e duas folhas de sumário tem 9 folhas antes da primeira folha da introdução, assim os números serão mostrados a partir do 11 (9 de elementos pré textuais + 1 da primeira lauda da introdução) que é a segunda página da introdução.

Obs.: A capa não conta.

CONCLUSÃO

A conclusão pode apresentar um resumo de cada capítulo de forma sintetizada, e deve relatar de forma concisa as conclusões a que o Autor chegou através da pesquisa realizada. Contudo, somente deve ser concluído aquilo que pode ser efetivamente comprovado ao longo do desenvolvimento, devendo o autor abster-se de registrar suposições e, principalmente, de fazer questionamentos nas conclusões. Jamais termine qualquer texto científico com um questionamento!

Formatação:

Além da formatação geral (margens e tipo da fonte) temos:

Tamanho da fonte: 12.

Espaçamento 1,5.

Parágrafo: 1,25 cm (ou seja, especial na 1ª linha).

O título CONCLUSÃO deve vir em negrito, centralizado e em letras maiúsculas, seguido de 2 espaçamentos (‘enter’) de 1,5 para separá-lo do texto.

Não recebe numeração de capítulo. A Conclusão, assim como a Introdução, não é um capítulo, e sim, uma apresentação geral dos objetivos alcançados com o trabalho.

Quantidade de laudas: mesma regra da introdução. No mínimo 1 (uma).

Numeração de página: Sim.

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 1: O TEMA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 2 – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 3: DOUTRINA E METODOLOGIA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 5: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 6: CITAÇÕES E RODAPÉ

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 7: EXPRESSÃO, ABREVIATURA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 8: ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 9: ENCADERNAÇÃO E CDROOM

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 3: DOUTRINA E METODOLOGIA

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA – PARTE 3: DOUTRINA E METODOLOGIA

Antes de passarmos a frente, com o curso, vamos fazer um breve parênteses para indicar a doutrina voltada a questão da metodologia.
O livro que costumo indicar para todos, independentemente do curso é o:


CLIQUE PARA COMPRAR NO SUBMARINO
Obra: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO
Autor: Antônio Joaquim Severino
23ª edição
Editora Cortez

Descrição:
Este livro tem por objetivo apresentar aos estudantes e universitários alguns subsídios teóricos e práticos para o enfrentamento das várias tarefas que lhes serão solicitadas ao longo do desenvolvimento do processo ensino/aprendizagem de sua formação acadêmica. Trata-se, pois, de uma iniciação teórica, metodológica e prática ao trabalho científico a ser desencadeado desde o início de sua vida universitária. Mas, pela sua própria natureza é também eficiente ferramenta para o trabalho docente em sua interface com a aprendizagem dos alunos, podendo configurar-se como um bom roteiro para a intervenção didático-pedagógica dos professores, quaisquer que sejam suas áreas ou matérias de ensino. Além dos elementos conceituais que definem e explicam a natureza do conhecimento científico, são apresentadas diretrizes para o entendimento e a aplicação das atividades lógicas e técnicas relacionadas com a prática científica.

Não é um livro que sofre frequentes atualizações em razão de a ABNT, na qual se funda a metodologia do mesmo, não alterar as normas com frequência. Assim, a edição 23 somente foi elaborada após algumas reformas nas NBR (normas da ABNT) ocorridas em 2005.

É um livro que compensa a compra, seja pelo preço justo, ou não somente pelo fato de ensinar como formatar os trabalhos, mas também por ensinar como elaborar a pesquisa, as justificativas para o trabalho, formas de organizar os fichamentos e ordenar as idéias para elaboração de um trabalho conciso e que o estudante possa realizar de forma eficiente.

Uma das grandes vantagens desse livro é que ele ensina como utilizar as ferramentas de programas de edição de texto, no caso o WORD. Até quem não entende muito de computador consegue formatar o texto acompanhando as imagens das telas que estão expostas por todo livro acompanhando as explicações. Muito prático mesmo.

Não esqueçam de verificar junto às instituições de ensino se existe alguma norma/portaria/resolução da mesma que determine padrões de formatação. Havendo um padrão esse deve ser seguido e as normas da ABNT somente devem ser aplicadas subsidiariamente.

As normas da ABNT não são perpétuas, recebendo atualizações constantes e, por vezes, essas alterações são tão sutis que ninguém nota. Por exemplo, cito a alteração do margeamento:

Em 2002 as margens seguiam o padrão: Superior e inferior: 2,5 cm; esquerda 3 cm e direita 2 cm.
Hoje as margens superior e inferior sofreram alteração de 0,5 cm, para mais e para menos, respectivamente. (vide lição Elementos Pré-Textuais).

Mas quem repara em 0,5 (meio) centímetro? A resposta é óbvia, qualquer professor orientador exigente. Nem sempre os professores sabem exatamente todas as regras de formatação, entretanto, pelo costume de corrigir trabalhos, apenas de passar os olhos no texto, eles sabem se o espaçamento está correto, o tamanho do recuo, o destaque da citação longa etc.

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 1: O TEMA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 2 – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 4: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 5: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 6: CITAÇÕES E RODAPÉ

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 7: EXPRESSÃO, ABREVIATURA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 8: ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 9: ENCADERNAÇÃO E CDROOM

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 2 – ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA – PARTE 2: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

Autor: Érika T. Magalhães

Primeiramente é importante saber se a sua instituição de ensino possui alguma norma interna, portaria, resolução ou determinação que fixe parâmetros/diretrizes de formatação e elementos obrigatórios, e etc. para elaboração do trabalho. Caso exista, aplique o que a instituição determinar e no que este for silente aplique subsidiariamente as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

Caso não haja nenhum padrão fixado, aplique integralmente as normas da ABNT.

A monografia se divide em três partes:

a) Elementos pré-textuais,

b) Elementos textuais,

c) Elementos pós-textuais.

Nessa parte será dedicado a apresentação dos elementos pré-textuais, sejam eles obrigatórios ou opcionais.

Os elementos pré-textuais apresentam o autor pelo nome completo, eventual qualificação profissional, além de elementos de cunho particular, como a dedicatória, o agradecimento e a epígrafe.

São também a primeira apresentação do trabalho, através da menção do título na capa e página de rosto, resumo e sumário.

Formatação inicial:

Quando iniciar o seu trabalho tenha em mente que existe uma formatação inicial, que deve ser aplicada ao documento por inteiro:

Fonte: Arial ou Times New Roman – Clássicas. Uma vez escolhido o tipo da fonte, ela deve ser aplicada integralmente no trabalho, seja no texto, seja em eventuais legendas de imagens, seja em notas de rodapé.

Cor: preto. O texto deve ser sempre impresso nessa cor, somente imagens e eventuais gráficos admitem a impressão em cores. No caso dos gráficos, recomenda-se o uso de cores sóbrias, de tons mais escuros, ou ainda diversos tons da mesma cor, se possível, com vistas a evitar que o trabalho fique visualmente cansativo.

Margens:
Superior e esquerda: 3 cm
Inferior e direita: 2 cm.

Obs.: A margem esquerda tem 3 cm, pois é onde será feita a encadernação, de forma que quando o trabalho estiver encadernado todas as margens terão um espaço visual de 2 cm, a exceção da superior, que terá um visual de 3 cm, como destaque.

Elementos pré-textuais:

1 – Capa (obrigatório)

Conteúdo:
a) Alto da página: Nome do aluno em LETRAS MAIÚSCULAS – fonte tamanho 16;
b) Centro da página: Título do trabalho em LETRAS MAIÚSCULAS – fonte tamanho 20;
c) Mais abaixo do centro da página: nome da instituição de ensino. Esse item é opcional – fonte tamanho 16;
d) Fim da página: Cidade e ano, fonte tamanho 12.
Formatação:
Espaçamento: simples;
Alinhamento: centralizado.

2 – Página de rosto (obrigatório)

Conteúdo:
a) Alto da página: Nome do aluno em LETRAS MAIÚSCULAS, fonte tamanho 16;
b) Centro da página: Título do trabalho em LETRAS MAIÚSCULAS, fonte tamanho 20,
c) Mais abaixo do centro da página, com linhas recuadas para 8 cm: breve explanação sobre a natureza do trabalho, instituição a que se destina e nome do professor orientador – fonte tamanho 12.
d) Fim da página: Cidade e ano, fonte tamanho 12.
Formatação:
Espaçamento: simples
Alinhamento: centralizado, a exceção do texto da explanação, que deve ter recuo de 8 cm.

A página de rosto é similar a capa, inclusive no tamanho utilizado para a fonte, como se fossem cópias uma da outra, de forma que o nome do autor, o título do trabalho, a cidade e o ano devem estar localizados no mesmo lugar, se colocarmos uma folha sobre a outra.
Exemplo de explanação descrita no item C: Trabalho exigido como requisito parcial para a graduação no curso de Direito da Universidade de Nome ABC – SIGLA, sob orientação do professor Fulano de Tal.

3 – Folha de aprovação (obrigatório em alguns cursos)

Conteúdo:
a) Alto da página: nome do aluno e título do trabalho
b) Mais abaixo: Texto similar a explanação do item ‘C’ anterior.
c) Apresentação da banca examinadora.
d) Cidade e data completa.
Formatação:
Espaçamento: simples
Fonte tamanho 12
Alinhamento: centralizado
Quando da apresentação da banca examinadora informar as qualificações (Especialista, Professor, Mestre, Doutor etc.) do orientador e dos outros componentes.

4 – Dedicatória (opcional)

A dedicatória é pessoal, e o autor pode endereçá-la a quem quiser: família, amigos, colegas de profissão etc.
Também não há uma formatação padrão, ficando o alinhamento a critério do autor bem como o uso de itálico, negrito e sublinhado. O texto da dedicatória pode ser centralizado, ocupar a folha inteira, estar localizado no canto inferior direito, ter muitas ou poucas linhas etc.
Também não é necessário que a palavra ‘dedicatória’ venha escrita no topo da página.
Formatação padrão:
Espaçamento 1,5
Fonte tamanho 12.

5 – Agradecimento (opcional)

Assim como a dedicatória o agradecimento também é de caráter pessoal. Entretanto, faz-se aqui uma ressalva: o agradecimento deve se estender somente a pessoas que contribuíram, de alguma forma, para a elaboração do trabalho. Normalmente costuma-se agradecer ao professor orientador e outras pessoas que tenham contribuído formalmente para a elaboração do trabalho através de auxílio na pesquisa, fornecendo materiais, livros etc.
Aqui, aplicam-se as mesmas regras de formatação da dedicatória, não havendo um padrão específico posto que constituem elemento de cunho opcional e pessoal.
Não é costume agradecer à Deus nos trabalhos científicos pois conhecimento científico e religião nem sempre seguem os mesmos ideais, contudo, se for um trabalho sobre teologia, é perfeitamente cabível.
Formatação padrão:
Espaçamento 1,5
Fonte tamanho 12

6 – Epígrafe (opcional)

Como na dedicatória e no agradecimento a formatação do alinhamento fica a critério do autor.
A epígrafe é a reprodução de alguma frase célebre ou pensamento de algum de algum pensador/intelectual/estudioso, devendo, obrigatoriamente, mencionar o autor da mesma. Ou ainda um dito popular, transcrição parcial de texto de livro etc.
Nesse caso, admite-se citações bíblicas.
Formatação padrão:
Espaçamento 1,5
Fonte tamanho 12

7 – Resumo no idioma pátrio (obrigatório em alguns cursos como pedagogia, e em cursos de pós graduação).

O resumo deve ser sucinto, deve ter no máximo 250 caracteres (preferencialmente), não ultrapassando meia folha, e conter frases curtas que resumam os objetivos do trabalho. O texto do resumo não possui marca de parágrafo, ou seja todo o texto inicia-se no lcanto da margem esquerda.
Formatação:
Espaçamento: 1,5
Alinhamento: Justificado
Recuo de 1ª linha (parágrafo): Não

8 – Resumo em idioma estrangeiro (opcional)

O conteúdo deve ser uma tradução do resumo em português, e a formatação deve obedecer a mesma regra mencionada no item 7.
O idioma estrangeiro é, normalmente, o inglês, embora também sejam aceitos o Alemão, Italiano e Francês, entretanto, o uso do inglês é preferencial posto que mais conhecido. Muitas instituições de ensino não admitem o Espanhol.
Caso o autor deseje fazer um resumo em idioma estrangeiro é importante que tenha bom conhecimento do mesmo, ou que o resumo seja traduzido por terceiro com bom conhecimento ou domínio da língua.

9 – Palavras chave (obrigatório)

São palavras para facilitar a busca futura de seu trabalho. Evite o uso de expressões muito longas, use termos de no máximo 3 palavras, e que traduzam bem o objeto do trabalho.
O ideal é que sejam mencionadas aproximadamente 5 palavras chave e no máximo 7.
As palavras chave devem vir posicionadas ao final da página do resumo em língua portuguesa, separadas deste por um ‘enter’, ou seja, uma linha em branco com espaçamento 1,5.

Caso haja resumo em idioma estrangeiro, as palavras chave apontadas em português também devem ser traduzidas e colocadas ao final do respectivo resumo.

10 – Sumário (obrigatório)

Não há muito que dizer sobre o sumário.
Espaçamento: 1,5
Alinhamento: justificado
Os capítulos devem vir alinhados à esquerda e os números das páginas respectivas à direita, ligados por uma linha pontilhada.
Os sub-capítulos também devem ser alinhados à esquerda, mantendo uma linha reta vertical desse lado. O modelo ‘escadinha’ deve ser evitado por ser visualmente é enjoativo, contudo, não há qualquer impedimento para seu uso.

Nota sobre o sumário:

O item da introdução não recebe numeração de capítulo, assim, é incorreto apresentar o sumário da seguinte forma:

    • 1 – Introdução …………………………………10
    • 2 – Capítulo I ………………………………….12
    • 3 – Capítulo II etc. ……………………………15
    4 – Conclusão ………………………………..100

O correto é:

    • Introdução ………………………………………10
    • 1 – Capítulo I …………………………………..12
    • 2 – Capítulo II etc……………………………..15
    Conclusão ……………………………………..100

A mesma regra se aplica à conclusão e todos os itens subsequentes á ela no sumário.
Encerrada a apresentação dos elementos pré-textuais, na próxima postagem abordaremos os itens textuais, ou seja o trabalho em si e sua formatação.

ESCLARECIMENTOS ADICIONAIS SOBRE SUMÁRIO:

Uma das piores partes de se fazer uma monografia ou TCC é anotar as páginas do sumário corretamente, e pior, alinhar de uma forma que os números se fixem corretamente sem que um ou outro fique localizado mais à direita ou mais à esquerda.

Sobre os níveis dos índices:

Cada capítulo recebe uma numeração, por exemplo:

    • INTRODUÇÃO

1. A GARANTIA CONSTITUCIONAL DO JÚRI

2. OS CRIMES JULGADOS PELO JÚRI

3. OS CRIMES CONEXOS E A AVOCAÇÃO DE COMPETÊNCIA

4. O PROCEDIMENTO DO JÚRI

4.1. A CONVOCAÇÃO DOS JURADOS

4.2. A IMPUGNAÇÃO DOS ESCOLHIDOS PARA INTEGRAR A LISTA DE JURADOS

4.2.1. Procedimento para incluir alguém na lista de jurados

5. A ATUAÇÃO DOS JURADOS

CONCLUSÃO

Lembram-se que acima eu falei sobre Introdução e Conclusão não receberem numeração? Tenham sempre em mente isso. Assim, são capítulos todos os itens que possuem somente um número na identificação, são o que chamamos de ‘nível 1’. Ou seja: 1, 2, 3, 4, 5
Formatação: Negrito e letras maiúsculas.

Os subcapítulos são os itens que possuem dois números de identificação, são o ‘nível 2’. Ou seja: 4.1 e 4.2
Formatação: Negrito e letras maiúsculas.

Os sub-subcapítulos são os itens que possuem três números de identificação, constituem o ‘nível 3’, ou seja: 4.2.1, e assim sucessivamente.
Formatação: Negrito e somente com a primeira letra maiúscula.

Depois de pronto o trabalho, numere as páginas no canto superior direito, para podermos iniciar a criação de um índice automático.

No WORD 2007

1. Posicione o cursor no começo da página destinada ao índice
2. Clique na guia referências
3. No canto esquerdo superior clique em ‘sumário’ – uma série de opções de modelos de sumários será apresentada, na parte de baixo da caixa de diálogo clique em inserir sumário e escolha a opção ‘FORMAL’ e selecione o número de títulos/níveis que deseja de acordo com número de níveis e subníveis que seu trabalho tem.
4. Volte para a guia início.
5. Selecione o texto do título do capítulo
6. Na barra de ferramentas clique na caixa superior centro-direita escrito ‘título’ (1, 2, 3 etc) de acordo com o nível de sumário que expliquei anteriormente.
7. Repita essa operação com todos os títulos de capítulos.

Até esse momento os textos do sumário não apareceram na página, correto? Volte na guia ‘referências’ e clique, do lado superior esquerdo, em atualizar sumário.

O sumário aparecerá automaticamente já devidamente numerado.

Caso depois de pronto você deseje incluir um novo capítulo, insira-o no local desejado, repita a operação de seleção do título e escolha do nível, de depois atualize o sumário novamente, ele corrigirá os demais níveis pois funciona como se fosse um link.

Se desejar excluir um título, exclua o texto e o título do capítulo e depois apenas atualize o sumário.

Fácil, não…

Não me lembro exatamente qual o procedimento para quem tem o Word 2003, mas sei que tem que exibir a barra de ferramentas de índice. Depois vá na guia inserir –>; referências — >; índice.

E repetir os passos de seleção do nível. Na barra de ferramentas escolha o nível (1, 2, 3 e etc.), e depois atualizar índice. Talvez seja até mais fácil.

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 1: O TEMA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 3: DOUTRINA E METODOLOGIA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 4: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 5: ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 6: CITAÇÕES E RODAPÉ

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 7: EXPRESSÃO, ABREVIATURA

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 8: ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 9: ENCADERNAÇÃO E CDROOM

CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA PARTE 1: O TEMA

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CURSO COMO FAZER MONOGRAFIA – PARTE 1: O TEMA

Você dever ter chegado ao nosso site ao digitar no site de busca o seguinte:

“Como é feita a metodologia de um projeto de TCC?”
“Normas da abnt 2011”
“Capa da folha de rosto, texto e citação”
“ABNT 2011”
“Trabalho academico nas normas da abnt 2011”
“Exemplo normas da abnt 2011”
“Normas ABNT Projeto de pesquisa”
“Relatório de pesquisa”
“Monografia de conclusão de curso”
“Dissertação”
“Normas ABNT Tese”
“Normas ABNT Artigo”
“Normas ABNT Resenha”
“Abstract ou Resumo”

Não importa, aqui você terá tudo que precisar para montar a sua monografia, projeto de TCC, ou Trabalho de Conclusão de Curso.

Agradeço primeiramente a Sra. Érika Taucci Magalhães, Advogada, São Paulo, que gentilmente disponibilizou em seu blog pessoal esse material.
“Doutora, saiba que para nós estudantes, é gratificante saber que existem pessoas dispostas a ajudar o próximo. Obrigado!”

Segue o Curso:

Parece algo difícil e complicado, e quando se pesquisa no “Oráculo” Google a quantidade de sites que vendem os trabalhos prontos faz parecer que é um bicho de sete cabeças, e a julgar pelos valores cobrados é de se imaginar que deve dar um trabalho imenso.

Bom, cara pálida, tenho novidades para você! Fazer monografia é fácil, apenas requer uma boa dose de atenção na questão da formatação. No que se refere ao conteúdo a tão temida monografia é apenas mais um trabalho de faculdade.

Não perca seu tempo fazendo downloads de trabalhos prontos, ou criando Frankeinstein’s (trabalhos criados a partir do recorte/cole de diversos sites), ou ainda comprando um trabalho pronto (pois ele vem dos mesmos downloads).

Basta seu professor digitar um pequeno trecho do ‘seu’ trabalho no pai Google, que ele logo saberá de onde ‘sua’ idéia brilhante veio. Nada pior do que isso! Como você se justifica? Vai dizer que Theotônio Negrão roubou sua idéia?

Mais vale um trabalho simples mas com idéias suas, do que um trabalho completíssimo que te renderá um belo ‘zero’.

As dicas que dou aqui servem praticamente para as monografias/TCC de qualquer curso, mas em termos de exemplo citarei somente os da área jurídica.

Etapa I: A escolha do tema.

Na verdade, a etapa I é a mais importante de todas. Se pensarmos na monografia/TCC como um bolo, o tema será o ‘recheio’ que irá ocupar o espaço entre a capa e a contra capa.

Também é a parte mais difícil, pois as falhas cometidas aqui são as que mais influem na nota final.

1. Como escolher um bom tema?

Isso depende de vários fatores, mas especialmente da sua disposição em realizar seu projeto e da sua familiaridade com o assunto.

Normalmente escolhemos temas voltados para a área que mais gostamos de estudar, ou com que temos mais relacionamento. Por exemplo: Assédio moral. Para aqueles que gostam de Direito do Trabalho o tema será voltado para sua ocorrência em relações entre patrão/empregado; para quem gosta de Direito Administrativo o foco será a caracterização da sua ocorrência na relação superior/subordinado no âmbito da Administração; já para quem gosta de Direito Penal o objetivo será a caracterização do constrangimento ilegal e eventualmente as possibilidades de indenização no âmbito civil.

Isso conduz ao próximo passo:

2. A limitação do objeto.

Absolutamente importante. Observando o exemplo acima sobre ‘assédio moral’ vemos que um mesmo tema pode inserir-se em diversas áreas do conhecimento jurídico, de forma que é bom especificar uma delas com alguns propósitos:

a) Limitar o alcance do trabalho;

b) Limitar o assunto;

c) Evitar uma avalanche de questões dos professores da banca, sobre áreas que você não domina.

Faça isso mesmo que o tema escolhido não tenha muitas áreas de abrangência, como por exemplo, o ‘Tribunal do Júri’. É um tema pertinente somente à área do Direito Penal, com algumas nuances do Direito Constitucional. Entretanto, o assunto do Tribunal do Júri é extremamente vasto, passando por:

a) Princípios constitucionais;

b) Modelo brasileiro;

c) Crimes de sua competência e conexos;

d) Por que o latrocínio não é julgado pelo Júri se envolve um crime contra a vida;

e) Qual o dever dos jurados;

f) Como é feita a escolha dos jurados;

g) Os procedimentos da sessão;

h) A função do Juiz;

i) As fases que compõe o procedimento do Júri (processuais e administrativas)

j) Nulidades que afetam o julgamento

k) Recursos cabíveis das decisões dos jurados (protesto por novo Júri).

Viram quanta coisa em um único assunto? E ainda tem muito mais. Por isso é sempre conveniente limitar o alcance de seu trabalho, como por exemplo: “Os jurados no Tribunal do Júri”.

3. Pesquisa do tema.

Pode-se utilizar livros, TCC/Monografias anteriores, sites especializados, enfim, todo tipo de material de pesquisa é bem vindo, desde que você cite nas referências a fonte. Recomendo, para aqueles que ainda estão na faculdade que não escolham temas muito difíceis, com pouca doutrina/jurisprudência, pois a falta de um conhecimento mais avançado resulta em um trabalho cheio de lacunas e, de certa forma, isso dá ao professor uma sensação de desleixo, de falta de interesse do aluno.

Então, evitem em trabalhos de graduação desenvolver trabalhos do tipo “A união homoafetiva e a conveniência do julgamento pelas Varas de Família”, ou “A regulamentação das taxas de juros e as instituições financeiras”. Façam coisas mais simples, deixem esses temas muito específicos para a pós graduação.

Uma última observação muito importante sobre a pesquisa é que deve-se sempre anotar com a maior riqueza de detalhes possível (nome, edição, página, data), os livros, site, revistas etc. que pesquisamos, especialmente se deles foi extraída alguma citação ou posicionamento para fins de identificação posterior. Não há nada pior do que escrever algo no trabalho e, na hora de informar a fonte, não saber de onde veio e ter de excluir essa parte.

4. Organização do tema.

Organizar o trabalho é imprescindível para o desenvolvimento do mesmo. Tente colocar, ao máximo possível, as informações em ordem cronológica ou ordem crescente de importância. Isso deve ser feito para que a pessoa que lê consiga entender o raciocínio que você desenvolveu. Informações ‘atropeladas’ tornam o trabalho confuso e isso impede uma conclusão decente.

Nos trabalhos em geral é sempre de bom alvitre apresentar os antecedentes históricos como forma de familiarizar o seu leitor com a evolução do objeto estudado através da história, e posicioná-lo na atualidade. No caso dos trabalhos jurídicos também indico a importância de se apresentar os aspectos constitucionais do tema, posto que a Constituição é o tronco da árvore jurídica, e sua importância não deve ser desprezada. Gaste, nem que seja uma folha, com um capítulo destinado a esse tópico.

Feitas essas considerações, nos próximos posts passaremos a falar de: elementos pré textuais, textuais e pós textuais, além formatação.

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JOSEF STALIN

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JOSEF STALIN

Josef Stalin foi um político soviético, responsável pelo Stalinismo. Nascido em uma pequena cabana na cidadezinha georgiana de Gori, filho de uma costureira e de um sapateiro alcoólatra que freqüentemente o espancava, o jovem Stalin teve uma infância triste e violenta. Pode-se debitar a esse sofrimento grande parte da personalidade implacável e tirânica que revelaria no futuro. Chegou a estudar em um colégio religioso de Tbilisi, capital georgiana, para satisfazer os anseios de sua mãe, que queria vê-lo seminarista. Mas logo acabou enveredando pelas atividades revolucionárias contra o regime tzarista. Passou anos na prisão e, quando libertado, aliou-se a Vladimir Lenin e camaradas, que planejavam a Revolução Russa. Stalin chegou ao posto de Secretário-geral do Partido Comunista da União Soviética entre 1922 e 1953 e, por conseguinte, o chefe de Estado da URSS durante cerca de um quarto de século, transformando o país numa superpotência.

Antes da Revolução Russa de 1917, Stalin era uma figura menor no interior do partido – era conhecido como “Camarada Fichário”, por seu apego ao trabalho burocrático-, mas teve uma ascensão rápida, tornando-se em Novembro de 1922 o Secretário-geral do Comitê Central, um cargo que lhe deu uma base de poder para vir a exercer um regime ditatorial.

Após a morte de Lenin, em 1924, tornou-se a figura dominante da política soviética.

Em 1928 iniciou um programa de industrialização intensiva e de coletivização da agricultura, impondo uma violenta reorganização social. Nos anos 30 consolidou a sua posição através de uma política de terror. Como arquiteto do sistema totalitário soviético, destruiu as liberdades individuais e criou uma poderosa estrutura militar e de policiamento. Mandou prender, deportar e executar opositores em massa, ao mesmo tempo que cultivava o culto da personalidade como arma ideológica. A ação persecutória de Stalin estendeu-se mesmo a território estrangeiro, uma vez que ordenou o assassinato de Trotsky, então exilado no México.

Desconfiando que as reformas econômicas que implantara produziam descontentamento entre a população, Stalin dedicou-se, nos anos 30, a consolidar seu poder pessoal. Cínico, voluntarioso e mentalmente estreito, tratou de eliminar ou expulsar toda a oposição política. Se alguém lhe parecesse indesejável desse ponto de vista, ele se encarregava de tramar contra o dissidente de diversas maneiras: difamando-o e desacreditando-o perante a opinião pública, ou simplesmente encobrindo seu assassinato com uma morte acidental. Em 1934, Sergei Kirov, principal líder do Partido Comunista em Leningrado (São Petersburgo), apareceu morto. Foi o início de uma série de assassinatos e prisões que passou para a história como o “Grande Expurgo”.

Este se deu no período entre 1934 e 1937 no qual Stalin concedeu tratamento por vezes brutal a todos que tivessem a menor discordância em relação às suas diretrizes de governo. Entre os alvos mais destacados dessa perseguição, estava o Exército Vermelho: metade de seus oficiais acima da patente de major foi eliminada, inclusive treze dos quinze generais-de-exército. Entre estes, Mikhail Tukhachevsky foi uma de suas mais famosas vítimas. Sofreu a acusação – injusta e caluniosa, como soube-se por investigação feita após a morte de Stalin – de ser agente do serviço secreto alemão. Com base em documentos forjados por Reinhard Heydrich, chefe do Serviço de Segurança das SS, Stalin executou Tukhachevsky, além de deportar muitos outros para a Sibéria. Com isso Stalin enfraqueceu o comando militar soviético e mordeu a isca de Heydrich, o qual desejava debilitar a estrutura militar russa com vistas a um futuro ataque das tropas de Hitler.

Em 23 de agosto de 1939, assinou com Hitler um pacto de não-agressão, que recebeu o nome dos Ministros do Exterior alemão e soviético. Stalin esperava ganhar tempo e reorganizar a força industrial-militar da qual a União Soviética não poderia prescindir com vistas a um confronto com a Alemanha Nazista. E Hitler estava ansioso por evitar um confronto imediato com os soviéticos, pois naquele momento ocupar-se-ia de Grã-Bretanha e França. Mas a invasão da União Soviética pelas forças alemãs, em 1941, levou-o a aliar-se ao Reino Unido e aos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Sob a sua ferrenha direção, o exército soviético conseguiu fazer recuar os invasores – não sem perdas humanas terríveis – e ocupar terras na Europa Oriental, contribuindo decisivamente para a derrota da Alemanha Nazista.

Com a sua esfera de influência alargada à metade oriental da Europa, Stalin foi uma personagem-chave do pós-guerra. Dominando países como a República Democrática Alemã, a Tchecoslováquia e a Romênia, estabeleceu a hegemonia soviética no Bloco de Leste e rivalizou com os Estados Unidos na liderança do mundo. Em 5 de março de 1953, veio a falecer devido a uma hemorragia cerebral. Seu corpo ficaria exposto no mesmo salão que Lenin – até que Nikita Kruschev, revisionista das práticas stalinistas, enterrou-o fora dos muros do Kremlin.